2. Genel Bilgiler
2.18. Motorik Özellikler
No Planeamento do projeto, para aquisição desta competência, vamos através de cada objetivo específico delinear as atividades pretendidas de modo a
articular, menciona-se os recursos materiais de que iremos precisar, e por fim, expor os indicadores de avaliação. O cronograma das atividades planeadas será apresentado em anexo (Apêndice 17).
OBJETIVO GERAL: Adquirir competências no âmbito da prestação de cuidados em situação de catástrofe ou emergência multi-vitima
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
1. Elaborar um capítulo referente à organização/ gestão dos recursos humanos no PEE do SU.
2. Divulgar situações de catástrofe que possam ocorrer e quais os procedimentos a efetuar, nomeadamente a parte da gestão dos recursos humanos
1º OBJETIVO ESPECÍFICO: Elaborar um capítulo referente à organização/
gestão dos recursos humanos no PEE do SU.
Para concretizar este objetivo as atividades/estratégias a desenvolver serão:
1. Pesquisa bibliográfica, sobre catástrofe;
2. Pesquisa bibliográfica sobre recursos humanos e trabalho em equipa; 3. Conhecimento do plano de emergência existente no serviço e sua
articulação com os meios do exterior;
4. Entrevista com os elos de ligação e os elementos que elaboraram o PEE;
5. Criação de um protótipo com atribuição de funções a cada elemento, numa situação de catástrofe;
6. Distribuição do protótipo pelos elos de ligação, Enfª orientadora, responsável do serviço e professora;
7. Recolha de sugestões e reformulação do protótipo; 8. Elaboração final do capítulo.
Os recursos humanos com quem vamos articular nesta fase do planeamento serão: Elo de ligação aos elementos que restruturaram o PEE do hospital; a Enfª responsável do serviço e os enfermeiros do SU.
Os recursos materiais de que vamos precisar: material de apoio informático; papel e dossier.
Os indicadores de avaliação das actividades delineadas são: Expor o conteúdo da entrevista aos elos de ligação e apresenta o capítulo referente à organização/gestão dos recursos humanos
2º OBJETIVO ESPECIFICO: Divulgar situações de catástrofe que possam
ocorrer e quais os procedimentos a efetuar, nomeadamente a parte da gestão dos recursos humanos.
Para concretizar este objetivo as atividades/estratégias a desenvolver serão:
1. Pesquisa bibliográfica sobre o tema; 2. Divulgação da sessão de formação;
3. Planeamento de uma sessão de formação, sobre de situações de catástrofe possíveis e quais os procedimentos a efetuar;
4. Realização da sessão de formação;
5. Avaliação da sessão de formação, por questionário.
Os recursos humanos com quem vamos articular nesta fase do planeamento serão: Elo de ligação aos elementos que restruturaram o PEE do hospital; a Enfª responsável do serviço; os enfermeiros do SU e a responsável pela formação.
Os recursos materiais de que vamos precisar: Apoio informático (com retroprojetor); sala de reuniões para a sessão; slides aprovados (pela orientadora e professora); questionário de avaliação sobre a sessão de formação; esferográficas; papel e dossier.
Os indicadores de avaliação das atividades delineadas são: Apresentação dos cartazes de divulgação da sessão de formação; apresentação do planeamento da sessão de formação; apresentação dos power point e apresentação da avaliação a sessão (questionário realizado).
3.2. EXECUÇÃO, AVALIAÇÃO E CRONOGRAMA FINAL
Na fase de avaliação, através da aplicação de instrumentos de avaliação, que vão sendo abordados à medida que os objetivos específicos, vão sendo expostos. O cronograma final das atividades realizadas será apresentado em apêndice (Apêndice 18).
Passamos então a enunciar os objetivos específicos delineados e quais as atividades executadas, de modo, concretizar cada um deles. No fim, identificamos quais os recursos humanos e materiais utilizados, assim como os indicadores de avaliação.
1º OBJETIVO ESPECÍFICO: Elaborar um capítulo referente à organização/
gestão dos recursos humanos no PEE do SU.
Para concretizar este objetivo as atividades/estratégias a desenvolver foram: 1. Pesquisa bibliográfica, sobre catástrofe:
1.1. Pesquisa bibliográfica, através dos aportes dados em sala de aula; através do apoio da Comissão de Catástrofe do hospital em causa, com alguns documentos disponibilizados pelos profissionais responsáveis; por pesquisa de dissertações anteriores, sobre a temática em causa; uso de livros disponíveis na biblioteca da escola e bibliotecas municipais de Portimão e Lagoa; pesquisa por manuais, como por exemplo: ATCN- Advenced Trauma Care for Nurses; TNCC – Trauma Nursing Core Course; Manual de Atención a múltiples víctimas y Catástrofes; Manual de Medicina de Catástrofe, disponibilizado pelo INEM e Catástrofe e Atendimento a Múltiplas Vítimas do Manual de Atendimento Pré- Hospitalar.
2. Pesquisa bibliográfica sobre recursos humanos e trabalho em equipa;
2.1. Através de algumas dissertações, como por exemplo, a Tese de Doutoramento em Psicologia do Trabalho e das Organizações. O Impacto da Gestão de Recursos Humanos na Performance Organizacional, por Ana Veloso e do livro Recursos Humanos- O capital humano das organizações de Chiavenato Idalberto.
3. Conhecimento do plano de emergência existente no serviço e sua articulação com os meios do exterior, apesar de não aprovado está disponível para consulta;
4. Entrevista com os elos de ligação e os elementos que elaboraram o PEE. Entrevista que não foi realizada como previamente planeada, houve apesar uma conversa informal, com as necessidades acrescidas ao plano. Foi detetado uma necessidade de pesquisa da forma de contato os elementos necessários nas fases de alarme, se por mensagem ou por chamada, uma vez que não há bibliografia que suporte esta escolha. Neste sentido propusemo- nos a fazer esse estudo, na altura do simulacro;
5. Criação de um protótipo com atribuição de funções a cada elemento, numa situação de catástrofe; Protótipo criado dentro do prazo previsto em planeamento;
6. Distribuição do protótipo pelos elos de ligação, Enfª orientadora, responsável do serviço e professora; protótipo distribuído via email a todos os elementos inicialmente propostos, dentro do prazo estipulado;
7. Recolha de sugestões e reformulação do protótipo; dado cerca de quinze dias para a recolha de sugestões e reformulação de algum aspeto. Durante este período não houve qualquer alteração ao protótipo.
8. Elaboração final do capítulo (Apêndice 19).
Os recursos humanos com quem articulamos na fase de execução foram os inicialmente proposto: os elos de ligação ao PEE do hospital; a Enfª responsável do serviço e os enfermeiros do SU.
Os recursos materiais de que precisamos foram: material de apoio informático; papel e dossier.
Os indicadores de avaliação das atividades delineadas foram parcialmente cumpridos, com a apresentação final do capítulo, ficando disponível para consulta. A exposição do conteúdo da entrevista aos elos, não foi possível ser apresentada, porque a entrevista formal, inicialmente proposta, não se concretizou, apenas houve contatos informais, ou seja, exploratórios, de recolha de dúvidas e sugestões.
2º OBJETIVO ESPECIFICO: Divulgar situações de catástrofe que possam
ocorrer e quais os procedimentos a efetuar, nomeadamente a parte da gestão dos recursos humanos.
Para concretizar este objetivo as atividades/estratégias utilizadas foram: 1. Pesquisa bibliográfica: Formação, divulgação e método expositivo, através de
livros do Instituto para a Inovação na Formação; dissertação para grau de mestre, sobre Comunicação Educacional Multimédia da Universidade Aberta; livros das coleções “Formar Pedagogicamente” e “Revistas Formar”, pelo autor Mão de Ferro, edição IEFP.
2. Colocação de um cartaz informativo de uma situação de catástrofe e de ativação do plano de emergência externa, com intuito de testar a chamada de elementos ao serviço, na fase de alarme. Feita sessão de formação surpresa realizada dez dias depois da divulgação do cartaz (Apêndice 20);
3. Realização da sessão de formação surpresa, no auditório do hospital, às 16 horas do dia 09/06/2012, com ativação de toda a equipa de Enfermagem e dos Assistentes Operacionais (AO). Com o propósito de avaliar a melhor forma de contato, ou seja, se as pessoas respondem melhor à mensagem pré-definida ou à chamada, foi dividida a equipa, onde metade recebeu chamada direta pela telefonista e a outra metade, a mensagem enviada pelo Gabinete de apoio ao utente.
A equipa de enfermagem, mais precisamente 58 enfermeiros, 29 elementos receberam uma mensagem e os restantes 29 receberam uma chamada. De todos os elementos contatados apenas 19 enfermeiros apareceram ao ponto de encontro previamente informado, perfazendo um total de 32,78%. Na equipa de AO, mais precisamente 22 AO, 11 elementos receberam uma mensagem e os restantes 11 receberam chamada. De todos os elementos
contatados apenas 14 AO apareceram ao ponto de encontro previamente informado, perfazendo um total de 63,64%. No total responderam 33 profissionais dos 88 contatados, perfazendo um total de 40,24%.
Dos profissionais que responderam à chamada ou à mensagem, os valores foram muito próximos, foi questionado aos presentes o que achavam ser mais funcional, com resposta imediata de 97% à chamada (Apêndice 21);
6. Em relação à avaliação da sessão, uma vez que seria uma simulação de um caso em sala de aula, era benéfico compreender a aprendizagem adquirida após a informação transmitida. Assim no fim da exposição do capítulo, através de 35 slides (Apêndice 22) e uma apresentação com cerca de 60 minutos. Foi realizado um teste avaliativo, em grupos de duas pessoas através das informações projetadas em sala, com questões relacionadas com as diferentes fases e procedimentos a ter, numa situação de ativação do plano de emergência externa. Realizado em cerca de 30 minutos, com resultado final de 85% valores de média. Resultado bastante positivo, com aquisição de conhecimento em relação à organização e gestão dos recursos humanos do SU em caso de ativação do PEE do hospital em causa (Apêndice 23).
Os recursos humanos com quem articulamos nesta fase da execução foram, os inicialmente propostos: Elo de ligação aos elementos ao PEE do hospital; a Enfª responsável do serviço; os enfermeiros do SU e a responsável pela formação.
Os recursos materiais de que precisamos: material informático e retroprojetor; a sala usada foi o auditório, pelo número previsto de elementos a assistir; slides aprovados (pela orientadora e professora); ficha avaliativa dos conhecimentos adquiridos na formação; esferográficas; papel e dossier.
Os indicadores de avaliação das atividades foram: Apresentação do cartaz de divulgação de uma situação de catástrofe com necessidade de ativação do PEE; estudo de avaliação ao modo de ativação dos profissionais e sua análise posterior; apresentação do planeamento da sessão de formação; apresentação
avaliativa (questionário realizado). Colocação do capítulo em dossier, disponível e em acesso a pesquisa, no entanto, todo o PEE continua em fase de aprovação pelo CA.