4. ARAŞTIRMANIN KAYNAKLARI
2.2. MISIR’IN COĞRAFÎ YAPISI, İKLİM ÖZELLİKLERİ VE İNSANLAR
O objetivo da atividade 2 (APÊNDICE L) é o de levar os estudantes a compreender o que é um falso cognato e, ao mesmo tempo, perceber a riqueza da língua através da exposição ao vocabulário selecionado. A atividade é destinada à estudantes a partir do 6º ano do Ensino Fundamental e é apresentada com warm up, pre-acitivity e activity. O uso do corpus foi feito na activity, nos exercícios 2 e 5 deste planejamento.
Esta sequência traz enunciados claros e, do início ao fim, assegura o objetivo da atividade, que é tratar de falsos cognatos, assunto importante para aprendizes iniciantes. Não somente a LC é utilizada na proposta bem ilustrada e organizada. O trabalho é direcionado para estudantes a partir do 6º ano e, de forma geral, busca contemplar exercícios mais elementares a outros que demandariam mais observação e intervenção pedagógica com o uso do corpus. Dada a importância do trabalho com falsos cognatos na escola, esse é mais um exemplo de possibilidades de inserção do uso de corpus na escola. Por meio dos textos extraídos do corpus as palavras fabric, actually e application foram estudadas e sistematizadas, de forma que o padrão de uso dos substantivos pudesse ser evidenciado pedagogicamente.
Para dar início à proposta o professor elaborador da atividade apresenta um warm up com fotografias de pessoas, as quais aparecem próximas de outras sugerindo uma falsa ou dissociada impressão de sua imagem, como mostra a FIG. 32.
As fotos apresentadas enriquecem o trabalho, pois servem para estimular os estudantes a respeito do que está por vir. Após a observação das fotos, um trabalho em dupla é indicado, no qual os estudantes irão discutir e procurar definir palavras como agenda, anthem, assist, push, college e exquisite, entre outras. Não é solicitado o uso do dicionário, o que implica que os estudantes farão uso de sua intuição e de conhecimentos anteriores para tentarem definir as palavras. Nesse sentido, caso tenham suas hipóteses revogadas posteriormente, terão de repensar a estratégia utilizada e tomarão consciência que a estrutura aparente de uma palavra não está sempre relacionada ao sentido da palavra com estrutura similar na língua materna. O exercício 1 salienta a discussão ao pedir que os estudantes liguem cada falso cognato, actually, application e fabric, à uma palavra a ele correspondente, sendo que as opções apresentadas corroboram que tais palavras são falsos cognatos.
A prática planejada com o uso do corpus COCA se dá no exercício 2, no qual três falsos cognatos são selecionados e apresentados em linhas de concordância, a fim de que os estudantes façam inferências sobre o sentido dos mesmos pelo contexto autêntico, como mostra a FIG. 33, exercício 2.
FIGURA 33 – Exercícios 2 e 3. Atividade 2
Nota-se que a linha 1 escolhida traz as palavras lining e coat, que podem auxiliar o estudante a entender que não se trata de uma “fábrica”. Já na 2ª linha selecionada, pode-se observar que o professor teve também o cuidado de escolher um grupo de palavras com cognatos como explosives e terrorist, que facilitam a compreensão, além de outras palavras mais comuns aos iniciantes. O terceiro contexto, de application, embora também não seja tão rico em elementos
para se concluir que se trata de um requerimento ao invés de um investimento ou outro tipo de aplicação, está acompanhado da palavra visa, que é muito frequente na língua e, em termos de colocação, verifica-se que no corpus COCA, a palavra application tem uma força de atração mútua de 6.97, ao aparecer como primeira colocada à direita da palavra visa. Ao usar essa linha de concordância, o professor pode aproveitar para enfatizar a adequação da dupla visa application, orientando o seu uso. Provavelmente estudantes muito iniciantes não chegarão à essas conclusões sozinhos. Sendo assim, o trabalho em duplas e o intermédio do professor são aconselhados.
Um palpite para o exercício, seria o uso de mais linhas de concordância para cada palavra, separando-as em três blocos, um para fabric, outra para actually e outra para application. Assim, o estudante teria mais elementos para avaliar o contexto e o sentido das palavras até concluir que são falsos cognatos. De início, os estudantes, sobretudo os do de 6º ano, já poderiam ser advertidos de que não teriam de entender todas as palavras apresentadas, mas observar a companhia e a colocação das palavras em destaque. A exposição a um maior número de linhas também facilitaria o entendimento do último exercício (FIG. 34). Nele os estudantes devem preencher as lacunas das linhas com as três palavras enfatizadas.
Um passo importante é sugerido pelo exercício 3, que logo após a exposição das três linhas de concordância, solicita que o estudante retome suas respostas do exercício anterior a fim de conferir suas suposições. Com a intenção de confirmar o sentido real de cada uma das palavras, o conceito de cada uma delas é trazido no exercício 4, que ilustra o sentido de cada uma delas. Como vemos, o professor não deixa de trazer a explicação das palavras, como provavelmente já fazia em sua prática, mas o faz depois de deixar que os alunos leiam os contextos naturais em que elas ocorrem e inferir sobre o sentido delas.
Embora um pouco mais complexo que os anteriores, o exercício 5 favorece a prática dos falsos cognatos em estudo e faz uso de uma série de linhas de concordância expondo o estudante ao uso autêntico da língua, ainda que estejam em níveis iniciantes. Nelas as palavras de trabalho deverão ser acrescidas a cada linha, conforme o assunto de cada uma. Certamente o professor deverá intermediar e auxiliar o estudante no preenchimento das lacunas, caso seja um estudante ainda iniciante.
Em relação à análise desta atividade, verifica-se que:
1) O tema a ser trabalhado escolhido com base no interesse e necessidade dos estudantes de 6º ano e em consonância com a abordagem comum a este público;
2) O corpus selecionado atende aos objetivos da atividade e auxiliou na exposição de diferentes exemplos dos três falsos cognatos em análise;
3) O corpus foi explorado pelo professor na busca por concordâncias que ilustrassem a diferença de uso dos falsos cognatos para seus estudantes, para os quais não foi previsto o acesso à plataforma;
4) Não foi detalhado trabalho com aspectos extralinguísticos a partir do conteúdo das linhas;
5) Os exemplos extraídos do corpus atendem ao tema da atividade e a sua finalidade; 6) O material foi trabalhado por meio de análise das linhas e pelo exercício fill in the
blank.
De forma simples e objetiva, o professor utiliza, em uma atividade intermediária e na atividade final, dados da língua autêntica para estudantes iniciantes no estudo de inglês.