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Militan, “sanat ve kültür sorunlarını kitlelerin devrimci özlemleriyle; sanat

Not 3: Papirüs ya da Ant olabilir Önce yazıları bitirelim” (a.g.e: 70).

6- Militan, “sanat ve kültür sorunlarını kitlelerin devrimci özlemleriyle; sanat

Na organização do trabalho, denominamos a Parte I, de Introdução. Nela discorremos sobre a questão de partida concernente à etapa da ruptura ─ primeiro ato epistemológico de uma investigação científica. Ao anunciá-la, reunimos o objeto, o pressuposto bem como o objetivo da investigação. Dois capítulos compreendem essa Parte do trabalho: o Capítulo 1, intitulado Rupturas e construções tem como objetivo situar os conceitos e as dimensões centrais da nossa problemática, enfatizando a construção dos processos identitários articulados às experiências formativas dos discentes, desenvolvidas durante a formação inicial. O Capítulo 2, A definição e constituição do modelo de análise, tratará de situar o leitor nos princípios instituídos e instituintes da metodologia, evidenciando a operacionalização dos marcos e das pistas que orientarão o trabalho de observação e análise dos dados.

A Parte II da pesquisa intitula-se Trajetórias. Nos capítulos que, em conjunto, compõem as análises da segunda parte da pesquisa, temos por objetivo compreender como os dispositivos de formação ─ a relação professor-aluno, o currículo, a gestão e a Instituição ─ contribuem ou não para o desenvolvimento do processo identitário profissional dos licenciandos. Entretanto, consideramos que o processo de escolha do Curso precede o estabelecimento das relações com os dispositivos formativos. De certa forma, cremos poder pensar que a relação, que efetivamente será encetada, não se faz desvinculada do momento anterior; e, assim, de alguma forma, as representações sobre o Curso apresentam, com graus variáveis, ligação, uma vez que é parte das implicações de cada estudante. Assim, iniciamos esta parte com a busca de compreensão dos sentidos que os estudantes atribuem à escolha da profissão e a chegada à Universidade.

Abrimos a Parte II com o Capítulo 3: Das escolhas do Curso a chegada à

Universidade. Nesse capítulo, partimos da pergunta: ─ Quais ações e intenções mobilizaram

os discentes à escolha do Curso? Apresentamos como objetivo compreender os sentidos dados pelos discentes às ações e intenções que os mobilizaram na escolha da profissão e na chegada à Universidade. Partimos do pressuposto de que as ações e intenções dos estudantes no

momento da escolha do Curso ocorreram dentro de uma rede de interdependências (ELIAS, 1998; 2005), sob influência de seus pais, professores e do contexto sociocultural, configurado pelo mundo do trabalho. Foram essas configurações que compuseram os referenciais nos quais os estudantes tomaram decisões, e agiram para escolha do curso universitário.

No Capítulo 4, Os Sentidos da Formação, temos como objetivo analisar a formação vivenciada pelos licenciandos da Física e sua relação com a construção da identidade docente. Partimos da seguinte pergunta: qual a relação entre o sentido da formação vivenciada pelos licenciandos do Curso de Física e a construção da identidade profissional? Conjecturamos que a formação envolve o conjunto das relações, influências e implicações entretecidas entre discentes e docentes, incluindo a discussão entre o bacharelado e a licenciatura, como aspectos do desenvolvimento de uma identidade profissional.

No Capítulo 5, As relações com o currículo, partimos da pergunta: ─ Quais as possíveis dissonâncias entre o currículo instituído e instituinte e suas implicações na formação dos futuros professores? Temos como pressuposto que a formação dos licenciandos se desenvolve nas tensões, contradições, ambivalências e ambiguidades entre o currículo instituído e instituinte. Assim, nosso objetivo será analisar possíveis dissonâncias entre as dimensões instituídas e instituintes do currículo e suas implicações na formação dos discentes, fato que será analisado tendo como fio orientador os sentidos atribuídos pelos licenciandos.

No Capítulo 6, As relações com a gestão e a instituição, nos guiaremos pelo objetivo de compreender os sentidos que os licenciandos atribuem à gestão e à instituição, partindo da seguinte questão: ─ Qual a contribuição, ou não, da gestão e da instituição no processo formativo dos licenciandos e na construção da identidade profissional? Temos como pressuposto que a gestão e a instituição, como dispositivos formativos, tornam propícios o processo de formação e construção da identidade profissional docente.

O Capítulo 7, Saberes da profissão, nos mobilizará a compreender o processo de identificação dos licenciandos com a docência; e, assim, com a profissão, a partir dos sentidos dados por eles às experiências formativas. Partimos da seguinte pergunta: até que ponto as experiências vivenciadas pelos discentes, durante a formação inicial e antes dela, são constitutivas da construção de uma identidade profissional? Nosso pressuposto é o de que o conjunto das experiências vivenciadas pelos discentes, durante a formação inicial, e aquelas anteriores a essa etapa proporcionam o desenvolvimento da identidade profissional docente.

Nas Considerações Finais, enfatizamos o valor das reflexões dos discentes acerca de suas experiências formativas; e, por meio delas, os sentidos tecidos expressaram as ambivalências, os paradoxos, os conflitos, medos, conhecimentos assim como os

desconhecimentos dos saberes que fundamentam o exercício da docência. As experiências explicitadas com realismo, no sentido de que evidenciaram acontecimentos de seres humanos em formação, enfatizaram as implicações dos discentes nos cenários da formação; e, assim, autorizando-se para que as circunstâncias, contextos e referências nas quais se encontravam, terminaram por fazê-los autores de si próprios.

As experiências dos discentes evidenciaram que, apesar de todas as ambivalências vivenciadas no processo formativo, os estudantes foram afirmativos quanto ao ser professor. Dessa forma, foi-nos possível compreender que estas experiências tiveram valor formativo, proporcionando-lhes a apreensão dos papéis, valores e normas inerentes à profissão de professor, processo que haverá de lhes acompanhar durante o percurso pessoal e profissional.

Benzer Belgeler