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Merkezi Yönetimi Geliştirme Birimi Örgüt Modeli

Belgede TÜRKĐYE’DE REFORM YÖNETĐMĐ (sayfa 140-150)

YÖNETĐM SÜRECĐ 85

B. Merkezi Yönetimi Geliştirme Birimi Örgüt Modeli

ENDÓCRINA MÚLTIPLA TIPO A E B”

Coordenadora: Margareth da Silva Oliveira, Pontíficia Universidade Católica do Rio

Grande do Sul – PUCRS

Discursante: Tania Rudnicki- Instituto de Psicologia Aplicada(ISPA)

A neoplasia endócrina múltipla (NEM), trata-se de uma síndrome autossômica caracterizada por alta capacidade de desenvolvimento de Câncer Medular de Tireóide. A iminência do aparecimento da neoplasia acompanha os portadores da mutação podendo resultar em considerável sofrimento psicossocial. Frente a essa realidade, este simpósio se consitui ao apresentar estratégias de avaliação, intervenção e acompanhamento da população portadora do genótipo e/ ou fenótipo para essa condição hereditária.

Este projeto está inserido no Núcleo de Excelência em pesquisa na área de oncogenética do HCPA. Buscou-se identificar aspectos psicológicos específicos ao processo do diagnóstico e do tratamento, sendo significativo o entendimento das reações dos pacientes e dos seus familiares, tendo uma importância interdisciplinar no entendimento, integração e tratamento do quadro clínico dessa população. Decorrente das características hereditária, há famílias inteiras com a síndrome, as quais são acompanhadas sistematicamente pela equipe do serviço de endocrinologia. Este simpósio apresenta os resultados preliminares do levantamento de dados sócio-demográficos, avaliação da qualidade de vida e cooping em pacientes com NEM a partir de um estudo descritivo transversal. A amostra foi composta por 34 pacientes acompanhados no ambulatório do Serviço de Endocrinologia do HCPA, possuindo o diagnóstico de prevalência NEM tipo 2, NEM Tipo 2B e Tipo Esporádico, submetidos a tireoidectomia e seguindo no tratamento do carcinoma medular de tireoide (CMT). Em entrevista única, foram coletados dados sócio-demográficos e história da doença, além da aplicação do instrumento WHOQOL-bref para avaliar a qualidade de vida e Cooping para estratégias de enfrentamento. Resultados: da amostra estudada, 25 foram possuíam o diagnóstico de NEM2A, 3 NEM2B e 6 Esporádico; 23 sujeitos eram do sexo feminino e 11 do sexo masculino.A idade média foi de 39anos, variando de 13 a 75anos (DP=16,78). Discute-se, frente esses achados as estratégias de avaliação, intervenção e possibilidades de acompanhamento em oncogenética, enfatizando aspectos relacionados a coping e qualidade de vida da amostra.

Palavras-chave: neoplasia endócrina múltipla 2A e 2B; avaliação psicológica; intervenção Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

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http://www.pucrs.br/psico/pos/labico

COPINGEQUALIDADEDEVIDAEMPACIENTESCOMNEOPLASIA

ENDÓCRINAMÚLTIPLA.TIPO2A:ASPECTOSTRANSGERACIONAIS

Dhiordan Cardoso da Silva¹, Cristiano Pereira Oliveira1, Tania Rudnicki1,3, Carolina Seabra1, & Margareth da Silva Oliveira1

¹ Pontíficia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUCRS; ³ Instituto de Psicologia Aplicada(ISPA)

O estudo tem por objetivo a caracterização transgeracional sócio-demográfica (SD), de qualidade de vida (QV) e de estratégias de Coping de um grupo familiar portador da neoplasia endócrina múltipla tipo 2 (NEM 2A). A amostra foi constituída de 21 pessoas de uma mesma família, as quais representam a segunda (2ª) e terceira (3ª) geração de portadores NEM 2A acompanhados no ambulatório do HCPA. Foi utilizado um protocolo de pesquisa, Whoqol- breef e Coping. 10 indivíduos eram da 2ª e 11 indivíduos da 3ª geração. 2º geração: idade M= 47 (DP=5,62), 70% do sexo feminino, todos de etnia branca, 60% estado civil casado, 70% estavam trabalhando, 50% escolaridade ensino fundamental incompleto, 80% católicos e 40% de casse B2. A 3º Geração: 54,5% sexo feminino, todos de etnia branca, 90,9% estado civil solteiro, 81,8% trabalhando, 54,6% ensino médio completo, todos católicos e 72,8% de classe B2. Coping: evidenciaram diferenças: Afastamento - 50% utiliza algumas vezes e 36,4% utiliza algumas vezes; Aceitação- 90% não utiliza ou utiliza pouco e 63,6% não utiliza ou utiliza pouco; Fuga -60% usa algumas vezes e 36% algumas vezes; Resolução- 60% algumas vezes contra 45,5% grande parte das vezes. Todos os domínios da QV apresentaram distinções e abaixo dos valores de referência do Whoqol- breef para a população em geral. Os resultados nos permitiram estabelecer prováveis padrões transgeracionais. Os escores de QV demonstraram estar associados às diferenças de faixa etária entre grupos e não entre os grupos em si, valendo-se da importância de maiores estudos científicos na temática.

Palavras-chave: neoplasia endocrina múltipla; cooping; qualidade de vida. Carolina Seabra

Pontíficia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUCRS

QUALIDADEDEVIDAEMDIFERENTESFAIXASETÁRIASDEPACIENTESCOM

NEM2AE2B

Margareth da Silva Oliveira, Cristiano Pereira Oliveira, Mariana Filippin, Carolina Seabra, & Dhiordan Cardoso da Silva

Pontíficia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUCRS

O objetivo do estudo foi comparar escores de qualidade de vida (QV) em diferentes faixas etárias de pacientes portadores de NEM 2ª e 2B. A amostra foi composta por 28 pacientes acompanhados no ambulatório do Serviço de Endocrinologia do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Foi aplicado um protocolo de pesquisa e o Whoqol-Breef. Seguiu-se a análise estatística dos dados, sendo categorizado 3 grupos de acordo com as faixas etárias (G1 13-30 anos, G2 31- 45anos G3 46-75 anos). Os 3 grupos, no geral, apresentaram bons escores na qualidade de vida. No G1, o domínio ambiental foi o mais afetado (M=72,01; DP=9,38) seguido do físico (M=74,82; DP=13,35), psíquico (M=77,30; DP=7,94) e social (M=77,43; DP=15,55). No G2: físico (M=75,22; DP=9,14), ambiental (M=76,38; DP=8,93), psicológico (M=78,51; DP=2,42) e social (M=84,41; DP=9,42). E por fim, no G3 o domínio ambiental foi o mais afetado (M=70,00; DP=7,90), físico (M=74,99; DP=11,81), social (M=77,77; DP=13,43) e psicológico (M=78,00; DP=7,58). Os resultados indicam que apesar do bom prognóstico geral da neoplasia endócrina múltipla, e do bom desempenho geral nos escores de QV, há diferenças significativas entre os escores obtidos nos domínios de QV quando consideradas as faixas etárias, possibilitando assim, o planejamento mais específico e eficaz para o tratamento psicológico dessa população.

Palavras-chave: qualidade de vida; neoplasia endorcrina múltipla; transgeracionalidade Mariana Filippin

Pontíficia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUCRS

ASPECTOSPSICOLÓGICOSNOACONSELHAMENTOGENÉTICO

¹ Universidade de Lisboa; ²Pontíficia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUCRS O aconselhamento genético (AG) é um processo através do qual é possível identificar os genes responsáveis pelo desenvolvimento do câncer mesmo em indivíduos assintomáticos a fim de se estabelecerem condutas médicas adequadas a cada caso. O AG é conduzido por equipe multidisciplinar com o objetivo de acessorar pacientes e familiares durante todo o processo, sendo este dividido didaticamente em cinco etapas diferentes. A primeira etapa corresponde ao reconhecimento do risco de desenvolver câncer genético, sendo importante ao paciente ter espaço para reflexões a respeito de seus sentimentos frente à doença. A segunda etapa corresponde à comunicação de resultados, sendo necessário nesse momento auxiliar o paciente a lidar com o impacto da doença e com a significação desta. Na terceira etapa é preciso ajudar o paciente a se desidentificar com a doença a fim de que ele busque recursos de sua realidade para enfrentar o processo. A quarta etapa diz respeito ao momento decisional, no qual o paciente se engaja no processo de decidir quanto as opções de possibilidade de tratamento, enquanto que a última etapa corresponde a resolução propriamente dita e início do tratamento. Nesse sentido, esse trabalho tem por objetivo clarificar a importância do psicólogo na equipe multidisciplinar de AG, especialmente no que concerne o sofrimento das famílias nas diferentes etapas do processo, na atenção constante ao estado emocional do paciente e da sua família, bem como aos vínculos familiares e as possíveis alterações destes no processo.

Palavras-chave: aconselhamento genético, aspectos psicológicos, câncer genético Letícia Leuze Machado

Universidade de Lisboa

ESTUDODE CASOCOMODIAGNÓSTICOGENÉTICODECARCINOMA

MEDULARDETIRÓIDE

Carolina Seabra¹ & Tânia Rudnicki²

¹Pontíficia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUCRS-Brasil; ²Instituto de Psicologia Aplicada(ISPA)-Portugal

O objetivo do estudo foi trabalhar no fortalecimento e desenvolvimento dos recursos de enfrentamento (coping) de uma paciente com diagnóstico genético de carcinoma medular de tireóide (CMT) do tipo NEM 2B, acompanhada no ambulatório do Serviço de Endocrinologia do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Aplicado protocolo de pesquisa onde consta Inventários de Ansiedade e Depressão, o Teste de Distorções Cognitivas e o Questionário de Morisky, sempre antes da intervenção e ao término destas. Dentre as técnicas utilizadas estão a Psicoeducação sobre a doença, as características individuais relacionadas ao enfrentamento da situação, bem como técnicas para manejo da ansiedade relacionada ao quadro clínico. Identificou-se que apesar do bom prognóstico, a doença é fonte de ansiedade e potencializadora de sintomatologia depressiva. Os resultados obtidos indicam que as intervenções realizadas foram importantes para a redução dos níveis de ansiedade e para o fortalecimento do coping, permitindo melhora na qualidade de vida da paciente. Objetiva-se a continuidade deste estudo para que sejam delineadas estratégias de tratamento psicológico adequado a esta população. Palavras-chave: coping; neoplasia endocrina múltipla; câncer genético

SIMPÓSIO: “AVALIAÇÃO E TRATAMENTO PSICOLÓGICO PARA

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