TÜRK KAMU YÖNETĐMĐNDEKĐ GELĐŞĐM VE GELĐŞTĐRĐM SORUNU ÜZERĐNE BĐR ARAŞTIRMA
A. Araş tı rmanın Metodol oji si 1. Araştırmanın Amaçları
3. Araştırmanın Yöntemi
MENTALEMUBS
Priscila Figueiredo & Ivonise Motta
Universidade de São Paulo
A Unidade Básica de Saúde (UBS) é um equipamento do SUS (Sistema Único de Saúde, o sistema de saúde pública brasileiro), onde se presta serviços relacionados com a Atenção Básica, de promoção de saúde e prevenção de doenças, bem como realiza tratamentos de baixa complexidade tecnológica. A UBS recebe diariamente pais que buscam ajuda para minimizar algum sofrimento neles e em seus filhos. Muitas vezes, o Psicólogo é chamado para auxiliar na compreensão e para intervir em situações nas quais os pais se percebem impotentes para ajudá- los. A Psicologia deve contribuir para esta demanda social tomando o cuidado de respeitar as prerrogativas do SUS para os atendimentos em Saúde, e atuando, dentro da Atenção Básica, com vistas a realizar a Promoção de Saúde. Segundo Winnicott, o ambiente da criança, portanto sua família, tem papel fundamental para o desenvolvimento saudável do indivíduo. Winnicott demonstra também que é possível, realizando-se consultas terapêuticas, ajudar a criança na retomada de seu desenvolvimento saudável, desde que haja uma família que possa oferecer a “provisão ambiental” necessária para que este desenvolvimento aconteça. O suporte e o cuidado aos pais, procurando dar condições para que os mesmos viabilizem a retomada do desenvolvimento saudável da criança, pode ser, portanto, uma interessante estratégia de Promoção de Saúde. Este estudo visa apresentar e avaliar este tipo de trabalho, desenvolvido numa UBS, e verificar se o uso de intervenções breves como consultas terapêuticas mostra-se eficaz para auxiliar os pais e as crianças.
Ivonise Fernandes da Motta
Departamento de Psicologia Clínica do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo Rua Guarará ,529-cj 62- Jardim Paulista - São Paulo - Brasil
[email protected] [email protected]
ESTUDO-PILOTOSOBREVALORPREDITIVODAEPDS:RESULTADOS
PRELIMINARES
Hi Kim, Nirã Valentim, Liliana Leonardi, Larissa Stella, Jacqueline Yamada, Ivonise Motta, Kayoko Yamamoto, & Ryad Simon
Grupo de pesquisa do Departamento de Psicologia Clínica, Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo
A literatura mundial relata que entre 10 a 20% das mulheres são atingidas pela depressão pós- parto (DPP), sendo considerada uma questão de saúde pública inclusive no Brasil. Objetivo: verificar o valor preditivo da Escala de Depressão Pós-Parto de Edimburgo (EPDS). O estudo foi situado no departamento de Psicologia Clínica do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (IP-USP), em andamento no Hospital Universitário da USP. Instrumentos: EPDS durante a gestação; entrevista clínica preventiva, realizada pelo menos um mês depois do parto; Escala Diagnóstica Adaptativa Operacionalizada (EDAO) para diagnóstico adaptativo. Resultado preliminar: 152 gestantes responderam à EPDS; entrevistadas 62 puérperas, destas três foram por telefone e seis em entrevistas domiciliares. Do total de gestantes, 38 apresentaram pontuação alta na EPDS ( 12) dentre elas, uma teve aborto espontâneo e outra estava em atendimento psicoterápico. Destas 38, 10 foram entrevistadas e classificadas em: três apresentaram adaptação eficaz (grupo 1); duas com adaptação ineficaz moderada (grupo 3); cinco com adaptação ineficaz severa (grupo 4). As três classificadas no grupo 1 relataram muita ajuda do ambiente. Das 62 entrevistadas, 11 apresentaram sintomas de DPP, destas seis
tiveram pontuação alta na EPDS. As perdas, 90 participantes, podem ter ocorrido devido à: preocupação materna primária; características da DPP; desinteresse na pesquisa. Considerações finais: verificou-se a importância dos fatores ambientais favoráveis na prevenção da DPP. A EPDS não é precisa como preditora da DPP, sendo recomendado o seu uso em conjunto com outro instrumento tal como entrevista clínica preventiva para a detecção da DPP.
Hi Ryung Kim
Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo
R. Dr. Renato Paes de Barros, 956, apto 122, Itaim Bibi, Cep.04530-001, São Paulo, Brasil [email protected]
PSICOTERAPIABREVEOPERACIONALIZADAEMDEPRESSÃOPÓS-PARTO
Hi Kim, Kayoko Yamamoto, & Ryad Simon
Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo
O conflito entre a maternidade idealizada e a vivida que pode originar um grande sofrimento psíquico. Entre 10 a 20% das mulheres são atingidas pela depressão pós-parto (DPP). O estado emocional da mãe afeta as relações com o bebê, as relações intra-familiares e as relações conjugais. A Psicoterapia Breve Operacionalizada (PBO) é uma modalidade de psicoterapia breve baseada na concepção da evolução adaptativa e tem como objetivo melhorar a eficácia da adaptação do paciente. A interpretação teorizada é o principal recurso no processo de PBO e é baseada na compreensão dos dinamismos inconscientes. Considera a vida pregressa da paciente e como interfere na situação-problema atual. O objetivo é verificar se a PBO em mulher com depressão pós-parto favorece o encontro de soluções mais adequadas para sua situação- problema. O método consistiu em: quatro entrevistas clínicas preventivas para avaliação da eficácia adaptativa através da Escala Diagnóstica Adaptativa Operacionalizada (EDAO) e 12 sessões semanais de 50 minutos de PBO em mulher com DPP. Ela apresentava uma adaptação ineficaz severa (grupo 4). O resultado apresentado após a PBO foi uma adaptação ineficaz leve (grupo 2). Apresentou melhoras nas relações com o bebê, com o marido e intra-familiares. Conclui-se que a PBO possibilitou a formulação de interpretações teorizadas a respeito da situação-problema favorecendo a paciente a encontrar soluções mais adequadas para superar a crise adaptativa.
Hi Ryung Kim
Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo
R. Dr. Renato Paes de Barros, 956, apto 122, Itaim Bibi, Cep.04530-001, São Paulo,Brasil [email protected]
DEPRESSÃOPÓS-PARTO:REFLEXÕESSOBREUMCASOCLÍNICO
Ivonise Motta1 & Claudio Bastidas 2
1Universidade de São Paulo (Brasil); 2 Universidade Presbiteriana Mackenzie (Brasil)
Fernanda (nome fictício), vinte e oito anos de idade, sofria de depressão pós-parto. Seu bebê nascera há um mês e meio. Em meio ao relato sobre o desânimo que sentia, mencionou que o bebê “estava bem”. Considerei que ela negava prováveis dificuldades do filho, que vivia aos cuidados de uma mãe deprimida. Ao discorrer sobre o suposto “bem-estar”, mencionou que ele “era tranquilo e dormia com serenidade”. Não sem oposição, aceitou o antidepressivo indicado pelo psiquiatra. Em termos contratransferenciais, senti sono durante algumas sessões. Passados cinco meses, relata uma lembrança desagradável da infância: sua mãe exigia que dormisse ao lado dela durante as tardes. Como não sentia vontade, permanecia acordada, observando detalhes do quarto. Winnicott considerava que a condição depressiva continha diferentes origens e trajetórias, entre elas, a parte de um processo de desenvolvimento e os estados patológicos. Apoiado na concepção freudiana do sintoma como resultado de múltiplas determinações, conclui que a impressão do suposto bem-estar do bebê assumia diferentes
sentidos: a) negação da realidade emocional do bebê; b) a lembrança da infância associada a sentimentos de invasão do seu self, por parte da mãe; c) a invasão da mãe por meio de mecanismos de identificação projetiva, configurada como a tentativa de “atordoar” (mecanismo que se repetiu na contratransferência); d) tentativa idealizada de reparação, por meio da fantasia de um suposto “bem-estar” do filho. Após um ano e meio de trabalho de ressignificação, a paciente viu-se livre da depressão.
Ivonise Fernandes da Motta Universidade de São Paulo Rua Guarará,529-cj 62
[email protected]; [email protected]; [email protected]
PSICOLOGIACLÍNICAPREVENTIVA:OSDESAFIOSDAPESQUISA
Nirã Valentim, Hi Ryung Kim, Manuela Alves, Liliana Leonardi, Kayoko Yamamoto, Ivonise Fernandes da Motta, & Ryad Simon
Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo
A comunicação das pesquisas por meio de artigos científicos e a apresentação de trabalhos em congressos não parecem contemplar os desafios que os pesquisadores enfrentam, desde a escolha do local onde o estudo será realizado até a aplicação dos instrumentos selecionados e a própria coleta de dados. A pesquisa em Psicologia é construída na interação com o sujeito e na investigação e interpretação dessa ação que se baseia em instrumento: entrevistas, testes, inventários e no processo psicoterapêutico utilizado. Este estudo tem por objetivo compartilhar não só os resultados obtidos, mas as vicissitudes pelas quais passam o pesquisador em Psicologia Clínica Preventiva. Tomou-se como ponto de partida a experiência de um grupo de pesquisa sobre depressão pós-parto, do Programa de Psicologia Clínica no Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo. Os desafios que esses pesquisadores enfrentam passam pela desistência das participantes, seja por sentimentos de persecutoriedade, seja pelo estado de preocupação materna primária, ou mesmo, pelos próprios sintomas depressivos que podem impedir que a puérpera mantenha sua participação na pesquisa. Ainda podem ser citados a ausência de financiamento, a rotatividade de pesquisadores e questões de ordem organizacional para realização das entrevistas. A maneira encontrada para enfrentar essas dificuldades tem sido um estudo detalhado desses fatores pelo grupo, inclusive sobre os fenômenos transferenciais e contra-transferenciais envolvidos no encontro entre pesquisador e participante, e ainda, uma organização que permita que novos pesquisadores apropriem-se das questões da pesquisa, do referencial teórico que a embasa e do trabalho de campo.
Ivonise Fernandes da Motta
Departamento de Psicologia Clínica do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo Rua Guarará ,529-cj 62- Jardim Paulista - São Paulo - Brasil
[email protected]; [email protected]; [email protected]