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1.1. TÜRK ASKERÎ EĞİTİM TARİHİNE GENEL BİR BAKIŞ

1.1.4. Osmanlı Devleti’nde Yenileşme Arayışları ve Batı Tarzında Açılan İlk

1.1.4.4. Mekteb-i Harbiye

Este
caminho
gerou
esclarecimentos,
almejados
por
esta
pesquisa,
referentes
ao
processo
de
criação
de
objetos
 dotados
de
interatividade
digital.
Em
processos
convencionais,
o
desenvolvimento
das
partes
de
um
objeto
se
faz
 por
pessoas
diferentes,
em
momentos
específicos,
de
forma
hierarquizada,
na
qual,
muitas
vezes,
nem
todos
os
 envolvidos
 encontram‐se
 preparados
 para
 diálogos
 mais
 efetivos
 entre
 os
 diversos
 saberes.
 De
 certa
 maneira,
 isso
 é
 compreensível
 pois
 os
 fundamentos
 que
 regem,
 por
 exemplo,
 a
 definição
 de
 características
 formais
 e
 materiais
de
um
objeto
diferem
completamente
das
lógicas
por
trás
da
programação
de
sistemas
comunicativos
 digitais.



O
 que
 este
 estudo
 apresenta
 são
 possibilidades
 de
 criação
 de
 objetos
 de
 tal
 maneira
 que
 a
 definição
 de
 como
 estes
 processos
 comunicativos
 ocorrem
 passa
 equivaler
 em
 importância
 à
 delimitação
 de
 qualquer
 outra
 das
 suas
características.
Faz‐se
necessária
a
abertura
tanto
para
o
aprendizado
e
a
incorporação
de
outros
processos
 de
 raciocínio,
 quanto
 para
 o
 estabelecimento
 de
 diálogos
 com
 linguagens
 que
 em
 um
 primeiro
 momento
 pode
 causar
grande
estranhamento.
Nesse,
como
em
outros
tipos
de
abordagem
das
mídias
digitais,
os
profissionais
 não
trabalham
sozinhos.
Suas
ações
se
dão
de
forma
colaborativa,
com
um
caráter
mais
horizontal
no
qual,
junto
 com
outras
pessoas,
fazem
parte
de
uma
rede.
Assim,
na
medida
em
que
os
membros
dessa
rede
passam
a
ter
 mais
 clareza
 sobre
 seu
 papel
 e
 o
 papel
 dos
 outros,
 eles
 tendem
 a
 se
 tornam
 mais
 abertos
 para
 esse
 tipo
 de
 experiência,
ou
seja,
por
meio
da
percepção
das
potencialidades
de
cada
um
dentro
do
processo,
uma
outra
visão
 de
trabalho
é
instaurada,
mais
favorável
a
equipes
mistas.


A
investigação
das
soluções
e
relações
comunicativas
instaura
um
processo
que
se
alimenta
constantemente
dos
 conhecimentos
 individuais
 e
 das
 interações
 entre
 as
 pessoas
 envolvidas.
 Nesta
 dinâmica,
 reconhece‐se
 o
 constante
 confronto
 entre
 diferentes
 métodos
 para
 a
 aproximação
 e
 solução
 dos
 problemas
 colocados.
 As


pessoas
trazem
consigo
metodologias
de
trabalho
específicas
das
áreas
das
quais
derivam,
sendo
que,
na
medida
 em
que
se
sucedem
os
diálogos,
constata‐se
a
necessidade
de
avaliações
conjuntas
das
pertinências
de
cada
uma.
 Sendo
assim,
este
tipo
de
processo
pressupõe‐se
o
agenciamento
coletivo
das
metodologias
individuais
de
forma
 não‐hierarquizada,
sendo
que,
cada
projeto
demanda
processos
específicos.
A
partir
deste
ponto
de
vista,
não
se
 chega
 a
 metodologias
 padronizadas
 que
 ditem
 caminhos
 a
 ser
 seguidos,
 porém,
 como
 resultado
 do
 estudo
 empreendido,
pode‐se
esboçar
algumas
estratégias.
 


//
Princípios
para
a
criação




 Sobre
as
motivações
iniciais,
destaca‐se
a
importância
de
partir
de
fundamentos
bem
estruturados
para
escapar
 de
um
dos
principais
riscos
que
se
corre
ao
utilizar
as
mídias
digitais,
que
é
o
de
se
perder
na
ampla
gama
de
 soluções
tecnológicas
disponíveis.
O
que
se
vê,
com
freqüência,
é
o
foco
em
“usar
a
tecnologia”,
o
que
é,
de
certa
 forma,
natural
pois
muitas
possibilidades
colocadas
por
ela
são
atraentes.
É
importante
evitar
o
excesso
e,
para
 que
isso
ocorra,
é
necessária
uma
idéia
bem
definida
que
guie
de
maneira
consistente
todas
as
decisões
tomadas
 ao
 longo
 do
 processo
 de
 criação
 dos
 objetos.
 Uma
 estruturação
 consistente
 da
 motivação
 inicial
 auxilia
 na
 proposição
de
soluções
criativas,
simples
e
de
melhor
qualidade.



Pode‐se
 afirmar
 que
 conhecimentos
 básicos
 de
 eletrônica
 e
 programação
 de
 micro‐controladores
 são
 fundamentais.
 Uma
 vez
 que
 permeiam
 todo
 o
 trabalho
 concernente
 à
 computação
 física,
 noções
 dos
 aspectos
 elementares
das
lógicas
encontradas
em
circuitos
integrados
e
das
linguagens
de
programação
direcionadas
ao
 controle
de
inputs
e
outputs
por
micro‐controladores
são
essenciais.
Só
assim
um
diálogo
construtivo
pode
ser
 efetivado
e
soluções
inovadoras
alcançadas.



Sobre
o
nível
de
conhecimento
técnico
necessário,
constata‐se
que
há
uma
grande
diferença
entre
os
casos
nos
 quais
 o
 trabalho
 é
 desenvolvido
 individualmente
 daqueles
 que
 envolvem
 uma
 equipe
 multidisciplinar.
 Em
 projetos
 individuais
 é
 imprescindível
 o
 aprendizado
 e
 domínio
 de
 todas
 as
 questões
 envolvidas.
 Neste
 caso,
 exige‐se
um
esforço
de
uma
única
mente
em
manusear
entendimentos
fundamentalmente
distintos,
sendo
que
as
 soluções
 acabam
 se
 restringindo
 à
 capacidade
 e
 ao
 conhecimento
 individual.
 Quando
 o
 processo
 é
 coletivo,
 os
 conhecimentos
 são
 necessários
 de
 forma
 a
 viabilizar
 os
 diálogos.
 Fica
 claro
 que
 quanto
 mais
 as
 pessoas
 se
 esforçam
neste
sentido,
maior
a
probabilidade
de
soluções
surpreendentes
aparecerem.


Para
 a
 ampliação
 das
 possibilidades
 de
 desenvolvimento
 de
 uma
 idéia,
 uma
 equipe
 deve
 ser
 montada
 com
 o
 cuidado
de
agregar
pessoas
interessadas
no
desenvolvimento
colaborativo
de
projetos.
Isso
pressupõe
um
perfil
 específico
caracterizado
pela
abertura
de
cada
um
às
trocas
de
saberes.
Não
basta
resolver
problemas,
é
também
 necessário
 estar
 aberto
 para
 ensinar
 e
 aprender
 durante
 o
 processo.
 
 Pode‐se
 afirmar
 que
 os
 resultados
 alcançados
neste
tipo
de
aproximação
dependem
diretamente
das
particularidades
das
pessoas
envolvidas.
 


Por
se
tratar
de
um
processo
aberto
que
valoriza
a
participação
individual,
desvios
devem
ser
previstos
de
forma
 que
 a
 substituição,
 adição
 ou
 subtração
 de
 membros
 da
 equipe
 pode
 significar
 alterações
 dos
 caminhos
 previamente
 imaginados.
 Isto
 deve
 ser
 encarado
 como
 algo
 positivo.
 Se
 o
 processo
 de
 desenvolvimento
 do
 projeto
depende
dos
conhecimentos
individuais,
a
revisão
de
seu
andamento
de
acordo
com
eventuais
alterações
 da
composição
da
equipe
prevalece
como
condição
básica
na
sua
criação.



Dito
isso,
algumas
pessoas
ainda
dão
preferência
para
processos
hierárquicos.
De
certa
maneira,
em
uma
relação
 na
 qual
 um
 manda
 e
 outro
 obedece
 não
 há
 tanta
 necessidade
 de
 diálogo
 sendo
 que,
 muitas
 vezes,
 ele
 pode
 se
 tornar
trabalhoso
e
exaustivo.
A
partir
dos
resultados
alcançados
por
este
estudo,
percebeu‐se
que
um
processo
 de
 criação
 centrado
 nas
 interações
 entre
 as
 partes
 possui
 maiores
 probabilidades
 de
 superar
 as
 expectativas


iniciais
em
termos
de
resultados
alcançados.
E,
para
que
isso
aconteça,
abertura
e
diálogo
no
processo
como
um
 todo
são
elementos
essenciais.