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4. Öğretimsel niteliğinin zayıf olması: Program uygunluğunun yanında, eğitim yazılımlarının öğretimsel olarak da etkin öğrenme ortamlarını

1.4 YAPAY ZEKA

1.4.2 Matematik Öğrenme Ve Öğretme

Outro indício do melhor desempenho térmico do filme de diamante CVD sobre o silício em comparação com o cobre e o alumínio pode ser observado através da Figura 19.

Perfil da temperatura da massa de água

0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 55 60 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 55 60 65 70 75 tempo (min) diamante cobre alumínio T e m p e r a t u r a (°C)

Figura 19 - Temperatura de aquecimento da água por vários materiais

A Figura 16 mostra o arranjo temporal do aquecimento da massa de água, por meio de vários materiais. O material que desempenhou um maior aquecimento da massa de água contida no recipiente foi o filme do diamante CVD sobre o Silício que ocasionou uma variação de temperatura da massa de água entre 26°C e 55°C em 70 minutos de exposição, enquanto que o cobre variou entre 26°C e 47°C a mesma massa de água no mesmo tempo de exposição e enquanto o alumínio variou a massa de água

entre 27° C e 46°C. Então, o filme de diamante CVD sobre o silício aqueceu a massa de água contida no recipiente em 8°C a mais que o cobre e 9°C a mais que alumínio, mostrando o seu melhor desempenho como um trocador de calor.

Com esses resultados, foi possível perceber que o filme de diamante CVD, mesmo com uma fina camada entorno de 1mm de espessura sobre o silício,

mostrou-se superior em rendimento, coeficiente global de transmissão de calor e aquecimento do fluido de trabalho, comparado aos materiais mais usados como placa absorvedora, como o cobre e o alumínio. Assim, esse material surge como uma alternativa viável de aplicação para vários ramos da engenharia, pois possui uma vasta gama de propriedades físicas interessantes.

6 CONCLUSÕES E TRABALHOS FUTUROS

O filme de diamante CVD sobre o silício, mesmo com uma camada muito fina de deposição, mostrou-se mais eficiente no processo de transmissão de calor quando comparado com o cobre e o alumínio, baseado nos resultados dos cálculos do rendimento térmico e do coeficiente global de transferência de calor. Os resultados também são confirmados pelo perfil da temperatura da massa de água, sendo o diamante o material que gerou um maior aquecimento dessa massa durante toda a experiência, evidenciando assim, uma de suas propriedades físicas mais importante que a sua condutividade térmica.

Ao analisar os cálculos referentes ao rendimento térmico dos materiais mais usados para a confecção de células absorvedoras, durante todo o experimento, foi possível observar que nas três regiões escolhidas, representadas pelas cores verde, amarela e azul, o rendimento térmico do filme de diamante CVD sobre o silício foi na faixa de 5% a 10% superior ao do cobre e 10% a 15% superior ao do alumínio, mostrando ser o material mais eficaz e dissipador de calor, pois foi também o que menos aqueceu a temperatura externa durante toda a experiência.

Com relação ao coeficiente global de transferência de calor, nas três regiões delimitadas para o cálculo, o filme de diamante CVD sobre o silício mostrou ser 1,3 vezes mais transmissivo que a placa feita de cobre e 2,8 vezes mais transmissivo que a placa feita de alumínio, comprovando dessa maneira que é o material capaz de aumentar a eficiência térmica de novas placas absorvedoras.

Ao comparar o aquecimento da massa de água provocado pelos materiais cobre, alumínio e o filme de diamante CVD, foi possível perceber que o trocador de calor constituído de diamante aqueceu a água em 8°C a mais que o cobre e 9°C a mais que o alumínio.

Esses resultados evidenciam a importância da aplicação de novos materiais, como o filme de diamante CVD, para a construção de equipamentos que privilegiam a energia limpa e uma maior eficiência em transmissão de calor.

Sob o ponto de vista técnico da construção de uma célula absorvedora plana de filme de diamante CVD com as dimensões de um coletor convencional, caracterizado pelas normas da ABNT, haveria a necessidade de uma placa muito maior e com uma espessura superior a um mm, o que é muito dispendioso, pois, a obtenção desse material apresenta atualmente um custo elevado, necessitando de pesquisas que comprovem se a utilização desse material eficiente no transporte de energia compensa seu custo.

A necessidade de novos estudos para o desenvolvimento de filmes com grandes taxas de deposição é ainda um desafio, gerando uma grande área de pesquisas futuras e o desenvolvimento de novos equipamentos com grande aplicação no cenário industrial, devido as suas propriedades físicas peculiares já citadas nesse trabalho.

Portanto, no futuro, o filme de diamante CVD tornar-se-á uma gema da engenharia devido as suas vastas propriedades físicas e a aplicação em vários ramos da indústria moderna, levando sempre os equipamentos ao maior rendimento possível.

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