B. Acele Kamulaştırma Süreci
8. Mahkemeye Başvuru , Değerin Tespiti ve Bankaya Yatırılması
Com o todo processo, a percepção de seus efeit os se dá ao longo do tem po. Neste trabalho, m ais do que definir m odelos operacionais, procuram os ent ender os acionam ent os e efeit os provocados no am bient e por est as ações, bem com o quais são as est rat égias que têm possibilit ado a em ergência de novas est rut uras e suas perm anências. Ent endem os que o fort alecim ent o das ações se am plia na m edida em que se realizam coletivam ente e se conectam a outras ações, o que resulta num a rede que possibilit a expansão. As soluções locais alim ent am não só os cont ext os de onde em ergem , m as tam bém reverberam em todo o sistem a .
Sist em as dinâm icos com o a art e e ciência, est ão em const ant e processo de evolução. Abert os ao am bient e est es sist em as são contam inados pelas inform ações nele cont idas, em constante processo evolutivo. A dança se insere nesse contexto de relação, e com o tal, é tam bém constantem ente redesenhada, em face às possibilidades conect ivas que est abelece, t ant o com seus elem entos internos, com o com o contexto externo.
As experiências analisadas dem onstram que esses acionam ent os t êm gerado novos m odos de organização de ações com unicativas para a dança. Os novos coletivos não segu em form at os, m as t est am seus próprios procedim ent os, reform ulam experiências e germ inam quest ões, construindo espaços com plexos e m últ iplos.
Esses coletivos propõem ações desestabilizadoras e conectam , pela fam iliaridade de pensam ent os, pólos cult urais descent ralizados perm eáveis à ebulição de conhecim ent os. Form am um a geografia de idéias que apontam
para a “ m udança das relações sóciopolít cas para out ras descent ralizadas e m ult idet erm inadas.” (Canclini, 2003: 345).
Repensando seu cam po de ação, as experiências educat ivas, m uit o m ais do que prom over o ensino de um a t écnica de dança, agem de m aneira a transform ar a inserção de cada um no am biente social. As transform ações j á se iniciam na configuração estrutural. Tecidos por redes colaborativas, ent re as esferas públicas e privadas, os proj et os pedagógicos, em perm anent e est ado de criação, se realizam no diálogo entre os indivíduos que os com põem ( coordenadores, professores, alunos e pais) , desenvolvendo um a espécie de co-responsabilidade.
Trat a- se de experiências coletivas de corpos colet ivos, num diálogo horizont al, sem hierarquias definidas que prom ovem a aut onom ia, o prot agonism o e o pert encim ent o, para buscar a inserção de cada um ao am bient e cont ext ual, de m aneira at uant e e crít ica. Rom pem com estruturas det erm inist as e reduzem as dist âncias ent re art e e sociedade. I ncluindo a art e no cotidiano das cidades, dem ocratizam a inform ação.
Do m esm o m odo que ações educat ivas em ergem em regiões fora do eixo de produção cultural, com panhias profissionais tam bém t êm em ergido nesses cont ext os. Pode - se observar que a presença dessas com panhias alt erou si gnificat ivam ent e os am bient es cult urais locais, im pulsionando o refinam ento das produções e a m elhoria da qualificação dos profissionais ligados às art es. Transform ando as polít icas públicas de gest ão cult ural e a valorização do art ist a local, am pliaram o m ercado de t rabalho e m odificaram o olhar da população com respeitos aos eventos artísticos e ao ensino de dança oferecido a seus filhos.
As inform ações necessit am circular para sobreviver, a int eração é condição para a em ergência de novas ações. Nesse se nt ido, os event os de dança proporcionam um precioso espaço para a circulação de produções e o confront o crít ico ent re idéias, é um local de convergência de diversas inform ações. O que se evidenciou na pesquisa é que essas características só se concret iza m na m edida em que est es event os prom ovem condições para que as idéias se expandam espaço- t em poralm ent e e ganhem reverberação e cont inuidade. “ Não há expansão sem confront o nem confront o sem diversidade.” ( Britto, 2004: 75) . Fazendo-se necessária à m anutenção e criação de novos espaços que at uem em sint onia, contem plando a diversidade, apresentado a artistas e espectadores m ais do que produtos, quest ões e propostas que suscitem a reflexão.
Out ro aspect o im port ant e a considerar é que os processos de m odificação dependem de ações cont inuadas, pois hábit os sedim ent ados perm anecem , t ais com o dicotom ias, estruturas de poder e dom inação, prát icas det erm inist as, lógicas de m ercado e polít icas públicas ineficient es que m inam o desenvolvim ent o e a efet iva im plem ent ação e m anutenção dessas prát icas. Neste sentido, m uitas das experiências descritas são ainda bast ant e frágeis e necessit am de cont inuidade para repercut irem de form a ainda m ais efet iva.
A sobrevivência se dará na m edida em que sej am est abelecidos m ecanismos eficientes de propagação de suas qualidades inform ativas, abri ndo cam inho para a em ergência de novas ações que, aos poucos vai m odificando as est rut uras exist ent es, criando novos am bient es e corpos.
Um a vez est abelecido o fluxo, ele não pára de coevoluir, num a perm anente invenção de m odos e estratégias, dentre as infinitas possibilidades de um m undo indeterm inável, em busca da perm anência.