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– (1) Madenin nakliyesi esnasında sevk fişi olmaksızın maden sevk edildiğinin mülki idare amirlikleri veya il özel idareleri tarafından bir tutanak ile tespit edilmesi halinde, sevk edilen madene el konulur

atacar. Retroceder seria, para o inimigo, sinal de covardia e de medo.

Se [Odisseu], porventura, encontrava um dos reis, ou pessoa graduada, com termos brandos tentava detê-lo, embargando-lhe os passos:

“Não fica bem, caro amigo, mostrar o temor do homem baixo;

cuida, isso sim, de acalmar-te; concita essa gente a assentar-se, pois desconheces em todo o seu ânimo os planos do Atrida. Ora procura tentar-nos, mas breve há de a pena infligir-nos. Nem todos nós percebemos o que ele externou no conselho. Não aconteça, colérico, males causar aos Argivos.

Sempre é violento o rancor do monarca de Zeus descendente. A majestade e o poder ele os herda de Zeus poderoso”. (HOMERO, 2002, II, v. 188-197, p. 83) Cheio de bons pensamentos lhe diz [Odisseu], arengando, o seguinte:

“Filho de Atreu, soberano, os guerreiros Aquivos desejam

que ante o universo dos homens mortais inflamado tu fiques. Não querem dar cumprimento às promessas com que se empenharam ao virem de Argos, nutriz de corcéis, sob o teu regimento:

que voltariam somente depois de destruir Ílio forte.

Como se fossem mulheres a quem falta o esposo, ou crianças, uns para os outros se queixam, chorando e almejando retorno. Grande é, realmente, a fadiga, e o desejo da volta, explicável. Quem fica apenas um mês afastado da esposa querida, muito se queixa na nave provida de remos, se acaso as tempestades do inverno no mar o detêm agitado. Nós, entretanto, já vimos nove anos completos passarem, sempre detidos aqui. Não censuro, por isso, aos Acaios por se angustiarem nas naves recurvas. Mas é vergonhoso com mãos vazias voltarmos depois de demora tão longa.

(ibidem, II, v. 283-298, pp. 85-86) Com torvo olhar lhe responde Diomedes, o forte guerreiro:

“Fuga? Presumes que possa deixar-me suadir porventura?

Não se coaduna com minha coragem fugir do inimigo, ou trepidar; o consueto vigor ainda tenho no peito.

Peja-me de ter de subir para o carro; tão-só, como me acho, Hei de enfrentá-los, que Palas Atena tremer não me deixa [...]”. (ibidem, V, v. 251-256, pp. 142-143)

Vira-se, então, para Heitor, censurando-o acremente, Sarpédone:

“Para onde foi, divo Heitor, a coragem que sempre mostraste?

Não afirmavas que té sem aliados, sem povo, podias, só com os cunhados e irmãos, defender a cidade altanada?

Ora, em que muito me esforce, nenhum deles vejo ou percebo. Trêmulos todos estão, como em frente do leão cachorrinhos. Nós, combatemos, conquanto sejamos apenas aliados.

Enquanto a mim, como aliado, de terra distante sou vindo [...]”.

(ibidem, V, v. 471-478, p. 149) Por entre as filas o Atrida corria, dando ordens diversas:

“Sede homens, caros amigos, e ardor demonstrai combativo!

Possa o respeito recíproco a todos na pugna dar ânimo.

São mais poupados na guerra os que sabem morrer briosamente,

ao passo que os fugitivos nem glória obterão, nem defesa”.

(ibidem, V, v. 528-532, pp. 150-151)

Disse-lhe Heitor em resposta, o guerreiro do casco ondulante:

“Tudo isso, esposa, também me preocupa; mas quanta vergonha

dos outros homens e, assim, das Troianas de peplos compridos, eu sentiria se, infame, fugisse às pelejas cruentas.

Isso, meu peito proíbe, ensinando-me a ser valoroso e a combater sempre à frente dos fortes guerreiros de Tróia,

para mor lustre da glória paterna e de meu próprio nome [...]”.

(ibidem, VI, v. 440-446, p. 176)

Té que, por fim, Menelau se levanta e, com termos violentos, os companheiros censura, pois sua aflição era grande:

“Bando covarde de Acaios, não digo de Aqueus, bons de lìngua!

Para nós todos será grande opróbrio, o mais grave e humilhante, que nenhum Dânao revele coragem de a Heitor contrapor-se. Em água e terra virar se pudésseis, em vez de ficarem

todos sentados, assim, onde se acham, com medo e sem honra! Pois cingirei minhas armas para ir combatê-lo, que, é certo, só dos eternos do Olimpo depende alcançar vitória”. (ibidem, VII, v. 94-102, p. 182) té que, por fim, fala Diomedes, de voz poderosa:

“Do meu direito valendo-me, Atrida, começo insurgindo-me

contra tua idéia insensata, sem que isso provoque tua cólera. Foste o primeiro a acoimar-me de fraco, na frente dos Dânaos, de ser imbele e de pouco valor. Mas, sobre isso, os Argivos, tanto os anciões como os moços, já têm uma idéia formada. Zeus poderoso, nascido de Crono, negou-te uma dádiva: deu-te, sem dúvida, um cetro, o mais alto penhor do comando, mas não te deu a coragem, sem dúvida a força mais nobre. Pensas, então, infeliz, que os Aqueus sejam tão destituídos de varonil decisão para vires propor tal medida?

Se o coração te concita, realmente, a viajar de tornada, parte: o caminho está franco; na beira da praia os navios que de Micenas trouxeste, incontáveis, a jeito se encontram. Outros Acaios aqui ficarão, de cabelos cacheados,

para que os muros de Tróia arrasemos; mas mesmo que todos queiram voltar para a pátria querida nas céleres naves, nós, a saber, eu e Esténelo, a luta levar haveremos

té que Ílio santa destruamos, que um deus favorável nos trouxe”.

(ibidem, IX, v. 31-49, pp. 214-215)

“Pobre de mim, que farei? Se fugir, com receio da turba,

é grande mal; mas vergonha maior é vir eu a ser preso

sem mais ninguém, que nos Dânaos o Crônida medo ora infunde. Mas para que, coração, entregares-te a tais pensamentos? Sei que somente as pessoas covardes a pugna abandonam. Quem valoroso se mostra, só tem de conduta uma norma,

que é resistir decidido, quer fira, quer seja ferido”.

(ibidem, XI, v. 401-410, p. 265)

Em alguns desses excertos, pôde-se ver heróis contrários aos seus comandantes: