2.1. Müteahhidin Arsa Sahibine Karşı Hak ve Yükümlülükleri 50
2.1.1. Müteahhidin Arsa Sahibine Karşı Hakları 50
2.1.2.3. Müteahhidin Teslim Borcu 85
2.1.2.3.3. Müteahhidin Eseri Zamanında Teslim Etmemesi
Bananeiras 'BRS Platina' e - , às 8 horas, apresentaram taxas de condutância estomática (gs), mol H2O m-2s-1, semelhantes em todos os sistemas de
irrigação em todos os meses (Tabela 2). As taxas de condutância estomática das duas cultivares também não diferiram entre sistemas de irrigação em todos os meses. Assim como não foram observadas diferenças na gs entre os meses de avaliação em todos os
sistemas de irrigação para ambas as cultivares (Tabela 3). Portanto não ocorreu variação em nenhum dos fatores em estudo. Os testes não detectaram diferenças significativas, apesar de uma diferença percentual superior a 2.000%, com o maior (0,64 mol H2O
m-2s-1) e o menor valor (0,03 mol H2O m-2s-1) expresso pela - conduzida com
sistema de irrigação por microaspersão, em dezembro e janeiro de 2010.
A gs da 'BRS Platina' e da - às 10 horas foi diferente em todos os
sistemas de irrigação, na maioria dos meses (Tabela 4). Quando irrigadas com sistema de irrigação por microaspersão e aspersão convencional subcopa os maiores valores foram observados na - e os menores na 'BRS Platina' na maioria dos meses. Quando irrigadas com sistemas de irrigação por gotejamento ocorreu o inverso. Diferenças na condutância estomática das duas cultivares também foram verificadas entre sistemas de irrigação (Tabela 5). 'BRS Platina' cultivada com sistemas de irrigação por gotejamento e microaspersão expressou maior e menor gs, respectivamente,
enquanto que na - os maiores valores foram registrados quando conduzidas com sistemas de irrigação por microaspersão e os menores com sistema por aspersão convencional subcopa, na maioria dos meses. As bananeiras mostraram também condutância estomática (gs) diferente entre os meses de avaliação em todos os sistemas
de irrigação. A diferença percentual da condutância estomática (gs), considerando todos
os fatores, foi menor que às 8 horas (1.071% com o menor valor e 0,07 mol H2O m-2s-1),
verificado na - irrigada com sistema por gotejamento, em agosto de 2010; e o maior valor (0,82 mol H2O m-2s-1) mensurado na 'BRS Platina' em dezembro de 2010.
A gs estimada na terceira folha de bananeiras tipo Prata, às 12 horas, variou
entre cultivares na maioria dos meses, apenas quando irrigadas com sistema por gotejamento (Tabela 6). A variação da gs entre sistemas foi registrada nas duas
cultivares na maioria dos meses. 'BRS Platina' expressou maiores valores quando irrigada com sistema por aspersão convencional subcopa e menores quando conduzida
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com sistema de irrigação por microaspersão e gotejamento. A - expressou maior gs quando cultivada com sistema de irrigação por microaspersão e menores
valores com o sistema por gotejamento, o que não traduz um comportamento lógico ou esperado como descrito na literatura, uma vez que as taxas de transpiração foram maiores no gotejamento. Comportamento semelhante também já foi relatado por Donato et al. (2012).
A gs estimada na terceira folha de bananeiras tipo Prata, às 12 horas, variou
também entre meses em todos os sistemas de irrigação (Tabela 7). A variação da gs
entre os meses, nas duas cultivares, nos três sistemas de irrigação, foi semelhante, com o registro dos maiores valores nos meses de abril, maio e junho, na maioria dos casos. Meses em que foram registrados dois eventos de precipitação de, aproximadamente, 20 e 12 mm, maior umidade relativa e menores temperaturas (Figuras 2 e 3) que podem justificar os maiores valores de gs encontrados.
A maior diferença percentual entre o menor e o maior valor da condutância estomática, registrada nos diversos horários, foi 5.600%, observada às 12 horas. O maior (0,57 mol H2O m-²s-1) e menor valor (0,01 mol H2O m-2s-1) foram estimados na
'BRS Platina' irrigada com sistema por microaspersão e gotejamento, nos meses de março e maio de 2010, respectivamente.
A leitura das 14 horas registrou valores de gs com diferenças significativas
entre cultivares de bananeira, em todos os sistemas de irrigação, na maioria dos meses (Tabela 8). 'BRS Platina' apresentou menores valores de gs que a ata- quando
irrigada com microaspersão. O inverso ocorreu quando foram conduzidas com sistema de irrigação por gotejamento. A variação da gs entre sistemas de irrigação foi detectada
nas duas cultivares na maioria dos meses. 'BRS Platina' expressou maior e menor valor quando irrigada com sistemas por gotejamento e microaspersão, respectivamente. Na - , o maior e menor valor ocorreram quando irrigada com sistemas por gotejamento e aspersão convencional subcopa, respectivamente. A gs das duas
cultivares variou ao longo dos meses em todos os sistemas de irrigação agrupando as médias sem nenhuma relação com as estações do ano, em todos os sistemas de irrigação. A diferença percentual do menor (0,03 mol H2O m-2s-1) ao maior valor (0,57
mol H2O m-2s-1) foi de 1.800%.
Valores de condutância estomática registrados nas bananeiras tipo Prata às 16 horas evidenciaram variação entre cultivares, na maioria dos meses, quando irrigadas com sistemas de irrigação por microaspersão e gotejamento. Conduzidas com sistema
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de irrigação por microaspersão, a 'BRS Platina' apresentou maior gs que a - ,
ao passo que conduzidas com sistema por gotejamento a - apresentou maior valor (Tabela 10). A gs das duas cultivares diferiu entre sistemas na maioria dos meses
de avaliação. Maior e menor gs foram mensuradas quando irrigadas por microaspersão e
gotejamento. Ambas as cultivares apresentaram também variação de gs ao longo dos meses em todos os sistemas de irrigação (Tabela 11). A diferença percentual da característica (2.000%) foi semelhante à registrada às 8 horas da manhã.
As taxas de condutância estomática (gs) observadas no presente trabalho são
baixas, na maioria dos casos, quando comparadas aos resultados de outros autores (THOMAS et al., 1998; THOMAS; TURNER, 2001; LARCHER, 2000; MELO et al., 2009). As menores taxas são semelhantes às relatadas por autores que trabalharam com respostas de bananeiras à concentração salina (NEVES et al., 2002) e ao déficit hídrico (ISMAIL et al., 2004), portanto, mais próximas às de plantas estressadas. A despeito do cultivo conduzido sob irrigação, as condições semiáridas, na maior parte dos meses evidenciam estresse por déficit de pressão de vapor elevado decorrente da baixa umidade relativa do ar (Figura 1), temperaturas supraótimas (Figura 2), vento com alta velocidade, assim como radiação solar elevada (DONATO et al., 2012), que afetam as trocas gasosas na bananeira.