I. BÖLÜM
III.1. A Libya Şiirinde Atatürk ve Devrimleri
As empresas brasileiras operaram, até o início dos anos 90, em um ambiente protecionista e fechado. Porém, com a abertura da economia brasileira ao exterior, elas se viram forçadas a implementar ações inovadoras, visando sua modernização, como os investimentos em pesquisa e desenvolvimento, para que pudessem ter condições de competir no mercado globalizado.
Nesse sentido, a capacitação da força de trabalho aparece como fator imperioso para aumentar a produção, melhorar a qualidade de vida da população e enfrentar os problemas sociais, urbanos e ambientais. Além disso, a educação é o foco da competitividade, uma vez que as ações voltadas para a melhoria da capacitação da força de trabalho contribuem para a inserção das empresas no mercado globalizado. Desse
modo, a melhoria da qualidade do ensino e da pesquisa deixou de ser uma preocupação exclusiva dos países desenvolvidos, passando a ser uma exigência imposta mesmo aos países com níveis de renda menos elevados, que buscam seu desenvolvimento econômico e tentam promover uma reestruturação produtiva eficaz.
O número de IES's privadas, como universidades, centros universitários, faculdades integradas e faculdades isoladas, aumentou consideravelmente. Segundo o INEP, no ano 2000, eram 1.004 contra as 696, em 1990, o que significa um acréscimo de 44% (ROCHA e GRANEMANN, 2003, p. 11).
Segundo Delors et al. (2003, p. 89) para poder dar resposta ao conjunto das suas missões, a educação deve organizar-se em torno de quatro aprendizagens fundamentais que, ao longo de toda a vida, serão de algum modo para cada indivíduo, os pilares do conhecimento: aprender a conhecer, isto é, adquirir os instrumentos da compreensão;
aprender a fazer, para poder agir sobre o meio envolvente; aprender a viver junto, a fim
de participar e cooperar com os outros em todas as atividades humanas; finalmente
aprender a ser, via essencial que integra as três precedentes. É claro que essas quatro
vias do saber constituem apenas uma, dado que existem entre elas múltiplos pontos de contato, de relacionamento e de permuta.
É certo, no entanto, que a educação por si só não gera emprego, mas é imprescindível para manter o trabalhador empregado e favorecer sua inserção social no mundo da produção. E, para tanto, não basta apenas assegurar a expansão do sistema educativo. É preciso promover a melhoria da qualidade do ensino ofertado, sem o que será impossível atender à demanda de recursos humanos cada vez mais qualificados para acompanhar as mudanças em curso. Portanto, o bom desempenho do sistema educacional será um dos fatores decisivos para o desenvolvimento auto-sustentável do Brasil nas próximas décadas.
O diferencial competitivo de qualquer instituição está sendo sustentado pela competência, capacitação e criatividade dos profissionais que integram a sua organização. Entretanto, a capacitação, por si só, não garante o sucesso das universidades; é preciso que os profissionais que nelas trabalham estejam perfeitamente alinhados com a sua missão, valores, objetivos e metas. Esse quadro só se efetivará, quando e se os profissionais universitários apresentarem convergência entre seus
objetivos pessoais e os dos rumos da instituição e, em suma, encontrarem satisfação em seu ambiente de trabalho.
Segundo Gama Filho e Carvalho (1998), ao longo de toda a sua existência, as universidades têm buscado a otimização de seus recursos, de modo a garantir o seu crescimento e a sua perenidade. Porém, isso vem se tornando cada vez mais difícil em um ambiente que se torna extremamente competitivo, à medida que evoluem as inovações tecnológicas. E também, porque, durante vários anos, as ações para ganhos de qualidade e produção científica e acadêmica não focaram as revisões de estruturas organizacionais, dos processos e da capacitação, por se pautarem no entendimento do homem como um insumo de produção mais quantitativa do que qualitativa.
Em pouco mais de três décadas, a iniciativa privada em educação superior constituiu as primeiras universidades e, mais recentemente, os centros universitários, ao lado de ampla rede de faculdades integradas e isoladas, que representam as formas mais antigas de organização dos empreendimentos nesse setor. Considerando o quadro atual, enfatizado pelo crescimento da rede pública de universidades e, sobretudo, pela presença de escolas isoladas espalhadas pelo País, o empreendimento educacional privado no terceiro grau apresenta exemplos de projetos consolidados em estabelecimentos de médio e grande portes.
Tabela 1
Crescimento das instituições de ensino superior no Brasil
CRESCIMENTO ENTRE 1996 E 2000 1996 2000
Instituições de Ensino Superior 922 1.180
Particulares 3.666 6.565 Públicas 2.978 4.021 Números de cursos Total 6.644 10.5 Particulares 1.133.102 1.807.219 Públicas 735.427 887.0 Números de matrículas Total 1.868.529 2.694.245 85 26 Fonte - MEYER, 2002, p. 40.
A demanda por uma vaga no ensino superior, em todas as áreas, tem crescido nos últimos anos e, de acordo com estudos realizados, essa tendência tende a se manter nos próximos anos, fazendo com que o de instituições privadas de ensino superior aumente, uma vez que, por parte do verno, não existe um olítica de abertura de novas escolas (MEYER, 2002). A figura 13 mostra essa evolução.
Figura 13 - G áfico com a evolução da matrícula no ensino superior (em mil)
ções particulares. Em 1999, das 905 niversidades privadas, 526 tinham fins lucrativos. No último Censo do Ensino uperior, de 2001, o percentual das instituições com fins lucrativos aumentou: 902 das .207 instituições privadas, ou seja, 75% da rede, visavam o lucro. O ensino superior ovimenta, hoje, cerca de R$ 12 bilhões ao ano, emprega 200 mil pessoas, sendo 115 il acadêmicos e 85 mil na área administrativa, e cada estudante paga, em média, R$ erior do País em 003, a rede privada atende 70% do nível de ensino.
eta do Programa Universidade para Todos, lançado em maio de 2004`, pelo número
go a p
r
Fonte - MEYER, 2002, p. 40, adaptada pelo autor da dissertação.
Segundo o INEP, em 1996, havia 711 institui u
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6.000,00/ano. Responsável por 2,1 milhões de matrículas do ensino sup 2
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Ministério da Educação, é democratizar o acesso à educação superior e investir na qualidade do ensino. O objetivo do Plano Nacional de Educação − PNE − elevar para 30% a porcentagem de jovens entre 18 e 24 anos cursando o ensino superior.
Tabela 2
Número de Instituições de Ensino Superior – Julho 2004
Fonte - www.mec.gov.br Acesso em: ago. 2004.