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IV - KURUMSAL YÖNETİM İLKELERİ UYUM RAPORU 1. KURUMSAL YÖNETİM İLKELERİNE UYUM BEYANI

Belgede 2006 YILI FAALİYET RAPORU (sayfa 34-37)

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IV - KURUMSAL YÖNETİM İLKELERİ UYUM RAPORU 1. KURUMSAL YÖNETİM İLKELERİNE UYUM BEYANI

Ainda de acordo com Barros (2004), a microestrutura está relacionada ao programa de informação, a constância desse programa e a ordem sequencial dessas informações dispostas no verbete.

Cada verbete está formado por uma palavra-entrada seguida de enunciado lexicográfico. Há também a indicação de: dicionarização ou não dicionarização do item, categoria gramatical, gênero, número, definição, indicação de remissiva, contexto e notas linguísticas e enciclopédicas.

Sintetizando os dois parágrafos supra e com base no programa de informação apresentado por Barbosa (1989, p. 570), no que diz respeito à microestrutura do glossário, adotaremos a seguinte estrutura do verbete:

Verbete = [+Entrada + Enunciado lexicográfico]

A palavra-entrada é constituída por cada um dos itens lexicais ordenados alfabeticamente no glossário, acompanhada do enunciado lexicográfico que se define como “conjunto de ‘informações’ ordenadas que se seguem à entrada e que tem uma estrutura constante, correspondente a um programa e a um código de informação aplicáveis a qualquer entrada” (BARBOSA, 1989, p. 570).

a) Indicação da classe lexical e da categoria gramatical

A categoria gramatical é marcada pelas seguintes abreviaturas em letra itálica: s.m. – para os substantivos no masculino; s.f. – para os substantivos no feminino; v. – para os verbos; adj. – para os adjetivos ou locuções adjetivas; adv. – para os advérbios; exp. loc.

adv. – para as expressões de locuções adverbiais; interj. – para as interjeições. Também em

itálico estão as duas seguintes classes lexicais: exp. - para as expressões linguísticas, entendidas aqui como toda e qualquer construção formada por mais de uma palavra com sentido próprio; e prov. – para os provérbios. Por seu uso abrangente nos estudos linguíticosFaz-se necessário estabelecer a distinção entre palavra e expressão. Enquanto esta é entendida como um consórcio de elementos (ou vocábulos e conectivos), o que altera

o significado dos mesmos quando utilizados separadamente. Será considerada expressão toda e qualquer construção formada por mais de uma palavra com sentido próprio.

b) Indicação do registro dos itens em dicionários padrão de língua e de regionalismos Como os itens lexicais e os seus conceitos vieram dos próprios personagens, foram checados em dicionários gerais já citados anteriormente. Por isso, informamos se os itens lexicais estão dicionarizados ou não. Quando estão dicionarizados, é informado se eles apresentam a mesma acepção ou acepção diferente ou complementar, empregada nas obras analisadas. Para isso, usamos a legenda (ILD= item lexical dicionarizado; ILND= item lexical não dicionarizado).

Se o item for dicionarizado, utilizamos a seguinte nomenclatura para indicar a acepção encontrada, em relação ao sentido observado nas obras em estudo: - ILD+AE= item lexical dicionarizado com acepção equivalente ao sentido empregado nas obras; - ILD+AD= item lexical dicionarizado com acepção diferente ao sentido usado nas obras e ILD+AC= item lexical dicionarizado com acepção complementar ao sentido usado nas obras.

c) Variante léxica

A variante léxica contém as variantes encontradas nas obras de referências.

d) Definição

Para a elaboração do glossário, optamos por definições, de preferência, curtas para facilitar o entendimento do usuário. Essa definição está constituída segundo o paradigma definicional de Barbosa (1989).

Além disso, ao serem elaboradas as definições, achamos importante considerar alguns critérios: a) adequação ao público; b) uniformização sintático-semântica; e c) redação da definição na forma afirmativa (sempre quando for possível). Como discutido no capítulo referente à Lexicografia, tomamos como base o pensamento de Vilela (1987, p.142) sobre as explicações das unidades léxicas que devem ter por objetivo facilitar a

compreensão por parte do consulente das acepções descritas. Assim sendo, são definições parafrásticas, pois nelas “os definidores refletem o que significa a palavra definida na fala, contextualizada e consolidada pelo uso.” (PONTES, 2009, p.178)

Para a definição final dos verbetes, foram consideradas as definições que se encontram nos dicionários padrão de língua portuguesa, utilizados na pesquisa, ou naqueles de termos e expressões populares, elencados no corpus de referência, levando-se em conta o que apresenta Krieger et al. (2006, p.9): “Definições coletadas ou baseadas em textos legais e normativos foram devidamente referenciados.” Quando o verbete não constar em nenhum dos dicionários consultados, o pesquisador apresentará uma definição própria que venha explicar claramente o sentido, o que, para tanto, levará em consideração o pensamento de Pontes (2009, p.171), para quem “a definição deve ser produzida por meio de palavras simples, entendidas como às de maior frequência e àquelas que, sendo de pouco uso, se consideram básicas para a delimitação coerente e ordenada dos conceitos.” A definição sinonímica será usada na falta de uma definição por extensão, mais precisa, mais esclarecedora. Algumas definições foram adaptadas dos dicionários visando uma melhor compreensão por parte do consulente.

e) Contextualização

A contextualização é composta pela(s) abonação(ções) dos verbetes retirados dos romances analisados.

f) Indicação de remissivas

Na microestrutura, a remissiva apresentará a seguinte forma: - o verbete remissivo aparecerá no enunciado, em itálico.

- Ver, (V.): usaremos esta remissiva para dirigir o leitor a um verbete no qual poderá encontrar a informação que deseja, ou seja, o sinônimo (ou parassinônimo) para o verbete-entrada remissivo. Dessa forma, apresentaremos o verbete-entrada, a remissiva VER e, logo depois, a indicação da categoria gramatical e o termo sinônimo. Com VER, é obrigatória a consulta de um outro verbete para se encontrar a informação desejada. Para os

termos em relações de hiperonímia/hiponímia e para os termos parassinonímicos, sua remissiva, VER, será empregada para aconselhar o leitor a consultar outro verbete para complementar as informações sobre eles.

g) Nota explicativa

A nota explicativa terá como objetivo fazer referência a particularidades semânticas de alguns termos e apresentar informações enciclopédicas importantes.

Para um melhor manuseio do Glossário por parte do consulente, vale ressaltar que as entradas são de dois tipos: a) Unidades Lexicais simples; b) Unidades Lexicais compostas.

As Unidades Lexicais simples são seguidas da classificação morfológica, enquanto as Unidades Lexicais compostas podem receber duas abreviaturas: exp., quando o item lexical não for dicionarizado em Dicionário de Provérbio, e prov. quando o for.

3. GLOSSÁRIO DA LINGUAGEM REGIONAL-POPULAR NOS ROMANCES DE

Belgede 2006 YILI FAALİYET RAPORU (sayfa 34-37)

Benzer Belgeler