2. GENEL BİLGİLER
2.1. Mutasyonlar
2.1.1. Kromozom sayısı değişmeleri
Na opinião dos sujeitos da equipe formadora do Projeto Gestão Escolar e Tecnologias, o momento mais significativo para a formação profissional (questão 17) suscita, em duas unidades de análise, a formação para a autonomia, identificada no procedimento e concepção das reuniões da equipe coordenadora do Projeto com a equipe formadora, espaço de interlocução entre os pares com vistas ao desenvolvimento profissional na modalidade a distância.
Outra unidade é a formação na ação do professor durante sua atuação no curso.
Embora tenham surgido essas duas unidades de análise, as respostas foram prejudicadas pela formulação dessa questão, gerando reações como:
Todos os momentos foram..., Cada momento foi absolutamente significativo..., Creio que foram vários..., É difícil para eu eleger um momento mais significativo..., Não existe um momento mais significativo...,. Todos os momentos foram muito significativos.
Sujeito Resposta à questão 17 Unidade de análise
1 Acompanhamento e orientação constantes e precisos da equipe de Coordenação, fazendo com que, mesmo na primeira atuação me sentisse tranqüila para desempenhar o papel de professor. Reuniões periódicas com o grupo, onde podíamos trocar experiências, angústias, pontos positivos e negativos, que viabilizavam percebermos
problemas comuns e soluções possíveis.
Autonomia para desenvolvimento das atribuições do professor, com intervenções por parte da equipe de coordenação apenas quando se fazia absolutamente necessário. Isso me deu
segurança para tomada de decisões e resolução de problemas que serviram de exemplo para
formação para autonomia segurança (#) colaboração, soluções em conjunto
atuação em turmas subseqüentes.
Os momentos mais significativos para minha formação foram aqueles em que pessoas mais experientes do que eu na área da EaD e meus colegas de trabalho do projeto foram
interlocutores para meu processo de aprendizagem.
Acho que fiquei “mal acostumada” e quando tenho que realizar um trabalho, uma ação docente, sem poder contar com a interlocução dos meus pares, fico muito infeliz com essa solidão. É com o diálogo que se constrói a autonomia e não sem ele como muitos possam achar equivocadamente.
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As pessoas que passaram por ele [o Projeto] desde o início, que atuaram e que participaram de todos os momentos, hoje elas tem uma visão de educação a distância baseada nessa referência. Muito do que eu penso ser o trabalho do professor a distância vem muito mais dessa minha prática nesse projeto do que tudo que eu li. É lógico que uma coisa eu articulo com a outra, mas foi com essa prática que aprendi muito
formação para autonomia formação na ação (#) aprender com o outro, colaboração teorização de EaD criação de referência sobre o papel do professor em EaD formação na ação (#)
8 Aprender a mediação com a prática, com a experiência dos alunos e com a experiência de outros professores e orientadores. Acho que isto foi mais significativo para mim.
formação na ação (#)
10 Trabalhar com os grupos de gestores no ambiente virtual e receber o retorno positivo do curso nos momentos presenciais e no dia a dia na Diretoria de Ensino, demonstrando que o curso cumpriu o seu objetivo; este tipo de retorno nunca obtive nas capacitações presenciais.
formação na ação (#) relações pessoais, afetivas
18 Colocar o projeto em prática, acompanhando meu próprio processo de aprendizagem, formação de conceitos e aprofundamento da compreensão e conhecimento do projeto.[...] Acredito que nossa prática para atuar em ambiente virtual de
aprendizagem se define e aprimora pelo conjunto de oportunidades que temos e sabemos
aproveitar ao longo de nossa carreira. [...] Considero fundamental para minha formação tanto a base teórica que tive (tanto na academia, quanto fora dela, nos cursos de cunho mais técnico), quanto à prática, mesmo quando ambas não caminhavam na mesma direção.
formação na ação (#) teorização de EaD criação de referência
sobre o papel do professor em EaD
20 Nos momentos da prática, em contato com os
alunos virtualmente e presencialmente. formação na ação (#)
As reuniões semanais aparecem, no Gráfico 9 (p. 125) deste Capítulo, como um dos componentes considerados mais relevantes para a formação do professor em ambiente virtual. Esses encontros tinham por objetivo socializar fatos relevantes, dificuldades e possibilidades identificadas pelos professores, compartilhando problemas e compatibilizando soluções, num processo participativo de diálogo e troca de experiências sempre com a orientação e o acompanhamento criterioso da equipe gestora. O desenvolvimento dos saberes promovido pela socialização profissional revela-se como expressiva fonte de conhecimento em momentos relacionados com a vivência em situações de aprendizagem e de ensino. Momentos que estão imbricados na interlocução entre os pares sobre as experiências vividas e na prática dos professores, isto é, na experiência em si mesma.
Outro mote da equipe gestora com as reuniões de orientação refere-se à formação para a autonomia e alinhamento dos objetivos e procedimentos, numa abordagem colaborativa e em processo que se traduziu em sentimento de segurança e tranqüilidade no desempenho eficiente da função do professor na nova modalidade.
Isso me deu segurança para tomada de decisões e resolução de problemas que serviram de exemplo para atuação em turmas subseqüentes (Sujeito 1).
O princípio da formação para a autonomia também perpassou a postura das orientadoras numa prática coerente com a proposta de formação adotada pela equipe gestora do Projeto Gestão Escolar e Tecnologias, conforme a resposta de uma estagiária.
O momento em que trabalhei com uma professora-orientadora que permitiu que atuasse diretamente com os gestores, não me deixando apenas como estagiária, fazendo apenas algumas tarefas e sim me deixou atuar como sua parceira, me dando autonomia para trocar mensagens com os gestores, resolver algumas situações, sempre me apoiando e me incentivando, claro que sempre troquei informações e tirei algumas dúvidas com ela, mas este momento, com certeza, foi o que mais me fez crescer dentro do projeto (Sujeito 15).
Vale ressaltar que nas respostas dos sujeitos da pesquisa, que emergem da unidade de análise aprendizagem na prática, as ações não se definiam exclusivamente pela prática espontânea, sem articulação teórica, como se pode observar em algumas respostas nas quais a articulação da prática com a teoria encontra-se evidenciada, subsidiando o processo de formação e ação pedagógica.
Ao contrário do que aconteceu em minha graduação, a pós-graduação me deu condições, com os projetos em que participei, de praticar algumas coisas que aprendia na teoria e dessa forma, me formar um pouco melhor.
No entanto, não quero dizer com isso que só praticar fez parte de minha formação, mas praticar e ter a interlocução de pessoas mais experientes que eu para me ajudar a refletir sobre a prática à luz da teoria. Se não fosse assim, seria uma educadora da prática e “do senso comum” e isso não é nada bom!!! (Sujeito 2).
Considero fundamental para minha formação tanto a base teórica que tive (tanto na academia, quanto fora dela, nos cursos de cunho mais técnico), quanto à prática, mesmo quando ambas não caminhavam na mesma direção (Sujeito 18).
Em suma, as expressões colhidas nas respostas revelam avanços na formação profissional dos sujeitos da pesquisa durante a participação no Projeto. A afirmação do Sujeito 2: Muito do que eu penso ser o trabalho do professor a distância vem muito mais dessa minha prática nesse projeto do que tudo que eu li, indica a relação estabelecida entre a experiência e a formação profissional, reiterando que a estrutura e a metodologia da proposta motivavam a participação e estimulavam a descoberta de soluções e a construção de conhecimentos.
As reações nas respostas dos professores também vislumbram o estímulo e envolvimento no trabalho com a equipe coordenadora, compartilhando com o grupo os sucessos e as dificuldades, caminhando cada vez com mais propriedade e segurança pela nova estrada da atuação em ambientes virtuais. As discussões e reflexões geradas nas reuniões entre as equipes contribuíram para o desenvolvimento de uma formação em ação singular e sem precedentes para o grupo de pesquisadores.
Desse modo, pode-se inferir que, no contexto do Projeto Gestão Escolar e Tecnologias, a experiência, ao ser tratada e conceituada nas reuniões de orientação, provocou mudanças e afetou a formação em função do desenvolvimento
profissional, perseguindo assim a coerência da proposta educacional do Projeto. Para Larossa (2001, p. 3) “a experiência é o que nos passa, o que nos acontece, o que nos toca”, provocando mudanças e construindo conhecimentos tal como afirmam os sujeitos.