TÜRKİYE’DE KİREÇ ÜRETİMİ, İŞLETMECİLİĞİ VE GELECEĞİ
2. Arz Durumu
2.1. Kireç Üretimi ve Kireç Hammaddeleri
Referentemente à capacidade processual das partes, do ponto de vista do art. 7º combinado com o art. 36 do CPC, tem-se que se trata de pressuposto processual. A sua falta poderá acarretar a extinção do processo sem resolução do mérito253. O mesmo se dá com a representação e a assistência, bem assim a presentação das pessoas jurídicas, nos moldes do que prescreve o art. 12 do código.
A questão deve ser examinada de ofício pelo juiz, como decorre do disposto no art. 267, inciso IV e § 3º, procedendo-se na forma estabelecida no art. 13254.
253 NERY JÚNIOR, Nelson; et NERY, Rosa Maria de Andrade. Código de Processo Civil
Comentado: e legislação extravagante. 7. ed. rev. e ampl. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2003. p. 362.
Da redação do art. 13 do CPC, percebe-se que o defeito de capacidade processual ou postulatória, bem como a irregularidade de representação ou de presentação das partes (art. 12) não provoca a imediata extinção do processo255. Verificado o defeito, caberá ao juiz suspender o processo e mandar intimar a parte a saná-lo em prazo razoável. Durante a suspensão, somente atos urgentes poderão ser praticados (CPC, art. 265, I e VI, e parágrafos). Se o vício for corrigido, prosseguirá o processo o seu curso normal.
No prazo assinado pelo juiz, a parte deve sanar a irregularidade, sob pena de lhe ser aplicada uma das penas previstas nos incisos do art. 13.
Assim, não providenciada a tempo a correção da irregularidade, o juiz deverá: (I) decretar a nulidade do processo, se a providência cabia ao autor; (II) considerar o revel o réu, se a este cabia diligenciar; (III) excluir do processo o terceiro interveniente voluntário, ou considerá-lo revel, caso seja terceiro interveniente coacto, como na denunciação da lide256.
Afigura-se evidente que o art. 13 refere-se também à capacidade postulatória257. A tanto convence a interpretação jurisprudencial a respeito, já
255 Pacífico, a respeito, o entendimento da jurisprudência, do que é exemplo a seguinte ementa:
“RECURSO ESPECIAL. PROCURAÇÃO. ADVOGADO. ART. 13 DO CPC. I - Constata a ausência de procuração nos autos, intima-se a parte para que supra a irregularidade processual. É que, a teor do Art. 13 do CPC, a extinção do processo por vício de representação (CPC, Art. 267, IV) está condicionada a "prazo razoável para ser sanado o defeito". II - A irregularidade de representação deve ser alegada oportunamente, sob pena de preclusão. III - O pedido a ser considerado pelo juiz não se restringe aos requerimentos relacionados em capítulo intitulado "pedidos". Entende-se como pedido o conjunto de súplicas formuladas ao longo da petição inicial.” (BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Recurso Especial nº 234396/BA, da 3ª Turma, julgado em 18 de outubro de 2005. Relator: Ministro Humberto G. de Barros. Diário da Justiça, Brasília, DF, 14 nov. 2005, p. 304. Disponível em: <http://www.stj.gov.br>. Acesso em: 23 ago. 2008).
256 GRECO FILHO, Vicente, 2006, p. 107.
257 “O art. 13 não cuida apenas da representação legal dos incapazes e das pessoas jurídicas,
mas inclui no elenco das irregularidades a serem sanadas a hipótese da incapacidade postulatória (RTJ 95/1349).” (NERY JÚNIOR, Nelson; NERY, Rosa Maria de Andrade, op. cit., p. 363). Assim o entendimento do STJ: “PROCESSUAL CIVIL. ART. 13 e 284 DO CPC. AUSÊNCIA DE ASSINATURA NA PEÇA INICIAL, INSTÂNCIAS ORDINÁRIAS. ABERTURA DE PRAZO PARA REGULARIZAÇÃO. 1. A ausência de assinatura na petição nas instâncias ordinárias, ao contrário da instância especial, é um vício sanável, a teor do que reza o art. 13 do CPC, aplicável analogicamente à irregularidade da representação postulatória, de forma que se deve proceder à abertura de prazo razoável para sanar a irregularidade. É que os vícios de representação devem ser sanados na instância ordinária, pelo que, repise-se, é perfeitamente possível ao Tribunal de origem a abertura de prazo para remediar esse tipo de defeito, consoante o disposto no referido dispositivo legal. 2. In casu, o juízo concedeu à autarquia oportunidade para firmar a inicial de embargos à execução, transcorrendo o prazo de 40 (quarenta) dias sem qualquer atividade da parte. Deveras, à ausência de assinatura da
consolidada no enunciado 115 da Súmula do Superior Tribunal de Justiça, guardião do direito federal, sobre a inaplicabilidade do art. 13 do CPC à instância especial. Tem o seguinte teor o excerto sumular 115-STJ: “Na instância especial é inexistente recurso interposto por advogado sem procuração nos autos.” Os precedentes que forjaram a edição da súmula baseiam-se em que a sanação de irregularidade, conforme os ditames do art. 13, deve ser de ser feita apenas nas instâncias ordinárias, mas resta evidente que também abrange defeito de incapacidade processual ou postulatória. Aliás, o próprio enunciado da súmula já deixa isso claro.
Também é tranqüilo o entendimento no Superior Tribunal de Justiça, no que toca à aplicabilidade do art. 13 em ambas as instâncias ordinárias, ou seja, no primeiro grau de jurisdição e nos tribunais estaduais e regionais258.
inicial aplica-se o art. 284 e seu parágrafo do CPC e, não o art. 267, § 1º, cujo escopo é diverso do primeiro dispositivo afastado. 3. Negligenciando a autarquia embargante à determinação do juízo a quo pra que procedesse à regularização da petição inicial apócrifa, correta a extinção dos embargos à execução sem julgamento de mérito. 4. Recurso especial desprovido.” (BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Recurso Especial nº 652641/RS, da 1ª Turma, julgado em 2 de dezembro de 2004. Relator: Ministro Luiz Fux. Diário da Justiça, Brasília, DF, 28 fev. 2005, p. 236. Disponível em: <http://www.stj.gov.br>. Acesso em: 23 ago. 2008).
258 “RECURSO ESPECIAL - ALÍNEA "A" - PROCESSO CIVIL - ADVOGADO DO INSS -
AUSÊNCIA DE PROCURAÇÃO NOS AUTOS - INTERPOSIÇÃO DE APELAÇÃO – PRAZO PARA JUNTADA - EXEGESE DA REGRA DO ARTIGO 13 DO CPC - PRECEDENTE DA CORTE ESPECIAL DO STJ”. "Verificada a ausência da procuração outorgada ao subscritor do recurso de Apelação, cabe ao Relator abrir prazo razoável para que seja sanada a omissão. Aplicação do CPC, art. 13, aos dois graus da instância ordinária." (BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Recurso Especial nº 74.101/MG, Corte Especial. Relator: Ministro Edson Vidigal. Diário da Justiça, Brasília, DF, 14 out. 2002. Disponível em: <http://www.stj.gov.br>. Acesso em: 23 ago. 2008). Afasta-se a interpretação restritiva do mencionado artigo, segundo a qual somente poderia ser aberto prazo para regularização de procuração já existente nos autos, e não para sua juntada. Recurso especial provido.” (BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Recurso Especial nº 247593/SP, da 2ª Turma, julgado em 6 de maio de 2004. Relator: Ministro Franciulli Netto. Diário da Justiça, Brasília, DF, 20 set. 2004, p. 219. Disponível em: <http://www.stj.gov.br>. Acesso em: 23 ago. 2008). “PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMENTO EM RECURSO ESPECIAL. ADVOGADO SEM PROCURAÇÃO. OPORTUNIDADE DE REGULARIZAÇÃO NO TRIBUNAL DE ORIGEM. APLICAÇÃO DO ART. 13 DO CPC. 1. Constatada pelas cinstâncias ordinárias a ausência nos autos de procuração, deve o Juízo ensejar a possibilidade de suprimento da apontada irregularidade de representação postulatória, nos moldes preconizados pelo art. 13 do estatuto processual. Precedentes. 2. A ausência de procuração do advogado subscritor do recurso especial, quando detectada no Tribunal de origem, em princípio, não implica a inadmissão do apelo, haja vista a previsão de concessão de prazo razoável para a regularização da representação processual, a teor do art. 13 do CPC. Superado esse prazo, revela-se, inequívoca a falta do requisito de admissibilidade recursal. 3. Agravo regimental a que se nega o provimento. Decisão agravada mantida, com a determinação do retorno dos autos ao Tribunal a quo para que sua presidência prossiga no processamento do recurso especial. (BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Agravo Regimental nº Ag 573733/RS, da 1ª Turma, julgado em 16 de