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1.4. Kent ve İletişim

1.4.2. Kent Toplumunda Karşılaşılan İletişim Sorunları

Ao longo deste capítulo serão abordadas as particularidades do passeio virtual como ferramenta de investigação e aprendizagem. Também serão expostas as instituições culturais de Portugal que investiram em ações on-line, apontando suas funções educativas e relatando a experiência de se estar em seus espaços virtuais.

3.1 - Passeio e Interatividade nos Ambientes

Virtuais

O passeio virtual é uma investigação ou pesquisa realizada por um indivíduo utilizando como recurso o ciberespaço, por meio de e-books, museus virtuais, jogos e demais ferramentas que possibilitem a interatividade do usuário com o meio. Segundo Scott (2007, p. 16) “o passeio virtual pode ser desenvolvido de forma interdisciplinar, especificamente no que diz respeito ao campo de investigação sobre o resgate da memória”. No passeio virtual os educandos visitam um local virtualmente e participam de uma nova atividade sem ter que deixar a escola. Ainda segundo Scott (2007, p. 17) tem-se:

Utilizando o ciberespaço como ferramenta de trabalho o docente, enquanto mediador desse processo, pode organizar excursões multimídia para visitar locais de difícil acesso, sem que seus alunos saiam da sala de aula, propiciando a eles a oportunidade de um novo olhar e uma leitura própria do material exposto no ciberespaço visitado.

Kenski (2007, p. 45-46) assinala que as “TICs provocaram mudanças na educação, possibilitando mediações entre o professor, o aluno e o conteúdo. Para isso, precisam ser compreendidas e incorporadas pedagogicamente (...) não basta

usar a televisão ou o computador, é preciso saber usar de forma pedagogicamente correta a tecnologia escolhida".

Nesta perspectiva, é importante observar que o passeio virtual, quando empregado como ferramenta didática, pode oferecer novas formas de aprendizagem. Destacam-se como exemplos a experiência e o conhecimento de codificar os espaços físicos, bem como o acesso a imagens e sons de lugares distantes que agora podem ser levados para a sala de aula.

Seguindo estes conceitos, Feldman (2002, p. 2) assegura que:

Os alunos podem aprender sobre diferentes culturas, apreciar a diversidade e ampliar seu conhecimento. Além disso, imagens digitais acessadas pela Internet permitem aos alunos registrar e documentar as suas experiências. Estas imagens incentivam a reflexão e fornecem um trampolim para a discussão e para a escrita. Sob essa observação a utilização de passeios virtuais pode possibilitar aos usuários oportunidades de se aprofundarem em áreas de interesse pessoal, que lhes forneçam mais motivação para explorar temas sobre os quais têm curiosidade.

Para Fulton (1997, p. 28):

Esta abordagem aproveita o interesse dos alunos para criar estruturas mentais que organizam e sintetizam as informações e experiências que o indivíduo encontra no mundo. Tecnologias de Informação e Comunicação, como a Internet, dão suporte a esta abordagem de ensinar e de aprender, o que estimula a aprendizagem em contextos reais, a colaboração e apoios externos, o uso de material de múltiplas fontes primárias e recursos, como livros didáticos.

Ademais, a sociedade contemporânea e especificamente as escolas, apresentam novos desafios à educação, que se referem tanto ao uso das TICs quanto ao estabelecimento das relações de sociabilidade (Hérnandez, 1998).

Atualmente, alguns sites como Google Earth, Street View e 360 Cites fazem essa experiência parecer cada vez mais com um passeio real, conduzindo o sujeito a qualquer local do mundo. Com auxílio de fotografias, vídeos, imagens de satélite, panoramas em 360 graus, é possível explorar os mais variados lugares. No entanto, segundo a investigação de Barbosa (2006, p. 111) o número de instituições culturais que fazem uso das novas Tecnologias de Informação e Comunicação para explorar

as ações educativas virtuais ainda é reduzido diante de tantas possibilidades tecnológicas.

Os espaços virtuais tem um grande potencial de tornar possível a participação, o compartilhamento de informações e a construção de saberes por diferentes usuários em locais e momentos distintos. A fim de descobrir soluções pedagógicas e promover a interatividade os professores precisam explorar esses espaços para conhecer os recursos disponíveis em cada um.

Também é necessário entender que as propostas de interatividade de cada ciberespaço e as diferentes experiências interativas inauguram uma nova relação entre mídia e usuário que acontece em um campo no qual convivem diferentes meios de comunicação, desde o conteúdo audiovisual até a participação do usuário, que é moldada dentro de seu repertório cultural (SANTOS; BIZELLI, 2012), e que irão conduzir a um novo roteiro de aprendizagem.

O uso do termo interatividade surgiu no contexto da informática, no decorrer dos anos de 1960, para denominar os avanços dos meios de comunicação impulsionados pelo desenvolvimento da tecnologia, e qualificar a relação entre usuário e computador. Na atualidade os conceitos de interatividade são usados com diferentes significados, sendo impossível definir um conceito único para a ação interativa, (WAISMAN, 2006), tornando necessário compreender a relação entre interatividade e interface (SANTOS; BIZELLI, 2012).

Para Piaget (1996, p. 18) apud (Waisman, 2006, p. 26):

Do ponto de vista educacional, a interatividade se configura como ponto elementar da construção do conhecimento, sendo que todo conhecimento é fruto de uma interação.

Não obstante, para compreender e estudar o conceito de interatividade Reisman (2002) classificou-a em 3 níveis: coativo, reativo e pró-Ativo. Posteriormente, Crocomo (2007) nomeou essas fases de: interatividade local, interatividade parcial e interatividade plena, descritas por:

 Interatividade Coativa ou Local: possibilita ao usuário controlar a sequência, o ritmo e o estilo do espaço, tendo a possibilidade de interagir localmente com os conteúdos e aplicativos, imagens e vídeos já existentes no espaço.

 Interatividade Reativa ou Parcial: os resultados e feedbacks, regidos para os usuários são dirigidos e semiestruturados pelo programa, havendo pouco controle do usuário sobre a estrutura e o conteúdo.

 Interatividade Pró-ativa ou Plena: possibilita ao usuário controlar tanto a estrutura quanto o conteúdo do ambiente, nesse caso o usuário passa a ser um co-autor do ambiente, podendo inserir neste imagens, textos e vídeos. Nesta conjuntura, dentre os níveis expostos e categorizados por Reisman (2002) e Crocomo (2007)7, a interatividade coativa ou local é o nível de interação que melhor condiz com a do espaço virtual da instituição amostra da presente pesquisa. Além disso, no espaço interativo local as informações já estão associadas ao ambiente, assim os usuários podem navegar e consultar o conteúdo total, ou, objeto específico, na sequência e tempo desejado.

Nesta ótica, a aprendizagem pode utilizar de recursos e ferramentas cognitivas, instauradas no ciberespaço, o que pode facilitar o desenvolvimento de um pensamento crítico, por meio da articulação e reflexão sobre o conteúdo exposto no ambiente virtual. Desse modo, para dar continuidade a esta investigação coube uma análise sobre as ações educativas e passeios virtuais desenvolvidos em ciberespaços de diferentes instituições culturais.

Na prática didática contemporânea as TICs permitem inúmeras possibilidades de exploração de linguagens em todas as áreas de conhecimento, particularmente aquelas relativas às questões culturais, patrimoniais e artísticas. Além disso, quanto a sua aplicação no contexto dos aspectos culturais, há duas vertentes fundamentais: a difusão da memória do patrimônio cultural e as possibilidades didáticas, conforme se depreende a partir da afirmação de Barbosa (2006, p. 41):

A introdução das novas tecnologias no mundo da arte gerou numerosas mudanças, traduzindo-se estas numa nova percepção da obra de arte. A Internet e vários softwares influem diretamente na relação do espectador com a obra de arte, permitindo-lhe um grau de interação e participação nunca antes experimentado.

Com base nisso, é possível afirmar que as fortes mudanças atreladas à sociedade contemporânea trouxeram grandes transformações às instituições culturais de Portugal, assim como em grande parte do mundo.

O trabalho com a inserção das tecnologias possibilitou às instituições culturais a criação e aplicação de atividades interativas por meio de sistemas de multimídia e hipermídia, que podem ser acessados virtualmente em qualquer lugar do mundo através de seus websites. Para Corrêa (2004, p. 6):

O ciberespaço potencializa o surgimento de relacionamentos sociais delineados em torno de interesses comuns, de traços de identificação, pois ele é capaz de aproximar e conectar indivíduos que talvez nunca tivessem oportunidade de se encontrar pessoalmente.

A interação entre as instituições culturais e as novas tecnologias traz benefícios tanto para a própria instituição quanto para a sociedade, por meio da oferta de novas possibilidades de comunicação. As ações educativas virtuais podem variar de acordo com os interesses pedagógicos de cada instituição, se apresentando de diferentes maneiras em cada tipo de exposição, através de jogos, questionários, fotos e vídeos.

Seguindo essa linha de pensamento, para que o ciberespaço atinja todos os públicos, uma das principais preocupações do Instituto Português de Museus (IPM) é a forma como os websites são projetados e concebidos. Com relação este a tópico Barbosa (2006, p. 58) expõe que:

Estes devem levar em conta os mais variados tipos de público, entre os quais se poderão encontrar pessoas que não veem, não ouvem, não se movimentam agilmente ou podem não ser capazes de processar facilmente determinado tipo de informação, ou dispor apenas de um acesso a Internet de baixa velocidade.

O trabalho de Barbosa (2006) para a Universidade do Minho demonstrou que havia apenas 5 instituições culturais que disponibilizavam ações educativas no espaço virtual no ano de 2006, frente a um total de 118 analisadas, o que pode ser considerado um valor bastante reduzido. Segundo Barbosa (2006, p. 57):

Por vezes, as crianças são as grandes esquecidas na rede e nos novos suportes. É um grande erro, dado que quase todos os museus contam com Serviços Educativos dedicados a elaborar

atividades para as crianças/alunos e professores como grandes consumidores das suas coleções.

Frente ao estudo dos efeitos crescentes do impacto do uso da tecnologia nos últimos anos, fez-se necessário atualizar os dados encontrados por Barbosa (2006) em uma perspectiva mais atual. Para tanto, foi avaliada a quantidade de iniciativas educativas presentes em 2013 nos espaços virtuais de algumas das principais instituições culturais de Portugal, como mostram os dados da Tabela 3.1.

Instituição Cultural Atividades educativas virtuais

Participação em comunidades virtuais

2006 2013 2013

1. Museu Dr. Anastácio Gonçalves – Lisboa Jogo de memorização Coleção on-line de fotos e explicações Facebook

2. Museu da Música – Lisboa Coleção em foto, fórum e wiki Facebook

3. Museu de Alberto Sampaio – Guimarães

4. Museu do Chiado – Lisboa Facebook

5. Museu Etnográfico e Arqueológico – Nazaré Facebook e Twitter

6. Museu Monográfico de Conímbriga – Coimbra Facebook

7. Museu Nacional de Arqueologia – Lisboa Tour virtual pela exposição permanente Facebook

8. Museu Nacional de Soares dos Reis – Porto Jogo de labirinto Facebook

9. Museu Nacional do Teatro – Lisboa Facebook

10. Museu Nacional do Traje – Lisboa

11. Museu Nacional dos Coches – Lisboa Tour 360º em todos os salões do local Facebook 12. Museu de Cerâmica – Caldas da Rainha Leiria

13. Museu de Angra do Heroísmo – Açores Facebook

14. Museu Carlos Machado – Ponta Delgada Açores Facebook

15. Museu das Flores – Santa Cruz das Flores Açores 16. Museu da Graciosa – Santa Cruz da Graciosa 17. Museu da Horta – Açores

19. Museu de Santa Maria – Vila do Porto Açores 20. Museu de São Jorge – Calheta

21. Museu de Ciência da Universidade de Lisboa - Lisboa Facebook

22. Museu do Ar – Alverca

23. Museu Agrícola de Entre Douro e Minho - Vila do Conde Porto Coleção on-line de fotos e explicações

24. Museu Geológico – Lisboa Jogos e aplicativos

25. Museu de Lanifícios da U. da Beira Interior – Covilhã 26. Museu Nogueira da Silva – Braga

27. Casa-Museu Teixeira Lopes – Porto

28. Ecomuseu Municipal do Seixal - Seixa Facebook

29. Museu Arqueológico São Miguel de Odrinhas – Sintra Tour virtual Facebook

30. Museu Escolar de Marrazes – Leiria

31. Museu Municipal de Coruche – Santarém Tour virtual em construção

32. Museu Municipal de Esposende – Braga 33. Museu Municipal de Loures – Lisboa

34. Museu Municipal Pedro Nunes – Alcácer do Sal

35. Museu Municipal de Vale de Cambra - Aveiro Facebook

36. Museu Municipal - Viana do Castelo

37. Museu de Olaria – Barcelos Coleção on-line orientada

40. Museu da Pólvora Negra – Oeiras

41. Museu Regional de Paredes de Coura – Paredes de Coura Coleção on-line de fotos e explicações Facebook 42. Museu do Trabalho Michel Giacometti – Setúbal

43. Museu do Traje - Viana do Castelo Fotos explicativas, tour virtual em construção. 44. Museu da Água – Lisboa Jogos, aplicativos e material para download

45. Museu do Carro Elétrico – Porto Facebook

46. Casa-Museu Abel Salazar – Porto

47. Museu Arqueológico do Carmo – Lisboa Fotos e explicações Facebook

48. Museu Nacional da Imprensa – Porto Facebook

49. Museu dos Transportes e Comunicações – Porto Facebook

50. Museu de Arte Contemporânea de Serralves – Porto Facebook

51. Museu Biblioteca da Casa de Bragança - Bragança

52. Museu do Brinquedo – Sintra Facebook

53. Museu do Caramulo – Viseu Jogos e aplicativos para download Facebook

54. Museu das Comunicações – Lisboa

55. Museu Calouste Gulbenkian – Lisboa Facebook

56. Museu do Papel Moeda – Porto Facebook

57. Museu de Arte Sacra – Funchal Madeira Podcast explicativo e fotos Facebook e blogs

60. Museu de São Roque – Lisboa Jogos e composições de desenhos Facebook

61. Museu Bordalo Pinheiro – Lisboa Facebook

62. Centro de Arte Moderna José Azeredo Perdigão - Lisboa Fotos e explicação das coleções Facebook e Twitter

63. Museu Natural História Natura l- Lisboa Facebook e Twitter

64. Fundação Bissaya Barreto – Coimbra Facebook

65. Museu Botânico – Coimbra

66. Museu da Física – Coimbra Visita virtual em vídeo Facebook

67. Museu Mineralógico e Geológico – Coimbra Blogs

68. Museu Nacional da Agricultura – Coimbra Blogs

69. Museu Zoológico – Coimbra

70. Núcleo Museológico de Metrologia – Casa da Balança - Évora Jogo Jogo Facebook

71. Casa-Museu João Soares – Leiria Facebook

72. Museu João de Deus – Lisboa

73. Museu Militar – Lisboa Fotos e explicação das coleções Facebook

74. Museu da Rádio – Lisboa Museu virtual simulando o espaço físico Facebook

75. Museu da Marinha - Lisboa Vídeos e vistas panorâmicas Facebook e Twitter

76. Museu do Design/Centro Cultural de Belém - Lisboa Facebook

77. Museu do Teatro Romano – Lisboa

78. Museu/Escola Artes Decor. Portugal – Lisboa

81. Museu – Vila Real Planta interativa com fotos Facebook

82. Fundação Casa de Mateus – Vila Real Facebook

83. Museu/Casa Colombo – Porto Santo Madeira Planta interativa com fotos e vídeo Facebook

84. Planetário Calouste Gulbenkian – Lisboa Animações em vídeo

85. Centro Ciência Viva – Estremoz Évora Facebook

86. Centro Ciência Viva – Tavira Faro

87. Centro Ciência Viva – Porto Moniz Facebook

88. Fábrica Ciência Viva – Aveiro Facebook

89. Centro Ciência Viva – Constância Santarém Questionário interativo Questionário interativo Facebook 90. Centro Ciência Viva – Lisboa

91. Pavilhão do Conhecimento – Lisboa

92. Exploratório Infante D. Henrique – Coimbra Fotos 360º e atividades para download Facebook

93. Centro Ciência Viva – Algarve Facebook

94. Centro Ciência Viva – Vila do Conde Facebook

95. Visionarium - São João da Madeira – Aveiro Fotos 360º de todos os pavimentos Facebook 96. Museu Municipal - Cadaval

97. Museu Municipal - Paços de Ferreira Fotos e explicações Facebook

98. Museu das Rendas – Vila do Conde

101. Museu Regional do Automóvel – Fafe 102. Museu do Bombeiro – Vila do Conde 103. Núcleo Museológico Mamoa - Lamas

104. Museu Municipal Amadeo Souza Cardoso – Amarante Facebook

105. Museu dos Cordofones – Braga Facebook

106. Mosteiro S. Martinho de Tibães - Braga Vídeos simulando a visita com explicações Facebook 107. Museu Municipal de Baião – Baião

108. Núcleo Museológico Castelo de Lindoso - Braga Facebook

109. Museu Etnografia e História – Póvoa de Varzim 110. Museu Virtual de Informática – Braga

111. Museu Etnográfico de Vilarinho das Furnas – Gerês Facebook

112. Museu Hidroeléctrico de Santa Rita – Fafe

113. Museu da Indústria Têxtil – Vila Nova de Famalicão Planta interativa com fotos e aplicativos Facebook 114. Museu da Agricultura de Fermentões – Guimarães

115. Museu do Bombeiro Manuel Valdés – Sobral 116. Museu Vivo da Comutação Manual – Vila do Conde 117. Museu da Sociedade Martins Sarmento – Guimarães 118. Casa Museu de Camilo – Braga

realizavam atividades educativas virtuais, já em 2013 este número subiu para 31, e dentre as 5 citadas anteriormente é possível notar que 2 mantiveram o mesmo tipo de atividade, 1 alterou a atividade, e 2 cancelaram suas atividades educativas virtuais. Por meio da Tabela 3.1, também se verifica que em 2006 as instituições amostradas não participavam de comunidades virtuais, uma vez até meados de 2008 estas comunidades ainda eram muito restritas e pouco disseminadas, o que dificultava à adesão as mesmas.

No que se refere ao número geral de atividades disponíveis nos ciberespaços das instituições culturais e participação em comunidades virtuais, verifica-se um aumento relevante no comparativo entre os anos de 2006 e 2013, conforme apresentado na Figura 3.1. Ainda observa-se que em 2013 aproximadamente 53% das instituições passaram a participar de comunidades virtuais, e que cresceu de 4% para cerca de 26% as instituições culturais que passaram a utilizar atividades educativas virtuais em 2013 em relação a 2006.

Figura 3.1: Comparação percentual da quantidade de instituições culturais com atividades virtuais e participação em comunidades virtuais entre 2006 e 2013.

A partir dos dados coletados observa-se que foram encontradas as seguintes atividades educativas virtuais nas instituições sob análise: coleção online de fotos com explicações; coleção de foto, fórum e wiki; tour virtual e exposição permanente;

fotos e vídeo; animações em vídeo; podcast explicativo e fotos; fotos 360º e atividades para download. Essas atividades se apresentam em diferentes quantidades como apresentados pela Figura 3.2.

Figura 3.2: Número de atividades específicas utilizadas pelas instituições culturais.

Em uma análise mais profunda é possível complementar que esses números dão ênfase a toda estrutura de relacionamentos da sociedade contemporânea, mostrando, então, as diversas possibilidades de comunicação e significados conferidos a esses espaços.

Além disso, relacionadas às ideias do passeio virtual, ainda que em processo crescente, as instituições de Portugal desenvolveram formas de aprendizagem interativas, que podem ser trabalhadas de diversas maneiras, por exemplo, na visita à instituição, em sala de aula ou mesmo em casa. Este fato torna as instituições com atividades interativas e virtuais diferentes das instituições culturais em geral, agregando-lhes mais valores e possibilidades de acesso aos seus conteúdos.

Ainda sob a ótica de Barbosa (2006, p. 53) “a experimentação dinâmica e ativa proposta pelos ciberespaços dos museus constituem um novo estímulo,

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Coleção on line fotos e explicações Coleção em foto, Fórum e Wiki Tour virtual e Exposição permanente Jogos e Aplicativos Museu virtual simulando o espaço fisico Planta interativa com fotos e video Animações em video Podcast explicativo e fotos Foto 360º e Atividades para download

Ati v id a d e s No me a d a s

Benzer Belgeler