2. ALANYAZIN
2.2. Kaynaştırma
2.2.3. Kaynaştırma uygulamalarında yaşanan sorunlar
Esta Dissertação tem como resultados a verificação de que, no período de 1990 a 2016, a simulação feita com afinco na elaboração do Índice de Sustentabilidade (ISUS) mostra a produção de soja nas áreas superiores às médias dos municípios, venha exclusivamente através dos rendimentos, demonstrou sustentabilidade econômica para os Estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia e para o agregado da região do acrônimo.
Os índices parciais estimados para aferir a sustentabilidade econômica do agronegócio da soja, em cada um dos estados e no agregado, mostraram-se fortemente representados pelo indicador IVEPIBit (Índice Parcial da Relação do Valor da Produção da Soja e o PIB) e IRAREASit (Índice Parcial da Relação Área da Soja e Área das Culturas Alimentares). Isso torna visível o grande impacto que a produção da soja tem sobre os PIB dos estados que fazem parte da região do MATOPIBA, em decorrência da sua expansão nos Estados.
Verificou-se, também, que os índices de sustentabilidade nos quatro Estados se mostraram acima da média, no período de 2003 a 2016, correspondendo à consolidação crescente da cultura da soja na região de Cerrado. O Estado do Piauí registrou maior CV do ISUS, entre os estados analisados, sugerindo que neste estado a evolução da produção de soja se desenvolveu de maneira mais instável do que nos outros estados que fazem parte da região.
Os resultados obtidos para a formação de expectativas de competição da soja no MATOPIBA mostraram que os agricultores de soja do MATOPIBA vêm perdendo competitividade em relação aos demais produtores de soja brasileiros. Essa situação se inverte quando confrontado com a produção de soja vinda do principal competidor brasileiro que são os Estados Unidos. Neste caso, os produtores do MATOPIBA mostraram expectativas mais competitivas do que os dos seus competidores estadunidenses.
Sobre o alcance dos resultados do último objetivo do trabalho, o efeito substituição área colhida de soja em relação à área de alimentos, se mostrou de modo positivo e significativo. Tal efeitos são de: 16,2%, 18,35%, 21,8% e 3,3%, para Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, respectivamente. Ao mesmo tempo em que se observa um avanço da soja nas áreas destinadas às culturas alimentares, no período de 1990 a 2016, verificou-se um leve crescimento e até redução do efeito da expansão da área de alimentos (arroz, feijão, mandioca e milho). Os efeitos da
expansão da área de alimentos são de: -1,3% para o Maranhão; 0,50% em Tocantins; 2,7% no Piauí; e 2,7% na Bahia.
Estes resultados mostram a importância daqueles referentes ao ISUS que apontou ser perfeitamente possível e sustentável de um ponto de vista econômico, o cultivo de soja no MATOPIBA, sem avançar nessas áreas. Deixando livre a produção, acontecerá o que se constatou nos resultados encontrados para o último objetivo da pesquisa.
6. 1 Sugestões
Nessa perspectiva, pode ser aplicado o zoneamento agroecológico na região do MATOPIBA, cujo bioma é o Cerrado, que em razão de suas potencialidades é reconhecida como uma excelente alternativa para a implantação do agronegócio brasileiro da soja, constituindo suporte tanto para a descentralização nas áreas Centro-Oeste para o Norte e Nordeste, quanto para o crescimento das exportações dessa commodity. A aplicação do zoneamento agroecológico consiste na criação de mecanismos que orientam a elaboração da cadeia produtiva da soja. No caso da preservação do Cerrado e de evitar a substituição de áreas destinadas às culturas alimentares para o cultivo da soja, o zoneamento busca, com base técnico-científica, a sustentabilidade no âmbito social, econômico e ambiental, fornecendo elementos para a elaboração e a expansão da cultura da soja em bases mais sustentáveis.
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APÊNDICE - ANÁLISE FATORIAL: TESTES KMO E DE ESFERICIDADE
Resultados parciais MARANHÃO
Teste de Kaiser-Meyer-Olkin (KMO) = 0,646 Teste de Esfericidade de Bartlett
Qui-Quadrado = 101,90 Graus de Liberdade = 6 Significância = 0,000
TOCANTINS
Teste de Kaiser-Meyer-Olkin (KMO) = 0,550 Teste de Esfericidade de Bartlett
Qui-Quadrado = 161,97 Graus de Liberdade = 6 Significância = 0,000
PIAUÍ
Teste de Kaiser-Meyer-Olkin (KMO) = 0,595 Teste de Esfericidade de Bartlett
Qui-Quadrado = 124,91 Graus de Liberdade = 6 Significância = 0,000
BAHIA
Teste de Kaiser-Meyer-Olkin (KMO) = 0,624 Teste de Esfericidade de Bartlett
Qui-Quadrado = 66,84 Graus de Liberdade = 6
Significância = 0,000 MATOPIBA
Teste de Kaiser-Meyer-Olkin (KMO) = 0,521 Teste de Esfericidade de Bartlett
Qui-Quadrado = 119,74 Graus de Liberdade = 6 Significância = 0,000