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Karabuğday unu ikameli glutensiz ekmek özellikleri

4. ARAġTIRMA SONUÇLARI VE TARTIġMA

4.2. Araştırma Sonuçları

4.2.2. Karabuğday unu ikameli glutensiz ekmek özellikleri

DIHWDGDV SHOD SHUFHSomR LQWHUQD GRV LPSDFWRV LQGXV WULDLV GD FRUUHomR GH WDLV GHVHTXLOtEULRV FDPELDLV"

/XL] *RQ]DJD %HOOX]]R- São af et adas sim. A maior par- t e das dificuldades vem do f at o de que os americanos não querem abandonar seus privilégios e que os chine- ses t ambém t êm suas razões. O problema é o seguint e: qual é o mecanismo definanciament o dosGHÀFLWVe de abast eciment o de liquidez? Essas é que são as quest ões. Como isso é det erminado? Como é impedido que uma crise de balanço de pagament os leve a um aj ust ament o deflacionário? Nós j á assist imos a esse filme aqui várias vezes. Muit o bem, claro que devem exist ir regras gerais que impeçam, por exemplo, que um país aj a de maneira

7O conceit o deFDWFKLQJ XScompreende a capacidade de cent ros secundários

de absorver t écnicas e conheciment os gerados nos cent ros líderes, de f orma a permit ir que aqueles “ alcancem” os níveis de produt ividade dest es e, port ant o, reduzam o hiat o t ecnológico e de desenvolviment o econômico que os separa.

5Acordo de 1944, baseado na paridade ent re o ouro e o dólar americano, que

t eve como obj et ivo reger a polít ica econômica mundial.

67DUJHW IRUZDUGé uma operação em que a empresa apost a duas vezes na va-

lorização do real.

irresponsável quando se t em um período de crescimen- t o. É preciso f azer com que a polít icafiscal e monet á- ria f uncione adequadament e, mas ao mesmo t empo não aprisione os países assim. Essa f oi a preocupação das ref ormas de Bret t on Woods5, ent ão t emos que ret omar

esse f oco.

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SHWLWLYLGDGH p VHQVtYHO DR FkPELR SRGHP FDQFHODU HVVH ULVFR QR PHUFDGR GH LQVWUXPHQWRV GH KHGJH FDPELDO" $ SROtWLFD LQGXVWULDO YLD WD[DV GH MXURV GLIHUHQFLDGDV FRPR D 7-/3 IDFLOLWD RX GLÀFXOWD HVVH WLSR GH VROXomR GH PHUFDGR"

/XL] *RQ]DJD %HOOX]]R- O que percebi é que as indús- t rias agravaram inst rument os deKHGJHquando o câmbio est ava valorizando efizeramWDUJHW IRUZDUG6. Não acho

que sej a possível, pois o KHGJHvai ficando muit o caro. Isso represent a um cust o adicional para a empresa, a menos que esse KHGJH sej a f eit o com um f ort e auxílio do Banco Cent ral, mas isso não est á no horizont e. Se f osse possível, j á t eria ocorrido. Em relação à segunda pergunt a, acho que t odos os países que t iveram polít i- cas de indust rialização int encionais de FDWFKLQJ XS7fi-

zeram selet ividade no crédit o, inclusive os americanos. A polít ica indust rial não é f eit a só com t axas de j uros dif erenciadas ou selet ividade do crédit o. É necessário t er out ros inst rument os, como compras governament ais, assim como os americanos f azem. O governo americano reedit ou agora o Buy American. Vej o a polít ica de crédit o dif erenciado com t axas de j uros como um dos inst rumen- t os apenas, não sei se f acilit a. Facilit aria f azer polít ica indust rial, mas não pode se reduzir a isso.

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)*9 352-(726  (P OLQKDV JHUDLV TXDO D VXD RSLQLmR VREUH D SROtWLFD FDPELDO QR %UDVLO"

/XL] *RQ]DJD %HOOX]]R- Acho que ela f oi equivocada desde 1994. Primeiro adot amos uma t axa de câmbio semifixa, porque ela t inha um desalinhament o, mas que mant eve a t axa de câmbio desvalorizada, que nos levou à crise de 1998, 1999. Depois da desvalori- zação, t ivemos um moment o de depreciação muit o f ort e, sobret udo em 2002 por cont a da eleição. Na medida em que a sit uação f oi ficando mais clara de que não havia o risco polít ico de uma inversão muit o grave na polít ica econômica, o Brasil volt ou a uma sit uação de apreciação, e isso se deve muit o ao sucesso da inserção int ernacional do Brasil como export ador deFRPPRGLWLHV. O preço dasFRPPRGLWLHVaj udou a valorizar o real, e a polít ica do Banco Cent ral, no meu pont o de vist a, f oi muit o inadequada para impedir. Impedir a valorização seria perf eit ament e possível at ravés de uma polít ica de f echament o de câmbio no BC e de compras, f eit as de uma maneira acima dofluxo, e de operação nos mercados de derivat ivos, com posição de exigência de margens maiores, bem maiores para impedir que se ganhasse na expect at iva de valorização, que, aliás, t rouxe um prej uízo enorme às empresas quefizeram as operações de prot eção cont ra a desvalorização, que acabaram f azendo operações danosas. Em uma sit uação de rápida acumulação de reservas como a que nos encont rávamos, a polít ica cambial poderia t er sido conduzida sem t raumas, sem impact o inflacionário, sem que, na verdade, houves- se a necessidade de desvalorizações e valorizações abrupt as. Ent ão, acho que poderia t er sido uma polít ica de est abilização do câmbio em um nível razoável, com movimen- t os muit o menos acent uados. Isso não seria nenhuma heresia, isso é uma coisa que t odo mundo f az. O Brasilficou, na verdade, prisioneiro de um dogma que não f az sent ido, e a percepção maior é de que o Brasil t inhaflexibilidade, t inha inst rument os e t inha uma sit uação de reservas que permit iam a ele mant er o câmbio mais ou menos est abilizado.

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/XL] *RQ]DJD %HOOX]]R- Sim, mas se o problema não f or analisado em conj unt o, a quest ãofica f ragment ada. Será que o Brasil deve desvalorizar a moeda ou não? Se con- t inuarmos com esse não regime, com essa não coordenação, cert ament e os result ados não serão bons nem para os países nem para o conj unt o. O que se deve execut ar é uma polít ica de aut oprot eção, que eu chamaria de neomercant ilist a, que não é boa para o conj unt o e, além disso, não é possível que t odos os países queiram realizarVXSHUDYLWV, pois seria necessário que alguém realizasse umGHÀFLW. É um problema element ar. Se t odos os países querem e precisam t er VXSHUDYLWV, isso é negat ivo para o conj unt o. Precisam realizar VXSHUDYLWVcomerciais e, consequent ement e, encaminhar seus pro- blemas de desenvolviment o, o que é improvável e impossível.

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Graduado em engenharia civil pela Escola de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é mest re em economia mat emát ica pelo Inst it ut o Nacional de Mat emát ica Pura e Aplicada (IMPA) do Conselho Nacional de

Desenvolviment o Cient ífico e Tecnológico

(CNPq). Dout or pela Escola de Pós- Graduação em Economia da Fundação Get ulio Vargas (EPGE/ FGV) e PhD em economia pela Princet on Universit y, EUA. Na FGV, f oi prof essor da EPGE de 1986 a 1997, diret or do FGV-Business de 1992 a 1997, diret or-geral da EPGE de 1994 a 1997, e vice-president e da Fundação Get ulio Vargas de set embro de 1997 a agost o de 2000, quando assumiu a presidência. É membro de diversos conselhos empresariais.

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Carlos Ivan Simonsen Leal explica as razões de a Fundação Get ulio Vargas (FGV) incent ivar o debat e no ambient e acadêmico ent re pessoas com diferent es visões sobre o mesmo assunt o. No semi- nário “ Perspect ivas da Taxa de Câmbio 2010” , foram defendidas opiniões dist in- t as sobre o melhor caminho para o cres- ciment o da economia brasileira e, para o president e da FGV, essas cont ribuições co- laboram para o desenvolviment o do país.

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&DUORV ,YDQ 6LPRQVHQ /HDO H[SODLQV WKH UHDVRQV ZK\ )XQGDomR *HWXOLR 9DUJDV )*9 HQFRXUDJHV DFDGHPLF GHEDWH EH WZHHQ SHRSOH ZLWK GLIIHUHQW YLHZV RQ D JLYHQ VXEMHFW $W WKH VHPLQDU ´([FKDQJH 5DWH 3HUVSHFWLYHV µ GLIIHUHQW RSLQ LRQV RQ WKH EHVW SDWK IRU JURZWK RI WKH %UD]LOLDQ HFRQRP\ ZHUH SUHVHQWHG DQG DFFRUGLQJ WR WKH 3UHVLGHQW RI )*9 WKHVH FRQWULEXWLRQV KHOS WKH FRXQ WU\·V GHYHORSPHQW 34 | 35 C A D E R N O S F G V P R O J E T O S : P O L Í T I C A C A M B I A L B R A S I L E I R A

A Fundação Get ulio Vargas (FGV) f oi criada com a missão específica de incent ivar o desenvolviment o nacional. A discussão dos principais t emas em economia é uma das f ormas que a FGV escolheu para f azer isso desde a sua criação. Na hist ória brasileira, prat icament e desde sua independência, um dos grandes t emas f oi a f alt a de moeda f ort e, que t ornasse mais f ácil comercializar com o ext erior. Essa dificuldade marcou a t ônica dos nossos últ imos 100 anos, porque t oda vez que o país precisava import ar mais, sobret udo bens de capit ais, esbarrava numa rest rição orçament ária, não t inha dinheiro para comprar, f reava o processo de import ação, f reava o cresciment o, e isso result ava em um ciclo perverso. Por isso, os brasileiros sempre associaram a crise de balanço de pagament os à crise de cresciment o. No ent ant o, de f orma aleat ória, às vezes, uma pode ocorrer ant es da out ra.

Essa sempre f oi a nossa hist ória e hoj e vivemos um paradigma complet ament e dif erent e, primeiro porque o Brasil, pela primeira vez, ao invés de ser devedor líquido, é credor em t ermos de rendafixa, credor líquido do rest o do mundo. O seu passivo ext erno líquido hoj e é muit o compost o por invest iment o diret o, ou sej a, capit al de risco, o que alt era f undament alment e a sit uação do país. E mais ainda, o poderoso dólar não é mais t ão poderoso assim. O Brasil export a muit o, export a muit asFRPPRGL WLHV, export a semimanuf at urados e manuf at urados, export a aviões, há uma mudança muit o grande e, nesse moment o, uma discussão ressurge: qual o melhor caminho a ser t omado para f azer o país crescer mais? Surgem posições que posso caract erizar de f orma um pouco est ereot ipada. De um lado t emos aqueles que def endem a imediat a adoção de um equilíbriofiscal mais f ort e, para poder t er uma poupança int erna maior e disponibilizar esse dinheiro para invest iment o, dependendo exclusivament e do int er- no; e de out ro lado t emos aqueles que dizem que podemos crescer usando poupança ext erna t ambém.

Ambas as visões são def endidas por grupos de prof essores dif erent es dent ro da FGV, grupos que est ão simult aneament e no Rio de Janeiro e em São Paulo. Essas visões colaboraram e colaboram para o desenvolviment o do país. Nós t emos um grande orgulho dent ro da FGV, de t ermos um ambient e acadêmico que permit a o convívio de pessoas que t êm visões dist int as sobre o mesmo assunt o, discut indo, democrat icamen- t e, no mais alt o nível t écnico t emas de t amanha relevância.

Acredit o piament e que a economia é um t ema mais complexo do que const a nos livros-t ext o; creio que as soluções são boas dependendo da hist ória e do moment o. Uma solução que é boa em 1990 ou 2020 pode não ser boa dez anos depois, uma solução que é ruim hoj e pode se t ornar boa, conf orme a mudança de f at ores ext ernos ao país. Digamos que ocorra um apert o na liquidez int ernacional f ort íssimo, provocado pelo

aument o da crise do ano passado, ent ão novament e vamos t er que rever alguns con- ceit os. Vamos dizer ao cont rário: que ocorra excesso de capit ais e de recursos ext ernos de capit ais de risco para se invest ir no Brasil! Por que nós não vamos ut ilizar esses capit ais? Por que vamosficar recusando esses capit ais que muit as vezes vêm acom- panhados de H[SHUWLVH, de t ecnologia, que não são nem cont abilizados? Ent ão, t udo depende do moment o, mas a verdadeira art e é escolher para cada moment o, e o Brasil t em sido recent ement e muit o bem-sucedido para escolher a f errament a adequada para cada moment o.

Mas essa escolha não é simples, não é uma escolha que é possível f azer se não est iver preparado. E como nos preparamos? Just ament e com um t ipo de debat e aplicado, de peit o abert o, que é realizado cont inuament e na FGV. Uns vão t er umas posições, out ros t erão out ras e isso é muit o incent ivado pela própria est rut ura da FGV. Nós não queremos homogeneidade de pensament o, nós queremos j ust ament e o deba- t e, posições dif erent es. No meio acadêmico, uma inst it uição sem debat e é uma inst i- t uição f raca. Inf elizment e, no Brasil, ainda precisamos incent ivar mais isso. A FGV não f oment a qualquer debat e, ela promove o debat e t écnico. Quando os nossos t écnicos apresent am argument os de nat ureza dif erent e, t odos est ão aprendendo. No seminário “ Perspect ivas da Taxa de Câmbio 2010” , realizado em São Paulo, uma série de inf or- mações t écnicas f oi apresent ada por prof essores, escolhidos pela sua diversidade de pensament o, para poder levant ar, colocar a quest ão de um pont o de vist a bem f ormal. Quando discut imos um problema, é muit o f ácil sabermos no que est amos de acordo. É às vezes um pouco mais dif ícil est abelecer no que não est amos de acordo. Há aquelas coisas que est amos 100%em desacordo, mas há aquelas coisas t ambém que não sabemos se est amos em acordo ou desacordo, porque não nos aprof undamos suficien- t ement e no assunt o. A discussão sobre câmbio pode ser muit o emot iva e o import ant e é ent rar nos aspect os t écnicos, uma vez que em economia não exist e apenas o branco e o pret o. Geralment e vivemos dent ro de sit uações em que por f alt a de inf ormação não sabemos se elas são brancas, pret as ou cinzas, e t emos que aj udar o país a f azer escolhas de polít ica econômica.

Na apresent ação do seminário, o minist ro da Fazenda, Guido Mant ega, ilus- t re e hist órico prof essor da FGV, apresent ou a est rat égia que t em sido ext remament e bem-sucedida para o desenvolviment o do país. Seus argument os e os dos demais pro- f essores ali apresent ados est ão na int ernet à disposição do público, para que cresça o nível da discussão sobre um t ema t ão import ant e no Brasil e para que nós possamos f azer escolhas envolvendo um t ema t ão complexo, com a devida capacidade de encarar essa complexidade. 36 | 37 C A D E R N O S F G V P R O J E T O S : P O L Í T I C A C A M B I A L B R A S I L E I R A

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Graduado em administ ração de empresas e economia pela Fundação Get ulio Vargas (FGV), mest re em economia pela Michigan St at e Universit y (MSU) e PhD em economia pela St anf ord Universit y. É prof essor do Depart ament o de Economia da Escola de Administ ração de Empresas de São Paulo da Fundação Get ulio Vargas (EAESP/ FGV) desde 1966. Em 1983, f oi eleit o deput ado f ederal e, em 1988, f oi o vereador mais vot ado para a Câmara Municipal de São Paulo, que presidiu no período de 1989 a 1990. Eleit o senador da República em 1991, est á at ualment e em seu t erceiro mandat o no Senado.

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O senador Eduardo Suplicy f az uma aná- lise da polít ica cambial brasileira a part ir do cenário econômico do país nos últ imos 50 anos. Para o senador, uma t axa de j u- ros mais baixa que a prat icada at ualmen- t e pode se t ornar um incent ivo maior aos invest iment os e à demanda por bens e serviços, cont ribuindo para o crescimen- t o da economia. Suplicy t ambém def ende a aplicação de diversos inst rument os de polít ica econômica para at ender a an- seios da sociedade, como, por exemplo, o desenvolviment o econômico e social e a diminuição dos desequilíbrios regionais e pessoais de renda. A f orma de adminis- t rar a t axa de câmbio, na visão do sena- dor, est á relacionada à combinação des- ses inst rument os. Porfim, Suplicy most ra que o Brasil vive uma perspect iva de cres- ciment o para o rest ant e de 2010 e 2011 e de melhoria da dist ribuição de renda, embora ainda sej amos um dos países com o maior grau de desigualdade econômica e social.

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Considerei o seminário “ Perspect ivas da Taxa de Câmbio 2010” excelent e, uma con- t ribuição muit o posit iva para t odos que querem acompanhar e aprender mais sobre a complexidade que é a polít ica cambial no Brasil e seus ef eit os. Empenhei-me para assist ir, porque percebi que ia ser um encont ro que, para mim, seria ót imo part icipar. Sou prof essor de economia e t enho a minha t ese de dout orado def endida, em 1973, na Michigan St at e Universit y, sobre os ef eit os das minidesvalorizações da t axa de câmbio no Brasil.

Achei int eressant e que a maioria dos part icipant es, especialment e economist as que são de out ros part idos que não o do governo do president e Lula, como o prof essor Bresser-Pereira, que j á f oi minist ro da Fazenda do governo Sarney, e o Yoshiaki Nakano, que j á f oi secret ário da Fazenda do governador Mario Covas, manif est ou grande res- peit o e elogiou a condução da polít ica econômica e da polít ica cambial do president e Lula e do minist ro Guido Mant ega. Ambos assinalaram a coragem do minist ro Guido Mant ega quando inst it uiu, no ano passado, um aument o de alíquot a da Cont ribuição Provisória sobre Moviment ação Financeira (CPMF) para t ransações int ernacionais, para invest iment o de recurso est rangeiro aqui no Brasil da ordem de 0, 2%, e mencionaram que f oi um at o de coragem numa direção posit iva. Robert o Giannet t i, diret or de rela- ções int ernacionais e comércio ext erior da Federação das Indúst rias do Est ado de São Paulo (Fiesp), f ez uma apreciação bast ant e posit iva da polít ica econômica do minist ro da Fazenda e da condução do governo Lula.

Hoj e a polít ica cambial brasileira t em t ido um comport ament o que decorre da experiência ocorrida nos últ imos 50 anos, porque o Brasil viveu inúmeras f ases de polít icas cambiais. Fases em que se t inham múlt iplas t axas de câmbiofixas, sendo uma

Benzer Belgeler