KURÂN-I KERİM’DEKİ KISSALARIN HEDEF VE MAKSATLAR
H. Âdem (as) kıssası dışında kıssalarda ortaya çıkan bazı hedefler:
2. Kıssaların hedefi, bütün semavi dinlerin bütün insanları bir asla çağırdığını,
Tabela 4 – Opinião dos discentes em estudo quanto às dificuldades nos campos de estágio em aplicar o PE. Natal/RN, 2011.
Dificuldades nos campos de estágio em aplicar o PE
N %
Relacionar a teoria com a prática 4 8,30%
Não implementação do PE nos
campos de prática 15 31,30%
Falta de estímulo e cobrança pela instituição de ensino (na pessoa no professor coordenador do estágio) em aplicação do processo de enfermagem nos campos de prática
4 8,30%
Resistência dos enfermeiros dos campos em aplicar o processo de enfermagem
8 16,70%
Sobrecarga de trabalho dos enfermeiros com prioridade para atividades burocráticas e gerenciais
15 31,30%
Descrença dos enfermeiros na operacionalização do processo de enfermagem
2 4,10%
TOTAL 48 100%
Na Tabela 4 observou-se que as dificuldades nos campos de estágio, em aplicar o PE, mais relatadas pelos discentes foram a não implementação do PE nos campos de prática apontadas por 15 (31,30%) discentes; a sobrecarga de trabalho dos enfermeiros, com prioridade para atividades burocráticas e gerenciais por 15 (31,30%) discentes; seguido de resistência dos enfermeiros dos campos em aplicar o PE relatada por 8 (16,70%) discentes.
A problemática da não implementação de ações sistematizadas através do PE é presente em muitas instituições de saúde na contemporaneidade. Castilho, Ribeiro e Chirelli (2009) enfatizam a questão de que o processo de implementação da sistematização das ações de enfermagem depende substancialmente do
reconhecimento de sua importância e compromisso institucional em contribuir nesse processo. A gestão participativa ou co-gestão, em que é estimulado o envolvimento de toda a equipe na elaboração e aplicação de uma metodologia de assistência sistematizada, é uma forma de enfrentamento dos desafios da não implementação dessa metodologia na realidade prática. A adoção de um modelo de co-gestão gera mudanças significativas dos atores envolvidos e transformação de práticas em busca de qualidade no processo de cuidado em saúde alicerçados nos princípios e diretrizes do SUS, principalmente no que se refere a integralidade.
Rossi e Casagrande (2008) compartilham com Castilho, Ribeiro e Chirelli (2009), quanto ao envolvimento das instituições de saúde, onde os objetivos dos serviços nem sempre estão focados na realização da real assistência de enfermagem. Procuram atingir metas e valorizam mais os registros do PE do que sua efetiva implementação.
5.3.4.1 Aspectos da não implementação do processo de enfermagem
Os discentes relataram o aspecto da não implantação do PE nos campos de prática, em suas respostas sobre as estratégias que as universidades e os campos de estágio poderiam adotar para facilitar a apreensão e aplicação do PE na realidade da prática. No intuito de ilustrar e reforçar os dados apresentados na Tabela 4, seguem partes de citações dos sujeitos da pesquisa dessa categoria:
[...] Não há a oportunidade de vermos na prática o PE sendo registrado e considerado [...] (D4).
[...] A dificuldade maior em aplicar o processo de enfermagem está no fato das instituições de saúde não o utilizarem [...] (D12).
[...] ao ponto do processo existir apenas mentalmente e sem a sistematização correta[...] (D2).
[...] As instituições deveriam fornecer subsídios para que seja possível a implantação do processo de forma eficaz, sem dificultar sua operacionalização e o andamento das demais atividades do enfermeiro no serviço [..]( D9).
A não implementação do PE nas instituições de saúde é fato, e está refletido na realidade prática das instituições de saúde do Município de Natal. Realidade preocupante em função da necessidade urgente da enfermagem se organizar com métodos científicos e metodologias de sistematização direcionadas para o cuidado, na realização das práticas, deixando de usar só o conhecimento empírico e um
planejamento, muitas vezes, mais focados nas necessidades do profissional do que nas dos usuários e com as metas mais direcionadas para a resolução de problemas da instituição que dos problemas reais de saúde de seus clientes.
A visão dos discentes que a sobrecarga de trabalho dos enfermeiros faz com que os últimos não implementem o PE nas instituições de saúde, tornando-os resistentes e levando-os a não perceber a importância de sistematização dos cuidados. Fato que incita reflexão sobre a necessidade de discussões nos campos de prática junto aos gestores, coordenadores e equipe de enfermagem pra contribuir na luta por melhorias de trabalho e consequentemente da assistência.
Segue alguns fragmentos das respostas dos discentes sobre as estratégias que as universidades e os campos de estágio poderiam adotar para facilitar a apreensão e aplicação do PE na realidade da prática, para reforçar a questão da sobrecarga de trabalho e resistência dos enfermeiros da prática, em implementar o PE. Pode-se perceber isso nas falas abaixo:
[...] além disso, a carga de trabalho destes profissionais é tão intensa, que pensar em executar o PE parece ser mais um afazer e sobrecarga de tarefas do que simplesmente realizar, de fato, o trabalho do enfermeiro[...] (D10).
[...], os enfermeiros resistem em não realizá-lo, pois estão sobrecarregados com atividades administrativas[...] (D12)
[...] o que pude ver enquanto estudante é que muitos Enfermeiros negligenciam a existência desses processos, por acreditarem que não é funcional, e acabam por tornar os alunos desacreditados a lutarem por um modelo cujo papel é exclusivamente do Enfermeiro, viciando muitas vezes os alunos a acreditarem em um modelo hospitalocêntrico, de forma submissa e dependente aos atos médicos, esquecendo que o papel da Enfermagem vai além de tudo isso[...] (D35).
[...] o problema a meu ver é a sobrecarga do profissional de enfermagem[...] (D21).
Com o acúmulo de funções do enfermeiro e consequente desvios de suas reais atribuições, vem a resistência em implementar o PE. Essa é a postura que é tomada por muitos enfermeiros assistenciais. Aspecto este que para Andrade e Vieira (2005) gera conflito de papéis nos profissionais, entre a legítima função de prestar a assistência e as reais cobranças das instituições de saúde que favorecem o afastamento dos enfermeiros das ações cuidativas, incumbindo-lhes muitas vezes ações burocráticas.
Essa resistência dos profissionais pode ser explicada, como ressaltam Rosi e Casagrande (2009) e Chaves (2009), por falta de preparo devido lacunas na formação, falta de tempo e sobrecarga de trabalho por número insuficiente de profissionais.
Chaves (2009) aponta ainda que a implementação da sistematização da assistência de enfermagem tem sido realizada, nem que seja de forma incompleta. Muitas vezes pelo fato de ser exigido por lei, o PE torna-se mais uma obrigação e não é entendida por muitos profissionais como prática indispensável no auxílio da tomada de decisão para resolução dos problemas dos indivíduos, família e sociedade.
Carvalho et. al. (2007), Silva, Meneghete e Fontana (2010), Andrade e Vieira (2005) abordam essa questão como uma das dificuldades de utilização do PE no cenário da prática assistencial. E apontam para a necessidade dos gestores promoverem o desenvolvimento de suas forças de trabalho para que as práticas sejam revista e transformadas.
Com o entendimento e envolvimento das instituições com a implementação do PE, espera-se que a questão recursos humanos seja também uma preocupação, tendo em vista que a sobrecarga de trabalho é algo muito debatido em estudos e nos contextos de prática, também foi destacado pelos discentes nesse estudo.
5.4 Estratégias da academia e dos serviços de saúde para facilitar a apreensão e