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Ölçüt 7. Altyapı

7.4. Kütüphane

Para avaliação da concentração de cocaína e de metanfetamina foram selecionados vários estudos recentes (2010-2014) que permitiram realizar uma análise crítica da situação em algumas cidades Europeias.

Referência País Concentração de metanfetaminas (mg/dia/1000 habitantes) Concentração de cocaína (mg/dia/ 1000 habitantes)

Lopes et al., 2014 Portugal (Lisboa)

Não foi investigada 382 Mackulak et al., 2014 Eslováquia (9

cidades)

146 34

Andrés-Costa et al., 2014 Espanha (Valência)

Não foi investigado 1270 Damien et al., 2014 Martinica e

Caribe

Não foi investigado 429-3168

Vuori et al., 2014 Finlândia 0.87-47.5 0.05-6.82

Yargeau et al., 2014 Canada

(2 cidades) 54

1570 Van Nuijs et al., 2011 Bélgica

(Bruxelas)

2 519

Klos et al., 2013 Polónia (Poznan)

0.53 Não foi investigado Karolak et al., 2010 França

(Paris)

Não foi investigado 10.9-127.3

Através da tabela 5 verifica-se que ao comparar as concentrações obtidas de cocaína e de metanfetamina, a cocaína apesar de ser mais antiga, ainda apresenta um grande consumo, em destaque nas cidades ocidentais e em algumas cidades do sul da Europa. A cocaína é uma das drogas estimulantes mais consumida a nível Europeu (14.1 milhões de adultos) e as anfetaminas (11.4 milhões de adultos) (EMCDDA, 2014b).

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A metanfetamina é uma substância de abuso que é pouco consumida em Portugal, deste modo não tem apresentado relevância nos estudos realizados neste país.

No National Report 2012 que retrata o consumo de diferentes substâncias de abuso em Portugal, a cocaína foi considerada a terceira substância mais consumida nos anos de 2001 (0.9%) e 2007 (1.9%). No entanto, em 2012 passou a ocupar a quarta posição (1.2%), tendo sido substituída pelo ectasy. Saliente-se que, mais uma vez, a metanfetamina não está em destaque, pelas razões atrás apontadas (IDT, 2013).

Em todos os estudos verificou-se que o aumento de cocaína era mais visível durante o fim-de-semana, festivais musicais, natal e as férias da páscoa, o que prova que o consumo de cocaína está relacionado com a utilização num contexto recreativo (EMCDDA, 2014b; van Nuijs, Castiglioni, et al., 2011).

Segundo o Relatório Europeu de Drogas de 2014, foram publicados os resultados de um estudo sobre a pesquisa de metanfetamina a nível Europeu, ver figura 20. Verificou-se que o consumo da metanfetamina tem sido mais elevado em países como a República Checa e a Eslováquia. Conforme se pode verificar na tabela 5, a Eslováquia apresenta um aumento crescente do consumo de metanfetamina e é um dos únicos Países que apresenta uma concentração diária superior à cocaína.

Figura 20: Metanfetamina presente nas águas residuais nas cidades Europeias em 2013.Fonte: EMCDDA,

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É de esperar que se observe na República Checa um maior número de consumidores, visto que é dos países da Europa que apresenta mais “laboratórios clandestinos” (EMCDDA, 2014a, 2014b; UNODC, 2014b).

Em 2010 foi criado um grupo (Sewage Analysis CORe group Europe- SCORE), constituído por técnicos altamente especializados, oriundos de vários países europeus incluindo Portugal, tendo como objetivo pesquisar o consumo de substâncias ilícitas através da análise em águas residuais. Este grupo organiza campanhas de monitorização, durante uma semana, e daí resultam relatórios que permitem avaliar, comparar e concluir os consumos (“Sewage Analysis Core group Europe” 2013).

Em suma, a cocaína continua a ser a segunda substância ilícita mais consumida em todo o mundo, seguida da canábis. A metanfetamina não apresenta grande impacto nos países da Europa, exceto na Eslováquia e na República Checa, cujos valores de consumo se encontram muito elevado.

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3. Conclusão

A pesquisa das quantidades e tipo de substâncias psicoativas em águas residuais, tem vindo a ganhar cada vez mais relevância. A monitorização é realizada no afluente bruto das ETAR. Cada ETAR tem associada uma bacia de drenagem o que possibilita determinar o número de habitantes, através da população de cada zona, ou através dos parâmetros da gestão operacional, tais como: caudal, concentrações em azoto, em CBO, em fósforo e em CQO. A recolha nas ETAR também possibilita o controlo das amostras de forma segura. Por outro lado, não coloca em causa os princípios éticos, uma vez que garante um pleno anonimato.

A recolha das amostras é considerada uma etapa fundamental porque podem interferir vários fatores como: a estabilidade das substâncias psicoativas, e/ou a dos metabolitos nas águas residuais. Nesta perspetiva, torna-se imperativo caraterizar o local onde é feita a recolha, quando é feita a recolha (por exemplo: devem ser evitadas épocas de grande pluviosidade porque estas podem contribuir para a diluição das concentrações dos analitos), a conservação da amostra (temperatura e/ou acidificação) entre outros fatores.

Para análise das substâncias psicoativas e seus metabolitos, é necessário efetuar na amostra, um pré-tratamento. Este consiste na extração em fase sólida, pois a matriz das águas residuais é muito complexa o que vai interferir com a sensibilidade e reprodutibilidade do método de deteção. Relativamente à seleção do método de deteção das amostras não há consenso, no entanto, o método mais utilizado é a cromatografia líquida acoplada à espetrometria tandem (MS/MS).

O cálculo das concentrações, bem como das doses consumidas, requer vários parâmetros para o seu cálculo, tais como o caudal da ETAR, o número de habitantes e os fatores de estabilidade. Nos cálculos, também deve ser considerado o grau de pureza da droga, porque pode dar origem a falsos resultados, nomeadamente na estimativa do número de utilizadores. A pureza da metanfetamina e da cocaína, geralmente, não ultrapassa os 50%.

Através dos Relatórios Europeus e dos diversos estudos efetuados às águas residuais, conclui-se que na Europa a cocaína é a droga mais consumida, comparativamente com a

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metanfetamina. Contudo, nalguns países europeus de leste, verifica-se que a procura e consumo da metanfetamina está a aumentar e a ser preferida em relação à cocaína. Em Portugal o seu consumo é pouco expressivo.

Em suma, este tipo de estudos de curta duração, permitem caraterizar epidemiologicamente o consumo de substâncias psicoativas, através de um processo pouco comum que são as águas residuais. Através destas, é possível obter muita informação epidemiológica relevante, praticamente em tempo real, sobre os perfis de consumos, as quantidades e o tipo de droga utilizadas pelas populações, bem como apoiar na investigação do tráfico de droga.

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