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Küfür, fısk ve isyana karşı tiksinme hissi iyice belirir

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ÇİRKİNLİĞİNİN MÜMİNLERE GÖSTERİLMESİ

3- Küfür, fısk ve isyana karşı tiksinme hissi iyice belirir

Para entender o que é volume de serviço, é necessário conhecer a definição de nível de serviço. O nível de serviço é uma medida da qualidade das condições operacionais na rodovia, que procura refletir a percepção dos usuários em função de diversos fatores, tais como: velocidade e tempo de viagem, liberdade de manobras, interrupções do tráfego, segurança, conforto e conveniência. Um mesmo nível de serviço é mantido até que um volume máximo, denominado volume de serviço, seja atingido (DEMARCHI, 2000).

No cálculo dos volumes de serviço utilizou-se o software HCS2000 (Highway

Capacity Software), versão executada em plataforma Windows, que implementa todos

os novos procedimentos definidos pelo HCM 2000. O uso do HCS2000 deve -se ao fato de que nessa nova versão do HCM a determinação dos volumes de serviço só pode ser realizada de maneira iterativa por tentativa e erro, sendo tal atividade facilitada pela

utilização do software. Visto que todos os postos analisados localizavam-se em rodovias de pista simples, utilizou-se neste trabalho somente o módulo HCS-TwoLane.

Na metodologia de nível de serviço do HCM para rodovias de pista simples, dois parâmetros mensuráveis, também denominados medidas de desempenho, descrevem as expectativas dos usuários em relação à qualidade operacional:

• A Velocidade Média de Viagem: reflete a mobilidade da rodovia de pista simples. É o comprimento do trecho da rodovia dividido pelo tempo médio de viagem para todos os veículos cruzarem o segmento em ambas as direções durante um determinado intervalo.

• Percentual do Tempo Trafegando em Pelotão: representa a liberdade de manobra, conforto e comodidade da viagem. É uma média da porcentagem do tempo de viagem na qual os veículos se deslocam em pelotões atrás de veículos lentos, devido à impossibilidade de ultrapassagem.

Entretanto, a escolha do uso de uma das duas medidas de desempenho como critério para a classificação do nível de serviço depende das características da rodovia de pista simples, categorizadas em duas classes:

• Classe I – rodovias nas quais os motoristas esperam viajar a velocidades relativamente altas, incluindo vias intermunicipais principais, arteriais primárias e vias com viagens pendulares diárias.

• Classe II – neste tipo de rodovia os motoristas não esperam necessariamente viajar a velocidades altas, e inclui vias de acesso e recreacionais que não são arteriais.

Mas o principal determinante na classificação da rodovia é a análise operacional das expectativas dos motoristas, que poderia não concordar com a classificação funcional. Sendo assim, todas as rodovias estaduais do Ceará podem ser classificadas como do tipo Classe I, visto que nessas rodovias o que mais importa ao motorista é o deslocamento em altas velocidades. Pela Tabela 3.2 observam-se as medidas de

desempenho consideradas para as rodovias de Classe I, bem como os limites máximos das medidas de desempenho em cada nível de serviço.

Tabela 3.2: Níveis de Serviço para Rodovias de Pista Simples – Classe I

NÍVEL DE SERVIÇO PORCENTAGEM DO TEMPO TRAFEGANDO EM PELOTÃO (%) VELOCIDADE MÉDIA DE VIAGEM (KM/H) A < 35 > 90 B > 35 – 50 > 80 – 90 C > 50 – 65 > 70 – 80 D > 65 – 80 > 60 – 70 E > 80 < 60 Fonte: TRB (2000)

O método do HCM para a análise de nível de serviço de segmentos de rodovias de pista simples segue basicamente os procedimentos ilustrados na Figura 3.6, e requer os seguintes dados de entrada:

Figura 3.6 Procedimento para Determinação do Nível de Serviço de Rodovias de Pista Simples (TRB, 2000)

• relevo do terreno em que se localiza o trecho da rodovia, classificado em plano ou ondulado;

• características geométricas da via (largura das faixas, largura dos acostamentos, percentual de zonas proibitivas de ultrapassagem e número de pontos de acesso);

• características do tráfego (volume horário, distribuição direcional, porcentagem de veículos pesados e fator de hora pico).

É necessário adotar valores padrões (condições ideais), pois seria praticamente impossível estabelecer diferentes relações entre fluxo e velocidade e porcentagem de tempo de tráfego em pelotão para cada cenário, caso fossem considerados diferentes fatores, tais como composições de tráfego, número de faixas, inclinações e comprimentos de greides, número de pontos de acesso, entre outros. Portanto, é mais razoável ajustar as condições reais para as condições ideais pela utilização de fatores de ajuste, que são tabelados para todas as condições observadas nas rodovias. As condições ideais para rodovias de pista simples são:

• largura mínima das faixas de tráfego de 3,6 m;

• largura mínima do acostamento (ou distância da borda externa da pista até um obstáculo lateral) de 1,8 m;

• inexistência de pontos de acesso na rodovia, tais como interseções em nível, pontos de entrada e de saída de veículos nas laterais da pista; • inexistência de trechos de ultrapassagem proibida;

• tráfego composto apenas de automóveis, ou carros de passeio (cp); • inexistência de impedimento ao movimento dos veículos, tais como

elementos de controle de tráfego (semáforos, placas de sinalização) ou conversões, e

• relevo plano, sem rampas maiores que 2%.

• calcula -se a velocidade de fluxo livre para o trecho da rodovia a partir de medições de campo ou estima-se esse valor indiretamente corrigindo por meio de fatores de ajustes que influenciam na velocidade (largura de faixa e de acostamento e número de postos de acesso).

• o volume de tráfego é convertido em volume equivalente de veículos de passeio, para os 15 minutos do período de pico, e considerando a presença de veículos pesa dos e o tipo de relevo existente no segmento. • a partir desse volume ajustado, calculam-se as medidas de desempenho e

determina-se o nível de serviço em que opera o trecho rodoviário.

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