3.3. Konu Bakımından Ayrımcılık Alanları
3.3.2. Irk ve Etnik Ayrımcılığı
Neste item focaremos a apresentação do gênero news e a esfera de produção jornalística. Primeiramente exporemos o que é news e, a partir disso, justificaremos o uso dessa designação para o material coletado para análise. Posteriormente escreveremos a respeito da esfera jornalística, uma vez que o gênero está impregnado de valores da atividade humana em que é realizado.
Para Hicks Wynford (2008), no livro inglês Writing for journalists19, em capítulo intitulado Writing News, uma matéria é designada como news quando se trata
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A obra inglesa Writing for journalists é dividida em seis capítulos, sendo que: o primeiro capítulo “Introduction” é uma introdução geral para o livro como um todo; o segundo “Writing news‖ aborda a escrita de news; o terceiro ―Writing features‖ explica sobre a escrita de features; o quarto “Writing
reviews” incide sobre a escrita de reviews; o quinto capítulo “Writing online” é relativo às características
de um texto sobre um fato novo e interessante. Tendo isso em vista, poderíamos pensar que news equivale à notícia. No entanto, tal paralelo não pode ser tão facilmente estabelecido. Na continuidade de sua explicação, Wynford discorre sobre as expressões
news story e news angle.
O autor britânico explica que o uso da expressão news story “enfatiza uma construção, algo criado para o interesse do leitor (em vez de uma versão „objetiva‟ não estruturada dos fatos)” (2008, p. 11, tradução nossa20, grifo do autor). Podemos notar com isso que news story pode ser tanto uma reportagem quanto uma notícia, uma vez que ambas partem de um fato e são estruturadas de maneira específica.
A complexidade do sentido veiculado pelo termo news aumenta ainda mais na explicação dada para a expressão news angle. “Essencialmente, uma news angle parte da interpretação dos repórteres sobre os eventos, a qual eles convidam o leitor a compartilhar” (Hicks, 2008, p. 11, tradução nossa21
).
Levando em consideração o que foi apresentado até aqui, percebemos que news pode se referir a diversos textos jornalísticos como artigos de opinião, reportagens, análises, notícias e outros, que têm no fato recente a sua mola propulsora. É possível também definir o que não é news, caso dos features e reviews.
De acordo com Sally Adams (2008, p. 45, tradução nossa22), o termo features é usado para designar “desde uma entrevista com uma celebridade a uma carta do leitor, um anúncio, um texto sobre carros ou produtos de informática, um obituário”. A autora também explica que, por não serem news, os textos features podem envolver fofocas, especialistas excêntricos, guias inspiradores, entre outros.
As reviews, por sua vez, são conhecidas como resenhas, ou seja, são, segundo Harriett Gilbert (2008), textos que descrevem e expressam opiniões sobre livros, filmes, hoteis etc.
A adoção de news para designar o gênero discursivo por nós analisado justifica- se pela produção, circulação e recepção dos textos selecionados que, por estarem inseridos no contexto inglês, inserem-se na concepção de news que apresentamos. Sendo sua forma e seu conteúdo condizentes com tal concepção, coube a nós usá-la e, a partir dela, orientarmos nossos estudos. Observamos que, pelo mesmo motivo, nos
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emphasises that it is a construct, something crafted to interest a reader (rather than an unstructured
‗objective‘ version of the facts) (HICKS, 2008, p. 11). 21
Essentially, a news angle comes from the reporters‘ interpretation of events – which they invite the
reader to share.(HICKS, 2008, p. 11.
22… from a celebrity interview to an agony column, a product round-up to an obit (…) (ADAMS, 2008,
trechos citados de obras em língua inglesa sobre o jornalismo e sobre a BBC que continham a palavra news, nenhuma tradução foi empregada para substituí-la.
Delimitado o conceito de news, passamos à esfera em que circula.
Para David Berry (2008), o aparecimento dos jornais deu-se com o desenvolvimento de extensões de outras formas de comunicação, tal como a news que era trocada oralmente. Mas, segundo Burns (2002), o emprego da palavra news para fazer referência ao que jornalistas escrevem ocorre há pelo menos 500 anos e foi utilizada antes de os jornais aparecerem. Sobre este assunto, Berry (2008, p. 5-6, tradução nossa23) explica que “embora o interesse humano em news esteja subjacente à atual atividade jornalística, ele também esteve subjacente à atividade de mediadores que não eram jornalistas no passado, como cronistas de eventos e mais comumente povos que viajavam entre diferentes lugares”. O estudioso prossegue dizendo que as pessoas têm a necessidade de produzir news e continuam a fazê-lo em relação à sua vida pessoal, à de seus familiares e ao trabalho. Esse sistema social de compartilhamento, em que a comunidade articula a informação oralmente, é por ele referido como "cultura oral".
Berry (2008) afirma que historicamente as culturas orais para a solidificação da tradição, dos costumes e narrativas utilizavam-se da memória (como o Dialógo Socrático na Grécia Antiga). Para ele, as raízes de nosso jornalismo se alicerçam neste método e, antes do advento da impressão, a cultura era puramente oral e, posteriormente, a cultura oral continuou a existir, porém de forma diluída.
Em sua origem, o jornalismo não era a criança da imprensa. O germe dele é encontrado nas cartas circulares enviadas após Agincourt e outras batalhas medievais, e a profissão de escritor de "cartas de news" ou "de inteligência" remonta ao estabelecimento de serviços postais regulares. Muito antes disso, no entanto, os estadistas achavam necessário ter uma fonte constante de news. Nos dias da rainha Elizabeth, Robert Devereux, conde de Essex, fundou uma equipe de funcionários a fim de munir-se de news. Seu estabelecimento para esta finalidade disputava com o do próprio governo. Seus funcionários Anthony Bacon, Sir Henry Wotton, Cuffe, Reynolds e Temple, lhes forneceram abundantemente informações, as quais foram uma das fontes de seu poder. Porém, eles não eram jornalistas que escreviam para o público,
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Although human interest in news underpins current journalistic activity, it has underpinned the activity
of other non journalistic mediator in the past, such as chroniclers of events and more commonly peoples travelling between places (BERRY, 2008, p. 5-6).
eles eram simplesmente funcionários de um grande nobre (...) (WILLIANS, 1907, p.21, tradução nossa24, grifos do autor).
Levando em consideração o que apresentamos até aqui, notamos que a esfera jornalística está intimamente ligada com a retenção e provisão de news. Já para Conboy, nos dias atuais, o jornalismo é
o trabalho e revisão de uma combinação de informações, novidades e entretenimento (...). É formado por uma combinação de elementos que devem ser negociados, em uma base regular, como aceitável para um público que é comercialmente viável. Em qualquer história do jornalismo é importante banir qualquer pensamento de uma agenda pré-determinada para sua evolução. Houve mudanças significativas (...). Por exemplo, ele passou de troca privada de informações para o consumo público de informação, bem como de uma operação clandestina para uma atividade oficialmente sancionada. Ainda, ele atingiu seu reconhecimento oficial ao mesmo tempo em que aceitou um conjunto de restrições internas para se munir contra as ameaças de censura externa mais antigas. De panfletos e boletins informativos para a Internet e news 24 horas na televisão digital, o jornalismo evoluiu sempre de forma pragmática, de acordo com as determinações sociais e tecnológicas, adaptando-se e sobrevivendo, mudou, mas não necessariamente melhorou. (2004, p. 3, tradução nossa25).
Pela citação anterior, podemos perceber como o gênero news e a esfera jornalística se alteraram em decorrência das mudanças sociais e tecnológicas. Essas transformações fizeram com que a atividade humana jornalística se impregnasse de valores que assegurassem sua credibilidade e, com isso, o seu espaço social.
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In its origin, journalism was not the child of the printing press. The germ of it is to be found in the circular letters sent round after Agincourt and other medieval battles; and the profession of a writer of ―letters of news‖ or ―of intelligence‖ dates from the establishment of regular postal services.
Long before this, however, statesmen had found it necessary to have a constant supply of news. In the days of queen Elizabeth, Robert Devereux, earl of Essex, founded a staff of clerks in order to provide himself with news. His establishment for this purpose vied with that of the government itself. His clerks, Anthony Bacon, Sir Henry Wotton, Cuffe, Reynolds and Temple, so plentifully supplied him with intelligence that they were one of the sources of his power. But these were not journalists writing for the public; they were simply retainers of a great noble (…). (WILLIANS, 1907, p.21)
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Journalism is the working and revision of a combination of novelty, information and entertainment (…). It is formed by a combination of elements which must be negotiated, on a regular basis, as
acceptable to a readership which is commercially viable. In any history of journalism it is important to banish any thought of a predetermined agenda to its evolution. There have been significant shifts (…). For instance, it has moved from private exchange of intelligence to the public consumption of information, as well as from clandestine operation to an officially sanctioned activity. Yet it has achieved its official recognition at the same pace as it has accepted an internal set of restraints to set against the older external threats of censorship. From pamphlets and newsletters to the internet and twenty-four- hour digital television news, journalism has always evolved pragmatically, according to social and technological determinants, adapting to them and surviving, changed but not necessarily improved
Sua credibilidade decorre de um conjunto de valores que são construções das indústrias de mídia, assim como são seu estilo, gênero e forma. As reivindicações de valores que garantam a imparcialidade, objetividade e, não menos importante, a veracidade pela mídia, de alguma forma, parecem ser auto-evidentes e naturais, mas elas são, é claro, historica e culturalmente construídas. Elas são determinadas pelas exigências sociais e culturais de um dado momento, pela tecnologia e pelas instituições a que servem. No século XVIII, qualquer proposição acerca das virtudes de objetividade teria sido considerada como bastante perversa por jornalistas e seus leitores. Escritores como Addison, Steele, Johnson, Swift e os irmãos menos conhecidos do Grub Street foram lidos justamente por seus pontos de vista e opiniões. Objetividade foi uma invenção da imprensa do século XIX, um dos instrumentos de uma classe média emergente que estava impacientemente se esforçando, assim como haviam feito na esfera econômica, para tomar o que considerava como seu lugar de direito no domínio público. Objetividade e imparcialidade serviram para estampar a news com uma visão de mundo que era determinista, burguesa e enquadrada por limites claramente definidos (HALL, 2001, p.41, tradução nossa26).
Os valores de imparcialidade, objetividade e veracidade – construtos sociais, culturais e históricos do século XIX – adotados pela esfera jornalística também são compartilhados pela British Broadcasting Corporation até os dias de hoje, conforme discorremos no próximo capítulo. A adoção de tais valores implica na forma, estilo e conteúdo do gênero news e revela o posicionamento ideológico da corporação.
Após termos apresentado uma visão mais geral sobre o jornalismo e seus valores, podemos dissertar sobre o jornalismo online e suas características.
De acordo com Jim Hall (2001), as raízes do jornalismo online podem ser traçadas a partir de uma news escrita para o Washington Post, no dia 15 de julho de 1990, pelo então senador americano Al Gore. Nesta news ele abordava a necessidade de uma grande rede nacional de informações que permitiria a circulação de uma vasta quantidade de informação que estava paralisada.
26Its credibility derives from a set of values which are as much constructs of the media industries as are
genre, style and form. The claims of the news media to values that guarantee impartiality, objectivity and, not least, veracity appears to be somehow self-evident and natural but they are, of course, both historical and cultural. They are determined by the social and cultural demands of the moment, by technology, and by the institutions they serve. In the eighteenth century any proposal of the virtues of objectivity would have been regarded as quite perverse by journalists and their readers. Writers such as Addison, Steele, Johnson, Swift and less well-known brethren in Grub Street were read precisely for their views and opinions. Objectivity was an invention of the nineteenth-century press; one of the instruments of an emerging middle class which was flexing muscles that had already been proven in the economic sphere and impatient to take what it considered to be rightful place in the public domain. Objectivity and impartiality were to stamp the news with a view of the world that was deterministic, bourgeouis and limited to a very clearly defined set of boundaries (HALL, 2001, p.41).
Em doze meses após o insight de Gore, novos sites de mídia apareceram, primeiro na América do Norte a partir de organizações como a CNN e a Chicago Tribune, mas rapidamente se expandiram através de sites de todo o mundo. Até o final de 1992, 150 jornais na América do Norte ofereciam versões completas de suas edições impressas através de provedores de internet, como Nexis. Em janeiro de 1993, o primeiro web browser gráfico, Mosaic, foi lançado. O lançamento foi um momento de definição. Antes de Mosaic, a internet tinha que ser navegada por um complicado sistema de linhas chave de comando que efetivamente excluía todos, exceto os profissionais da computação e entusiastas. O navegador gráfico trouxe a navegação „aponte e clique‟ para Internet. Ele foi seguido por mecanismos de busca na web (os primeiros foram chamados Spiders), permitindo aos usuários pesquisar na web, agora em rápido crescimento, arquivos que continham palavras-chave e frases.
No início de 1994, a maioria dos usuários da web eram acadêmicos e entusiastas, mas com o seu desenvolvimento, tais como navegadores gráficos e mecanismos de busca, a cada dia a web tornava-se mais amigável para navegação. O ano de 1994 viu os primeiros grandes jornais europeus chegarem online com os sites do Daily Telegraph, do Financial Times e do Irish Times. (...). O desenvolvimento de publicação de news na web – no início de 1996, havia mais de mil títulos de jornais online – ampliou a limitada circulação do meio para incluir, em primeiro lugar, empresas e trabalhadores da educação e, em seguida, ao se repensar a web como um meio de consumo, o público em geral (HALL, 2001, p. 27, tradução nossa27).
O advento do jornalismo online promoveu grandes mudanças. Hall (2001) argumenta que o jornalismo online não serve somente para disponibilizar news e comentários na internet, pois ele direciona os consumidores às informações de agências governamentais, quase-governamentais e corporativas e fornece as cartas de navegação. Esses materiais também são as fontes dos jornalistas para o desenvolvimento de suas matérias, o que faz com que o direcionamento dos leitores ao material fonte desafie a
27Within twelve months of Gore‘s clarion call new media sites appeared, first in North America from organizations such as CNN and the Chicago Tribune, but rapidly expanded through sites around the world. By the end of 1992, 150 newspapers in North America offered full-text versions of their print editions through Internet vendors such as Nexis. In January 1993 the first graphical web browser, Mosaic, was launched. The launch was a defining moment. Prior to Mosaic the Internet had to be navigated by a cumbersome system of keyed command lines that effectively excluded all but computer professionals and enthusiasts. The graphical browser brought ‗point and click‘ navigation to Internet. It was followed with web search engines (the first were called Spiders) which allow users to search the now rapidly growing web for files containing key.
At the beginning of 1994, most web users were academics and enthusiasts but developments such as graphical browsers and search engines were making the web more user-friendly every day. The year 1994 saw the first major European newspapers arrive online with the Daily Telegraph, the Financial Times and the Irish Times sites. (…). The development of news publishing on the web – there were more than a thousand newspaper titles online by early 1996 – broadening of medium‘s limited constituency to include, first, corporate and education workers and then, as the web was rethought as a consumer medium, the general public (HALL, 2001, p. 27).
relação dos jornais enquanto provedores de informação, e, com isso, demandam do veículo estratégias que garantam que seu público retorne à sua página.
O design do jornalismo online também se mostra diferenciado de outras mídias. Após digitada a URL (the Uniform Resource Locator) – o endereço específico de uma determinada página na web – ou clicado em um link que nos direciona ao site, a exibição do jornal se dá no preenchimento de toda uma tela. A primeira página de um
site de news contém as matérias mais acessadas – incluindo news e atualizações – e links para artigos e outros materiais associados (vídeos, webcasts etc.) que permitem ao
leitor escolher o que ele deseja ler e em qual sequência (Cf. HALL, 2001). A nova mídia também permite que todo material ali armazenado fique à disposição de ser visto novamente, como veremos no corpus escolhido e analisado.
Ainda de acordo com Hall (2001), a estrutura tradicional do jornalismo impresso da pirâmide invertida28 continua a ser empregada principalmente nas matérias sobre guerra, política e moralidade, porém não costuma se aplicar às matérias opinativas
online (como os editoriais). Além disso, ele afirma que as news online, por
costumeiramente conter muitos links, têm sua estrutura representada como net (rede) ou
matrix (matriz) e alcançam “a gratificação do leitor através de „padrões de exploração e
descoberta‟” (HALL, 2001, p. 70, tradução nossa29
, grifos nossos). Observamos que seus “leitores são capazes de se tornar amplamente informados” (HALL, 2001, p. 70, tradução nossa30) e por isso “são menos propensos a concordar com as verdades ou certezas das tradicionais seções de opinião e editorial”(HALL, 2001, p. 70, tradução nossa31).
Jim Hall (2001) observa também que outra característica dos websites de news, principalmente a dos mais conhecidos, como é o caso da BBC News online, é a conjugação da capacidade de transmissão de notícias nacionais e internacionais com acontecimentos mais locais em tempo real, atendendo desta forma a leitores do mundo todo.
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Pirâmide invertida é um jargão jornalístico para identificar um formato de textos em que a parte mais importante da notícia ou da informação é colocada logo no primeiro parágrafo. A pirâmide da informação seria invertida porque, ao contrário das pirâmides físicas, o mais importante estaria no alto, ou seja no início do texto. O formato tornou-se quase uma unanimidade na imprensa porque poupa tempo do leitor e permite que o texto seja cortado para adequar-se ao espaço editorial disponível, sem comprometer a qualidade da notícia ou da informação. (CASTILHO, 2005)
29 … readerly gratification through 'patterns of exploration and discovery'. (HALL, 2001, p. 70) 30
Readers are able to become roundly informed (HALL, 2001, p. 70).
Uma última característica apontada por Hall (2001) são as diferentes demandas e expectativas do público leitor. Ele afirma que essas expectativas são de que a provisão de serviços seja a mais ampla possível (arquivos, news, jogos, vídeos, rádios, etc.) e de que haja interatividade. Para o autor, tais demandas fazem com que jornalismo online se distancie dos modos mais tradicionais de jornalismo, em que a opinião e os comentários eram parte exclusiva dos editoriais e seções destinadas para este fim. Prossegue dizendo que, no jornalismo online, as discussões abertas sobre um determinado assunto direcionam frequentemente o sentido da matéria e, ao contrário da maior parte dos jornais impressos, não buscam um encerramento. Esse aspecto indica para Hall uma potencialidade democrática do papel de provedor de news, e, para evitar essa possível democratização, muitos provedores de news online de renome se distanciam da interatividade e, por muitas vezes, não fornecem os links de suas fontes, os outros pontos de vista sobre o assunto ou alguma maneira de resposta ou de intevenção.
Notamos , por meio dessas informações, que as esferas de produção, circulação e recepção do jornalismo para o jornalismo online foram largamente alteradas, o que, consequentemente, provocou mudanças de forma e conteúdo, uma vez que “não existe conteúdo sem forma e não existe forma sem conteúdo. A valoração social é o