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3.7 Jeotermometre Uygulamaları

3.7.3. İyon Değişimine Dayalı Jeotermometreler

Para S32 no que diz respeito ao Questionário de Autoimagem e Autoestima, seu resultado (194) ficou acima da média do grupo e dos próprios sujeitos avaliados no sentido longitudinal, condizendo com uma autoimagem e autoestima positiva. Em relação às medidas do Questionário DASS-21, nas variáveis de Depressão, Ansiedade e Estresse, obteve a pontuação que indica classificação em situação de normalidade. Na avaliação do Questionário de Motivação Inicial, na variável de Motivação Inicial, sua pontuação foi de 28 pontos, acima

da média do grupo total de licenciandos e dos sujeitos participantes também da segunda etapa do estudo, demonstrando um resultado de motivação inicial positiva para docência. Na variável Modelo de Formação Educacional, apresentou resultado de 58 pontos, abaixo da média dos sujeitos e acima da média do grupo total de licenciandos, demonstrando a vivência boa repercussão sobre o modelo e estratégias de formação para docência. Para a variável Resultados Profissionais, apresentou resultado de 34 pontos, acima das médias do grupo todo e dos sujeitos avaliados longitudinalmente, demonstrando que S32, obteve sucessos no desenvolvimento de competências profissionais em saber lidar com as situações que ocorrem na sala de aula, assim como, de qualidades pessoais para ser professor mediante situações vivenciadas na sua formação na Licenciatura. Quanto à variável Apoio no Estágio, S32 apresentou pontuação de 59 pontos, acima das médias dos sujeitos e do grupo total de licenciandos, indicando positivamente as ações de apoio recebido em sua prática de estágio na Licenciatura.

Em relação ao Questionário Formação na Licenciatura, S32 identifica-se com a profissão docente e teve sua influência pelo incentivo dos pais. Na formação na Licenciatura evidencia suas vivências de forma muito positiva, revelando a necessidade de haver mais práticas: “As aulas práticas ensinam mais e tem maior contribuição para o estágio”. Destaca suas atividades no estágio como importantes, sendo que pode confrontar-se com a realidade da escola. Mesmo reconhecendo a importância do seu estágio para seu desenvolvimento profissional, relata dificuldades na relação da teoria com a prática: “Tentei realizar regência

no estágio nos anos iniciais e não consegui relacionar a teoria com a prática”. Nesse

sentido, sobre a questão de como poderia ser mais vantajosa sua formação, enfatiza a necessidade de se ampliar a formação docente na Licenciatura, como forma de obter mais conhecimentos no seu preparo profissional: “[...] aumentando o tempo de estágio”.

Sobre as questões relacionadas com situações de mal-estar vivenciadas, como a indisciplina dos alunos, a insegurança relacional e a desconfiança com que outros profissionais a vêem: “Os alunos não te respeitam, os profissionais nos olham com repúdio,

pelo fato de sermos meros estagiários”. Destaca quanto ao seu desenvolvimento pessoal e

profissional a necessidade de ver a profissão de forma mais valorizada pela sociedade.

No que diz respeito à Entrevista, já no período de docência, S32 na categoria sobre motivação de ingresso na vida docente deixa muito claro sua opção em ser professora desde sua infância: “Quando era criança eu brincava de professora [...] quando terminei o Ensino

Médio não tive dúvidas em fazer Licenciatura”. Essa motivação, evidenciada desde sua tenra

consequência das questões que dificultam a ação docente, destacando em seu depoimento situação de ‗choque com a realidade‘, principalmente em relação à indisciplina dos alunos: “A

questão da indisciplina está me assustando muito”. Essa situação está fazendo com que reflita

sobre a possibilidade de mudar de profissão: “Já pensei em mudar de área, só que agora

estou formada [...]‖.

Sobre as contribuições da formação pedagógica e percepção de eficácia profissional, S32 destaca sua prática de ensino no estágio como fundamental: ―O estágio me ajudou muito [...] tive a experiência de como era uma sala de aula‖. Embora sua vivência no estágio tenha sido muito importante para o reconhecimento da realidade docente, revela que a diversidade de tarefas, aliada à falta de experiência, acabam gerando dificuldades em seu trabalho: ―[...] você precisa dar conta e muitas vezes precisamos de mais tempo para

aprender”. Essa afirmação pode ser em consequência de sua percepção da falta de adequação

dos conteúdos da formação na Licenciatura com a realidade escolar: “Penso que falta mais

prática. É muita teoria”. Isso se evidencia de forma mais perceptível quando destaca a pouca

vivência com o contexto escolar, retratado em seu depoimento: ―[...] iniciei sabendo das

dificuldades, mas sinceramente elas são muito maiores. Tive que correr atrás de retomar estudos para tentar lidar com algumas situações”.

É perceptível no depoimento de S32 sua iniciativa por desenvolver seu trabalho de forma eficaz, principalmente quando destaca o aumento de seu esforço preparo das aulas para fazer frente às diferenças de aprendizagem, o que tem surtido pouco efeito. No entanto, a questão do desinteresse do discente não a faz sentir-se bem ao ver seu trabalho não ser valorizado pelo aluno: “Eu não me incomodo em ter que preparar aulas para fazer com que

eles (alunos) acompanhem os outros, mas não estão nem aí com os estudos”.

Essas vivências de S32 podem ter sido fundamentais para o desenvolvimento de mal- estar na docência, que procuramos destacar na presente categoria enfatizando sobre potenciais fontes, consequência e estratégias de enfrentamento. Nessa categoria, a principal fonte de mal-estar de S32, como já afirmou anteriormente, é a indisciplina dos alunos. Para o sujeito, essa realidade tem se revelado como causa de pedido de desistência de turma: “Tive

uma turma que eu cheguei a pedir para desistir dela na metade do ano”. Outro fator que lhe

causa mal-estar é a insegurança em trabalho, por ser vinculado a um contrato temporário: “Eu

sei que no fim do ano eu fico sem emprego, então isso me preocupa [...]‖.

Outra situação exposta por S32 é a carência de apoio aos professores iniciantes por parte dos demais profissionais da escola. Em sua opinião, esse apoio aos professores iniciantes é essencial. Destaca um olhar indiferente de seus colegas em seu início de docência:

“Só encontrei apoio de uma pessoa na escola que era minha colega na faculdade [...]”. A

frustração pelo ambiente pouco acolhedor percebido por S32 soma-se ao sentimento de mesma ordem vivenciado no contexto de docência, no que diz respeito ao desinteresse dos alunos pela aprendizagem: “[...] você sai da sala de aula frustrada, por que você vem com

intuito de ensinar e [...] não te dão resposta nenhuma. Isso é uma coisa que vai prejudicando [...]”. Quanto às estratégias de enfrentamento, S32 não revelou nenhuma ação voltada

especificamente para fazer frente à realidade vivenciada.

Em relação às perspectivas de realização e desenvolvimento profissional S32 revela o desejo de continuar exercendo a docência e aponta para necessidade de obter maior experiência na docência, vivenciando essa realidade em várias turmas a fim de futuramente decidir em qual faixa etária possui maior adaptação: “Quero ainda fazer mais experiências

com outras turmas para ir me descobrindo”. Tem muito claro em seu propósito de formação,

aprofundar seus conhecimentos em especializações e tentar vínculos com cursos de mestrado e doutorado: “Tenho interesse em me aprofundar em minha formação, me especializar e

buscar um curso de mestrado, doutorado”. No entanto, revela a importância de obter maior

segurança em seu vínculo profissional para seu desenvolvimento pessoal e profissional:

“Estou me preparando para passar em um concurso [...]. Por enquanto, a insegurança dificulta quando você quer adquirir alguma coisa [...]”.

Benzer Belgeler