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3. İMAJ VE KURUMSAL İMAJ BAĞLAMINDA KENT İMAJI

3.1. İmaj Kavramı Tanımları ve Kapsamı

Devem existir pretensões claras e exatas na organização;

As organizações são entidades coletivas, pressupõem envolver um senso comum entre todos

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os autores; Para que a estratégia seja puramente emergente deve haver consistência na ação e no tempo, porém, sem ausência de qualquer intenção.

As intensões coletivas devem ser realizadas exatamente como foram idealizadas, sem influência de nenhuma força externa (mercado, tecnologia, política).

Tabela 5: Estratégias puramente deliberada ou emergente. Fonte: adaptado de Mintzberg & Waters (1985)

Os autores entendem que é improvável uma estratégia ser puramente deliberada, já que as estratégias emergentes frequentemente são os meios para as estratégias deliberadas. De acordo com Mintzberg; Porter; Montgomery (1998), uma estratégia puramente deliberada bloqueia a aprendizagem, uma vez que já está formulada, enquanto as estratégias emergentes estão fortemente orientadas para a aprendizagem.

Pode-se entender que na prática todo o processo de formulação de estratégia nas organizações normalmente possuem dois aspectos: um deliberado e outro emergente. No que diz respeito às estratégias de gestão ambiental, por mais que algumas organizações já possuam estratégias previamente planejadas e claras na organização, outras estratégias poderão surgir de forma emergente e após a introjeção dessa estratégia pela organização se tornar deliberada.

De acordo com Mintzberg et.al (2000), nas organizações o foco da estratégia deliberada é o controle, quando se busca certificar a ação realizadora das ações gerenciais, já o foco da estratégia emergente está no aprendizado, ou seja, o entendimento das ações através de sua execução delineadas pelas intenções.

Apesar das estratégias de modo geral estarem presentes nas organizações tanto de forma deliberada como emergentes, as organizações ainda podem assumir uma enorme gama de estratégias. A tabela 03 seguinte de Mintzberg e Waters (1985), propõe uma lista de estratégias que as organizações podem assumir:

TIPOS DE ESTRATÉGIAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS

PLANEJADA As estratégias se originam em planos formais, existem intensões precisas formuladas e

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articuladas por uma liderança centra e apoiadas por controles formais para garantir uma implementação livre de surpresas, essas estratégias são mais deliberadas.

EMPREENDEDORA As estratégias se originam na visão central, as intenções existem como visão de um único líder e assim são adaptáveis as novas oportunidades, essas estratégias são amplamente deliberadas, mas podem emergir em detalhes e mesmo na orientação.

IDEOLÓGICA Estratégias originadas em crenças comuns, as intenções existem como uma visão coletiva de todos os agentes, controladas de forma normativa através de doutrinação ou socialização, essa estratégia pode ser descrita como deliberadamente emergente.

GUARDA-CHUVA As estratégias se originam em restrições a liderança, em controle parcial das ações organizacionais, define os limites estratégicos ou alvos, a perspectiva é deliberada mais também pode ser descrita como deliberadamente emergente.

PROCESSO Estratégia originada no processo, a liderança controla aspectos processuais de estratégia (contratações e estrutura), essas estratégias podem ser consideradas como parte deliberada e parte emergente.

DESARTICULADA As estratégias se originam em enclaves em empreendimentos: agentes frouxamente ligados ao restante da organização, ausência de intenções centrais, estratégias organizacionalmente emergentes sejam ou não deliberadas para o agente.

CONSENSO As estratégias se originam em consenso através de ajustes mútuos, essas estratégias são consideradas

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bastante emergentes.

IMPOSTA As estratégias se originam no ambiente, este por sua vez, dita padrões de imposição direta, estratégias principalmente emergentes.

Tabela 6:Descrição dos principais tipos de estratégias que as organizações podem assumir. (Fonte: Mintzberg e Waters, 1985)

Assim, mesmo com a distinção entre estratégias emergentes e deliberadas, as estratégias de gestão ambiental podem surgir nas organizações dentro de uma dessas perspectivas, ou até mesmo assumir outros tipos de estratégias, isso dependerá do ambiente que a organização está inserida, como, também, dos objetivos que a mesma tem.

2.7 Processos de formulação de estratégia

Tomando como base os diferentes tipos de estratégias que as organizações podem integrar nos seus processos, e também, ao pensar a estratégia não apenas como um planejamento visto anteriormente, percebe-se que o processo de formulação das estratégias de uma organização poderá tomar caminhos diferentes dependendo da organização como também passar por estágios diferentes até chegar a ser implementada.

De acordo com Mintzberg (1978) a formação da estratégia pode ser pensada em torno de três focos básicos: a) um ambiente que muda continuamente, mas de forma irregular com descontinuidades frequentes; b) um sistema produtivo de organização ou burocracia, que acima de tudo procura estabilizar suas ações, e; c) uma liderança cujo papel entre essas duas forças é a inconstância do sistema operacional da organização, enquanto ao mesmo tempo assegura as mudanças ambientais.

Desta forma, ainda de acordo com Mintzberg (1978), a formação da estratégia pode ser vista como fruto da interação entre um ambiente dinâmico e burocrático, que pode seguir regularidades que sejam vitais para a compreensão do processo de formação da estratégia.

Para Idenburg (1993), a formulação da estratégia é distinta de sua implementação, onde o planejamento é feito e somente depois será implementado, e a formulação por sua vez

58 será vista a partir de duas dimensões: uma orientada para os objetivos e a outra orientada para os processos.

Segundo Idenburg (1993), o processo de desenvolvimento da estratégia pode ser visto sobre quatro maneiras diferentes, a tabela 04 abaixo aborda esse processo de desenvolvimento:

Tabela 4: Quatro estilos do processo de desenvolvimento de estratégias. Fonte: adaptado de Idenburg (1993)

Os estilos de estratégias mostrados na tabela acima estarão orientados tanto para objetivos como para processos, e cada um deles possuem características distintas na formulação de estratégias organizacionais. Suas características são descritas a seguir:

1) PLANEJAMENTO RACIONAL: volta-se para a formulação de objetivos viáveis, cuja escolha deve ser o emprego de técnicas criativas e de interação;

2) PLANEJAMENTO GUIADO PARA O PROCESSO DE APRENDIZAGEM: apoiada em uma orientação forte para processos e fraca orientação para objetivos. O desenvolvimento da estratégia configura-se como um processo permanente e de melhoria continua, além de buscar introduzir modelos mentais da realidade;

3) INCREMENTALISMO LÓGICO: envolve elementos tanto de orientação por objetivos como por processos. O processo se desdobra em fases, mas cada fase se sustenta na anterior e tem sua lógica interna, não se sustentando apenas na racionalidade, mas também nas dúvidas e intuições;

4) ESTRATÉGIA EMERGENTE: sustenta que em um ambiente imprevisível, não é possível desenvolver perspectiva de mudança.

Tomando por base o processo de desenvolvimento da estratégia Mintzberg (1998), considera que as estratégias podem ser planejadas e pretendidas, mas também podem ser buscadas e realizadas (ou não realizadas conforme o caso), ou seja, as estratégias seriam um padrão em ação. Para o autor o processo de formulação da estratégia é uma conexão íntima entre o pensamento e a ação.

Benzer Belgeler