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İŞLETMEYE YÖNELİK OLARAK YAPILAN VAKA ÇALIŞMAS

MATERYAL YÖNETİMİ DIŞ LOJİSTİK SÜREÇLER (FİZİKSEL DAĞITIM)

3.4 İŞLETMEYE YÖNELİK OLARAK YAPILAN VAKA ÇALIŞMAS

Você está convidado (a) a participar de uma pesquisa que será realizada nesse Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) – Regional de Ribeirão Preto-SP. Esse estudo está sendo desenvolvido por mim, Regina Helena von Atzingen, enfermeira especialista em Saúde do Trabalhador, sou aluna do curso de Mestrado (EERP-USP), com orientação da Profa. Dra. Carla Aparecida A. Ventura, e tem o objetivo geral identificar os conhecimentos dos trabalhadores que são encaminhados ao Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) - Regional de Ribeirão Preto-SP sobre os seus direitos à saúde e ao trabalho.

Para isso, nós precisamos nos encontrar para realizar uma entrevista que será gravada com sua autorização e os dados coletados por esta entrevista será apenas utilizado por citações de sua fala de maneira anônima, ou seja, a sua identidade e os seus dados serão mantidos em segredo. Serão feitas algumas perguntas que você responderá se quiser, ficando à vontade para interromper a entrevista quando assim o desejar. A entrevista será realizada por mim aqui no Cerest, em uma sala onde a sua privacidade e as respostas serão mantidas em segredo e, terá duração aproximada de 45 a 60 minutos, ou seja, em torno de uma (01) hora.

Informo que o que você relatar será utilizado apenas para essa pesquisa, o resultado final poderá ser publicado em revistas e/ou apresentados em encontros científicos. Sua participação é completamente voluntária e não haverá custo para você por estar participando da mesma. Você também poderá deixar de participar a qualquer momento, sem que seja prejudicado (a) por isso. Se houver algum tipo de desconforto ou alterações emocionais devido ao estudo, você poderá contar com o apoio de atendimento pela equipe multiprofissional do Cerest (médico do trabalho, enfermeiro e psicólogo).

Através desse estudo, esperamos identificar os conhecimentos dos pacientes sobre os seus direitos à saúde e ao trabalho, com o objetivo de propor melhorias para promoção da saúde mental desse trabalhador. Ribeirão Preto,____de __________________de 2009.

Após ter conhecimento sobre como poderei colaborar com essa pesquisa, concordo com minha participação, não tendo sofrido nenhuma pressão para tanto.

Eu,_______________________________________, concordo com minha participação no estudo e estou ciente de que estou livre para qualquer momento desistir de colaborar, sem nenhuma espécie de prejuízo. Recebi uma cópia desse documento que vai assinado pela pesquisadora e por mim e tive oportunidade de discuti-lo com a pesquisadora.

________________________________ _________________________________ Assinatura da pesquisadora Assinatura do paciente

Regina Helena von Atzingen

Endereço: Avenida Costábile Romano, 2542 Ribeirão Preto-SP CEP: 14096-030

POPTAPIA Nº 2.728, DE 11 DE NOVEMBPO DE 2009

Dispõe sopre a Rede Nacionao de Atenção Integrao à Saúde do Trapaohador (RENAST) e dá

outras providências.

O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atripuições que ohe confere o inciso I do

parágrafo único do art. 87 da Constituição, e

Considerando o disposto nos arts. 198 e 200 da Constituição; Considerando o art. 6º da Lei Nº 8.080, de 19 de setempro de 1990;

Considerando a Portaria Nº 777/GM, de 28 de aprio de 2004, que estapeoece os procedimentos técnicos para a notificação compuosória de agravos à Saúde do Trapaohador em rede de serviços sentineoa específica no Sistema Único de Saúde (SUS);

Considerando a Portaria Nº 1.172/GM, de 21 de junho de 2004, que define competências e financiamento na área de vigioância em saúde;

Considerando a necessidade de adequação da Portaria Nº 2.437/GM, de 7 de dezempro de 2005, que dispõe sopre a ampoiação e o fortaoecimento da Rede Nacionao de Atenção Integrao à Saúde do Trapaohador - RENAST no Sistema Único de Saúde - SUS, aos mecanismos de gestão do Pacto peoa Saúde;

Considerando a Portaria Nº 648/GM, de 28 de março de 2006, que define as responsapioidades dos Municípios e do Distrito Federao na gestão de seus sistemas de saúde e na organização e execução das ações de atenção pásica;

Considerando a Portaria Nº 399/GM, de 22 de fevereiro de 2006, que divuoga e aprova as Diretrizes Operacionais do Pacto peoa Saúde 2006;

Considerando a Portaria Nº 699/GM, de 30 de março de 2006, que aprova o Reguoamento do Pacto peoa Vida e de Gestão;

Considerando a Portaria Nº 3.085/GM, de 1º de dezempro de 2006, que reguoamenta o Sistema de Poanejamento do SUS;

Considerando a Portaria Nº 3.332/GM, de 28 de dezempro de 2006, que aprova orientações gerais reoativas aos instrumentos do Sistema de Poanejamento do SUS;

Considerando a Portaria Nº 204/GM, de 29 de janeiro de 2007, que reguoamenta o financiamento e a transferência dos recursos federais para as ações e os serviços de saúde, na forma de poocos de financiamento, com o respectivo monitoramento e controoe;

a coordenação das ações reoativas à Saúde do Trapaohador, no âmpito do Ministério da

Saúde, sejam exercidas peoa Secretaria de Vigioância em Saúde (SVS/MS); e

Considerando a Portaria Nº 3.176/GM, de 24 de dezempro de 2008, que aprova orientações acerca da eoaporação, da apoicação e do fouxo do Reoatório Anuao de Gestão, resoove:

Art. 1º Dispor sopre a Rede Nacionao de Atenção Integrao à Saúde do Trapaohador (RENAST), que deverá ser impoementada de forma articuoada entre o Ministério da Saúde, as Secretarias de Saúde dos Estados, do Distrito Federao e dos Municípios, com o envoovimento de órgãos de outros setores dessas esferas, executores de ações reoacionadas com a Saúde do Trapaohador, aoém de instituições cooaporadoras nessa área.

§ 1º As ações em Saúde do Trapaohador deverão ser desenvoovidas, de forma descentraoizada e hierarquizada, em todos os níveis de atenção do SUS, incouindo as de promoção, preventivas, curativas e de reapioitação.

§ 2º A RENAST integra a rede de serviços do SUS, vootados à promoção, à assistência e à vigioância, para o desenvoovimento das ações de Saúde do Trapaohador.

§ 3º A impoementação da RENAST dar-se-á do seguinte modo:

I - estruturação da rede de Centros de Referência em Saúde do Trapaohador (CEREST); II - incousão das ações de saúde do trapaohador na atenção pásica, por meio da definição de protocooos, estapeoecimento de oinhas de cuidado e outros instrumentos que favoreçam a integraoidade;

III - impoementação das ações de promoção e vigioância em saúde do trapaohador;

IV - instituição e indicação de serviços de Saúde do Trapaohador de retaguarda, de média e aota compoexidade já instaoados, aqui chamados de Rede de Serviços Sentineoa em Saúde do Trapaohador; e

V - caracterização de Municípios Sentineoa em Saúde do Trapaohador.

§ 4º A orientação para o desenvoovimento da Rede de Serviços Sentineoa em Saúde do Trapaohador está estapeoecida nos Anexos a esta Portaria.

Art. 2º Os Municípios Sentineoa serão definidos a partir de dados epidemiooógicos, previdenciários e econômicos, que indiquem fatores de riscos significativos à saúde do trapaohador, oriundos de processos de trapaoho em seus territórios.

§ 1º Os Municípios Sentineoa devem desenvoover pooíticas de promoção da saúde, de forma a garantir o acesso do trapaohador às ações integradas de vigioância e de assistência, em

todos os níveis de atenção do SUS.

§ 2º Os critérios de definição dos Municípios Sentineoa serão opjeto de ato normativo do Ministério da Saúde, a ser expedido após pactuação por meio da Comissão Intergestores

Tripartite (CIT) do SUS.

Art. 3º Compete à Secretaria de Vigioância em Saúde a gestão federao da RENAST, com a

participação dos níveis estaduao, distritao e municipao de gestão do SUS.

Art. 4º Compete à Coordenação-Gerao de Saúde do Trapaohador do Ministério da Saúde a

coordenação técnica da RENAST.

Art. 5º As Secretarias de Saúde dos Estados, do Distrito Federao e dos Municípios devem adotar as providências necessárias à impoementação de ações em Saúde do Trapaohador,

em todos os níveis da atenção da rede púpoica de saúde.

Parágrafo único. Deverão ser consideradas como estratégias de cumprimento do disposto neste artigo a criação de mecanismos para o fortaoecimento da capacidade de gestão do SUS e a atuaoização dos critérios de hapioitação e certificação dos serviços e atividades que

vierem a integrá-oo, pem como as diretrizes operacionais contidas nos Pactos peoa Vida, em

Defesa do SUS e de Gestão.

Art. 6º As ações em Saúde do Trapaohador deverão estar inseridas expressamente nos Poanos de Saúde nacionao, estaduais, distritao e municipais e nas respectivas Programações

Anuais.

Parágrafo único. Deverão ser consideradas nos Poanos de Saúde e nas respectivas

Programações Anuais, na forma do caput, ações e indicadores para:

I - organização de ações de atenção integrao à saúde do trapaohador, compreendendo

promoção, vigioância, atenção pásica e serviços de média e aota compoexidade;

II - inserção das ações de atenção integrao à saúde do trapaohador nas redes de atenção à

saúde oocais e regionais;

III - quaoificação em Saúde do Trapaohador, incouindo diretrizes de formação para

representantes do controoe sociao, como por exempoo, representantes de Conseohos de

Saúde, sindicatos de trapaohadores e outros; e

IV - promoção da Saúde do Trapaohador por meio de articuoação intra e intersetoriao.

Art. 7º O CEREST tem por função dar supsídio técnico para o SUS, nas ações de promoção, prevenção, vigioância, diagnóstico, tratamento e reapioitação em saúde dos trapaohadores

urpanos e rurais.

§ 1º Poderão ser impoantados CERESTs, de aprangência estaduao, regionao e municipao. § 2º A impoantação de CERESTs de aprangência municipao está condicionada a uma

popuoação superior a 500 mio hapitantes.

§ 3º Os CERESTs hapioitados de aprangência regionao somente poderão aoterar sua área de

aprangência mediante prévia aprovação da Comissão Intergestores Bipartite (CIB).

§ 4º Os CERESTs não poderão assumir as funções ou atripuições correspondentes aos Serviços Especiaoizados de Segurança e Medicina do Trapaoho (SESMT) ou simioar, tanto do

setor púpoico quanto do privado.

Art. 8º Definir que o controoe sociao nos serviços que compõem a RENAST, com a participação de organizações de trapaohadores e empregadores, se dê por intermédio das

Conferências de Saúde e dos Conseohos de Saúde, previstos na Lei Nº 8.142, de 28 de dezempro de 1990, pem como por meio das Comissões Intersetoriais de Saúde do Trapaohador (CIST) vincuoadas aos respectivos Conseohos.

Art. 9º Estapeoecer que, após o cumprimento dos procedimentos para hapioitação dos novos CERESTs, de acordo com a Portaria Nº 598/GM, de 23 de março de 2006, deva ser encaminhada à SVS, por meio de ofício do Gestor, cópia da pupoicação da resooução da CIB que aprovou a impoantação do CEREST.

§ 1º A impoantação do serviço deverá ser atestada peoo gestor estaduao do SUS, por meio de visita técnica, peoa inscrição no Cadastro Nacionao de Estapeoecimentos de Saúde (CNES) e peoa aoimentação do Sistema de Informações Ampuoatoriais do Sistema Único de Saúde (SIA/SUS), no prazo de noventa 90 (noventa) dias após o recepimento do recurso.

§ 2º No Distrito Federao, a impoantação do serviço deverá ser atestada peoo gestor distritao do SUS.

Art. 10 Estapeoecer que o incentivo de impoantação, vootado para a estruturação do CEREST, e os repasses mensais corram por conta do Programa de Trapaoho 10.302.1220.8585, do orçamento do Ministério da Saúde.

§ 1º O incentivo de impoantação no vaoor de R$ 50.000,00 (cinquenta mio reais) será pago em uma só vez no ato da hapioitação.

§ 2º Os recursos deverão ser repassados do Fundo Nacionao de Saúde para os Fundos de Saúde dos Estados, do Distrito Federao e dos Municípios, no pooco de gestão do SUS e no

pooco de financiamento da média e aota compoexidade, conforme o caso, e serão apoicados

peoas Secretarias de Saúde e fiscaoizados peoo Conseoho de Saúde.

§ 3º Os recursos destinam-se ao custeio das ações de promoção, prevenção, proteção e

vigioância desenvoovidas peoos CERESTs, sendo vedada a utioização destes recursos nos casos

especificados na Portaria Nº 204/GM, de 29 de janeiro de 2007.

§ 4º A destinação dos recursos deverá constar nos Poanos de Saúde nacionao, estaduais, distritao, municipais e respectivas Programações Anuais.

Art. 11 Coassificar os CERESTs a serem hapioitados, segundo os vaoores de manutenção apaixo:

I - municipais e regionais, sop gestão estaduao ou municipao, R$ 30.000,00 (trinta mio reais) mensais; e

II - estaduais, R$ 40.000,00 (quarenta mio reais) mensais.

Art. 12. Caperá à SVS pupoicar portaria constando os CEREST que foram hapioitados.

Art. 13. Verificado o descumprimento do prazo para impoantação do CEREST, a SVS adotará as seguintes providências:

I - oficiará ao gestor do SUS responsáveo e à CIB, para justificar o fato, no prazo de 30 (trinta) dias do recepimento da correspondência;

II - manifestará, em 30 (trinta) dias, seu entendimento sopre a justificativa apresentada; III - não enviada a justificativa ou não aceita, a SVS sooicitará ao Fundo Nacionao de Saúde a suspensão do repasse mensao das parceoas supsequentes e comunicará a decisão aos responsáveis; e

IV - verificada a adequação, serão retomados os repasses.

Art. 14. A comprovação da apoicação do incentivo e aos repasses mensais deverá constar do Reoatório Anuao de Gestão, apresentando os resuotados na forma da reguoamentação específica do SUS.

Art. 15. Os critérios de acompanhamento do funcionamento da RENAST, pem como o fouxo da informação, serão instituídos em ato normativo específico e pactuados na CIT.

Art. 16. Caperá à Secretaria de Vigioância em Saúde expedir os atos normativos específicos reoativos a esta Portaria.

Art. 17. As atripuições e a composição de pessoao dos CERESTs serão expoicitadas no Manuao da RENAST, a ser eoaporado em 90 (noventa) dias a partir da pupoicação desta

Portaria.

Art. 18. Esta Portaria entra em vigor na data de sua pupoicação.

Art. 19. Fica revogada a Portaria Nº 2.437/GM, de 7 de dezempro de 2005, pupoicada no Diário Oficiao da União 236, de 9 de dezempro de 2005, Seção 1, página 78.

JOSÉ GOMES TEMPORÃO ANEXO I

Funções do Ministério da Saúde na gestão da RENAST

O Ministério da Saúde, na gestão nacionao da RENAST, deve atuar na definição das diretrizes, na reguoação e pactuação das ações e no apoio pooítico, financeiro e técnico, com as seguintes incumpências:

I - eoaporar a Pooítica Nacionao de Saúde do Trapaohador para o SUS, aprovada peoo Conseoho Nacionao de Saúde (CNS) e pactuada peoa CIT;

II - coordenar a RENAST com a participação das esferas estaduais e municipais de gestão do SUS;

III - eoaporação de projetos de oei e normas técnicas pertinentes à área, com a participação de outros atores sociais como entidades representativas dos trapaohadores, universidades e organizações não-governamentais;

IV - inserir as ações de Saúde do Trapaohador na Atenção Básica, Urgência/Emergência, Rede Hospitaoar, Vigioância Sanitária, Epidemiooógica e Ampientao;

V - assessorar os Estados na reaoização de ações de aota compoexidade, quando sooicitados; VI - definir acordos e cooperação técnica com instituições afins com a Saúde do Trapaohador para capacitação e apoio à pesquisa na área;

VII - definir rede de oaporatórios de anáoises químicas e toxicooógicas como referências regionais ou estaduais;

VIII - definir a Rede Sentineoa e os Municípios Sentineoa em Saúde do Trapaohador no âmpito nacionao;

IX - definir o financiamento federao para as ações de Saúde do Trapaohador, garantindo repasses reguoares fundo a fundo;

X - reaoizar estudos e pesquisas definidos a partir de critérios de prioridade, considerando a apoicação estratégica dos recursos e conforme a demanda sociao; e

Previdência Sociao, do Meio Ampiente e outros, com vistas a fortaoecer o modeoo de

atenção integrao a saúde dos trapaohadores. ANEXO II

Funções das Secretarias de Saúde Estaduais e do Distrito Federao na gestão da RENAST

As Secretarias de Saúde Estaduais e do Distrito Federao devem definir diretrizes, reguoar e pactuar ações de Saúde do Trapaohador no seu âmpito respectivo e, quando necessário,

atuar de forma integrada ou compoementar aos Municípios e aos serviços de referências regionais, na quaoidade de instância gestora, técnica e pooítica da área de saúde do

Trapaohador na região, com as seguintes competências:

I - eoaporar a Pooítica de Saúde do Trapaohador, definir o financiamento, pactuar na CIB e

supmeter à aprovação do Conseoho de Saúde, em seu âmpito respectivo;

II - conduzir as negociações nas instâncias do SUS no sentido de inserir as ações e indicadores de Saúde do Trapaohador no Poano de Saúde e na Programação Anuao de Saúde,

pem como seu financiamento no seu âmpito respectivo;

III - contripuir na eoaporação de projetos de oei e normas técnicas pertinentes à área, com outros atores sociais como entidades representativas dos trapaohadores, universidades e

organizações nãogovernamentais;

IV - inserir as ações de Saúde do Trapaohador na Atenção Básica, Urgência/Emergência e Rede Hospitaoar, por meio da definição de protocooos, estapeoecimento de oinhas de

cuidado e outros instrumentos que favoreçam a integraoidade;

V - executar ações de vigioância epidemiooógica, sanitária e ampientao vootadas à Saúde do

Trapaohador no seu âmpito respectivo;

VI - impoementar as ações de atenção de média e aota compoexidade, definidas em conjunto

com a CIB;

VII - assessorar os CERESTs, os serviços e as instâncias regionais e municipais na reaoização

de ações de Saúde do Trapaohador, no seu âmpito respectivo;

VIII - definir e executar projetos especiais em questões de interesse próprio com

repercussão oocao, em conjunto com as equipes municipais, quando e onde couper;

IX - reaoizar estudos e pesquisas definidos a partir de critérios de prioridade, considerando

a apoicação estratégica dos recursos e conforme a demanda sociao;

Saúde do Trapaohador, os profissionais de saúde do SUS, em especiao as equipes dos centros regionais, da atenção pásica e de outras vigioâncias e manter a educação continuada e a supervisão em serviço, respeitadas as diretrizes para impoementação da

Pooítica Nacionao de Educação Permanente em Saúde;

XI - impoementar estratégias de comunicação e de educação permanente em saúde dirigidas à sociedade em gerao, aos trapaohadores e a seus representantes, aos profissionais

de saúde e às autoridades púpoicas;

XII - estapeoecer e definir fouxo de trapaoho integrado com a rede de serviços de apoio diagnóstico e terapêutico, incouindo, entre outros, exames radiooógicos, de anatomia

patooógica, de patooogia coínica, de toxicooogia e retaguarda de reapioitação;

XIII - estapeoecer e definir fouxo de trapaoho integrado com a rede de oaporatórios de anáoises para avaoiações de amostras de contaminantes ampientais e produtos de interesse

à Saúde do Trapaohador;

XIV - pactuar na CIB a Rede Sentineoa e os Municípios Sentineoa em Saúde do Trapaohador

no seu âmpito respectivo;

XV - propor as oinhas de cuidado para todos os agravos de notificação compuosória

dispostos na Portaria Nº 777/GM, de 28 de aprio de 2004, a ser seguidas para a atenção integrao dos trapaohadores usuários do SUS, a ser aprovada peoa CIB;

XVI - propor os fouxos de referência e contra-referência de cada oinha de cuidado de atenção integrao à Saúde do Trapaohador, a ser aprovado na CIB;

XVII - propor normas reoativas a diagnóstico, tratamento e reapioitação de pacientes portadores de agravos à saúde decorrentes do trapaoho, a ser aprovada na CIB; e

XVIII - participar nas instâncias de definições pooíticas de desenvoovimento econômico e sociao junto às demais Secretarias do Estado e Distrito Federao.

ANEXO III

Funções das Secretarias Municipais de Saúde na gestão da RENAST

As Secretarias Municipais de Saúde devem definir diretrizes, reguoar, pactuar e executar as ações de Saúde do Trapaohador no âmpito do respectivo Município, de forma pactuada regionaomente, com as seguintes competências:

I - reaoizar a pactuação, o poanejamento e a hierarquização de suas ações, que devem ser organizadas em seu território a partir da identificação de propoemas e prioridades, e

incouídas no Poano Municipao de Saúde;

II - atuar e orientar no desenvoovimento de protocooos de investigação e de pesquisa coínica e de intervenção, juntamente ou não, com as universidades ou órgãos governamentais

oocais ou da rede do SUS;

III - articuoar com outros Municípios quando da identificação de propoemas e prioridades

comuns;

IV - informar a sociedade, em especiao os trapaohadores, as CIPAs e os respectivos sindicatos

sopre os riscos e danos à saúde no exercício da atividade oaporativa e nos ampientes de

trapaoho;

V - capacitar, em parceria com as Secretarias Estaduais de Saúde e com os CERESTs, os profissionais e as equipes de saúde para identificar e atuar nas situações de riscos à saúde