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2. YEREL YÖNETİMLERDE HİZMET ANLAYIŞI 36

2.1. Yerel yönetimlerin önemini artıran nedenler 39 

2.1.2. Hizmet anlayışındaki değişiklikler 41 

O mundo está vivendo a Era do Conhecimento, também chamada de Era Digital, Globalização, Era da Informação, Era da Velocidade, Era dos Serviços, Era da Conexão, Era da Diferenciação, que tem como característica principal a produção de inúmeras informações que são geradas simultaneamente, causando nas pessoas tantas dúvidas sobre as suas vidas como nunca causou anteriormente. Numa era em que o nome dela pouco importa, não existe mais empreendimento sócio-econômico que não seja afetado pelos efeitos da integração e interdependência de uma economia mundial (Souza, 2000).

O mercado de trabalho vem passando por profundas transformações, impulsionadas por novas demandas da sociedade e pela transformação acelerada da economia mundial, provocadas, principalmente, pela inserção da economia brasileira no mercado global, gerando significativas alterações no comércio, no fluxo de capitais,

na base tecnológica, gerencial e organizacional das empresas, no mercado e nas relações de trabalho (Planfor, 1998b). Todas essas mudanças no cenário mundial não permitem que se conheça inteiramente, ainda, quais serão os seus efeitos, nos próximos anos, sobre as relações econômicas e sociais no nosso país (Ministério do Trabalho, 2000).

Ninguém escapa aos impactos dos avanços tecnológicos. A sociedade como um todo  e não apenas os grupos privilegiados que têm acesso aos bens e serviços que as novas tecnologias tornam disponíveis  tem de estar preparada para incorporar de modo adequado os novos instrumentos tecnológicos que afetam diretamente o seu desenvolvimento. A sociedade necessita aprender a utilizar as tecnologias disponíveis se deseja melhorar a qualidade de vida das pessoas, ampliar a base do mercado de consumo e atingir os padrões de qualidade solicitados por um mundo competitivo (Mello, 1997).

As transformações aceleradas do processo produtivo, as novas exigências sociais, a revolução da informática e dos meios de comunicação de massa, as possibilidades e os impasses deste início de século, colocam o desenvolvimento das pessoas numa agenda de exigências e desafios, ou seja, como responder à necessidade de um perfil profissional, no qual a inteligência e o conhecimentos são essenciais para o desenvolvimento de toda a sociedade (Mello, 1997).

Num mundo de economia instantânea temos que decidir cada vez mais on-line, sem tempo para profundas análises e rituais dos planejamento estratégicos do passado. Hoje, quando os planos ficam prontos as circunstâncias do mundo já mudaram (Souza,

2000). A ciência influi cada vez mais na vida das pessoas e os impactos tecnológicos são cada vez mais marcantes, exigindo que a capacidade cognitiva das pessoas seja aprimorada continuamente para que se adaptem às mudanças tecnológicas (Reis, 1985).

Embora geralmente estas inovações tecnológicas tragam ganhos de produtividade para a sociedade como um todo, elas também causam profundo impacto no mercado de trabalho (Ministério do Trabalho, 2000). Estes impactos afetam diretamente as empresas, que precisam ter uma cultura forte e coesa para fazer frente às ameaças do ambiente, no intuito de tornar ou manter competitivos os seus negócios (Vergara, 2000).

Com o fim do modelo de substituição de importações e o início do processo de abertura comercial, as estruturas produtivas têm-se transformado rápida e significativamente. Diante de um ambiente cada vez mais competitivo, interna e externamente, as empresas têm incorporado inovações tecnológicas e gerenciais e, como resultado, aumentado cada vez mais sua demanda por trabalhadores mais qualificados, sendo este um fenômeno que não deve desaparecer em curto prazo de tempo (Ministério do Trabalho, 2000).

O dinamismo econômico das empresas está cada vez mais no conhecimento, nas habilidades e na experiência dos trabalhadores (Bergamini, 1990). A qualidade dos trabalhadores e a eficiência de sua relação com as empresas determinarão, em última análise, a rapidez do progresso econômico do Brasil. Isso tudo faz com que o nosso desafio seja ainda maior. Ao mesmo tempo em que acompanhamos as tendências mundiais, precisamos eliminar distorções acumuladas no passado, como a grande massa

de trabalhadores com baixo nível educacional, desqualificados para o mercado de trabalho; o aumento da taxa de desemprego, além de um expressivo número de jovens que ingressam, anualmente, nesse mercado (Ministério do Trabalho, 2000).

A introdução da informatização e da automação no sistema produtivo tem características marcantes neste início de século, sendo estes elementos responsáveis pelas alterações nas formas de gestão das empresas e na mudança da força de trabalho, fatores que causam conseqüências significativas nas empresas e na sociedade (Soares, 1990). A aceleração da automatização, a disseminação da informática e a velocidade da comunicação têm afetado não apenas o processo produtivo e as formas organizacionais, mas a concepção dos bens, serviços e as relações de trabalho, exigindo do trabalhador capacidade para realizações individuais, em equipe, visão de conjunto, autonomia, iniciativa, capacidade de resolver problemas e flexibilidade (Mello, 1997).

O perfil requisitado para o trabalhador requer que ele, além de possuir conhecimento científico, tenha ainda que contar com bastante experiência e domínio das novas tecnologias (Lucena, 1995). Percebe-se que, à medida que o trabalho, como método, torna-se mais cognitivo e técnico  e por conseguinte, uma proporção decrescente de empregados desempenha tarefas repetitivas e simples  aumenta o potencial para a melhoria na produtividade e na qualidade de empregados, individuais ou de grupos (Pontual. In: Boog, 1980).

Experiências internacionais têm mostrado que, em geral, essas mudanças valorizam os trabalhadores relativamente mais capacitados, em detrimento dos menos qualificados (Ministério do Trabalho, 2000). Investimento no desenvolvimento das

pessoas permite a interação delas com as novas tecnologias, gera a apropriação de conhecimentos, viabiliza a incorporação de seus efeitos na sua vida cotidiana, possibilitando que as pessoas compreendam e se beneficiem das mudanças em processo (Mello, 1997).

3.3 Qualificação Profissional: Uma exigência de um Mercado Altamente

Benzer Belgeler