3.2. Hatay ile İlgili Türkiye’nin Yaptığı Anlaşmalar
3.2.1. Sancak Sorununun Milletler Cemiyeti’ne Taşınmasına Kadar
3.2.2.2. Gentlemen Agreement ve Etat-Major Anlaşmaları
Nesta pesquisa, verificou-se a importância do cooperativismo ao logo dos anos, desde a sua concepção e difusão dos ideais cooperativistas em Rochdale (Inglaterra) até a chegada no Brasil por intermédio de padres europeus, resultando assim nas primeiras associações. Devido a relevância do tema, objetivou-se demonstrar os principais diferenciais resultantes do poder de negociação cooperativista para compras no setor da construção civil.
Condigno do pioneirismo e reconhecimento nacional, foi selecionada uma cooperativa de compras cearense com a finalidade de estudar seu modelo de gestão, os diferenciais e as demais possibilidades de crescimento estratégico proporcionado aos stakeholders envolvidos. Para esse fim, inicialmente foi apresentado o cooperativismo como doutrina, sua representação pelas entidades de apoio e as características de atuação dentro do segmento estudado.
Ao longo da pesquisa, fica perceptível todo o aparato que envolve o cooperativismo por meio de legislação específica que orienta e representa todas as cooperativas, possibilitando-as a autogestão sem a interferência governamental.
Quanto à análise do ramo de atuação, a participação de cooperativas de consumo/compras dentro da construção civil ainda é pequena em relação as que operam em outros setores da economia.
Como intermediadora das negociações, a Cooperativa da Construção Civil do Estado do Ceará colaborou no acesso as oportunidades e de melhores condições de compras para os seus associados e garantia de consumo/demanda para os fornecedores, bem como para o surgimento de outras cooperativas, servindo de modelo para criação da Cooperativa Central da Construção Civil do Brasil.
O estudo também possibilitou a identificação do processo de negociação totalmente on-line (Portal de Compras), sendo este um modelo mais célere e economicamente viável em termos de tempo e de custos, possibilitando a participação de mais fornecedores e diversos vencedores, assim como um maior número de itens demandados sem limites regionais para atuação.
A pesquisa resultou no reconhecimento dos principais diferenciais competitivos (além preço) como o equilíbrio nas negociações, estabilidade nos acordos firmados a médio/longo prazo, investimentos em tecnologia e busca constante de novas parcerias.
Observou ainda o esforço da cooperativa em manter-se competitiva diante de resultados econômicos negativos ocorridos no setor da construção civil que impactaram diretamente nas suas receitas, bem como a todos os cooperados. Com um maior poder de barganha, foi possível conseguir melhores preços, comprar em grande escala, melhorar a margem de lucro e reduzir custos, limitando o poder dos fornecedores frente às negociações.
Além disso, demonstrou a infidelidade dos cooperados que tendem a enfraquecer as relações comerciais estabelecidas contratualmente, ensejando o envolvimento e capacitação através da educação cooperativista.
O estudo apresenta algumas limitações. Em relação a empresa no que diz respeito a ausência de controles que permitam a segurança das informações, relatórios mais transparentes e atualizados pela gestão. Quanto a amostra dos dados, é limitada por ser a única empresa local atuante nesse segmento.
Sugere-se então, a realização de pesquisas de satisfação que permitam obter sugestões, críticas e feedback sobre a atuação da cooperativa na representação dos interesses dos cooperados, fornecedores e colaboradores. Adicionalmente, pesquisas que identifiquem o perfil dos cooperados infiéis podem contribuir para o entendimento da dinâmica das cooperativas.
E por fim, adotar uma postura administrativa mais coesa, participativa e recíproca, independente do conselho gestor, bem como investir em indicadores de desempenho que venha padronizar os processos e melhorar o planejamento mantendo o foco estritamente comercial.
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APÊNDICE A
ROTEIRO DE ENTREVISTA
1. Quais os requisitos necessários para ser cooperado na CooperCon/Ce?
2. Mediante análise do ambiente interno e externo na qual a cooperativa atua, liste cinco características principais para cada ponto, justificando-o.
3. Explique o processo de negociação entre a cooperativa, construtoras e fornecedores e as principais dificuldades.
4. Quais sãos os meios utilizados para se obter a demanda dos cooperados?
5. Explique como exerce o poder de negociação de compras junto aos fornecedores. 6. Relacione os preços praticados dos principais insumos negociados pela cooperativa
em relação aos de mercado.
7. Qual o volume de compras (em R$) negociados em 2017 dos principais insumos? 8. Quais são os diferenciais em ser cooperado (construtora e fornecedores)?
9. Com base no respectivo ano (2018), quantos Grupos de Negociação (Insumos) e Construtoras estão cooperados. Detalhar em um quadro.
10. Qual a participação do entrevistado no processo e quais mudanças faria se tivesse tempo, recursos e consenso.
APÊNDICE B
ESTRUTURA ADMINISTRATIVA COOPERCON/CE – GESTÃO 2017/2019 CONSELHO ADMINISTRATIVO
EMANUEL CAPISTRANO COSTA DIRETOR PRESIDENTE
PATRIOLINO DIAS DE SOUSA TEIXEIRA E SILVA DIRETOR ADMINISTRATIVO
FÁBIO GOMES DE ALBUQUERQUE DIRETOR FINANCEIRO
OTACÍLIO VALENTE COSTA DIRETOR COMERCIAL
JOSÉ SIMÕES FILHO DIRETOR DE MARKETING
SÉRGIO SOARES MACEDO DIRETOR DE NOVOS NEGÓCIOS
CARLOS CARNEIRO DE CUNHA FIÚZA
DIRETORES CONSELHEIROS ARISTARCO BARBOSA SOBREIRA
GIULIANO RODRIGO MAESTRI MARCELO ROMERO DE ARRUDA ANTONIO HÉLIO CACHO GALLIZA ANANIAS PINHEIRO GRANJA
CONSELHO FISCAL TOMAZ LIMA DE CARVALHO
TITULARES FLÁVIO PIMENTEL DE CASTRO
RONALDO HORN BARBOSA
THIAGO RODRIGUES ALBUQUERQUE
SUPLENTES RICARDO MIRANDA MOREIRA DE SOUSA
SILVIO RICARDO DE OLIVEIRA FROTA
APÊNDICE C
RAMOS DO COOPERATIVISMO BRASILEIRO
Agropecuário
Cooperativas de produtores rurais ou agropastoris e de pesca, cujos meios de produção pertencem ao cooperado
Mineral
Cooperativas com a finalidade de pesquisar, extrair, lavrar, industrializar, comercializar, importar e exportar produtos minerais
Consumo
Cooperativas dedicadas à compra em comum de artigos de consumo para seus cooperados
Produção
Cooperativas dedicadas à produção de um ou mais tipos de bens e produtos, quando detêm os meios de produção Crédito
Cooperativas destinadas a promover a poupança e financiar as necessidades dos seus cooperados
Saúde Cooperativas que se dedicam à preservação e à promoção da saúde humana Educacional Cooperativas de profissionais em educação, de empreendedores educacionais e de atividades afins Trabalho
Cooperativas que se dedicam à organização e à administração dos interesses inerentes à atividade profissional dos trabalhadores
Especial
Cooperativas constituídas por pessoas que precisam ser tuteladas ou que se
encontram em situação de desvantagem (Lei nº 9.867/1999)
Transporte
Cooperativas que atuam na prestação de serviços de transporte de cargas e de passageiros Habitacional Cooperativas destinadas à construção, à manutenção e à administração de conjuntos habitacionais para seu quadro social
Turismo e Lazer
Cooperativas que atendem direta ou prioritariamente ao seu quadro social, com serviços turísticos, de lazer, de entretenimento, de esportes, artísticos, de eventos e de hotelaria
Infraestrutura
Cooperativas que atendem direta e prioritariamente ao seu quadro social com serviços essenciais, como energia e telefonia
ANEXO A
CLASSIFICAÇÃO NACIONAL DE ATIVIDADES ECONÔMICAS CNAE 2.0 - SEÇÃO F
ANEXO B
TERMO DE COMPROMISSO (MODELO)