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Genel Araqtirrna

Belgede Performans Denetimi Kavram (sayfa 76-86)

PERFORMANS DENE TIM~NIN ME TODOL o JISI

A. Stratejik Planlama ve Genel Arayt~rma

2. Genel Araqtirrna

Moyano-Fuentes, Sacristán-Díaz e Martínez-Jurado (2012) com o objetivo de estudar empiricamente o impacto do nível de cooperação com os fornecedores e clientes na cadeia de suprimentos no que diz respeito à intensidade da adoção da PE, assim como o efeito conjunto de integração de cooperação e de informações com os clientes, realizaram um survey em unidades de produção que eram fornecedores de primeira camada para fabricantes de equipamentos originais da indústria automotiva espanhola. Os resultados encontrados pelos autores mostraram que maiores níveis de cooperação com os clientes e integração de informações possuem efeito significativo sobre a intensidade de adoção da PE, porém maiores

níveis de cooperação com os fornecedores não têm impacto sobre a intensidade da adoção PE, ou seja, para uma empresa, a adoção da PE pode ser estimulada a partir da exigência de algum de seus clientes, sendo difícil partir da exigência de algum de seus fornecedores. Os constructos utilizados no modelo de pesquisa e seus elementos de avaliação foram relacionados conforme pode ser observado no Quadro 20.

Quadro 20 - Elementos de avaliação da pesquisa de Moyano-Fuentes, Sacristán-Díaz e Martínez-Jurado (2012) Fator Variável Fator de análise de cooperação com clientes e fornecedores Coopera- ção com clientes

Nós estabelecemos relacionamentos de longo prazo com os nossos clientes.

Os clientes estão diretamente envolvidos no desenvolvimento de novos produtos.

Clientes são cometidos por contrato para reduções anuais de custos.

Coopera- ção com fornecedo-

res

Nós estabelecemos relacionamentos de longo prazo com nossos fornecedores.

Os fornecedores estão diretamente envolvidos no desenvolvimento de novos produtos.

Os fornecedores são cometidos por contrato para reduções anuais de custos. Fator de análises de integração de informações da produção entre a empresa e os clientes Integração de infor- mações com os clientes

Nossa planta recebe a informação de previsão de vendas de seus clientes.

Nossa planta recebe informações de seus clientes sobre seus programas mestre de produção.

Nossa planta recebe a informação de previsão de vendas de seus clientes sobre o estado de seus estoques.

O cliente colabora com a gente para desenvolver em conjunto as necessidades de componentes líquidos que devemos entregar. Clientes autorizam nossa fábrica para repor os componentes automaticamente. Fatores de análises de intensidade de adoção PE PE

Fechar localização de máquinas e processos na planta. Células de manufatura.

Disposição permite estoques baixos e fabricação rápida. TQM.

Algum tempo dedicado a atividades de manutenção de equipamentos relacionados planejado todos os dias. A manutenção periódica de todos os equipamentos. Usamos JIT.

Estamos ativamente responsáveis pelo desenvolvimento de habilidades de nossos funcionários.

Não apenas os incentivos individuais são estabelecidos, mas para a equipe de trabalho como um todo.

Fonte: Baseado em Moyano-Fuentes, Sacristán-Díaz e Martínez-Jurado (2012).

Para avaliar as variáveis indicadas no Quadro 20 e identificar o nível de cooperação com os parceiros comerciais, os respondentes foram questionados sobre o grau de cooperação

com fornecedores e clientes, em comparação com a média da indústria, utilizando uma escala de Likert de sete pontos. Para avaliar a integração de informações, os respondentes foram questionados sobre o grau em que eles concordaram com uma série de afirmações relacionadas com a integração de informações de produção entre as suas fábricas e os clientes, usando também uma escala de Likert de sete pontos. Já em relação à intensidade de adoção da PE, os respondentes foram questionados sobre o grau em que uma determinada prática de PE foi implementada na planta em comparação com a média da indústria, utilizando também uma escala de Likert de sete pontos.

So e Sun (2010) desenvolveram um modelo de pesquisa para explorar se a estratégia de integração com o fornecedor influencia na adoção da PE como uma prática regular e se a adoção da PE como uma prática regular influencia a adoção da mesma como uma prática contínua. Através de um survey realizado em cadeias de suprimentos de eletrônicos, os autores concluíram que os fatores influentes que compõem a estratégia de integração do fornecedor, ou seja, a partilha de informação, sistemas de e-business e seleção de fornecedores com base em políticas, têm influência positiva sobre a adoção de PE de longo prazo em pequenas e médias empresas e os fabricantes podem incentivar o uso contínuo da PE somente se eles a utilizarem regularmente. Além disso, os pequenos fabricantes tendem a adotar a PE, juntamente com táticas de integração de fornecedores relevantes porque possuem uma estrutura organizacional menos complexa. Os fatores influentes e seus itens de análise que foram utilizados para medir os constructos de pesquisa podem ser observados no Quadro 21.

Moyano-Fuentes et al. (2012) com o objetivo de determinar o impacto da tecnologia da informação e comunicação (TIC) interna e externa sobre o nível de implementação da PE e especificar a influência desses dois tipos na integração eletrônica com os fornecedores, realizaram um survey em indústrias automotivas, obtendo como principal resultado que o grau de implementação da PE está positivamente associado com o grau de utilização de TIC internas da empresa. Além disso, a utilização de TIC interna e externa e a integração com fornecedores de forma eletrônica possui melhor influencia no nível de implementação da PE do que as formas não eletrônicas.

Behrouzi e Wong (2013) para avaliar o nível de utilização da PE em uma cadeia de suprimentos, identificaram e categorizaram as mais importantes medidas de desempenho das pequenas e médias empresas de cadeia de suprimentos enxuta na indústria automotiva no Irã, extraídas de vários estudos na literatura. Os autores selecionaram 28 medidas de desempenho por meio da avaliação de seis especialistas com base em alguns critérios. Posteriormente, por

meio de um survey com profissionais de cadeias de suprimentos, os autores avaliaram a importância de cada medida a fim de desenvolver um modelo fuzzy para avaliar a utilização da PE em uma cadeia de suprimentos. Após sua formulação, o modelo foi testado em um estudo de caso. Como resultado o trabalho identificou diferentes possibilidades de estágio de utilização de PE com a sugestão de algumas ações de gestão para os diferentes estágios.

Quadro 21 - Itens de medição adotados por So e Sun (2010)

Medidas Estratégia de integração com fornecedores

1. E-business apoiado na integração com fornecedor

Extranet/EDI/B2B para fornecedores Extranet/EDI/B2B para as empresas

2. Partilha de informação na integração com fornecedor

Compartilhar informações sobre o nível de estoque

Compartilhar informações sobre decisões de produção e previsão de demanda

3. Seleção de fornecedores com base em políticas

Selecionar fornecedor com base no desempenho de entrega

Selecionar fornecedor com base na capacidade de fornecer inovação e co-design Selecionar fornecedor com base na vontade de divulgar custo

Selecionar fornecedor com base no desempenho histórico

Adoção contínua da produção enxuta 4. O uso regular de produção enxuta

Reestruturando a estratégia de suprimentos Implementando a produção puxada

Obtendo foco do processo e racionalização Empoderamento da força de trabalho

5. Uso contínuo de PE

Reestruturando a estratégia de suprimentos Implementando a produção puxada

Obtendo foco do processo e racionalização Empoderamento da força de trabalho

Fonte: Baseado em So e Sun (2010).

As 28 medidas de desempenho que compõem o modelo de avaliação desenvolvido por Behrouzi e Wong (2013) foram agrupadas em quatro componentes de desempenho: qualidade; custo; flexibilidade; e, entrega e confiabilidade, conforme apresentado no Quadro 22.

Quadro 22 - Medidas de desempenho

Categoria Medidas de desempenho ou métricas

Qualidade

1. Taxa de rejeição do Fornecedor (%) 2. Percentual de processos padronizados (%) 3. Reclamações dos clientes (%)

4. Taxa de rejeição do Cliente (%)

5. Taxa de defeitos de matérias-primas (%) 6. Percentual de retrabalhos (%)

7. Taxa de defeitos de produção (%)

Custo

8. Produtividade valor agregado do trabalho (%) 9. Percentual de tempo total de valor agregado (%) 10. Custo médio do frete por unidade ($)

11. Inventário total (ton)

12. Custo de produção por unidade ($) 13. Custos de garantia ($)

14. Custo de energia ($)

Entrega e confiabilidade

15. Lead time de entrega do cliente (dias)

16. Tempo de setup, tempo não programado e tempo ocioso (h) 17. Entrega dentro do tempo para os clientes (%)

18. Entrega dentro do tempo pelos fornecedores (%)

19. Perfeito atendimento de pedidos por parte de fornecedores (%) 20. Lead time de entrega do fornecedor (dias)

21. Produção dentro do prazo (%)

22. Perfeito atendimento de pedidos dos clientes (%)

Flexibilidade

23. Flexibilidade de entrega do fornecedor (1-5) 24. Flexibilidade de entrega Fabricante (1-5) 25. Flexibilidade de volume Fornecedor (1-5)

26. Flexibilidade de mix de produto do fornecedor (1-5) 27. Flexibilidade volume Fabricante (1-5)

28. Flexibilidade de mix de produto do fabricante (1-5)

Fonte: Baseado em Behrouzi e Wong (2013).

Por fim, no Quadro 23 podem ser visualizados, de forma resumida, os trabalhos cujo foco foi análise de fatores estratégicos e indicadores de desempenho sobre a adoção da PE na cadeia de suprimentos.

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