3.2. YARATICI MUHASEBENİN FİNANSAL RAPORLARA ETKİLERİ
3.2.7. Güvenilirlik
Escola Planificação de Aula
Escola:
Orientador(a) cooperante: Faixa etária: 4 anos Data: fevereiro de 2017
Estagiária: Sara São Bento Ano: 1.º ano de MPE1C N.º 13
Área: Conhecimento do Mundo
Hora Componentes Estratégia Recursos
11.50 - 12.10 Abordagem às Ciências: - Conhecimento do mundo físico e natural; - Conhecimentos de geografia: vulcões
Colocar perguntas referentes à temática principal. Ex: - Quem é que já viu um vulcão? Numa imagem, na televisão, ao vivo?
- Que aspeto/forma tem o vulcão?
- Podem existir lagoas dentro de um vulcão? - Como se formam os vulcões?
Analisar um pequeno vídeo a fim de dar resposta às questões anteriores.
Examinar a constituição interior de um vulcão por intermédio de uma imagem, elucidando os conceitos designados na mesma. Realizar uma representação de uma erupção vulcânica
através de uma maquete.
Distinguir magma de lava, aludindo para os materiais que podem ser expelidos durante a erupção vulcânica.
Remeter para a analogia inicial entre o aspeto do vulcão das Sete Cidades e o representado na maquete com cone vulcânico. Ex:
- Se um vulcão vai ganhando forma de funil/cone com as suas sucessivas erupções, o que aconteceu ao das Sete Cidades para não possuir cone?
- projetor, - tela, - imagens em PowerPoint, - maquete representativa de um vulcão, - bicarbonato, - vinagre, - detergente, - corante alimentar, - pedrinhas.
Planificação sujeita a alterações consoante o decorrer da aula.
Os componentes desta planificação (Quadro 12), Conhecimento do mundo físico e natural e Conhecimentos de geografia: vulcões, ambas pertencentes à subárea, Abordagem às Ciências, enquadram-se na Área do Conhecimento do Mundo, segundo as Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar (Silva et al., 2016). É importante que o educador desenvolva e enriqueça os conhecimentos das crianças, criando estratégias que desenvolvam as suas aprendizagens e que respondam às suas questões. De acordo com Moreira e Oliveira (2005), “as crianças pequenas formulam com naturalidade questões sobre o que observam” e “querem saber muitas coisas sobre aquilo que as rodeia” (p. 61).
Uma das estratégias que empreguei nesta aula foi “Analisar um pequeno vídeo a fim de dar resposta às questões anteriores: Que aspeto/forma tem o vulcão? Podem existir lagoas dentro de um vulcão? Como se formam os vulcões?”; no entanto não consegui por em prática pois não experimentei o material informático antecipadamente
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para poder explorá-lo com o grupo. O vídeo que continha a elucidação dos conteúdos com as respetivas imagens não foi reproduzido porque o computador não continha a aplicação necessária para descarrega-lo. Felizmente tinha algumas imagens em slides que remediaram a situação.
Saliento a seguinte estratégia: “Examinar a constituição interior de um vulcão por intermédio de uma imagem, elucidando os conceitos designados na mesma”, sendo que a imagem foi projetada numa tela através do programa PowerPoint”, que envolve a exposição e exploração de imagens como instrumento essencial de aprendizagem. A essência do ensino prático pedagógico deve-se essencialmente à organização e criação de materiais pedagógicos, necessários ao auxílio e execução da aprendizagem das crianças. Carvalho (2010) refere que:
A intenção é criar condições para um ensino prático-reflexivo nas diversas áreas epistemológicas, através de atividades que possam fomentar nos alunos competências e habilidades profissionais de sistematização, de observação, de reflexão, de pesquisa e de inovação(p.3-4).
Desta forma, as imagens fazem parte do mundo e também de determinados contextos culturais, sendo que as diferentes maneiras de o interpretar a partir de diversos pontos de vista são também formas de construirmos imagens mentais, facilitando assim a compreensão de qualquer conteúdo. Portanto as imagens passaram a ser a exposição do mundo, estabelecendo diálogos com o mesmo e não a serem apenas representações dele (Camargo, 2007, p.112). Sardelich (2006) relata que com o surgimento das novas tecnologias de obtenção de imagens, principalmente a partir da fotografia, cinema, televisão, publicidade e hoje com a internet, o que se vê é um novo conceito de produção e distribuição do conhecimento, que se dá, cada vez mais pelo uso da imagem. Ainda assim e apesar de estarmos a viver na chamada “era da imagem”, os educadores, de maneira geral, ainda não utilizam métodos de ensino, que façam da imagem o ponto de partida para a construção do conhecimento. Ainda existe um predomínio da linguagem oral e escrita, “restringindo o suporte visual meramente à ilustração de um conhecimento dado como devidamente elaborado” (Molina, 2007, p.24).
É ainda importante salientar que as imagens que o educador ou professor apresenta aos seus alunos não devem ser utilizadas gratuitamente, mas sim escolhidas de acordo com os objetivos propostos a partir dos conteúdos trabalhados, buscando uma “relação sócio-afetiva com a imagem em uma situação de cognição” (Molina, 2007, p.25). Foi precisamente isso que procurei fazer com esta estratégia, adequar os conteúdos à faixa etária, demonstrando-os visualmente e explorando-os
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consoante os objetivos das componentes. O uso de imagens deve estar mais presente na escola, favorecendo a educação do olhar, proporcionando à criança a perceção do mundo à sua volta, não apenas como expectadora passiva, mas como personagem importante nesse processo.
Outra estratégia que optei por seguir foi a demonstração de uma erupção vulcânica através de uma maquete de grandes dimensões, retratando um vulcão: “Realizar uma representação de uma erupção vulcânica através de uma maquete”. O recurso a uma maquete, constituiu uma metodologia prática inovadora, que me possibilitou uma melhor orientação no processo de ensino e aprendizagem.
Para se utilizar de recursos em sala de aula, o educador deve saber escolher aquele que melhor se adequa à sua prática pedagógica e à realidade estudantil de cada criança, pois não basta só utilizá-lo, sem uma fundamentação do objetivo que se deve alcançar, pois os recursos além de constituir formas instrucionais para a aprendizagem são também instrumentos estimuladores e reforçadores do conhecimento (Sant’anna & Sant’anna, 2004). Os autores esclarecem que os recursos não são instrumentos de diversão ou dispersão. Ao contrário, favorecem a atenção, a concentração, a reflexão, a disciplina, a cooperação e a educação de maneira espontânea e consciente. Notei que as crianças ficaram agradavelmente surpreendidas com a maquete do vulcão, ensejando pela ‘erupção’ que conjeturavam acontecer.
Assim pode se dizer que os recursos servem para despertar o interesse e motivar os alunos a se envolverem de forma participativa na aula contribuindo para um aprendizado produtivo. Desta forma criam-se meios para se tornarem cidadãos pensantes, ativos e construtores do seu próprio saber. Souza (2007) explica que: “Recurso didático é todo material utilizado como auxilio no ensino - aprendizagem do conteúdo proposto para ser aplicado pelo professor a seus alunos” (p. 11). Sabendo da importância que os recursos didáticos têm e as várias formas de usá-los no dia-a- dia da escola e que estes auxiliam no desenvolvimento de novas práticas pedagógicas para oferecer um ensino eficaz, a imagem projetada e a utilização da maquete como recurso principal, foram a base para que as crianças aprendessem na prática. Deste modo passaram a adquirir novos saberes e ao mesmo tempo reforçaram os já existentes.
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