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O território do município de Lajes Pintadas está localizado na Microrregião da Borborema Potiguar, no estado do Rio Grande do Norte, uma unidade regional que

53 | P á g i n a apresenta uma área de 3.867,5 km2– 7,32% do território estadual – e uma população

de 126.102 habitantes – 3,98% da população estadual3.

No que se refere especificamente a Lajes Pintadas, os dados do Censo 2010 do IBGE, apontam para uma população total de 4.612 habitantes, sendo 2.390 (51,8%) na área urbana e 2.222 (48,2%) residem na área rural. Vemos por esses dados que a taxa de urbanização é menor que a estadual, que é de 77,8%. Com uma área territorial de 130,211 km2, a densidade demográfica é de 35,4 hab./km2. Na divisão por sexo, Lajes

Pintadas apresenta um total de 2.348 homens (51%) e 2.264 mulheres (49%). Limita-se geograficamente ao norte e a leste como São Tomé, a sul com Campo Redondo e a oeste com Santa Cruz.

No que se refere aos indicadores educacionais de Lajes Pintadas, observa-se a existência de 18 estabelecimentos de ensino, sendo 3 estaduais, 13 municipais e 2 privadas, onde 6 estão na zona urbana e 12 na zona rural. Na saúde, Lajes Pintadas conta com 5 estabelecimentos públicos nesta área, sendo 1 laboratório, 3 postos de saúde e 1 centro de saúde, com 9 leitos disponíveis à população (INSTITUTO..., 2010). Entendemos que o estudo da produção do espaço da pequena cidade de Lajes Pintadas passa pela relação que este apresenta com o contexto histórico do processo de povoamento do Rio Grande do Norte. Neste sentido, é preciso compreender os elementos que contribuíram para sua formação como povoado, no final do século XIX, sua condição de distrito de Santa Cruz durante a primeira metade do século XX e da sua constituição como município nos anos de 1950 (Lei Estadual nº 2.332, no dia 31 de Dezembro de 1958).

Foi a atividade criatória quem mais contribuiu para a construção do espaço geográfico norte-rio-grandense. Araújo ([1991?], p. 8) afirma que “o Rio Grande do Norte foi uma das primeiras capitanias, onde suas sub-regiões (Agreste e Sertão) foram conquistadas pelos currais de boi”. Devido ao fato de, no RN, o Agreste e o Sertão caracterizarem a maior parte do território, o Estado emergirá como área eminentemente pecuarista, onde através da doação de terras (as Sesmarias), por parte de Coroa Portuguesa, foram se estabelecendo as fazendas de criação, base do que viria a ser o sistema de cidades e gênese da rede urbana potiguar.

Os registros históricos e documentais sobre Lajes Pintadas apontam que seu processo ocupação inicia-se na última década do século XIX, quando nas terras de propriedade do Senhor João Francisco Borges, nas proximidades do chamado Rio das Lajes, ele construiu a primeira cada dando, assim, inicio ao povoamento.

Cabe ressaltar que a menção as terras onde seria formado o povoado que deu origem a Lajes Pintadas já foi citada anteriormente por autores que escrevem sobre a história de Santa Cruz. Assim descreve Bezerra (1983):

3 Além de Lajes Pintadas, integram essa região os municípios de Campo Redondo, Jaçanã, Japi, Coronel Ezequiel, São Bento do

Trairi, Sítio Novo, Tangará, Monte das Gameleiras, Ruy Barbosa, Santa Cruz, Barcelona, Lagoa de Velhos, São José do Campestre, São Tomé e Serra de São Bento.

54 | P á g i n a Santa Cruz, a cidade, está situada à margem esquerda do rio Trairí, mas não foi aí o primeiro lugar escolhido para a sua fundação; e sim, na fazenda Cachoeiro, pouco além da cidade de Lages (sic) Pintadas, distando cerca de 24 kilometros da cidade de Santa Cruz. O capitão João da Rocha Freire e seu irmão Lourenço da Rocha Freire eram possuidores de terras no rio Trairí e Inharé, onde tinham fazendas de gado [...]. Mais ou menos na década de 20, apareceram por lá, na Cachoeira, talvez por convite de José Rodrigues, os irmãos João da Rocha Freire e Lourenço, criadores e proprietários nas margens do Trairí. José Rodrigues convida-os para, juntos, na sua propriedade Cachoeira, fazerem construções de casas, afim de formar uma futura povoação. [...] Os referidos iniciadores da futura localidade, verificaram que o terreno da Cachoeira era deficiente em águas, o quanto era preciso para as necessidades futuras; pois, no local havia apenas alguns pequenos riachos, isto mesmo, da águas salgadas, motivo por que desistiram de promover a Cachoeira a um núcleo de população.

Pelo relato acima, observa-se que antes do surgimento de Lajes Pintadas, o território já havia sido objeto de interesse por outras pessoas para fundar a povoação que deu origem a Santa Cruz, que encontra-se atualmente nas margens do rio Trairí. A denominação de Riacho das Lajes ocorreu pelo fato de no seu curso existir diversos lajedos de pedras onde foram encontradas pinturas em tinta vermelha e indestrutível (pinturas rupestres). Esse fato explicaria a origem do nome do povoado de Lajes Pintadas (IBGE, 2014). De acordo com relatos de moradores, as pedras com as referidas pinturas foram destruídas para a construção da BR-226 e como não havia conhecimento sobre o quanto essas pinturas eram importantes para a história de Lajes Pintadas, esses lajedos foram simplesmente destruídos.

Desde sua formação, verifica-se a tradição religiosa de devoção a São Francisco de Assis. Era costume do Senhor João Francisco, dono da propriedade, promover em sua residência cultos de devoção ao santo, cuja imagem foi trazida do município de Canindé. Os cultos continuaram mesmo depois de sua morte, ocorrida no dia 11 de dezembro de 1895, sob a influência de um de seus 15 filhos, Eduardo Borges. Foi somente em 04 de Outubro de 1913, no alpendre da primeira casa do povoado que a primeira missa foi realizada no povoado e que teve como celebrante o Monsenhor Alfredo Pegado.

Ainda de acordo com os registros documentais encontrados, em 1935, Eduardo Borges escreveu uma carta direcionada para o Padre Cícero Romão Batista, pedindo a autorização para a construção de uma Capela dedicada a São Francisco de Assis. Recebendo a concordância de Padre Cícero, a Capela passou a ser erguida no mesmo ano (FIGURA 2), com a ajuda da comunidade e a colaboração dos irmãos Elias Borges e o próprio Eduardo Borges. A benção litúrgica ocorreu em 1943.

Um dos elementos que marca a configuração espacial de grande parte das cidades é a igreja, principalmente por ser a partir dela “que a cidade tinha origem, acompanhada por quarteirões, geralmente com a forma quadrada, definidas por ruas ortogonais e retilíneas” (MEDEIROS, 2005, p. 30). No entorno do templo surgiu outro elemento estruturador da ocupação do povoado, que foi a praça e a partir daí as primeiras casas e as primeiras ruas.

55 | P á g i n a A cidade possui outra Igreja que teve sua construção iniciada – segundo populares – por volta de 1983 (FIGURA 3), sendo responsável pela obra o Sr. Genival Jacinto de Souza. Frei Damião em sua última vinda a Lajes Pintadas abençoou a igreja que, também, tem como padroeiro São Francisco de Assis.

Figuras 2 e 3: Primeira capela e Igreja Matriz de Lajes Pintadas. Foto: Pesquisa de Campo, 2014. Sem indústrias e com comércio pouco diversificado, a economia é ligada diretamente a produção agrícola, com predominância para a produção o milho, com 200 toneladas, seguido do feijão com 122 t. e, por fim, a manga com uma produção de 101 toneladas (IDEMA, 2008). O município produz ainda algodão herbáceo, batata- doce, fava, feijão, mamona, mandioca, milho, banana, castanha de caju, coco-da-baía, goiaba, laranja, sisal ou agave, limão mamão, manga e maracujá.

Nas visitas realizadas na cidade, observa-se uma pequena participação das atividades comerciais, principalmente de pequenos mercadinhos, voltados para suprir as necessidades básicas dos moradores, além de outros estabelecimentos, como lojas de confecção, material de construção, móveis e eletrodomésticos. Na cidade, há também uma tradição na produção de artesanatos, que utiliza com matéria-prima o sisal e a pedra sabão.

Algo que é muito comum nas pequenas cidades, que é a realização da feira livre, não se encontra em Lajes Pintadas na atualidade. Segundo levantamento realizado junto aos moradores, a cidade já possuiu feira livre com participação comerciantes da própria comunidade e de pessoas que vinham de Santa Cruz. A cidade conta com um espaço (FIGURA 4), também chamado de “pavilhão”, construído como tentativa de reerguer a feira. No entanto, o referido local é utilizado atualmente para realização de outras atividades socioculturais, como cultos religiosos, festas sociais ou mesmo como espaço para conversas entre os jovens e brincadeiras infantis.

56 | P á g i n a Figura 4: Pavilhão construído para realização da feira. Foto: Pesquisa de Campos, 2014.

Mesmo reformado, a feira não foi retomada, assim como há pouco uso no mercado público. Segundo depoimentos de moradores, um dos motivos para que feira perdesse importância foi à vinda das aposentadorias e de outros benefícios sociais, o crescimento no número de mercadinhos e a construção da RN-023 que liga Lajes Pintadas à Santa Cruz, cidade que possui a maior feira da região – realizada aos sábados – e para onde os moradores se deslocam quando querem realizar suas.

Um dos elementos que mais destacou durante as visitas na cidade foi a calma e o ritmo com que as pessoas levam o seu cotidiano. Gonçalves (2005, p. 103) afirma que “a tranquilidade – por vezes aparente – e a sensação de estagnação ou de atraso da cidade são as impressões imediatas que chamam a atenção de uma pessoa que mora numa cidade grande, ou de porte médio, e visita uma das cidades pequenas do Agreste Potiguar.

As pequenas cidades apresentam uma dinâmica em que as atividades relacionadas ao dia-a-dia das pessoas, das atividades econômicas, das instituições públicas e privadas funcionam de forma mais lenta, se comparadas com outros centros urbanos de maior expressividade.

A tranquilidade cotidiana é expressada pela presença das cadeiras e das pessoas nas calçadas, das rodas de conversa nas praças ou mesmo embaixo de árvores, do transito de pessoas de casa para o trabalho, para o “roçado” na zona rural, para a escola, para tomar o transporte para outros cidades – principalmente para Santa Cruz – em busca de serviços não existentes.

Outro elemento que marca Lajes Pintadas está relacionado a simplicidade apresentada pelas contruções e da organização do espaço urbano, demonstrando que a paisagem citadina “expressa um padrão urbanístico simples, tendo como ponto de partida as rodovias, que geralmente, cortam tais cidades. Para tais rodovias, convergem ruas e caminhos (GONÇALVES, 2005, p. 136).

Observa-se nos últimos anos que a cidade vem iniciando um processo, ainda que lento, de expansão da sua mancha urbana em direção a áreas até então rurais. O que chama a atenção é que esse processo não foge da realidade que acontece nos grandes centros urbanos, pois, muitas vezes as vias são abertas sem que se mantenha

57 | P á g i n a uma organização e sem uma infraestrutura mínima que permita a fixação dos moradores, a exemplo do que acontece com o Conjunto José do Egito.

Um aspecto observado é o desenvolvimento da atividade agrícola e criatória no entorno do perímetro urbano, o que evidencia a permanência de hábitos e do modo de vida mostrando que, nessas realidades “o que predomina não são, em si, os hábitos urbanos sobre os rurais, mas sim, os hábitos rurais ainda em processo de adequação para essa nova realidade chamada urbana” (FERREIRA, 2009, p. 81).

Ferreira (2009, p. 82) afirma que “um dos graves problemas vivenciados na cotidianidade desses pequenos centros diz respeito à falta de dinamicidade econômica”. Sendo assim, as transformações provocadas pela globalização econômica, que propiciou a inserção competitiva de muitos espaços no mercado capitalista mundial, não se faz presente na realidade de Lajes Pintadas.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

As pequenas cidades se constituem num dos exemplos de como o processo de urbanização ocorre de forma diferenciada pelo território brasileiro. Neste trabalho, buscou-se analisar, ainda que de forma preliminar – a pesquisa ainda encontra-se em andamento –, a dinâmica socioespacial de Lajes Pintadas. A cidade teve sua organização e sua inserção no contexto regional determinada em função dos contextos político e econômico estadual. Como ocorre na maioria das pequenas cidades do Rio Grande Norte, em Lajes Pintadas predomina uma dinâmica em que o espaço urbano vai se estruturando ainda que com uma infraestrutura insuficiente e com serviços básico insuficientes. Marca também a realidade estudada a sua integração com o meio rural, demonstrando que nesse território, o modo de vida urbano encontra-se em processo de produção.

REFERÊNCIAS

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______. Uma leitura sobre a cidade. O Espaço urbano: novos escritos sobre a cidade. São Paulo: Contexto, 2004.

FERREIRA, L. S. Pequenas cidades e cotidiano. In: SILVA, A. B. da; GOMES, R. C. C.; SILVA, V. P. da (Org.). Pequenas cidades: uma abordagem geográfica. Natal: EDUFRN, 2009.

58 | P á g i n a GONÇALVES, F. E. Cidades pequenas, grandes problemas; perfil urbano do Agreste Potiguar. 173 f. Dissertação (Mestrado em Geografia). CCHLA, UFRN. PPGE, Natal, 2005.

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SILVA, A. B. da; GOMES, R. C. C.; SILVA, V. P. da. Por uma concepção conceptual: as pequenas cidade em tela. In: SILVA, A. B. da; GOMES, R. C. C.; SILVA, V. P. da (Org.).

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SOARES, B. R.; MELO, N. A. de. Cidades médias e pequenas: reflexões sobre os desafios no estudo dessas realidades socioespaciais. In: LOPES, D. M. F.; HENRIQUE, W. (Org.)

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SOUZA, M. L. de. ABC do desenvolvimento urbano. 6. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011.

SPOSITO, E. S. Redes e cidades. São Paulo: Editora UNESP, 2008 (Coleção Paradidáticos).

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GT 1 Estudos urbanos e regionais

Natália Florêncio da Silva Lima Graduanda em geografia pela UFRN Bolsista CNPq e-mail: [email protected]

Orientadora: Prof. Dra. Ione Diniz Morais e-mail: [email protected] Mestrado pela UFRN Doutorado pela UFRN

RESUM O

O presente trabalho procura fazer uma breve discussão sobre o processo de urbanização em pequenas cidades a partir de análises realizadas no município de Arês, estado do Rio Grande do Norte, no qual foi possível observar um padrão de urbanização tardio, lento e diferenciado em relação á maioria dos municípios brasileiros e potiguares. No caso de Arês foi possível constatar que mesmo diante de um processo de industrialização que deveria paralelamente levar a urbanização do município, este na realidade não tem se urbanizado. Desse modo, essa análise procura discutir esse processo de urbanização na pequena cidade de Arês, no Rio Grande do Norte.

60 | P á g i n a

INTRODUÇÃO

Nos últimos anos os estudos de geografia urbana, tem dado um maior enfoque à temática das pequenas cidades, estudos que até o início do século XXI não eram muito recorrentes, visto que os estudos urbanos eram voltados principalmente para a produção do espaço urbano nas grandes cidades metropolitanas, nos quais o processo de urbanização ocorreu de forma dinâmica e acelerada, processo este, que fez com que nos anos 70, a população brasileira já era em sua maioria urbana (Tabela 1).

Tabela 1 – População total e urbana no Brasil/ 1940 – 2010

Fonte: IBGE. Censos demográficos – 1940/2010. Disponível em www.ibge.gov.br. Acesso em 25 mai. 2014.

Isso ocorreu em virtude do processo de industrialização que se acentuou no final da década de 50 e início da década de 60, levando uma grande quantidade de pessoas a estes centros urbanos, que passaram a ter uma maior oferta de empregos, além de uma maior diversidade de serviços básicos, processo que foi muito bem discutido por Milton Santos em seu livro “A urbanização brasileira”.

No caso do Rio Grande do Norte, este processo de urbanização se acentuou nos anos 80 (Tabela 2), uma década após o processo já ter se evidenciado no Brasil de modo geral, tendo este processo ocorrido pelo mesmo fator, o processo de industrialização que se instalou mundialmente.

Tabela 2 – População total e urbana do Rio Grande no Norte/ 1940 – 2010

Fonte: IBGE. Censos demográficos – 1940/2010. Disponível em www.ibge.gov.br. Acesso em 25 mai. 2014.

No entanto, mesmo com este padrão de urbanização evidenciado na maioria dos municípios brasileiros, no qual a instalação das indústrias levou uma maior

Anos População Total Urbana 1940 41.326.315 12.880.182 1950 51.994.397 18.782.891 1960 70.191.370 31.303.034 1970 93.139.037 52.084.984 1980 119.002.706 80.436.409 1991 146.825.475 110.990.990 2000 169.799.170 137.953.959 2010 190.755.799 160.925.792 Anos População Total Urbana 1940 768.018 164.248 1950 967.921 253.765 1960 1.140.823 428.113 1970 1.550.244 737.368 1980 1.898.172 1.115.158 1991 2.415.567 1.669.267 2000 2.776.782 2.036.673 2010 3.168.027 2.464.991

61 | P á g i n a quantidade de pessoas aos centros urbanos, não podemos aplica-lo para todos os casos. Existem cidades, que mesmo passando por este processo de industrialização, não se constituiu como um centro urbano dotado de serviços básicos que atrai uma maior quantidade de pessoas para viverem nesses municípios, é o caso do município de Arês, estado do Rio Grande do Norte. Assim, os principais objetivos da pesquisa foram identificar e analisar o padrão do processo de urbanização que ocorre no município em questão.

O método que melhor se adequou à problemática pesquisada foi o dialético, pois estamos diante de um processo de urbanização contrário ao padrão de urbanização que ocorreu na maioria dos demais municípios brasileiros. Como procedimentos técnicos foram utilizados como documentação indireta a pesquisa bibliográfica visando maior embasamento teórico para a pesquisa e a pesquisa documental, que foi feita a partir dos dados de população do município de Arês, entre os anos de 1970 e 2010 disponibilizados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), não foi possível analisar a partir de anos anteriores por que não estavam disponíveis em virtude de mudanças na titulação do município que em alguns períodos foi rebaixado a categoria de vila. Também foi utilizada a pesquisa direta a partir de observações no próprio município. Quanto aos objetivos a pesquisa é do tipo descritiva, a partir da qual os dados pesquisados foram analisado. Em relação à natureza dos dados, a pesquisa é tanto quanti como qualitativa, pois não está apenas no limite da representação.

Benzer Belgeler