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Finansal riskin yönetimi (devamı) Piyasa riski (devamı)

Transfer fiyatlandırması

Covid 19 virüsü salgınının Şirket faaliyetlerine olan etkisinin değerlendirilmesi

4.2 Finansal riskin yönetimi (devamı) Piyasa riski (devamı)

importância para as células estudantis. A técnica utilizada para esta oficina foi jigsaw20 (Anexo E). Ao concluírem esta etapa, os articuladores desenvolveram outra atividade chamada de interdependência social na qual constroem uma teia de relacionamentos (Universidade, Aprendizagem Cooperativa, formação e célula de estudo) que é concluída com a apresentação de todos para todos e o fechamento pelo facilitador.

Nessa semana, mais articuladores iniciaram suas células tendo como base a proposta de trabalho feita na seleção. A maioria ainda estava no processo de montagem da célula

20

Técnica que consiste em dividir o grupo em grupos menores conforme o número de participantes (grupos com 3 a 5). É distribuído um texto em que cada grupo fica com uma parte e, dentro do grupo pequeno, cada participante fica com uma subdivisão da parte. Após o estudo individual, cada um apresenta sua parte para o seu grupo e todos fazem suas anotações sobre o que ouviram. Ao término dessa etapa, os participantes são distribuídos nos outros grupos de tal forma que todos os grupos terão representantes de todos os grupos. Em seguida, por ordem do texto, os participantes apresentam as partes completas do seu grupo e assim todos ouvem o texto completo promovendo maior dinamismo e participação no estudo.

0 20 40 60 80 100 120 140 A rt ic u la d o re s Semanas

Relatório das Atividades de Células pelos

Articuladores

Sem Relatório Sim, me reuni

Não, trabalhei para a célula Não houve atividade

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(membros, locais, estratégias etc.), mesmo assim 119 articuladores retornaram seus relatórios de células – 45% já haviam iniciado as atividades com suas células; 47% estavam divulgando, mas ainda não haviam reunido; 6% ainda não haviam feito nada; 2% não enviaram relatórios.

Como parte das atividades semanais, os articuladores apreciaram os memoriais de seus colegas que são postados no blog do PACCE. Este ano foi acrescida uma atividade chamada Roda Vida em que um dos articuladores, previamente escolhido, conta sua história de vida para todos e é arguido pelo grupo.

O encontro se encerra com um processamento de grupo em que cada articulador comenta de forma objetiva como avalia a oficina a partir de três direcionamentos: que bom, que pena e que tal.

Seguindo a mesma orientação da semana anterior, os facilitadores avaliaram o desenvolvimento dos articuladores usando as orientações citadas acima. A avaliação feita pelo facilitador do Grupo II não seguiu as orientações propostas e registrou 5,0 para todas as atividades e, para efeito desta pesquisa, será desconsiderado.

O bloco I, que contém as variáveis sobre participação, contribuição e articulação, apresenta um leve aumento em relação à semana anterior; todas as médias se encontram no intervalo entre 3,2 – 3,86. Percebe-se nos comentários dos facilitadores que alguns articuladores ainda estão sentindo-se tímidos e não envolvidos como AJ, comentado por Ni:

“O AJ ainda não tem um bom nível de interação com o grupo, ele parece que vai para a formação obrigado, embora no final acabe ficando à vontade, mas isso impacta nas atividades que ele realiza na formação, porque não mostra envolvimento ou proatividade.”. O comentário seguinte feito por Iota mostra a percepção do facilitador em acompanhar o

progresso dos articuladores: “EM é uma pessoa que no início demonstrou ser muito introvertida. Falava pouco, somente quando preciso. Na segunda formação já mostrou mais desenvoltura, foi escolhida para fazer o memorial ao vivo e já se comunicou mais com o grupo.”.

O Bloco II, que avalia a interação, também apresentou um nível de maior desenvoltura por parte dos articuladores, ficando a menor média em 3,31 e a maior em 3,92. A oficina propicia um ambiente de interação muito alto ao formar grupos pequenos nos quais os articuladores têm a oportunidade de fazer uma leitura individual, compartilhar com seu grupo e em seguida compartilhar o conteúdo todo com outro grupo. Ao mesmo tempo em que se registraram comentários sobre participações ainda são consideradas pequenas como o de Pi

sobre EB da turma III: “Pouco participou, demostrou bastante displicente. O ponto positivo é que ele conversa informalmente, interagindo com os colegas.”, outras turmas destacaram interações positivas como a de Iota sobre BB, da turma VI: “A princípio não se sentia muito a vontade na formação, mas gradativamente está evoluindo, interagindo e contribuindo com o grupo. Tem disposição em aprender e ajudar os colegas que não estão acompanhando bem o que é aplicado nas oficinas.”.

No Bloco III, sobre aprender, compreender e aplicar percebeu-se um pequeno progresso avaliado pelos facilitadores, ficando a menor média em 3,25 e a maior em 3,71. O comentário feito por Iota, da turma VI, sobre um dos articuladores demonstra esse crescimento apresentado nas médias e exposto no gráfico 10: “Desde o princípio BP está se destacando nas formações, participando e contribuindo muito. Rapidamente fez amizade com os colegas tanto na formação como fora dela. É proativa e muito disposta a aprender, compreende bem a Metodologia da Aprendizagem Cooperativa”.

No Bloco IV, sobre responsabilidade, a menor média verificada foi 3,2 na turma VI, e a maior média observada foi na turma VIII, 3,74, o que demonstra que o nível de responsabilidade apresentado pelos articuladores ao participarem das atividades propostas cresceu em relação à semana anterior. Um dos facilitadores, Ni, registrou que: “A AF é sempre muito responsável, consegue articular bem o grupo para conseguirem fazer as atividades no tempo estipulado, tem um bom nível de interação com todos do grupo, sabe ouvir e sabe o momento de falar.” Na turma VI, em que a média de participação ficou em 3,2, Iota registrou o seguinte parecer: “DU está até o momento se mostrando regular em todos os aspectos. A princípio está interagindo bem com a turma, compreende bem tudo o que é pedido e não interfere negativamente no andamento da formação, porém ainda não se destacou.”.

O Bloco V, sobre protagonismo, é o que apresentou médias mais baixas ficando entre 2,6 e 3,71. Desenvolver protagonismo é um dos objetivos da Aprendizagem Cooperativa e ajudar os articuladores nesse sentido é um processo lento. Poucos demonstraram atitudes protagonistas percebidas pelos facilitadores. Ni registra em seu parecer desta semana o seguinte comentário sobre DM: “O legal no DM é que ele é um cara protagonista. Ele tem proatividade, apesar de ainda precisar perceber isso e melhorar. Ele também interage bem com as pessoas, mas precisa aprender a articulá -las melhor e foi justamente isso que faltou na atividade, [...]”.

73

No Bloco VI, que avalia a participação dos articuladores no processamento de grupo, percebeu-se uma variação positiva em quatro das turmas, que tiveram suas médias entre 3,0 e 3,68. O valor 3,0 significa nenhuma variação positiva ou negativa, apenas o cumprimento regular da atividade de avaliação da oficina.

Gráfico 10 - Avaliação – Interdependência Positiva

Fonte: UFC – Programa de Aprendizagem Cooperativa em Células Estudantis - PACCE (2014)

6.4 A terceira Formação – Elaboração de Projetos

A terceira semana de formação trabalhou com a oficina de elaboração de projetos. Durante o processo seletivo, os articuladores desenvolvem um projeto menor, com apenas 5 tipos de informação visando uma preparação para a elaboração do projeto com mais detalhes e o uso da Metodologia da Aprendizagem Cooperativa.

Após o quebra-gelo inicial, o facilitador divide o grupo em trios e começa ouvindo deles sugestões sobre um projeto ideal. Após algumas sugestões, é distribuído um texto para o trio e cada um fica responsável por ler e explicar para o os outros dois membros do trio a sua parte. Na segunda etapa, eles recebem uma folha com todos os itens de um projeto e devem começar a elaborar individualmente seu projeto (Anexo F). Esta oficina costuma trazer alguma dificuldade de compreensão por ser algo novo, rico em detalhes e que deverá ser escrito sob a perspectiva da Aprendizagem Cooperativa. As partes do projeto devem estar

- 0,50 1,00 1,50 2,00 2,50 3,00 3,50 4,00 4,50 5,00 Bloco I variáveis 1,2,7 Bloco II variável 3 Bloco III variáveis 4,5,6 Bloco IV variável 8 Bloco V variável 9 Bloco VI variável 10

Avaliação da Oficina de Interdependência

Positiva - 2ª Semana

Benzer Belgeler