3.4. Silisyumun Lityum İyon Pillerde Kullanımını Kısıtlayan Faktörlere
3.4.1. Farklı boyut ve şekillerde silisyum mimarileri
Quando a doença surge, o apoio emocional, o carinho e o amor recebido da família são de extrema importância. É um momento de preocupação e angústia e apenas com expressões de amor, a família pode manter-se unida e ajudar o doente. Esse apoio pode surgir através de demonstração de carinho, preocupação, atenção, disponibilidade para ouvir e cuidar ou dar conselhos. Quando isso ocorre, os laços familiares se fortalecem, há uma troca e, por ser uma via de duas mãos, beneficia a ambos: a quem recebe e a quem dá.
“..., é aonde quando ela vem de lá triste, do médico, vem abusada, sai de lá angustiada, a gente conversa.” “É, eu estou sempre aí para ela (doente) conversar. Quando ela foi buscar aqueles problemas, a primeira pessoa que ela contou foi pra mim, a gente tentou se confortar tanto uma assim, com a outra.” (Família 5 - vizinha)
“... e meus dois netos são uns amores. E têm me dado muito carinho também, dado a maior força, tá? Isso para mim é tudo, na minha vida. Então, aqui, um amor... a gente tentava aconselhar, dar palavra de conforto, e a família toda ajudava.” (Família 6 - esposa)
“... Porque ele (pai) gosta da minha mãe. Porque quando a minha mãe está passando mal, ele fica preocupado, ele fala para ela tomar o remédio, ele quer levar ela no posto...” (Família 3 - enteado)
“Ela (mãe) me ajudou bastante, sim. Dava-me muito conselho, é, sabe, apoio.” (Família 1 - doente)
Diante dos obstáculos que a família enfrenta na trajetória da doença, as manifestações solidárias de outros membros familiares também são bem-vindas e muito importantes. A união dos membros da família expandida para ajudar a família do doente com câncer facilita muito essa trajetória. Os laços familiares se fortalecem. A família se sente amparada e, tendo a quem recorrer, não se sente sozinha na luta contra o câncer. O amor recebido dos familiares é considerado e colocado nas falas das famílias.
“Ah, tem minha tia. Ela ajuda minha mãe. Falando para minha mãe não ficar preocupada com as coisas que ela tem, os problemas.” “Meus irmãos, e minha vó. Porque eles falam para ela não ficar assim. ”(Família 3 - enteado)
“É. Meus enteados, eles apoiam assim, sabe? Eles conversam comigo, perguntam se está tudo bem, sabe? Se eu vou ao médico, eu falo: – “ Ai, aconteceu isso, eu tenho que fazer exame,..” E eles falam: – “ Não. Vai ter que ter calma, né? Tem que ter esperança. Tem que ter calma.” Então, eu já fico mais calma, né? Eles também são um apoio...” (Família 3- doente)
Os vizinhos, por serem pessoas que estão sempre por perto e considerados por muitos como amigos da família, podem dar atenção, ouvir, ou mesmo conversar, aconselhar e até chorar junto com os familiares. Essas são formas que permitem à família reconhecer que não está sozinha nessa luta.
“É, me ajudaram conversando comigo (os vizinhos), me ajudaram de
alguma forma. Porque não tem esse, que não vê a pessoa com um problema desses, e conversa, pergunta como a gente está, né? Conversa com a gente para distrair um pouquinho, né? Mais me ajudou, de alguma forma ajudou. Ah, muitos choravam comigo, quando eu estava chorando.” (Família 5 - doente)
“Então, que eu tenho mais assim, que eu fico mais assim, que eu vou à casa dela, é a... e a... (vizinhas), também, a gente conversa tudo, eu converso, eu desabafo, ela também é uma pessoa assim, que poderia considerar como uma amiga, né?” (Família 3 - doente)
“Mais emocional, é. Emocional. Teve muito amigo, lá (vizinhos que jogam futebol com o neto). Sempre saem com ele. Assim, eles sempre aconselhavam. Ás vezes, o... (neto) mesmo... os amigos sempre estavam de lado, aconselhando, sempre se diverte muito com futebol,... Emocional (o apoio).” (Família 6 - esposa)
Os amigos podem ajudar de muitas formas, e uma delas é demonstrando atenção, através de visitas, pois nesse momento há uma troca, na qual o amigo oferece palavras de
ânimo e esperança, atenção e carinho e sente-se retribuído com a gratidão do outro. Um simples passeio para distrair o doente é um apoio emocional, pois o lazer é importante para sua recuperação e, muitas vezes, fica em segundo plano pela urgência em suprir outras necessidades de sobrevivência. Os outros acompanhantes do hospital também podem ajudar visitando o doente e até mesmo a família de uma paciente que acaba de falecer pode confortar a doente.
“Porque...eles vinham todo dia. Vem, todo dia, todo dia...E os amigos que vinham e davam um apoio também: – “Fica em paz, que tudo vai...”(Família 4- doente)
“Tive também da minha sobrinha e da... (amiga da família)... Ás vezes a gente estava sozinha, ela vinha aqui, ficar com a gente, as duas vinham aqui, me adular.” (Família 4 - mãe)
“Ah, a gente saía junto (com a amiga), dar uma volta ali por perto da Casa de Apoio, a gente ia lá, como é que chama aquele negócio de fruta? É...” (Família 1 - doente)
Os colegas de trabalho se mobilizam para fazer visitas e oferecer palavras de conforto
e esperança à família e ao doente. Membros da igreja realizam visitas e demonstram solidariedade, sem discriminação religiosa, levando em conta gestos solidários.
“Foi, então, mesmo que elas sabiam que eu estava internada lá dentro (hospital), elas saíam do setor e iam lá me ver. Ex-colegas de trabalho, também. Conversavam comigo, tudo, e... Apoio de conversar e falar: –“ Olha, você não fica assim. Você vai sair dessa, é só uma fase.” (Família 3 - doente)
“Mas, de visita, as que tiveram mais carinho, foram as pessoas católicas... Vieram muito... Quando o meu marido esteve doente, também vieram amigos da igreja católica, me visitar, entendeu? Muito amor eles tiveram. Entendeu? Muito amor. Eu não separo congregação, religião, ninguém. Mas, eu amo todos amigos, todas pessoas.”(Família 6- esposa)
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