2.2.2. Etik İklim Türleri
2.2.2.1. Etik İklimin Teorik Türleri
Pesqu isou -se ain da, do total de pessoas ocu padas, as que residiam n os estab elecim entos agropecuários.
Utiliz a çã o do p e ssoa l te m porá rio
Foi investigado o n úm ero m áxim o de em pregados tem porários con trat ados no período de 01 - 08-95 a 31-07 -9 6, par a ex ecução de tr abalhos ev en tu ais ou de curta duração n os
estabelecim en tos. Efe tiv os da p e cuá ria
Foram pesquisados os bovinos, bubalinos, eqü in os, asininos, m u ares, ovinos, e caprin os e aves de propriedade do p rodutor que estivessem no estabelecim en to, ou em pastos com u ns ou abertos localizados fora de estabelecim entos, e os de ter ceiros qu e estiv essem arren dados, alugados ou cedidos ao produtor em 31 -0 7-96.
Anim a is na scid os e v itim a dos
Foram registrados os anim ais n ascidos no per íodo de 01 -0 8-95 a 3 1-07-96 , inclusiv e os que foram v itim ados, abat idos, ven didos ou tr an sfer idos para ou tro estabelecim ento do produ tor , e os que, no decorrer do per íodo, m orreram ou foram sacrificados devido à ocorrên cia de doenças, aciden tes ou por falta de alim en tação.
Anim a is com pra dos, ve n didos e a ba tidos
Con siderou-se todos os anim ais com p rados, v en didos v iv os, e abat idos para venda ou consu m o no est abelecim en to duran te o período de 0 1 -08-95 a 3 1-07 -9 6.
Produçã ode orige m a n im a l
Apresen tam -se dados sobre a quan tidade e o valor da produ ção de leite de v aca, de búfala, e de cabra, lã, ovos de galinha, de codorna e de outras av es, m el e cera de abelh a, e casulos de bich o-da-seda; reg istram -se tam bém o núm ero de v acas, de búfalas e de cabras ordenhadas, e carn eiros tosquiados.
Pesqu isou -se, tam bém o núm ero e o valor de com pra e venda de ovos de g alin has para in cu bação, durante o per íodo de 01 -0 8-95 a 3 1-07-96 , e a origem da produção do m el e da cera d e abelha.
Produçã o v e ge ta l
Refere-se à qu ant idade e ao valor da produ ção das principais cu ltu ras perm anentes e tem porárias, d a hort icultura, da ex tração veget al e da silv icu ltura, no per íodo de 01 -0 8-95 a 31-07 -9 6.
No qu e concerne às cu ltu ras perm anentes e tem porárias, apresen ta- se a produ ção própria do estabelecim en to, incluindo- se n esta par te de parceiros n ão autônom os. A produ ção par t icular do pessoal residen te, assim en tendida, a produção obtid a pelo pessoal resident e
(em pregados, colonos, etc.) para sua subsistência, em t erras do estabelecim en to , cedid as gratu itam en te, é apresen tada em tabulações próprias.
I nv e stim e n tos
I n form ou-se o valor total dos inv estim entos realizados n o período de 0 1-08 -9 5 a 31 -07 -9 6 em : t erras adqu iridas, p rédios, instalações e ou tra benfeitorias, nov as culturas p erm an en tes e novas m atas p lan tadas, v eícu los e ou tros m eios de transporte (n ov os e u sados) , com pra de anim ais de r eprodução, outros fin s, e m áqu inas e in stru m en tos agrár ios, nov os e usados. Fina n cia m e ntos
Foram registradas as m odalidades de financiam en to, segu ndo fin alidad e (in vestim ento, cu steio ou com ercialização) , desde que aplicados em ativ idades ligadas à exp loração agropecuária.
Apresen taram -se com o despesas, os gastos realizados n o período de 0 1-08 -9 5 a 31 -07 -9 6, com a m anu tenção e custeio das at iv idades dos estabelecim en tos, bem com o: salários, valor da cota-part e en tregues a parceiros, arrendam ento e parceria de terras, adubos e corretiv os, sem ent es e m udas, agro tóxicos, m ed icam en to para anim ais, alim en tação dos an im ais (sal, rações industr iais e ou tros alim en tos), com pr a de ov os fertilizados e de p in to de um d ia, aluguel de m áqu in as e im p lem en tos, serv iço de em preitada, tran sporte da produção, ju ros e despesas bancár ias, im postos e tax as, sacaria e outras em balagen s, com bu st ív eis e
lu brificantes, energia elétrica e outras despesas. Re ce ita s
As receitas correspondem ao valor obtido com a v en da d a produ ção e a exploração das at iv idades desen volv idas pelos estabelecim en tos, tais com o: v en da de produtos v egetais, de flores, plantas ornam ent ais e gram as, de an im ais e produtos de or igem anim al, de rãs e peix es, produtos tr ansform ados n os estabelecim entos (in dústr ia ru ral) , serv iços industriais ou outros serv iços prestados a terceiros, exploração m ineral, venda de m áquinas, veículos e im p lem entos e outras receitas.
Fonte: Censo Agropecuário de 1995-1996: conceituação das características divulgadas - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística [IBGE].
<http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/economia/agropecuaria/censoagro/conceitos.sht m>.
Apresentação de uma das empresas integradoras da região e manual dos integrados. Site da empresa Top Frango.
H om e N otícia s I nsta la çõe s Ex porta çã o Re sp onsa bilidad e A Em p re sa Re ce ita s Fot os Conta to TOPChick e n TOPFra ng o TOPMe a t .::A EMPRESA::.
O Frigorífico FRANGO FORTE localizado em Conchas, int erior do Est ad o de São Paulo, a 180 km da Capit al, vem aperfeiçoando os processos, com inv est im ent os em t ecnologia, t reinam ent o às equipes à prát ica diária na busca pela pr odut ividade com qualidade. O Frigorífico abre espaço para concepção de n ov os produt os e o desenv olvim ent o de um a m arca líder de m er cad o, sólida e sintonizad a com os anseios de seus consum idores. Um crescim ent o const ant e vem ocorrendo, com a am pliação p erm anent e da ár ea produt iva, aum ent ando consequent em ente su a capacidade de vendas e export ação.
A divisão agropecuária do FRAN GO FORTE desenvolve a cria, recria e engorda de suas aves. São m ais de 500 parceiros em diversas r egiões produzindo dent r o dos m ais rigor osos critérios t écnicos e de qualidade.
O frigorífico FRANGO FORTE é um dos m aior es em seu segm en to, sit uando- se entr e os principais do País. Possui inst alações da m ais alt a t ecnologia que aliada à capacidade profissional de seus m ais de 3.000 colaboradores, pr oduzem qualidade e sat isfação em t oda a sua linha de produt os.
A Em presa t am bém possui um a grande preocupação com o m eio am bient e, e nest e quesit o, o FRANGO FORTE dá o exem plo em preserv ação da Nat ureza. Com aproveitam ent o global de m at érias prim as e um planej ad o sist em a de utilização dos r ecursos n at ur ais, o Frigorífico garant e ao consum idor um produt o indust rializado q ue não agride a n at ureza.
O Frigorífico FRANGO FORTE cam inha preparado para o futur o com as at enções focadas ao m ercado Nacional e I nt ern acion al. Com est es diferenciais as m arcas TOPCHI CKEN, TO PFRAN GO,
TO PMEAT ( su ín os e bov inos) e TO PFRI O S conquistam um
núm ero cada vez m aior de consum idor es, consolidando a sua m arca no m ercado. É a FRAN GO FORTE, conquistando o m undo!
Resolução m ínim a de 800 x600 © Copyright 2004, Gra fit t iCom u nicaçã o Sm art I S Porta l Su ite
• Hom e • Cont at o • Frango Forte 1. Preparação 2. Recebim ento 3. Manej o inicial 4. Am biência 5. Equipam ent os 6. Vacinação 7. Água 8. Acesso à granj a 9. Carregam ent o 10. Com postagem 11. Cam a 12. Ração 1. Construção
A nossa em presa vem sendo alicerçada e construída t ijolo a tij olo; em cada dia um novo desafio, um a nova idéia, nov os conhecim ent os, tudo é estudado e aplicad o sem pre em busca d a m elhoria do relacionam ent o em presa e int egrado.
Est e m anual é m ais um t ij olo dest a con st rução, um a part e im por t ant e do segm ent o com plexo de produção de frango, onde a qualidade e eficiência são fat ores determ inant es
para o sucesso.
A Frang o Fort e em busca dessa excelência lança o Manu al dos I nt egrados, com a finalidade de orient ar, dirim ir dúvidas, acrescent ar apr endizados e novos conhecim ent os de t odo o processo, visando sem pr e os m elhores frut os.Aliando- se a t udo isso colocam os n osso Depart am ent o Técnico a disposição par a event uais dúvidas ou esclarecim ent os, para consolidação de nossa parceria.
Cont e conosco. Romualdo Umberto Pavan - Dir et or Pr esident e
• Hom e • Cont at o • Fr ango Fort e 1. Preparação 2. Recebim ent o 3. Manejo inicial 4. Am biência 5. Equipam ent os 6. Vacinação 7. Água 8. Acesso à granja 9. Carregam ent o 10. Com postagem 11. Cam a 12. Ração 13. Const rução
• Ret irar t oda a cam a ut ilizada; • Var rer o piso, t elas e cortinas;
• Lavar o aviário com bom ba de alt a pressão; • Lavar t odos equipam ent os e silos;
• Colocar cam a n ov a (5 a 7cm de altur a) ;
• Mont ar os círculos ou am biente com 50 pint os m 2;
• Verificar lim peza e condições de uso das cam p ânulas e aquecedores em geral;
• Lavar e desinfet ar a caix a d’água;
• Telef onar para Fr ango Fort e confirm ando o horário de alojam ent o est abelecido pelo incubat ório.
Preparação para alojamento (cama reutilizada)
• Enleirar a cam a com 60cm de altura, durant e 7 dias; • Var rer t elas e cor tinas;
• Lavar silos e t odos os equipam ent os ut ilizad os; • Após o 7º dia espalhar cam a enleirada;
• Mont ar os círculos ou am biente com 50 pint os m 2;
• Test ar t odas as cam pânulas e aqueced or es antes do alojam ent o; • Lavar e desinfet ar a caix a d’água;
• Telef onar par a Fr ango Fort e confirm ando o horário de alojam ent o est abelecido pelo incubat ório.
• Hom e • Cont at o • Fr ango Fort e 1. Preparação 2. Recebim ent o 3. Manejo inicial 4. Am biência 5. Equipam ent os 6. Vacinação 7. Água 8. Acesso à granja 9. Carregam ent o 10. Com postagem 11. Cam a 12. Ração 13. Const rução
• Os círculos t êm de est ar forr ados com papel;
• A água lim pa e clorada dev er á est ar disponível ant es da chegada dos pint os; • As cam pânulas devem est ar ligadas 2 hor as ant es da chegada dos pintos; • A t em peratur a deve est ar ent re 28º a 30º C com 50% de um idade; • Conferir a quantidade de caix as entr egue e núm er o de pintinhos dent ro das caixas;
• No 1º dia colocar ração no papel.
• Hom e • Cont at o • Fr ango Fort e 1. Preparação 2. Recebim ent o 3. Manejo inicial 4. Am biência 5. Equipam ent os 6. Vacinação 7. Água 8. Acesso à granja 9. Carregam ent o 10. Com postagem 11. Cam a 12. Ração 13. Const rução
• Lavar os bebed ouros 3 v ezes ao dia;
• Mexer os com edour os tubulares a cada 2 horas; • Proibido o uso de bandej as;
• Abrir o círculo a part ir do 2 º dia de idade; • Ret irar o papel no 3 º dia de idade;
• Abertura:
No ver ão, aos 7 dias de idade, m ant er os pint os na m etade da granja e com 15 dias na gran ja int eira;
No invern o, aos 10 dias de idade, m an ter os pintos n a m et ade da granj a e com 20 dias na granj a int eir a;
Aquecer os pintos at é 15 dias de idade, conform e t abela na ficha de alojam ent o;
• Fazer uso dos nebulizadores e v entilad ores quando necessário, conf or m e orien tação t écnica;
• Quando necessário, fazer ren ov ação de ar at r av és da aber tura das cortinas, evit ando o est r esse das av es ( bico abert o) .
• Fazer t r oca de ar abaixando as cortinas quando necessário, não deixando as av es est ressadas ( bico abert o) conf or m e orient ação t écnica;
• Rev olver a cam a do galpão t oda sem ana e r et irar a cam a úm ida.
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Am biência est a r elacionad a à inst alação, época do ano e região onde sit ua a granj a. Consider ando sem pr e o bem est ar das aves.
Necessidade para melhorar ambiência
• For ro em t odo galpão;
• Cortin a ext erna em bom est ado;
• É necessário um vent ilador par a cada 1000 av es; • É necessário um bico nebulizador para 150 av es; • Arborização ao redor dos g alpões;
• Água de boa qualidade;
• Caixa d’água interna e ext ern a sem pre cobert as e na som br a; • Telhado extern o pintado de branco.
• A som a da t em perat ur a e um idade n ão dev em ultr apassar o n úm er o 100; Observ ar t abela abaix o:
At é 100 Entre 100 e 110 Acim a de 110
Am bient e nor m al
Aum ento da Conversão Alim ent ar Mort alidade das av es
Exem plo: Temp Umid Soma
28ºC + 50% = 78
Am bient e nor m al
Obs:
Para m elhor rendim ent o zoot écnico deve t r abalhar com sist em a túnel.
• Hom e • Cont at o • Fr ango Fort e 1. Preparação 2. Recebim ent o 3. Manejo inicial 4. Am biência 5. Equipam ent os 6. Vacinação 7. Água 8. Acesso à granja 9. Carregam ent o 10. Com postagem 11. Cam a 12. Ração 13. Const rução 1. Pintos:
• Bebedour o: 1 par a 80 av es; • Com edour o: 1 para 80 aves;
• Bebedour o Nipple: 10 aves/ bico n o m áxim o; • Cam pânulas:
Redonda a gás – 1 cam pânula para 500 av es; Quadrada a gás – 1 cam pânula par a 1.000 aves; À lenha – 1 cam pânula para 1.500 aves.