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3. İSTANBUL TÜRK VE İSLAM ESERLERİ MÜZESİ (İSTANBUL TURKISH AND ISLAMIC ARTS MUSEUM)

3.1.1. Ahşap Eserler Bölümü

A tecnologia é retratada com extensão à inovação, considerando a indivisibilidade de ambas. Quando se verifica o nível de domínio tecnológico por uma empresa, observa-se a

sua capacidade para utilizar o conhecimento, para adaptá-lo às novas situações que surgem e para aperfeiçoá-los a fim de manter a competitividade da empresa (KRUGLIANSKAS, 1996).

Schumpeter (1982) afirma que o elemento motriz da evolução do capitalismo é a inovação, seja ela em forma de introdução de novos bens ou técnicas de produção, ou mesmo através do surgimento de novos mercados. Nelson e Winter (2005) pontuam que o papel da inovação como elemento fundamental para o entendimento da dinâmica capitalista foi um dos grandes feitos de Schumpeter.

A inovação nos últimos anos tem sido a vedete da nova perspectiva para o crescimento econômico, seja de regiões sofríveis com dados reveladores diante do contexto social e econômico, seja daquelas localidades com melhores resultados de desenvolvimento. As organizações estão inseridas nessa realidade dicotômica. Masiero (2009) destaca que as inovações tecnológicas são concebidas sob vários níveis de análise e abordagens, e ainda caracterizando-se como conhecimento transformado em produto ou serviços.

Porter (1999, p.37) amplia esta definição descrevendo que a tecnologia “é o

conjunto de conhecimentos necessários para se conhecer, produzir e distribuir bens e serviços

de forma competitiva”. Esta definição apresenta duas implicações: a tecnologia abrange toda a

empresa, e é utilizada para agregar valor aos produtos e serviços proporcionando vantagem competitiva.

O processo inovador não se restringe a produtos e processos, mas envolve novas formas de gestão, novos mercados e novos insumos de produção (SCHUMPETER, 1982).

[...] Inovação destina-se a dar mais competitividade a uma tecnologia, ou descoberta tecnológica, de um produto ou processo, ampliando a participação da empresa no mercado e, assim, agregando valor econômico e lucratividade. A inovação permite que as organizações diversifiquem suas ofertas de produtos e serviços, podendo alavancar seus retornos de investimentos (NICOLSKY, 2001, p. 11).

Na teoria econômica dominante, baseada nos pressupostos neoclássicos, a empresa é tratada como uma "caixa preta", cabendo-lhe apenas combinar fatores de produção disponíveis (capital e trabalho), buscando assim, a maximização de uma função objetivo num mercado de produtos homogêneos (DOSI, 2006). A tecnologia é tratada apenas como um leque de técnicas, portanto, com custos de acesso e utilização desprezíveis, expressa através de uma função de produção.

Considerada em termos dinâmicos, a concorrência adquire um aspecto peculiar, tem implicações importantes para o sistema econômico como um todo e resultados bastante diferentes daqueles apontados pela teoria neoclássica (KIM, 2005). Figueiredo (2005) ressalta

a influência da “perspectiva neo-schumpeteriana”55

, emergindo vários estudos voltados para a compreensão do desenvolvimento tecnológico em empresas de países em desenvolvimento. Leonard-Barton (1998) afirma que as empresas e setores da economia, incluindo o Estado, que não procuram investir em tecnologia para poder inovar, acompanhada de um aparato institucional mais eficiente, estão condenadas a desaparecer nos referidos mercados - isto é, a perder espaço para aquelas empresas que visualizam a inovação como meio de diferenciação.

A capacidade de inovação exerce um papel decisivo na determinação de quem prospera na arena global. E representa a base de criação de vantagens estratégicas de mercado para as empresas, fator de grande necessidade no contexto competitivo mundial. A inovação constitui-se no fator determinante no processo dinâmico da economia e, ao mesmo tempo, torna-se fundamental para definir os paradigmas de competitividade econômica, especialmente no atual crescimento da competitividade em nível regional e global (NELSON e WINTER, 2005). Neste sentido, as mudanças deixam de ser escolhas e passam a retratar a realidade imperativa das organizações. As inovações tecnológicas emergem, enquanto gênese, de processos que muitas vezes são desprezados nos estudos das novas combinações da estrutura produtiva (KIM, 2005).

É importante entender esse tema no contexto das economias e/ou regiões de industrialização tardia. Empresas que operam nesse contexto caracterizam-se pela necessidade de moverem-se da acumulação de capacidades de mero uso ou operação de sistemas existentes para acúmulo de capacidades para inovar tecnologias e sistemas de produção (TACLA; FIGUEIREDO, 2003). A dependência histórica não se legitima no novo cenário, mas pesquisas realizadas em países e empresas situadas em economias “emergentes” revelam a trajetória tecnológica que comprova o poder de assimilação, absorção e reprodução do conhecimento tecnológico (FIGUEIREDO; 2004, 2005, 2006; DOSI, 2006; KIM, 2005; LEONARD-BARTON, 1998).

[...] A tecnologia passou a ser considerada uma variável endógena ao processo de desenvolvimento e/ou sistema econômico e, sem dúvida, vem assumindo um papel crescente, e cada vez mais importante, na estrutura econômica determinante. Nessa nova dinâmica, delineia-se a construção e desenvolvimento diferenciado das firmas: (a) comportamento das firmas para atingir seus objetivos, e não maximizar somente o lucro; (b) ênfase nos conflitos intrafirmas e/o intraorganizações; (c) ênfase em ambiente externo de atuação das firmas; (d) ênfase sobre imperfeição de conhecimentos; necessidade de assimilação e absorção do conhecimento; (e)

55 Representa vários aprofundamentos sobre a Teoria Schumpeteriana, realizados por autores comumente

chamados de neo-schumpeterianos que surgiram, gerando novas alternativas para o tratamento da inovação e do progresso técnico. Richard Nelson, Sidney Winter e Giovanni Dosi estão entre os principais expoentes da escola neo-schumpeteriana e apresentam-se com um viés em contraposição ao equilíbrio, maximização e racionalidade perfeita que são justamente as bases da teoria ortodoxa, que a teoria evolucionária questiona.

aceleração de acúmulo de aprendizagem, do uso para a inovação; (f) ênfase aos aspectos organizacionais – base qualitativa (DOSI, 2006, p. 62).

A crescente importância do conhecimento para os processos competitivos tem estimulado os estudos sobre as condições de capacitação das empresas e tem destacado diferentes dimensões dos processos de aprendizagem. Os estudos sobre a inovação como um fenômeno interativo e endógeno aos processos competitivos, e inerentes aos regimes tecnológicos específicos também têm destacado que a inovação não se refere apenas às mudanças de natureza radical nos processos e produtos, reconhecendo a importância das inovações incrementais e também as de natureza organizacional. “Os avanços tecnológicos estão modificando o ambiente de trabalho e exigindo novas habilidades e competências aos

trabalhadores” (ROBBINS, 2005, p.433). Motta (2001 p. 97) ressalta a questão da evolução

tecnológica moderna em harmonia com o saber em todos os níveis da organização.

“Educação, conhecimento e habilidade em manter o fluxo adequado de informações tornam- se fatores primordiais no progresso empresarial”.

Leonard-Barton (1998) explica que a aprendizagem é um processo da acumulação de conhecimento da organização, mas que depende das capacitações prévias e do acesso às fontes externas de informações. Esse processo adquire, portanto, distintos formatos e provoca impactos diferenciados sobre o tipo de conhecimento acumulado. A criação de competências da empresa é um processo contínuo de aprendizagem, do qual decorrem capacitações também especificas (TACLA; FIGUEIREDO, 2003; KIM, 2005). Neste sentido, as expectativas de melhoramentos contínuos, através do ritmo das mudanças das inovações e difusão da tecnologia, assumem cada vez mais importância nas decisões e expectativas empresariais de investimentos notadamente contextualizadas em ambientes de incertezas. A obtenção e a aprendizagem tecnológica das economias emergentes têm levantado interrogações em busca da compreensão desse fenômeno (KIM, 2005; FIGUEIREDO, 2004).

Windrum (2008); Figueiredo (2006) destacam que há uma tendência de se negligenciar a dimensão organizacional (gerencial) da capacidade tecnológica, ou seja, grande ênfase é dada para o “capital humano” em detrimento do “capital organizacional”. Esse fenômeno deve causar uma entropia no processo de aprendizagem tecnológica considerando que o acúmulo de tecnologia se efetiva no tecido organizacional e gerencial do sistema. No que diz respeito ao processo de acumulação da capacidade tecnológica, Figueiredo (2005) salienta que empresas que operam em economias emergentes ou de industrialização recente não detêm capacidades tecnológicas básicas. Essa evidência exige dessas organizações a

tecnológica internacional” como forma de obterem a aprendizagem para construir e acumular sua capacidade tecnológica. Essa afirmativa pode ser inferida diante da relação da MPE com a GE, considerando a relação de parceria dessas empresas, creditando a possibilidade de influência da GE nos processos internos das MPEs prestadoras de serviços como condição de criação de valor para oferta do trabalho para a contratante, a grande empresa, caracterizando- se a fronteira tecnológica da parceria. Logo, compreender e desmistificar o processo de aprendizagem e inovação tecnológica é imperativo.

[...] A inovação tecnológica constitui um processo não-linear e cumulativo, e que faz uso de várias fontes (de informação, conhecimento, tecnologias, recursos humanos e materiais, etc.) para se realizar. Nesse sentido, as empresas e as organizações de apoio ao sistema de inovação buscam se manter atualizadas, atuantes e competitivas no contexto da economia baseada no conhecimento e no aprendizado (FIGUEIREDO; VENDOVELOO, 2006, p.196).

Contudo, os estudos são realizados sob a perspectiva da economia do conhecimento, das capacidades dinâmicas e da competição globalizada, restringindo-se a examinar o processo de inovação em economias tecnologicamente avançadas, ou seja, em países desenvolvidos. Posicionar-se voltado para a velocidade das mudanças com dinamismo para a fronteira tecnológica torna-se condição sine qua non nessa perspectiva. As empresas que operam em economias emergentes devem potencializar a capacidade tecnológica (acumular), delineando a necessidade de as empresas dominarem não somente o processo de desenvolvimento de capacidade tecnológica, como também, aprender a acelerar sua inovação (FIGUEIREDO; 2004, 2005; LEONARD-BARTON,1998).

PROCESSO DESCRIÇÃO

1-Aquisição de conhecimento externo

- Os indivíduos adquirem conhecimentos tácitos e/ou codificados advindos de fora da empresa;

- Importação do saber externo, recorrer à assistência externa e promover treinamento no exterior;

- Canalização sistemática de saber externo codificado. 2-Aquisição de

conhecimento interno

- Os indivíduos adquirem conhecimentos tácitos exercendo diferentes atividades na empresa (tarefas rotineiras, aperfeiçoamento dos processos);

- Centros de P&D formalmente organizados;

- Experimentação sistemática nas unidades operacionais. 3-Socialização de

conhecimento

- Os indivíduos compartilham seu saber tácito (modelos mentais e aptidões técnicas);

- Processo formal e informal; - Diversificação dos treinamentos. 4-Codificação de

conhecimento

- Saber tácito individual se torna explícito – saber organizado e acessível, facilitando a assimilação;

- Conhecimento codificado - padronização dos métodos Quadro 14 – Definição do processo de aquisição, socialização e codificação

A dinâmica do processo é tornar o conhecimento acessível e disseminado na empresa. As etapas 3 e 4 são cruciais para a conversão da aprendizagem individual em aprendizagem organizacional. A correlação do processo e característica não garante a eficácia do sistema, visto que diferentes fatores na empresa podem influenciar os processos de aprendizagem. O funcionamento adequado do processo de aprendizagem pode auxiliar a trajetória de acumulação de competência tecnológica, com consequente melhoria do desempenho operacional. Seguem, de forma sintética as características de aprendizagem:

CARACTERÍSTICAS DESCRIÇÃO

1 – Variedades

- Medição dos processos de aprendizagem ocorre entre e dentro deles; - Nível adequado de conhecimento individual, mas incorporados ao plano organizacional.

2 – Intensidade

- Frequência com que se cria, atualiza, utiliza e aperfeiçoa os processos de aprendizagem ao longo do tempo;

- Pode garantir um fluxo constante de saber externo para a empresa – pode melhorar a tecnologia adquirida e os processos de aquisição de conhecimento interno – pode assegurar a conversão da aprendizagem individual em aprendizagem organizacional.

3 – Funcionamento

- O modo como o processo de aprendizagem opera ao longo do tempo; - Interferir na variedade e intensidade – aumentar ou diminuir. 4 - Interação - Modo como os diferentes processos de aprendizagem se influenciam

mutuamente – socialização do saber versus aquisição do saber externo. Quadro 15 – Principais características dos processos de aprendizagem

Fonte: Adaptado de Tacla e Figueiredo (2003); Figueiredo (2005).

O modelo desenvolvido facilita a compreensão diante da velocidade do processo de acumulação de capacidade tecnológica que pode orientar estratégias empresariais e governamentais de inovação. Conforme o autor, esse modelo permite examinar vínculos entre empresas em certo setor, independente de seu tamanho e da sua nacionalidade. Pode-se examinar, particularmente, o desenvolvimento tecnológico em pequenas e médias empresas.

Quanto ao entendimento da capacidade tecnológica de uma empresa, a análise de seu armazenamento e acúmulo, tem nos estudos de Figueiredo (2003, 2004, 2005) uma tipologia consistente a partir da construção do sistema físico – com aparato de base de dados transferível, com a possibilidade de compra da tecnologia; o sistema de recursos humanos é compreendido pela experiência e talento acumulado – nessa etapa o conhecimento tácito prevalece e a singularidade da aprendizagem é restrita ao detentor do conhecimento; sistema organizacional ou tecido organizacional que representa os processos de gestão, nessa etapa devem ser privilegiados as codificações, tornando o conhecimento viável para todos da empresa. O modelo weberiano chamaria de formalização dos processos; e a última etapa

caracteriza-se pelos produtos e serviços advindos da integração e dinâmica das demais partes que sustentam e agregam para a capacidade tecnológica.

Nessa perspectiva, para a absorção do conhecimento das tecnologias existentes a empresa deve ampliar seus horizontes para além de seu ambiente interno. A atividade gerencial torna-se de extrema relevância para o processo de aprendizagem organizacional. Um dos argumentos apresentados está relacionado ao cenário de interdependência entre a empresa, o mercado e a sociedade. Leonard-Barton (1998) delineia que as empresas diferem consideravelmente quanto à sua capacidade de desenvolver nascentes do saber externas, isto é, de identificar, acessar e assimilar saber de fontes externas. A lógica passa a ser a construção de alianças para a aprendizagem.

Dentre os pontos para as alianças e para a aprendizagem das empresas há destaque na literatura a partir de Leonard-Barton (1998, p.67):

- A natureza das deficiências de aptidão: está relacionada à incapacidade técnica

da empresa, ou seja, quando o know-how56 não está disponível ou não representa um processo adequado internamente. As aptidões estratégicas representam para as empresas a integralização de diferencial diante de seus concorrentes, sendo essencial para o alcance estratégico institucional. Um fator importante a ser trabalhado pelos gerentes é a forma de compreender a deficiência de aptidão, mas para diagnosticar a ausência é necessário familiarizar-se com o vínculo entre estratégia e tecnologia em seu ramo de negócio.

Leonard-Barton (1998) afirma que o vínculo entre estratégia e tecnologia é amiúde precário ou inexistente, e a deficiência pode estar em qualquer uma das pontas da conexão desejada. Pela estratégia, as distorções podem ocorrer a partir da ausência do compartilhamento dos gestores para com seus liderados ou na disfunção do processo de comunicação da empresa, os dois itens causam desconhecimento do intento estratégico.

Do lado da tecnologia, as deficiências podem ocorrer a partir da obsolescência (mercado externo alcançar ou superar a aptidão interna), considerando o não aperfeiçoamento ou desenvolvimento de novos conhecimentos / aprendizagem tecnológicas (FIGUEIREDO, 2004). A aptidão tecnológica específica certamente é essencial para cumprir a estratégia da empresa, sendo necessário avaliar as estruturas e processos organizacionais. O declínio das pesquisas básicas, na medida em que houve um decréscimo nos investimento por parte das empresas.

56 Terminologia internacional que designa o conhecimento que a organização possui determinado processo,

- Variedade das fontes nas quais se podem adquirir saber: o diagnóstico das disfunções ou deficiências de aptidão é determinante para a escolha das fontes potenciais do saber tecnológico. As fontes externas do saber tecnológico ou potenciais aliados em tecnologia são: consultores, clientes, laboratórios nacionais, vendedores, universidades e empresas – concorrentes e não concorrentes. A transferência do saber através das fronteiras organizacionais é mais facilitada quando os interessados não são concorrentes diretos.

- Mecanismos de aquisição e importação: verifica-se que o processo de

importação se efetiva por observação, parcerias, alianças estratégicas, contratos de P&D, mas de forma consistente – com grau de compromisso e potencial de aquisição, através de aquisições e fusões, joint ventures57 e licenciamentos exclusivos. A duração ao longo do

tempo diante das fontes externas dependerá do tipo de mecanismo de absorção utilizado. - Questões gerenciais para a formação de uma capacidade de absorção: somente estabelecer mecanismos de aquisição e absorção de tecnologias não garante sua integralização, pois é necessário estar preparado em processos e recursos. O esforço e o comportamento gerencial são preponderantes para o alcance do resultado consistente para a organização. A manutenção das pessoas na organização influencia na absorção de saber. Há de se evidenciar que quando analisada a dimensão – pessoas – muito dos conhecimentos podem ser tácitos, ou seja, intransferíveis.

Quanto ao entendimento da capacidade tecnológica da empresa, a análise de seu armazenamento e acúmulo, tem-se nos estudos de Figueiredo (2003, 2004, 2005) uma tipologia extremamente consistente a partir da construção do sistema físico – com aparato de base de dados transferível, sendo o fator concreto; sistema de recursos humanos compreendido pela experiência e talento acumulado, sendo o conhecimento tácito; sistema organizacional / processos de gestão, associado aos procedimentos e rotinas, assim como, nas técnicas e ferramentas de gestão; e produtos e serviços, referindo-se a parte mais visível da capacidade tecnológica. Ao analisar estas questões à luz do quadro de referências do sistema tecnológico compreende-se que a gestão por inovação pressupõe o desenvolvimento da capacidade de absorção, manutenção e construção de um tecido tecnológico competitivo das economias emergentes, potencializando a velocidade da inovação.

Amaral Filho (2011) explica que as MPEs apresentam bom desempenho na difusão de inovações tecnológicas, facilitada pela flexibilidade estrutural, mas isso não

57

Terminologia internacional utilizada pela administração para designar a união entre pessoas ou empresas que se juntam para realizar um determinado empreendimento, a partir de suas características similares nos negócios (GOMES, 2012, p. 229)

acontece facilmente, com a geração de inovações propriamente dita, de acordo com a visão schumpteriana restrita, no tocante às empresas de porte muito pequeno e atuando em setores tradicionais. A relação entre organização e inovação é complexa, dinâmica e multinível.

Ao analisar estas questões à luz do quadro de referências da dimensão tecnologia compreende-se que a gestão por inovação pressupõe o desenvolvimento da capacidade de absorção, manutenção e construção de um tecido tecnológico competitivo das economias emergentes, potencializando a velocidade da inovação. Idéias inovadoras possuem várias fontes. Algumas são originárias em um flash de inspiração, enquanto outras, acidentalmente (CORAL, 2008).