TEK VELİLİ YETİM ÖDENEĞİ DAVASI
1.2.4. GENEL VE MESLEKİ EĞİTİM
1.3.2.2. Ekonomik ve Sosyal Gelişmelerin İstihdam Piyasasına Etkisi
O maior desafio do nosso trabalho foi certamente o de tecer uma crítica que não desconsiderasse o percurso de um Movimento tão novo e importante quanto o MHB, que tem em seu percalço setores ultraconservadores e ainda muito direitos a conquistar. Porém, um ponto que escapa às perspectivas de avanço e estratégias de luta é o risco da adoção de uma identidade remontar preconceitos de classe. Dizendo de outra maneira, os conflitos no próprio grupo e o preconceito escalonado no eixo das diferenças econômicas não podem ser negligenciados.
A pesquisa sobre a construção social da Personagem política e da própria manifestação Parada do Orgulho GLBT nos revelou a importância da criação da Identidade e sua relação com o Mercado. Hoje podemos afirmar que a visibilidade almejada atinge um dos seus pontos altos. A reflexão agora é sobre como manejá-la em prol do objetivo maior: o respeito às diferenças, considerando o estranhamento que a diversidade sexual provoca, bem como as desigualdades econômicas.
Notamos como o intento de insistir em uma política das diversidades particulares, sempre culmina no universal. Sem considerar este paradoxo, o MHB vai emendar-se à lógica capitalista e repetir, entre os seus, o empenho de buscar direitos a alguns e tentar oferecer algum assistencialismo a outros. Reiteradamente e sob as mais diversas configurações – certamente com cores mais fortes quando se trata de preconceito intra ou extra grupo – a diferença de classes se coloca. Durante as entrevistas ela aparece tentando disfarça-se em estereótipos, polarizadas em eufemismo como feio e bonito, bicha pão-com-ovo e bicha jardins, consumidor desejável ou condenável e outros tantos opostos. Corroboramos com o pensamento de Žižek de que a pluralidade de lutas, e por conseqüência, divisão de forças, é típica da manutenção da blindagem do capital (Žižek, 2006). No entanto, horas de entrevistas e pesquisas nos mostraram que há algo a mais além disto. Há um lugar abjeto por conta da diferença sexual, que precisa ser discutida in loco. Antes de colocar em posições antagônicas as duas diferenças, este trabalho vai ao esforço de informá-las. Sustentar o universal no particular e vice-versa é a tática que cumpriria um conhecimento reflexivo e interminável (Žižek, 2005).
E se “na cidade” esta manutenção da tensão é a única maneira de garantir um constante exame de elementos e combinações que reposicione o Movimento, a psicanálise vem contribuir mostrando como na clínica a identificação é sempre parcial, incompleta e
dinâmica (Freud, 1921, Buriti 1998). Desta maneira a Identidade mostra sua inconsistência, no sentido de eximir o sujeito da responsabilidade de ponderar seu limite e assumir seu desejo (Buriti, 1998). Se a Identidade foi a ferramenta que permitiu “positivar” a homossexualidade, cabe redimensioná-la para que não se paralise imersa em comemorações e auto-afirmação, enquanto seu propósito primeiro de avançar no campo de direitos esbarra em impossíveis do jogo político atual, composto de regras jocosas, pseudo-democracia, em um país que ainda exibe índices indecentes de homofobia. Quase 40 anos de visibilidade não foram suficientes para evitar a violência. Não é hora de mudar a estratégia?
Todo o empreendimento desta dissertação foi no esforço de apontar o hiato na preposição da Identidade e os riscos de mantê-la como finalidade última de uma política. Buscamos dissecá-la, desvelar suas influências, investigar suas origens na história, detalhar sua composição.
O pensamento de Slavoj Žižek cabe ser mais bem explorado no que tange às políticas de identidade. Sua contribuição é rica e diferenciada porque parte de um projeto político que não ignora os invólucros do capitalismo e nem reclama um retorno comunista stricto-senso, como nos mostra Dunker (2001)43: “O engajamento de Žižek deve ser encarado de modo diferente da participação ritual em movimentos sociais. Ele está sempre desconstruindo sua própria posição, produzindo aberturas e se relocalizando em novos debates”. É influenciado pelo campo lacaniano por excelência, o campo do Real, ou seja, aquilo que: “Não podendo ser simbolizado, expressa a impossibilidade da relação sexual, não há relação sexual inscritível” (Nazio, 1993: 77), aquilo que está no campo do gozo. Žižek trabalha com uma política do Real, pautada por uma ética:
A ética do Real não se curva simplesmente ao impossível (ou a Alteridade infinita) como um horizonte inultrapassável, que já marca todo ato como falho, incompleto e assim por diante. Ao contrário, tal ética aceita plenamente a contingência, mas se dispõe, ainda assim, a arriscar o impossível, no sentido de romper com as posturas padronizadas. (Daly: 29)
Uma política do Real buscaria desvelar continuamente a ideologia. As minorias poderiam, assim, constituir-se como ponto real (Real) de contestação, como um sintoma: “Quando se mostra que a lógica de excluir determinado grupo faz parte de um problema maior, tem-se uma espécie de versão destilada do que há de errado na sociedade como tal”. (Žižek:2006:176). Uma política do Real é uma política da busca, pois nunca nos deparamos
43DUNKER. Christian I.L., Slavoj Žižek e a renovação do marxismo. Disponível em:
<http://www.boitempoeditorial.com.br/publicacoes_imprensa.php?isbn=85-7559-035-9&veiculo=Cult> 23.fev.2010.
com o Real; faz, assim, oposição clara a qualquer sistema que se acredite eterno, e é claro que o capitalismo se encontra nesta categoria. Neste sentido, é possível sugerir à Parada GLBT de São Paulo uma proposta que se daria pela tática da superidentificação:
Na tática da superidentificação, trata-se de recusar a distância cínica entre a cultura "oficial" e a cultura "alternativa", distância que produz uma separação artificial e enganosa, alienando o sujeito em uma falsa posição "externa" ao sistema. Pela superidentificação, ao contrário, trata- se de tomar as formas simbólicas dominantes pelo seu valor de face e a partir de sua repetição reflexiva produzir desestabilizações internas ao sistema. Renúncia da consciência pessoal, de gostos, juízos e convicções, aceitação voluntária e deliberada do papel da ideologia. Um exagero da falsa aparência cujo objetivo é mostrar seu caráter insensato. (Dunker, 2001).
Uma idéia a ser explorada seria a de uso do “deboche gay” para desmascarar estereótipos, violência sofrida, e propor enfrentamentos ao mal-estar, fugindo ao politicamente correto. É pensar em outras diversas intervenções que tomem “ao pé da letra” o enunciado atribuído pela ideologia. Trata-se de intervenções pontuais que possam/devam se subverter assim que assimiladas pelo Outro.
Reconhecemos que esta dissertação teria mais questões a serem construídas e respondidas. Afirmamos corroborar com as Paradas enquanto manifestação política. Acreditamos que se recusar à participação não é a melhor forma de discordar; ao fazê-lo estaríamos respondendo com a mesma imobilidade política que impulsionou as críticas. É preciso, sim, cada vez melhor compreensão e participação efetiva em todo o processo de sua construção.
Mas, para meu desencanto O que era doce acabou Tudo tomou seu lugar Depois que a banda passou
Referências Bibliográficas
1. _____________.“Associação premia defensores de Direitos Homossexuais” – Folha de São Paulo, Caderno Cotidiano, 29/02/2002.
2. _____________.“Evangélicos Lotam Paulista no Corpus Christi” – Folha de São Paulo, Caderno Cotidiano, 27/05/2005.
3. ____________.“Movimento muda sigla de referência ‘GLBT’ para ‘LGBT’” – Folha de São Paulo, Caderno Cotidiano, 09/08/2008.
4. BARBERO, Graciela. H. Homossexualidade e identidades diversas. O preconceito que as acompanha. Revista Pulsional, ano XVI, n. 170. Junho/2003.
5. BARBERO, Graciela. H. Homossexualidade e expressões contemporâneas da sexualidade: perversões ou variações do erotismo? – Tese de doutorado em Psicologia Social - PUC/SP - 2004.
6. BECK, Ulrich, GIDDENS, Anthony e LASH, Scott. Modernidade reflexiva: trabalho e estética na ordem social moderna. São Paulo: Unesp. 1997.
7. BERGAMASCO, Daniel. “Panfleto para Parada Gay orienta como cheirar cocaína”. Folha de São Paulo, Caderno Cotidiano, 08/06/2007.
8. BERGAMASCO, Daniel. SANGIOVANNI, Ricardo. “Paulista é inadequada para a Parada Gay, diz Kassab”. Folha de São Paulo, Caderno Cotidiano, 16/06/2009.
9. BERGAMASCO, Daniel. “Sem trios de boates, política avança na Parada Gay de SP”. Folha de São Paulo, Caderno Cotidiano, 15/06/2009.
10.BERGAMO, Mônica. “No Fim do Arco-íris, Um Pote de Ouro”. Caderno Ilustrada. Folha de São Paulo, 17/08/2003.
11.BIANCARELLI, Aureliano. “Gays Sonham com Um Casamento Tradicional”. Caderno Cotidiano, Folha de São Paulo, 13/06/2004.
12.BURITY, Joanildo. A. Psicanálise, Identificação e a Formação de Atores Coletivos – Trabalho apresentando no XXII Encontro Anual da ANPOCS. Caxambu-MG. 1998. 13.BURREL G., G MORGAN. “Sociological Paradigms and Organizational Analysis” -
NH, London and Exeter: Heinemann. – Tradução Fúlvia Rossemberg, 1979. 14.CASTANHO, Amaury. “Sobre o Homossexualismo”. Caderno Opinião: Tendências e
Debates – Folha de São Paulo, 05/07/2004.
15.COSTA, Jurandir F. A Inocência e o Vício – Estudos Sobre o Homoerotismo. Rio de Janeiro, Relume Dumará, 1992.
16.COTES, Paloma. LEITE, Fabiane. DURAN, Sergio. “Orgulho Gay”. Folha de São Paulo, Caderno Cotidiano. 03/06/2002.
17.CUNHA, Eduardo. L. – Uma Interrogação psicanalítica das Identidades. Caderno CRH, n. 33, pp. 209-228. Ano 2000
18.CUNHA, Eduardo. L. – Uma Leitura Freudiana da Categoria de Identidade em Anthony Giddens. Revista Agora, Rio de Janeiro, v.X, n.2. Jul/dez 2007. pág. 171- 185.
19.DALY, Glyn. Arriscando o Impossível. In: Arriscar o Impossível – Conversas com Žižek/ Slavoj Žižek, Glyn Daly – São Paulo: Martins, 2006 – Coleção Dialética. 20.DINIZ, Melissa. “Associação Cria Guia para Homossexuais”. Folha de São Paulo,
Caderno Cotidiano, 30/05/2005.
21.DUNKER. Christian I.L., Slavoj Žižek e a renovação do marxismo. Disponível em: <http://www.boitempoeditorial.com.br/publicacoes_imprensa.php?isbn=85-7559-035- 9&veiculo=Cult> 23.fev.2010.
22.EAGLETON, Terry. De onde vêm os pós-modernistas? In: Em defesa da História: Marxismo e Pós-modernismo. Org. Ellen Meiksins Wood, John Bellamy Foster. Tradução: Ruy Jungmann . Editora Jorge Zahar – Rio de Janeiro, 1999.
23.ENRIQUEZ, Eugene. Da Horda ao Estado: Psicanálise do Vínculo Social. Editora Jorge Zahar. Rio de Janeiro. 1990.
24.FACCHINI, Regina. Sopa de Letrinhas? Movimento Homossexual e a Produção de Identidades Coletivas nos anos 1990. Editora Garamond, Rio de Janeiro, 2005.
25.FACCHINI, Regina; FRANÇA, Isadora L e VENTURI Gustavo. Sexualidade, Cidadania e Homofobia – Pesquisa 10º Parada do Orgulho GLBT de São Paulo - 2006. APOGLBT, São Paulo, 2007.
26.FISCHER, André. “Paradas Param Tudo”. Revista da Folha – Folha de São de Paulo, 06/07/1997.
27.FLOR, Ana. “Bancada evangélica emperra projetos de gays no Congresso”. Folha de São Paulo. Caderno Brasil, 13/06/2009.
28.FRANÇA, Isadora L. Cada Macaco no seu Galho?: Poder, Identidade e segmentação de mercado no movimento homossexual. RBCS Vol. 21 - nº60 - fevereiro/2006. 29.FRANCISCO, Luiz. “Grupo dá prêmio de melhor amigo dos gays a Lula”. Caderno
Brasil: Diversidade – Folha de São Paulo, 08/03/2005.
30.FRY, Peter e MACRAE, Edward J. B. N. O que é Homossexualidade? Coleção: Primeiros Passos. Editora Brasiliense, 7º. Edição. São Paulo, 1991.
31.FOSTER, John Bellamy. Em defesa da história. Posfácio in: Em defesa da História: Marxismo e Pós-modernismo. Org. Ellen Meiksins Wood, John Bellamy Foster. Tradução: Ruy Jungmann . Editora Jorge Zahar – Rio de Janeiro, 1999.
32.FREUD, Sigmund. (1905). Três Ensaios Sobre a Teoria da Sexualidade -. In: Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud.. Rio de Janeiro: Imago,1996.
33.____________, Sigmund. (1921). Psicologia de Grupo e Análise do Ego -. In: Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud.. Rio de Janeiro: Imago,1996.
34.GALLO, Ricardo. “Aula Antipreconceito”. Folha de São Paulo, Caderno Cotidiano, 12/03/2006.
35.GALVÃO, Vinícius Queiroz. “Psicóloga que diz ‘curar’ gay vai a julgamento em conselho”. Caderno Cotidiano – Folha de São de Paulo, 14/07/2009.
36.GARCIA, Marcos Roberto Viera. Alguns aspectos da construção do gênero entre travestis de baixa renda. Psicologia USP, 2009.
37.GURGEL, Iordan. 2009. “Políticas do Sinthoma e o desejo do analista”. Conforme Xavier Esqué, Una política del síntoma. XI Jornadas Castellano-Leonesas de Psicoanalisis. Disponível em:< http://cepp-teresina.blogspot.com/2009/03/politicas- do-sinthoma-e-o-desejo-do.html> Acesso:23/01/2010.
38. LACAN, Jaques. (1998a). O estádio do espelho como formador da função do eu. In: Escritos . Rio de Janeiro: Jorge Zahar (Texto original publicado em 1966).
39.LAPLANCHE, Jean. Vocabulário de Psicanálise. Laplanche e Pontalis: sob a direção de Daniel Lagache; Tradução Pedro Tamem – 4º Edição. Editora Martins Fontes, 2001.
40.LEFEBVRE, Henri. A Revolução Urbana. Editora UFMG — Belo Horizonte, 2001. 41.LIMA. Rafael Lima. As condições da clínica psicanalítica e os princípios do seu
<www.fundamentalpsychopathology.org/8_cong_anais/MR_319c.pdf> acesso em 12/01/2010.
42.LINS, Regina Navarro. A cama na varanda: arejando nossas idéias a respeito de amor e sexo: novas tendências. Ed. rev. e ampliada. - Rio de Janeiro: BestSeller, 2007. 43.LOURO, Guacira Lopes. Teoria Queer – Uma Política Pós-Identitária Para a
Educação.Estudos Feministas 541 - 2/2001.
44.MALIK, Kenan. O espelho da raça: o pós-modernismo e a louvação da diferença. In: Em defesa da História: Marxismo e Pós-modernismo. Org. Ellen Meiksins Wood, John Bellamy Foster. Tradução: Ruy Jungmann . Editora Jorge Zahar – Rio de Janeiro, 1999.
45.MARIA, Estanislau. “Passeata na Paulista. Caderno Cotidiano”. Folha de São de Paulo, 25/06/2000.
46.MENA, Fernanda. “Parada Pode Virar Carnaval”. Folha de São Paulo, Revista da Folha, 29/05/2005.
47.NASIO. Juan David. Nasio, Cinco lições sobre a teoria de Jacques Lacan. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor,1993.
48.NUNAN, Adriana. Homossexualidade – do preconceito aos padrões de consumo. Editora Caravansarai – Rio de Janeiro – 2003.
49.PACHECO FILHO, Raul Albino. O conhecimento da sociedade e da cultura: a contribuição da psicanálise. Revista Psicologia e Sociedade, 9 (1/2): 124-128; jan./dez. 1997.
50.PALOMINO, Erika. “Parada”. Caderno Acontece. Folha de São Paulo, 27/06/1999. 51.PARKER, Ian, et al. A Política – Repetindo Marx. In: Žižék Crítico - Política e
52.PARKER, Ian. Teoria Social Lacaniana e Prática Clínica. Revista Psicologia & Sociedade; 14 (2): 48-73; jul./dez.2002.
53.PASSOS, Rodrigo. “As condições da clínica psicanalítica e os princípios do seu
poder”. Site: Unicamp. Disponível em:
<http://www.unicamp.br/cemarx/anais_v_coloquio_arquivos/arquivos/comunicacoes/ gt1/sessao5/Rodrigo_Passos.pdf.> Acesso em: 23/01/2010.
54.PASTOR, Luiza. “Mercado GLS Resiste a Sair do Armário e Investe em Sigilo”. Caderno Negócios – Folha de São de Paulo, 22/10/2000.
55.PERLONGHER, Néstor. Os Devires Minoritários. Folha de São Paulo, 01/06/1996. 56.PINHEIRO, Augusto. “Namoro Gay em Público é Problema”. Folha de São Paulo,
Caderno Equilíbrio, 02/02/2002.
57.RODRÍGUEZ, Ricardo Veléz. Tópicos especiais de filosofia contemporânea. Editora UEL – Londrina, 2001.
58.SAFATLE, Vladimir, et al. Depois da Culpabilidade. In: Žižék Crítico - Política e Psicanálise na Era do Multiculturalismo. Hackers Editores, São Paulo, 2005.
59.SAFATLE, Vladimir. “Žižek passa a escrever na Folha”. Folha de São Paulo, 3/9/2000.
60.SAMPAIO, Paulo. “Gay ´Separatista` prefere festa a desfilar na Parada”. Folha de São Paulo, Caderno Cotidiano, 31/05/2002.
61.SAMPAIO, Paulo. “Teste Comparativo avalia Pagode Lésbico e Frenesi Gay”. Folha de São Paulo, Caderno Cotidiano, 10/06/2007.
62.SANCHES, Pedro Alexandre. “Parada Gay Cresce e Ganha Versão Mais Politizada”. Caderno Ilustrada – Folha de São Paulo, 04/06/2003.
63.SILVA, Alessandro S. Marchando pelo Arco-Íris da Política: A Parada Orgulho LGBT na Construção da Consciência Coletiva do Movimento LGBT no Brasil, Espanha e Portugal. Tese de doutorado em Psicologia Social - PUC/SP – 2006.
64.SILVA, José Fábio Barbosa. Homossexualismo em São Paulo e outros escritos
Org. James N. Green e Ronaldo Trindade; participação... [et al]. – São Paulo: editora UNESP; [1960]2005.
65.SILVA, José Fábio Barbosa. Lembranças Passadas a Limpo: a homossexualidade masculina em São Paulo. In. Homossexualismo em São Paulo e outros escritos. Org. James N. Green e Ronaldo Trindade; participação... [et al]. – São Paulo: editora UNESP; 2005.
66.SOUZA, Octavio. A Extensão da Psicanálise em Intensão. Clínica Psicanalítica, Rio de Janeiro, 1988.
67.STABILE, Carol A. Pós-modernismo, feminismo e Marx: notas do abismo. In: Em defesa da História: Marxismo e Pós-modernismo. Org. Ellen Meiksins Wood, John Bellamy Foster. Tradução: Ruy Jungmann . Editora Jorge Zahar – Rio de Janeiro, 1999.
68.SULLIVAN, Andrew. Praticamente normal. Companhia das Letras, S. Paulo, 1996. 69.TREVISAN, João Silvério. Devassos no Paraíso – A Homossexualidade no Brasil, da
colônia à atualidade. São Paulo, SP: Editora Record, 2000.
70.TREVISAN, João Silvério. “Carta à Prefeita de São Paulo”. Caderno Opinião. Folha de São Paulo, 04/03/2003.
71.PINHO, Marcio. “Homossexualidade é pecado para 58%, aponta pesquisa”. Caderno Cotidiano, FSP: 08/02/2009.
72.VIEIRA, Willian. “Parada é pretexto de turista para cinco noites de balada”. Folha de São Paulo, Caderno Cotidiano, 24/05/2008.
73.ŽIŽEK, Slavoj. Arriscar o Impossível – Conversas com Žižek/ Slavoj Žižek, Glyn Daly – São Paulo: Martins, 2006 – Coleção Dialética.
74.ŽIŽEK, Slavoj. et al. Multiculturalismo ou A Lógica Cultural do Capitalismo Multicultural. In. Žižék Crítico - Política e Psicanálise na Era do Multiculturalismo. Hackers Editores, São Paulo, 2005.
75.ŽIŽEK, Slavoj. Um Mapa da Ideologia. In: Um Mapa da Ideologia. Editora Contraponto. Rio de Janeiro, 1996.
76.ZBRUN, Mirta. Política do medo versus política lacaniana. Latusa digital – n. 10. ano 1 – outubro de 2004.
77.WOOD, Ellen Meiksins. O que é a agenda “pós-moderna”? In: Em defesa da História: Marxismo e Pós-modernismo. Org. Ellen Meiksins Wood, John Bellamy Foster. Tradução: Ruy Jungmann . Editora Jorge Zahar – Rio de Janeiro, 1999.