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BÖLÜM2: YABANCILAŞMA KAVRAMI VE SANAT İLİŞKİSİ

2.1. Yabancılaşma ve Sanat

2.1.1. Dışavurumcu Sanat ve Yabancılaşma

Foi calculado um delta para cada indicador, conforme exposto acima na seção Metodologia. Observando as médias desses deltas para cada micro-região, para cada indicador, obteve-se o que se segue, cujas planilhas de cálculo constam no Apêndice F:

pob1: Percentual de pessoas pobres, definidas como as que vivem com menos de meio salário mínimo ao mês.

Todas as micro-regiões tiveram redução desse percentual, tanto no Grupo 0 como no Grupo 1. As que tiveram melhor desempenho tiveram uma redução na faixa de 50 pontos percentuais, sendo 5 micro-regiões no Grupo 0 e 12 no Grupo 1.

pob2a: 10% mais ricos / 40% mais pobres.

O delta desse indicador de distribuição de renda atesta melhora no desempenho de uma micro-região quanto mais negativo for. Entre as micro-regiões do Grupo 0, 6 tiveram índice negativo, contra 8 do Grupo 1. Apenas uma micro-região do Grupo 1 foi pior que a pior micro-região do Grupo 0.

pob2b: Índice de Gini.

Esse indicador mede o grau de desigualdade na distribuição de indivíduos de acordo com a renda domiciliar per capita. A desigualdade é máxima quando o valor é 1 (um único indivíduo possui toda a renda e todos os outros não têm renda nenhuma) e mínima quando é 0 (todos indivíduos têm a mesma renda). Assim, o delta dessa indicador é melhor quanto mais negativo for, significando que houve diminuição na desigualdade. Entre as micro-regiões do Grupo 0, apenas 3 tiveram melhora, e no Grupo 1 foram 7 as micro-regiões com delta negativo. No entanto, duas micro-regiões do Grupo 1 tiveram desempenho pior do que a pior micro-região do Grupo 0.

pob3: Percentual de pessoas que vivem em domicílios com banheiro e água.

Observando as médias obtidas para as micro-regiões nos anos de 1991 e 2000, verifica-se que todas tiveram melhora nesse indicador. Entre as micro-regiões do Grupo 0, a média geral é de cerca de um ponto percentual abaixo da média geral. Os melhores desempenhos estão no Grupo 1, com incrementos da ordem de 20 pontos percentuais. Esse grupo teve 9 micro- regiões com desempenho melhor do que a melhor micro-região do Grupo 0.

Uma micro-região de cada grupo teve desempenho negativo. 8 micro-regiões do Grupo 1 tiveram desempenho melhor que o melhor desempenho no Grupo 0.

pob4b: Economias Residenciais Ligadas ao Sistema de Abastecimento de Água.

Todas as micro-regiões tiveram melhora nesse indicador. Duas micro-regiões do Grupo 0 tiveram desempenho melhor do que a melhor micro-região do Grupo 1; no entanto, num desses casos há influência de municípios que estão sob a influência de algum tipo de AD.

pob5a: Percentual de pessoas que vivem em domicílios sem energia elétrica.

O delta dessa indicador é melhor quanto mais negativo for. 4 micro-regiões do Grupo 1 tiveram melhor desempenho do que o melhor desempenho no Grupo 0.

pob5b: Consumidores de energia elétrica residencial.

Três micro-regiões do Grupo 1 tiveram desempenho melhor que o melhor desempenho do Grupo 0.

pob6: Percentual de pessoas que vivem em domicílios subnormais.

A média dos dois grupos é semelhante. A diminuição desse percentual supera 1 ponto percentual em apenas 1 micro-região do Grupo 0 e 3 micro-regiões do Grupo 1. Por outro lado, houve piora em apenas 1 micro-região do Grupo 0 e em 4 micro-regiões do Grupo 1.

gov1: Ocorrência de homicídios dolosos por habitante.

Esse indicador teve aumento em todas as micro-regiões, havendo 4 micro-regiões do Grupo 1 com aumento maior do que o maior aumento do Grupo 0.

sau1a: Taxa de mortalidade abaixo de 5 anos de idade.

O delta dessa indicador é melhor quanto mais negativo for. Quatro micro-regiões do Grupo 1 tiveram melhor desempenho que o melhor desempenho do Grupo 0.

sau1b: Taxa de mortalidade infantil de crianças de até um ano de idade.

O delta dessa indicador é melhor quanto mais negativo for. Cinco micro-regiões do Grupo 1 tiveram melhor desempenho que o melhor desempenho do Grupo 0.

sau2: Esperança de vida ao nascer.

Esse indicador teve melhora semelhante para todas as micro-regiões, independentemente de a qual grupo pertencem, com a diferença entre a maior e a menor variação sendo de apenas 0,07 ponto percentual.

sau3: Óbitos por AIDS.

O delta desse indicador foi inferior a 1 ponto percentual para todas as micro-regiões, exceto Guarulhos, com 1,03 ponto percentual.

sau4: Óbitos por suicídio.

Seis micro-regiões do Grupo 0 tiveram delta maior que o maior delta do Grupo 1. O Grupo 1 também tem 3 micro-regiões cujo delta é menor que o menor delta do Grupo 0.

sau5: Cobertura por Imuno (BCG, sarampo, polio, DTP, febre amarela, Haemophilus, hepatite B, influenza).

A evolução desse indicador foi semelhante nos dois grupos. O melhor resultado, tanto no Grupo 0 como no Grupo 1, foi nos municípios que fazem parte de Associações de Municípios, neles havendo as únicas variações acima de 3 pontos percentuais.

edu1: Percentual de crianças de 10 a 14 anos na escola.

Esse é um indicador que deve ser observado com atenção, pois uma grande mudança não significa necessariamente que o resultado final é muito bom, podendo significar, ao contrário, que o patamar inicial era muito baixo. No Grupo 0, a micro-região de Piedade obteve o mais alto delta, de 23, 88 pontos percentuais. Porém, ao analisar o percentual absoluto, observa-se que em 1991 havia apenas 68,83% de crianças da faixa etária em epígrafe na escola. De modo semelhante, a micro-região de Capão Bonito, no Grupo 1, teve o mais alto delta de seu grupo, de 23,19 pontos percentuais. Mas em 1991 o percentual absoluto era de 67,19%. Isso deixa ambas micro-regiões ainda situadas como as com menor percentual de crianças de 10 a 14 anos na escola em seus respectivos grupos. Na outra ponta, as micro-regiões de cada grupo com o menor delta foram Santos, do Grupo 0, com 6,77 pontos percentuais, e São Paulo, do Grupo 1, com 4,94 pontos percentuais. Santos aparece como a quarta melhor colocação de seu grupo em 2000, com 97,23% de crianças na escola. São Paulo surge em oitavo lugar de seu grupo, com 97,37%. Portanto, as micro-regiões que pior delta tiveram terminaram o período de análise melhor do que as que tiveram delta mais alto.

edu2: Média de anos de estudo das pessoas de 25 anos ou mais.

Os deltas dessa variável tiveram pouca diferença entre si, não atingindo meio ponto percentual entre a que mais e a que menos variou.

Entre o Grupo 0, 6 micro-regiões tiveram delta superior a 2 pontos percentuais. No Grupo1, foram 12 micro-regiões nessa condição.

edu4: Percentual de pessoas com 25 anos ou mais alfabetizadas.

Houve melhora em todas as micro-regiões do estado. A média dos dois grupos é semelhante à média geral. No Grupo 0, os melhores desempenhos foram da ordem de 9 pontos percentuais, e no Grupo 1 os melhores desempenhos foram em torno de 10 pontos percentuais.

dem1: Taxa de fecundidade total.

Esse indicador teve delta negativo em todas as micro-regiões. Um único município, Pompéia, pertencente à micro-região de Marília, no Grupo 1, teve delta positivo de 0,01 ponto percentual.

dem2: Percentual de pessoas em famílias com razão de dependência maior que 75%. Todas as micro-regiões tiveram delta negativo, em torno de 4 a 9 pontos percentuais.

dem3: Taxa de crescimento populacional.

A variação média geral desse indicador é de 0,05 ponto percentual. O maior delta foi de apenas 1,13 ponto percentual.

des1: Dias em situação de emergência ou estado de calamidade pública, por habitante.

Esse indicador é pouco adequado para análise por delta, seja esse diferença ou razão, pois em muitos casos não existem valores para todos os períodos. Observando apenas as médias de cada ano para o qual existem dados, as médias gerais são muito semelhantes, numa amplitude de apenas 1,53 ponto percentual. Alguns municípios da micro-região de Fernandópolis, Grupo 0, com Associação de Municípios, tiveram uma alta nessa variável no ano de 2005, assim

como alguns das micro-regiões do Grupo 1 Assis (com Consórcio Intermunicipal) e Votuporanga (sem nenhum tipo de agência de desenvolvimento).

atm1: Se houve poluição do ar nos últimos dois anos, quantidade de pessoas afetadas.

No Grupo 0 somam-se 5.601.113 habitantes sujeitos a poluição atmosférica entre 2006 e 2008. No Grupo 1 são 18.907.511 pessoas. No entanto, o Grupo 1 conta com a micro-região de São Paulo, respondendo por 13.303.119 habitantes em municípios com poluição do ar. Expurgada essa micro-região, os valores tornam-se bastante semelhantes, com 5.604.392 habitantes do Grupo 1. Pelo lado positivo, são 5 micro-regiões do Grupo 0 e 12 Grupo 1 sem ocorrência de poluição no período.

ter1: Se houve contaminação do solo nos últimos dois anos, quantidade de pessoas afetadas. O Grupo 0 tem 6.366.166 habitantes sujeitos a contaminação do solo entre 2006 e 2008. No Grupo 1 são 19.115.527 pessoas. No entanto, o Grupo 1 conta com a micro-região de São Paulo, respondendo por 12.493.843 habitantes em municípios com contaminação do solo. Expurgada essa micro-região, os valores tornam-se bastante semelhantes, com 6.621.684 habitantes do Grupo 1. Pelo lado positivo, são 7 micro-regiões do Grupo 1 sem ocorrência de contaminação no período, contra nenhuma no Grupo 0.

ter2: Área usada como lavoura permanente. Período a: 1940 a 1970.

Houve incremento na área de lavoura permanente em todas micro-regiões do Grupo 0, variando de 0,01 a 2,49 pontos percentuais. No Grupo 1, 6 micro-regiões não tiveram incremento, as demais variando de 0,02 a 1,99 pontos percentuais.

O aumento no uso da terra nesse período foi maior, em média cerca de 6 vezes maior que no período anterior. No nos dois grupos, foram 5 micro-regiões com delta maior que o maior delta de cada grupo no período anterior. De modo gral, não houve diferença entre os grupos. Período c: 1997 a 2007.

O incremento nesse período foi ligeiramente inferior ao do período anterior. Apenas a micro- região de Guarulhos, no Grupo 1, teve um aumento muito maior que as demais, de 4,62 pontos percentuais, sendo que o maior delta entre todos as outras micro-regiões é de 1,55 pontos percentuais.

agu1: Se houve poluição do recurso hídrico nos últimos dois anos, quantidade de pessoas afetadas.

Assim como os outros indicadores baseados em população, foi expurgada a micro-região de São Paulo, para não distorcer a análise. Com isso, a população afetada no Grupo 1 é de 1.265.504 menor que a população afetada no Grupo 0.

agu2: Quantidade de economias residenciais ligadas ao sistema de esgotamento sanitário. O delta de todas as micro-regiões foi positivo, indicando melhora nesse atendimento. Apenas duas micro-regiões do Grupo 0 tiveram incremento de mais de 10 pontos percentuais, contra três no Grupo 1.

bio1: Área protegida.

A média geral desse índice foi uma variação nula, com os acréscimos compensando os decréscimos. O maior incremento foi de 0,11 no Grupo 0, e a maior queda foi de 0,20 no Grupo 1.

bio2: Decremento de mata entre 2000 e 2005.

Do total de 4.506 hectares perdidos entre 2000 e 2005, 81% estavam em micro-regiões do Grupo 0. Do restante, 7,55% estavam em micro-regiões do Grupo 1 com ação de ADR, 4,95% com ação de CD e 3,79% sem nenhum tipo de agência. A micro-região de Registro apresentou um decremento muito acentuado, contribuindo sozinha com 2.407 hectares. Mesmo expurgando essa micro-região para evitar distorções, o Grupo 0 permanece respondendo por 59,22% do decremento de mata atlântica no período.

de1: Produto Interno Bruto (PIB) per capita.

Os deltas desse indicador são muito semelhantes para todas as micro-regiões. Há 3 micro- regiões do Grupo 0 com delta pior que o pior delta do Grupo 1, e 2 micro-regiões do Grupo 1 com melhor delta do que o melhor do Grupo 0.

de2: Total de vínculos empregatícios.

Todas micro-regiões tiveram incremento nesse delta, que varia de 1,25 a 4,38 pontos percentuais na média das micro-regiões, com a média do Grupo 1 sendo 0,14 ponto percentual maior que a do Grupo 0. O Grupo 0 apresenta 9 micro-regiões com media maior que a média geral, contra 19 micro-regiões do Grupo 1.

de3: Coeficiente de terminais telefônicos por cem habitantes.

Os incrementos médios dos dois grupos foram semelhantes, cerca de um ponto percentual de diferença da média geral. Tanto o maior como o menor delta são observados no Grupo 1, respectivamente 39,34 na micro-região de São Paulo e 5,95 na micro-região de Paraibuna/Paraitinga.

de4: Despesas municipais segundo rubrica Ciência e Tecnologia/PIB municipal.

Esses deltas são mínimos, em ambos os grupos. O maior incremento ocorrido foi na micro- região de Ribeirão Preto, com 0,36 ponto percentual.

peg1: Balança comercial brasileira por município/PIB municipal.

Esse indicador tem deltas bem variados, de –21,79 no Grupo 0, micro-região de Campinas, a 92,52 no Grupo 1, micro-região de Assis. No Grupo 0 ocorreram duas micro-regiões com delta superior a 10 pontos percentuais, Pirassununga com 10,60 e Birigui com 54,12. No Grupo 1 foram 3 as ocorrências, Piracicaba com 15,46, Ituverava com 31,21 e Assis, acima citado. No Grupo 0 a maior variação ocorreu em municípios sem ação de AD e no Grupo 1 ocorreu em micro-região inteira sob ação de CI.

pcp1a: Consumo de energia elétrica industrial, em MW/h.

O Grupo 0 tem uma média geral superior à do Grupo 1. Isso decorre do aumento muito acima da média na micro-região de Ribeirão Preto. Uma consulta aos dados originais da variável mostra que o município de Luís Antônio passou por uma mudança significativa de seu consumo de energia elétrica industrial, de 36 MW/h em 1980 para 269.682 MW/h em 2006. No Grupo 1, a micro-região fora de padrão é Paraibuna/Paraitinga, com a cidade de Jambeiro saltando de 14 MW/h em 1980 para 10.266 MW/h em 2006. Expurgadas essas micro-regiões com valores discrepantes, a média dos dois grupo é menos de 2 pontos percentuais diferente da média geral. Três micro-regiões do Grupo 0 tiveram melhor delta do que o melhor delta do Grupo 1.

Não houve grandes discrepâncias entre os grupos. A média dos dois grupo é menos de 1 ponto percentual diferente da média geral. As únicas variações acima de 9 pontos percentuais ocorreram em municípios atendidas por algum tipo de agência de desenvolvimento, sendo 2 micro-regiões do Grupo 0 e 3 do Grupo 1.

pcp1c: Consumo de energia elétrica rural, em MW/h.

A micro-região de Amparo, do Grupo 0, teve um salto devido à mudança de nível de consumo no município de Pedra Bela, que foi de 19 MW/h em 1980 para 2.578 em 2006. No Grupo1, a micro-região de São José do Rio Preto teve um salto decorrente do município de Icem, com 7 MWh em 1980 e 1.249 em 2006, e a micro-região de Paraibuna/Paraitinga teve um salto com o município de Jambeiro, com 28 MW/h em 1980 para 3.785 em 2006. Assim como na variável pcp1a, as micro-regiões de valor discrepante foram expurgadas para não distorcer os resultados. Com esse expurgo, a média dos dois grupo é menos de meio ponto percentual diferente da média geral. No Grupo 1 há 5 micro-regiões cujo melhor delta foi superior ao melhor do Grupo 0.

pcp1d: Somatória do consumo de energia elétrica industrial, residencial e rural, em MW/h. Mesmo mantendo as micro-regiões de Ribeirão Preto, Paraibuna/Paraitinga, Amparo e São José do Rio Preto, as médias dos dois grupos são menos de 2 pontos percentuais diferentes da média geral. De forma geral, esse indicador acompanha os três anteriores.

pcp2a: Percentual de pessoas que vivem em domicílios urbanos com serviço de coleta de lixo. As médias dos dois grupos são menos de 1 ponto percentual diferentes da média geral. Três micro-regiões do Grupo 1 tiveram pior desempenho que o menor incremento no Grupo 0, e

por outro lado 3 micro-regiões do Grupo 1 tiveram melhor desempenho que o maior incremento do Grupo 0.

pcp2b: Área urbana ocupada atendida por coleta de lixo.

A média do Grupo 0 é 2,47 pontos percentuais inferior à média geral e do Grupo 1 é 1,93 pontos percentuais superior à média geral. É um indicador que apresenta melhora significativa na maioria das micro-regiões observadas. A única exceção é a micro-região de Lins (Grupo1), cujos dados de origem apontam queda no atendimento. Como os dados de origem são percentuais, é possível avaliar esse indicador diretamente pela média de cada período de observação para cada micro-região. Assim, vê-se que a coleta de lixo em áreas urbana tem ampla cobertura, com freqüência atingindo 100% tanto nas micro-regiões do Grupo 0 como do Grupo 1.

Analisando a Tabela 1 a seguir, observa-se que o Grupo 1 apresenta 29 pontos positivos num máximo possível de 88 pontos, e o Grupo 0 obteve 7 pontos positivos no total. Com relação a cada área temática dos indicadores de desenvolvimento sustentável, a pontuação ficou distribuída como no Quadro 4.

Tabela 1: Pontuação por indicador.

Grupo 0 Grupo 1

Área temática Indicador Média em relação à geral Deltas piores que o pior Deltas melhores que o melhor Média em relação à geral Deltas piores que o pior Deltas melhores que o melhor G0 G1 Pobreza Percentual de pessoas pobres, definidas como as

que vivem com menos de meio salário mínimo ao mês

P M 2 1

0 1

Pobreza 10% mais ricos / 40% mais pobres P M 1 2 0 1

Pobreza Índice de Gini P M 2 3 0 1

Pobreza Percentual de pessoas que vivem em domicílios

com banheiro e água P 1 M 9 -1 2

Pobreza Percentual de pessoas que vivem em domicílios

com água encanada P 1 M 8 -1 2

Pobreza Economias Residenciais Ligadas ao Sistema de

Abastecimento de Água M 2 2 P 1 0

Pobreza Percentual de pessoas que vivem em domicílios sem energia elétrica

P 1 M 4

-1 2

Pobreza Consumidores de energia elétrica residencial M P 1 3 1 0

Pobreza Percentual de pessoas que vivem em domicílios

subnormais P M 3 1 0 1

Governança Ocorrência de homicídios dolosos por habitante P M 4 1 0 1

Saúde Taxa de mortalidade abaixo de 5 anos de idade M 1 P 4 0 1

Saúde Taxa de mortalidade infantil de crianças de até um ano de idade

M 1 P 4

0 1

Saúde Esperança de vida ao nascer I I I 2 I 0 -1

Saúde Obitos por AIDS P M 1 9 0 1

Saúde Óbitos por suicídio P 6 M 3 -1 2

Saúde Cobertura por Imuno (BCG, sarampo, polio, DTP,

febre amarela, Haemophilus, hepatite B, influenza) P 1 M 1 -1 2

Educação Percentual de crianças de 10 a 14 anos na escola P 1 M 1 1 0

Educação Média de anos de estudo das pessoas de 25 anos ou mais

P M 1 4

0 1 Educação Percentual de pessoas com 25 anos ou mais com

Grupo 0 Grupo 1

Área temática Indicador Média em relação à geral Deltas piores que o pior Deltas melhores que o melhor Média em relação à geral Deltas piores que o pior Deltas melhores que o melhor G0 G1 Educação Percentual de pessoas com 25 anos ou mais

alfabetizadas P M 1 4 0 1

Demografia Taxa de fecundidade total M P 5 1 1 0

Demografia Percentual de pessoas em famílias com razão de

dependência maior que 75% M 1 P 1 2 -1

Demografia Taxa de crescimento populacional P M 2 2 0 1

Desastres naturais Dias em situação de emergência ou estado de

calamidade pública, por habitante I I I 3 I 0 -1

Atmosfera Se houve poluição do ar nos últimos dois anos (por

100.000 habitantes) M 1 I P I 0 0

Terra Se houve contaminação do solo nos últimos dois

anos. População atingida. M 1 P 7 0 1

Terra Área usada como lavoura permanente, 1940 a 1970 M I 1 P I

2 0

Terra Área usada como lavoura permanente, 1975 a 1995 M 1 1 P

1 0

Terra Área usada como lavoura permanente, 1997 a 2007 M P 3 1

1 0 Água Se houve poluição do recurso hídrico nos últimos

dois anos. População atingida. P 1 I M I -1 1

Água Quantidade de economias residenciais ligadas ao

sistema de esgotamento sanitário P 1 M 3 -1 2

Biodiversidade Área protegida, índice I 1 I 1 1 -1

Biodiversidade Decremento de mata entre 200 e 2005 P 1 I M I -1 1

Desenvolvimento

econômico Produto Interno Bruto (PIB) per capita I 3 P 2 -1 1

Desenvolvimento

econômico Total de vínculos empregatícios P 1 1 M 0 1

Desenvolvimento

Grupo 0 Grupo 1

Área temática Indicador Média em relação à geral Deltas piores que o pior Deltas melhores que o melhor Média em relação à geral Deltas piores que o pior Deltas melhores que o melhor G0 G1 Desenvolvimento

econômico Despesas municipais segundo rubrica Ciência e Tecnologia/PIB municipal M I 1 P I 2 0 Parceria econômica

global Balança comercial brasileira por município/PIB municipal P 2 M 1 -1 2

Padrões de consumo

e produção Consumo de energia elétrica industrial, em MW/h M 1 3 P

1 0 Padrões de consumo

e produção

Consumo de energia elétrica residencial, em MW/h M 1 P 2

0 1 Padrões de consumo

e produção Consumo de energia elétrica rural, em MW/h M 1 P 5

Benzer Belgeler