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Dünya’da ve Türkiye’deki kentsel dönüşüm süreci

2. KAYNAK ARAŞTIRMASI

2.1. Kentsel Dönüşüm Süreci

2.1.1. Dünya’da ve Türkiye’deki kentsel dönüşüm süreci

do Sujeito Unidades de Significação Asserções Articuladas Unidades de Significado

1) “Vamos fazer a lista de brinquedos, vamos fazer o nosso livro, então vamos escrever brinquedo e o aluno escreveu “toy”... era mais fácil

escrever “toy”... brinquedo é

enorme; o resto da lista foi em Português na fase do pré- silábico, silábico alfabético.”

1) A aprendizagem se dá de um modo consequente ao ensino. A criança se apropria daquilo que acha que é conveniente, dentro da sua particularidade. Não se identifica como ela ocorre. (2,10)

1) A aprendizagem em situação bilíngue evolui conforme a particularidade do sujeito. Ela é natural, o visual e o concreto fazem a alfabetização acontecer. A aprendizagem do Inglês é favorecida pela do Português. O aluno aplica o conhecimento fonético da leitura Português e do Inglês. Esse conhecimento se impõe de modo natural. As crianças se ajustam à escrita criando estratégias pessoais de reprodução sonora ortográfica da escrita, até reconhecerem essa razão.

1, 2, 5, 6, 8, 13

2) “O que acontece dentro da cabeça deles, a gente não sabe , a gente dá o subsídio, joga as informações, a criança se apropria daquilo que ela acha que é conveniente no momento dela.”

2) A aprendizagem é natural. Nela o visual e o concreto fazem a alfabetização acontecer. (9)

2) O ensino de Inglês baseia-se inicialmente na linguagem oral, associa-se a seguir à figura do nome, prossegue-se com a escrita de palavras de poucas sílabas, e então fonetizam-se as relações individuais dos grafemas nas palavras selecionadas.

A

nálise Idiossincrática do discurso: Professora

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3) “...tinha tudo no ambiente que motivava a criança à escrita das duas línguas ...não existia o compromisso com a alfabetização.”

3) O sujeito do ensino têm características especiais, seu desenvolvimento é rápido e seu momento é diário. (18; 20)

3) O ensino de Português acompanha o procedimento do Inglês, prevalecendo o modelo de ensino fonético. O ensino não fonético para o Português provoca confusões sonoro- ortográficas no uso dos idiomas.

11, 12

4) “A criança não escreve em Inglês, apenas há linguagem oral.”

4) A linguagem oral para o Inglês das crianças em educação infantil, é muito facilitada pelas condições de seus “tempos” do desenvolvimento; há diferença nessa aprendizagem entre as crianças. (12; 13)

4) O sujeito do ensino evolui rapidamente; o desenvolvimento da linguagem oral para o Inglês é muito facilitada pelas condições do seu tempo de desenvolvimento.

3, 4

5) “Dá-se uma palavra, uma figura, “dog” e então a escrita

com “sílabas pequenas”, na educação infantil a criança se apropria da fala e então o fonético.”

5) A aprendizagem da leitura e da escrita em Inglês é favorecida pela do Português.

O aluno aplica o conhecimento fonético da leitura em Português ao Inglês. É uma aprendizagem mágica. (11)

5) Os contextos do ensino com estímulos identificáveis, reconhecidos pelos sujeitos, motivam para a aprendizagem dos idiomas.

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6) “A alfabetização em Português também tinha que ser fonética, porque se fizesse o “ba, be, bi, bo, bu” estava indo contra a proposta do Inglês que é fonético, e assim eles falavam qual era a letra, porque se eu fizesse silabado, isso ia dar um choque entre as duas idéias.”

6) A aprendizagem da leitura em Português, como o apoio da escrita, e logo da visualização é favorecida pela familiaridade às letras, que vai se impondo, não é forçada é natural.

(16)

7) “Confundiam quando era “house”,

porque ensina-se o rrr... o som do H em inglês, e como já tinha ensinado o “R” rrr... então era simples.”

7) O contexto do ensino com estímulo identificáveis pelos seus sujeitos, favorece à aprendizagem. O ambiente motivador favorece a aprendizagem dos idiomas. (3, 14,

17)

8) “O silabado era melhor... se a professora dá o fonético, a criança fica completamente perdida...”

8) Um bom desenvolvimento em Português em geral vem acompanhado da boa aprendizagem em Inglês, o contrário também é verdadeiro. (19)

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9) “Sempre ficava escrito no objeto qual era o seu nome, tinha sempre o visual; o visual o mais importante, o visual e o concreto e a partir daí vão trabalhando e fazendo a alfabetização acontecer, era uma coisa tão natural...”

9) O ensino inicialmente baseia-se, somente, na linguagem oral. (4)

10) “Era uma coisa tão natural, que eu não sei lhe dizer em que parte, em que momento, eles começaram a aprender, porque era natural.”

10) O ensino parte da linguagem oral, apresenta-se a figura e a seguir a escrita, com sílabas pequenas e então o fonético. (5, 15) 11) “Escrevia-se na lousa em Inglês e

o aluno estava lendo, porque já tinha se apropriado da leitura em Português, e então ele passou para o Inglês e a professora só corrigiu a pronúncia.... é uma coisa mágica...”

11) A alfabetização no Português acompanha o procedimento do Inglês, ou seja, prevalece o fonético, para não provocar choques de aprendizagem para a leitura e a escrita. (6, 8)

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12) “Existe também a facilidade da língua, há crianças que têm facilidade para aprender a segunda língua, tem outras com um pouco mais de dificuldade, essas aprenderão com mais calma...”

12) O ensino não fonético para o Português provoca confusões sonoro- ortográficas no uso dos idiomas. (7)

13) “É muito rico que eles saiam com uma pronúncia boa, que nós adquirimos com o passar dos anos.”

13) As crianças se ajustam à escrita criando estratégias pessoais de reprodução escrita sonoro-ortográfica, até reconhecerem essa razão. (1) 14) “Na introdução da escrita em

Português trabalha-se o nome, é o mais concreto, ...o nome dela, o nome do colega, o nome da coisa e que os nomes podem ser escritos através das letras e não só falado.” 15) “Há uma descoberta fantástica, quando a criança percebe que a música pode ser escrita...”

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16) “As crianças passavam o dedinho embaixo de cada palavra da música e cantavam o que estava escrito, e iam identificando com o acompanhamento do dedinho a palavra cantada, ...ela vai entendendo, vai visualizando a palavra, familiarizando com as letras, vai entendendo, é uma coisa natural, nada forçado.”

17) “No pré, para trabalhar a escrita, trabalha- se com nomes próprios, histórias, músicas, tudo que tem a ver com a realidade deles, ...houve um aluno que trouxe um experimento, um foguete...ele trouxe bicarbonato...então trabalhamos com o homem na lua e astronauta.”

18) “Na criança, na educação infantil, você pode contar os meses, tem muita diferença, porque o desenvolvimento é muito rápido.”

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19) “A criança que não tem bom desempenho em Inglês, também não tem em Português; a criança que tem certa dificuldade apresenta nas duas áreas.”

20) “A criança é o momento diário.”