I. BÖLÜM
4.4. Dördüncü Alt Probleme İlişkin Bulgular ve Yorum
3.4.1. Experimento I: Comportamento sexual e parâmetros reprodutivos de fêmeas caprinas apresentando estros naturais ou induzidos com o uso de
Prostaglandina F2α
A sincronização do estro foi realizada utilizando-se duas aplicações de 22,5 microgramas (µg) de prostaglandina sintética (d-cloprostenol1), na submucosa vulvar, intercaladas de 10 dias.
Considerou-se como intervalo entre a aplicação da PGF2 e o início do estro o período decorrido desde a aplicação da prostaglandina até o momento da primeira aceitação da monta. Entretanto, para o cálculo do intervalo entre a aplicação de prostaglandina e o início do estro real, considerou-se o intervalo médio entre a última não aceitação da monta e a primeira aceitação para a determinação do início do estro. Se o estro iniciou-se às 6:00 horas da manhã, considerou-se como início real do estro o intervalo médio entre a última não aceitação e a primeira aceitação da monta, ou seja, às 00:00 horas.
Para o cálculo da duração do estro, após a aplicação da PGF2, os animais foram
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do estro determinado através do cálculo do intervalo médio entre a última não aceitação e a primeira aceitação da monta, e o final do estro como o intervalo médio entre a última aceitação e a primeira não aceitação da monta pelo rufião.
Para o conhecimento das atitudes relacionadas ao comportamento sexual, estudou-se todas as ações realizadas pelas cabras, quando na presença dos bodes. Para as análises, considerou-se os dias mais relevantes da interação sexual, em cada fase do ciclo. Na fase de proestro, considerou-se os dois dias (dias -2 e -1) que antecederam o início da imobilidade à monta (dia 1 do estro); na fase de estro (período de imobilidade à monta), que apresentou duração variável, de no máximo três dias, considerou-se os dias 1, 2 e 3, dependendo da duração do período de imobilidade à monta de cada fêmea. Na fase de metaestro considerou-se os dois dias que se seguiram após o término do estro (final do período de imobilidade à monta), sendo denominados de dias +1 e +2 (Anexos C à H). Cada estro foi registrado como o ciclo de um animal. No Anexo A estão apresentados o número de ciclos induzidos e naturais avaliados em cada animal, nas análises do comportamento sexual.
Os estros foram classificados como sincronizados ou não, dependendo do intervalo médio da aplicação das duas doses de PGF2, realizadas a intervalos de 10
dias, até o início do estro. Considerou-se como estros sincronizados aqueles que iniciaram dentro de quatro dias após a aplicação da primeira ou da segunda dose de PGF2. Considerou-se como estros
naturais aqueles manifestados no intervalo entre os dois estros sincronizados, e que ocorreram após quatro dias da primeira aplicação de PGF2; os que aconteceram
após quatro dias da segunda aplicação de PGF2 e os estros de retorno, apresentados
pelas cabras inseminadas após a segunda
aplicação de PGF2 e não acompanhados
por um diagnóstico de gestação positivo. Do total de 165 ciclos, provenientes de 61 cabras, nas quais os comportamentos manifestados foram observados, 103 foram caracterizados como ciclos estrais sincronizados e 62 como naturais.
No que se refere à categoria reprodutiva da fêmea, considerado como um critério para a formação dos grupos experimentais verificou-se que dos 165 ciclos, 42 foram oriundos de nulíparas (cabritas), 39 de cabras em lactação e 84 ciclos de cabras secas.
Os parâmetros reprodutivos foram observados em 161 ciclos de 59 fêmeas caprinas da raça Toggenburg, induzidos (cios sincronizados) ou não (cios naturais)
pela utilização de Prostaglandina F2α,
sendo a categoria reprodutiva o critério utilizado para a formação de seis grupos experimentais, descritos a seguir:
Grupo 1: Cabras lactantes com estros sincronizados pela aplicação de duas doses
de PGF2α na submucosa vulvar (n= 25
ciclos);
Grupo 2: Cabras lactantes apresentando estro natural (n= 6 ciclos);
Grupo 3: Cabras secas com estros sincronizados pela aplicação de duas doses
de PGF2α na submucosa vulvar (n= 53
ciclos);
Grupo 4: Cabras secas apresentando estro natural (n= 37 ciclos);
Grupo 5: Cabritas com estros sincronizados
pela aplicação de duas doses de PGF2α na
submucosa vulvar (n= 25 ciclos);
Grupo 6: Cabritas apresentando estro natural (n= 15 ciclos);
As duas fêmeas sem categoria reprodutiva definida foram submetidas à sincronização, porém, os parâmetros reprodutivos originados de sete ciclos manifestados por estas fêmeas foram descartados das análises. Um animal não manifestou
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nenhum estro, sendo também descartado das análises.
Os estros observados logo após a primeira aplicação de PGF2, dentro de quatro dias
após a sua aplicação, foram classificados como sincronizados e não submetidos a inseminações artificiais. Os estros manifestados após a segunda aplicação de PGF2, dentro do mesmo período, também
foram denominados sincronizados, embora acompanhados por inseminações realizadas 12 horas após seu início, ou seja, após a primeira manifestação de imobilidade à monta.
3.4.2. Experimento II: Progesterona plasmática e fertilidade de fêmeas caprinas submetidas à sincronização do estro com Prostaglandina F2α
Visando-se estudar com maior profundidade o protocolo de sincronização do estro, compreendido pela aplicação de duas doses de Prostaglandina F2 intervaladas de 10 dias, as fêmeas foram submetidas a coletas de sangue em dias determinados, a fim de se avaliar a concentração plasmática de progesterona. Assim, foram realizadas no dia da primeira aplicação de PGF2 (D0), no D5, no momento da segunda aplicação de PGF2 (D10), no D15, no D20 e no D33. Um total de 23 fêmeas foram coletadas nestas datas. Entretanto, no D33 todas as fêmeas inseminadas (n=53) foram submetidas à coleta visando-se o diagnóstico de gestação. As fêmeas foram divididas em três grupos, com base na resposta ao protocolo de sincronização, determinada através da mensuração da concentração plasmática de progesterona, e no diagnóstico de gestação, realizado pela ultrassonografia:
Grupo I: Fêmeas que responderam às duas
aplicações de PGF2α e que ficaram ou não
gestantes.
Grupo II: Fêmeas que não responderam à
primeira aplicação de PGF2α, responderam
à segunda aplicação e ficaram ou não gestantes.
Grupo III: Fêmeas que responderam à
primeira aplicação de PGF2α, não
responderam à segunda aplicação, embora tenham apresentado algumas características externas de estro, sendo assim inseminadas, e ficaram vazias.
Considerou-se resposta positiva à aplicação
da Prostaglandina F2α, a observação de
queda acentuada das concentrações de progesterona, mensuradas nas datas imediatamente após a aplicação (D5 e D15), para valores abaixo de 1,5 ng/mL. O diagnóstico de gestação positivo foi determinado quando as concentrações de progesterona no dia 33 (D33), ou seja, aproximadamente 19 a 21 dias após a inseminação, encontravam-se acima de 1,0 ng/mL, aditivamente ao diagnóstico positivo pela ultrassonografia.
3.5. Avaliação do comportamento sexual