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Cinsel Taciz Suçu

D. Türk Ceza Kanunundaki Ayrımcılık İ le İ lgili Düzenlemeler

2. Cinsel Taciz Suçu

A eficiência trativa, descrita por alguns autores como eficiência tratória ou eficiência de tração, é a razão entre a potência de saída na barra de tração e a potência nos eixos motrizes (DWYER e HEIGHO, 1984; BALASTREIRE, 1990; UPADHYAYA e WULFSOHN, 1990; ZOZ e GRISSO, 2003; TIWARI et al., 2010).

Na Figura 5, estão plotadas curvas que representam a resultante das forças aproveitadas e perdidas, principalmente pela redução do espaço percorrido (patinagem) e pela resistência ao rolamento (ZOZ e GRISSO, 2003). Neste caso, a principal informação a ser buscada, em um sistema onde a tração é a principal variável, é justamente a eficiência trativa (TE), que pode ser calculada pela Equação 11.

TE =Potência de entrada =Potencia de saída Potência no eixo =NT. Va NT. VaGT. Vt (11)

Onde (para Equação 11 e Figura 5): TE = eficiência trativa (adimensional) NT = tração líquida (N)

NTR = relação de tração líquida (adimensional) GT = tração bruta (N)

Va = velocidade real (m s-1)

Vt = velocidade teórica (m s-1)

Figura 5. Coeficientes da tração em função da patinagem das rodas motrizes. Fonte: Adaptado de Zoz e Grisso (2003).

Upadhyaya (1989) propôs as Equações 12 e 13 para o cálculo da eficiência trativa. A ASABE (2011a), através da norma D497.7, apresenta a Equação 14.

TE =PPo i. = NT.Va T. ω . (12) TE = NT W T r. W − i . =CTLCTB − − i . (13) TE = − S NTGT (14) Onde: TE = eficiência trativa (%)

Po = potência líquida de saída na roda (kW) Pi = potência bruta de entrada na roda (kW) NT = tração líquida (N)

GT = tração bruta (N)

Va = velocidade de translação da roda (m s-1)

Relação de Velocidade (va/vt)

Relação de Tração (NTR/GTR)

Relação de Tração Líquida Relação de tração bruta

Relação de resistência ao rolamento (GTR-NTR)

Eficiência Trativa

Redução do deslocamento (patinagem %)

R el ão de D es em pe nh o da Tr ão

T = torque na roda (Nm)

ω = velocidade angular da roda (rad s-1)

W = carga dinâmica sobre o rodado (N) r = raio dinâmico do rodado (m)

CTL = coeficiente de tração líquida (adimensional) CTB = coeficiente de tração bruta (adimensional) i = patinagem (decimal)

S = patinagem (decimal)

Devido à falta de equipamentos para determinação da potência de saída nos eixos motrizes, Acuna et al., (1995) calcularam a eficiência trativa como o quociente entre a potência na barra de tração e a potência na TDP. Já Schlosser et al. (2004b) determinaram a eficiência de tração através de índices da eficiência da transmissão, da resistência ao rolamento e da patinagem, conforme a Equação 15.

ηBT = ηt .ηk .ηδ (15)

Onde:

ηBT = eficiência de tração

ηt = índice de eficiência da transmissão

ηk = índice de eficiência da resistência ao rolamento ηδ = índice da eficiência da patinagem

Segundo a norma ASAE EP496.2 (2003b), para um trator operar com máxima eficiência de tração, a patinagem do rodado motriz deve estar entre 4 e 8% para superfície de concreto, 8 e 10% em solos não mobilizados ou firmes, 11 e 13% em solos mobilizados e 14 e 16% em solos soltos ou arenosos. Esses valores são diretrizes teóricas para muitos trabalhos científicos de campo, nos quais, são buscadas essas condições para se obter os melhores resultados. Corrêa et al. (1999) relatam que o índice de 10% de patinagem situa-se na faixa de obtenção de máxima eficiência trativa em algumas condições de solo agrícola.

Acuna et al. (1995), utilizando-se de um trator 4x2 TDA, verificaram eficiência trativa na ordem de 80% para a condição de solo preparado e não preparado, entretanto, os autores a consideram como relativa a potência na TDP.

Estudos realizados em outros países mostram que, em suas respectivas condições de solo, a eficiência trativa apresentou os melhores índices, nas condições de tração em que a patinagem ficou entre 5 e 10% (BRIXIUS, 1987; WULFSOHN et al., 1988; UPADHYAYA et al., 1989; LANÇAS, 1996; UPADHYAYA et al., 1997; ELWALEED et al., 2006). Os resultados destes trabalhos foram encontrados em experimentos muito específicos, em laboratório ou com equipamentos adaptados para medição das variáveis desejáveis. Serão de grande importância para incorporação de conhecimentos e para comparativos aos resultados encontrados nesta pesquisa; porém, buscando-se os resultados ligados às condições brasileiras.

Teorias desenvolvidas por Zoz e Brixius (1979), para condição de pista de concreto, mostraram que a máxima eficiência trativa foi encontrada com patinagens entre 2 e 4% (e em alguns casos com 6 %). O limite de eficiência trativa observado ficou em torno de 94%. A curva de máxima eficiência trativa (entre 90 e 95%) ficou entre os coeficientes de tração dinâmicos de 0,25 e 0,60 (aproximadamente).

No que diz respeito ao uso de diferentes tipos construtivos de pneus, Lanças (1996), em ensaios com equipamento para ensaio individual de rodados, verificou que a pressão de inflação usual dos pneus radiais (mais baixa que para os diagonais), apresentou melhores resultados nos coeficientes de tração líquida e bruta e na eficiência trativa, em função da carga no rodado. Nas conclusões apresentadas por Lanças (1996), o mesmo descreve que não houve diferença significativa entre os modelos de pneus radiais avaliados.

Em síntese, nos ensaios realizados por Lanças (1996) em solos agrícolas, a patinagem que representou os melhores resultados de eficiência trativa (TE), compreendia a faixa percentual entre 5 e 10%. Foram obtidos os seguintes valores para máxima TE: para o efeito da pressão de inflação dos pneus, entre 70 e 90%; para o efeito da carga vertical no pneu, cerca de 70%; para o efeito do tipo de solo, encontrou-se a TE máxima situada entre 70 e 80%; com relação ao efeito da condição do solo (firme ou solto), entre 70 e 80%; e para o efeito do teor de água no solo, entre 70 e 75%. Na média geral foi obtido a TE máxima de 71,1% com patinagem de 8,3%.

Nagaoka (2001), a partir de ensaios realizados com um equipamento para ensaio dinâmico de rodado agrícola individual, desenvolvido pelo próprio autor, observou médias de eficiência trativa de 64 e 66%, utilizando pneu diagonal e radial, respectivamente, para a condição de solo mobilizado.

Dwyer e Heigho (1984), avaliando diferentes conjuntos de pneus diagonais, ensaiados de forma individual e sobre variadas condições do solo, verificaram que a eficiência trativa máxima foi na ordem 85%, e que pneus de menores larguras obtiveram melhor desempenho para uma mesma carga.

Gabriel Filho et al. (2004) avaliaram o desempenho operacional de um trator agrícola em operação de escarificação sobre solo agrícola com diferentes tipos de cobertura vegetal, e concluíram que a maior quantidade de matéria seca na superfície do solo, aumentou os índices de patinagem e, assim, diminuiu a eficiência de tração. Os resultados do experimento mostraram uma eficiência trativa na ordem de 72%, devendo ser observado que o trator permaneceu com a TDA desligada durante os ensaios e a eficiência trativa foi obtida através de cálculos matemáticos sugeridos por Wismer e Luth (1973).

Em ensaios de tração com um trator 4x2 TDA, para três condições de solo, quatro velocidades (quatro marchas) e utilizando-se de procedimentos teóricos de Brixius (1987) e da ASAE D497.4 (ASAE, 1999) para determinação da eficiência de tração, Gabriel Filho et al. (2010), encontraram eficiência trativa de 75%, 84% e 89%, para as condições de solo mobilizado, solo firme com cobertura vegetal e solo firme sem cobertura vegetal, respectivamente. Nos resultados apresentados pelos autores verificou-se que a eficiência trativa (calculada por equações) não apresentou diferenças significativas entre as quatro marchas avaliadas.

Benzer Belgeler