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Bor İhracatının Bölgesel Dağılımı (2013)

Belgede 2013 KAMU İŞLETMELERİ RAPORU (sayfa 67-87)

Faz-se necessário o esclarecimento sobre as denominações de Educação inclusiva e Educação Especial, pois são termos constantemente usados nos diálogos entre aqueles que são ligados aos assuntos sobre ensino e aprendizagem.

Nem sempre esses vocábulos são empregados de forma correta, havendo uma troca de significados, um do outro. Tanto a Educação Especial como a Educação Inclusiva podem ocorrer em seus espaços educativos específicos, como também há a possibilidade da coexistência em um mesmo lugar.

Enquanto a Educação Especial que precede historicamente a Educação Inclusiva tem a prioridade de atender o sujeito em sua particularidade – podendo ser de um só tipo, como uma escola só para surdos ou só para cegos, ou para várias especificidades em um mesmo estabelecimento – a segunda pede pela inserção daqueles que apresentam alguma deficiência, seja ela motora, sensorial ou intelectual, na escola de ensino regular, para que eles convivam com outras crianças sem essas deficiências, sendo esse um dos mais mencionados argumentos que torna a Educação Especial alvo de críticas: que essa modalidade não se põe de acordo com a socialização, a integração entre todas as crianças, com esta ou aquela peculiaridade.

Nesta jornada, as palavras que percebi mais serem repetidas, não somente nos diálogos, nas conversas informais, como também nas palestras, nos pronunciamentos das autoridades governamentais, escritas em livros, dissertações e teses, são, além de Educação Especial e Educação Inclusiva, essas outras, que venho agora reunir: inclusão, integração e exclusão. Outras palavras, ligadas ao termo deficiência, serão tratadas no tópico seguinte.

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Fazendo a primeira busca nos dicionários dos autores Luft (2000), e Aurélio Buarque de Holanda Ferreira (2010), apesar de não haver registro dos verbetes inclusão e exclusão, nesse último, havia vários sinônimos para os verbos incluir e excluir. São eles: incluir - conter ou trazer em si; compreender, abranger; fazer tomar parte; inserir, introduzir. Nos demais, há inclusão como abarcamento, abrangência, compreensão, inserção, incorporação, implicação. Já o sentido de dicionário encontrado para exclusão foi: eliminação, supressão, pôr fora, expulsar. Para o vocábulo integração também não consegui resultados no Aurélio, entretanto para a palavra integrar, deparei-me com os seguintes significados: completar, integralizar, fazer parte de.

Primeiramente, é preciso esclarecer que todos os termos citados, enquanto nesse trabalho, estão vinculados à escolarização, pois não estou tratando da inclusão social, digital ou alguma outra e dei-me conta também de que apesar de conteúdo rico, as palavras que estão nos dicionários não correspondem de forma integral, nem encerram em si todo o sentido contido nas escritas dos que pensam em educação e que apresento então.

Sassaki (1997) diferencia a inclusão e a integração, embora os dois processos busquem inserir as PNEE. Ele explicita que a inclusão ocorre quando a escola se organiza para receber a criança em suas especificidades, enquanto na integração, o indivíduo é auxiliado, muitas vezes de forma clínica, a ter êxito na sua adaptação ao ambiente, seja ele propício ou não.

Connell (1995) apud Lima (2010) percebe o fenômeno da integração como resultado da força de lei, que estabelece a educação do Ensino Fundamental nas salas regulares. A integração está então ligada à igualdade gerada pela legislação. Já em Ramos (2010, p. 26, grifo da autora) é apresentado seu ponto de vista sobre a integração na seguinte proposição:

[...] nos anos 1980 desenvolveu-se a prática da integração. Nessa perspectiva, os alunos com deficiência passavam um período na escola convencional, mas ainda frequentavam a escola especial com o propósito de desenvolver as possíveis “defasagens”. Paralelamente a esse processo, algumas escolas regulares passaram a receber alunos considerados ”especiais” em salas também especiais, o que representava a meu ver, uma forma bastante cruel de exclusão, tendo em vista que essas crianças eram rotuladas como diferentes por todas as comunidades escolares. Costumo dizer que é como se fossem pássaros presos em gaiolas em plena floresta.

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Figueiredo (2002) vai além da definição dada por Sassaki, pois adentra a necessidade real dos que esperam por uma inclusão eficaz. Diz a autora:

A idéia de inclusão é muito mais ampla do simplesmente inserir no ensino regular a criança com deficiência, pois implica dar outra lógica para a escola, de forma que não seja possível pensar na possibilidade de criança nenhuma estar fora dela. É repensar uma educação que minimize os mecanismos de exclusão, assegurando a todas as crianças o direito de dela se beneficiar. (FIGUEIREDO, 2002, p. 67).

Ela também arrola a circunstância do novo que é a inclusão:

É essencialmente um novo paradigma que resgata a educação como um bem social e enfrenta as dificuldades da prática escolar, compreendendo a deficiência sob uma nova perspectiva, valorizando a pessoa do professor e, sobretudo a educação, implicando, portanto todo o redimensionamento da escola. (FIGUEIREDO, 2002, p. 67).

Debater a respeito da inclusão conduz os autores a fazer alusões à exclusão, como Echeita (2006, p. 76):

La inclusión no es lugar, sino sobre todo una actitud y un valor que debe iluminar políticas e prácticas que den cobertura a un derecho tan fundamental como olvidado para muchos excluidos del planeta – el derecho a una educación de calidad - , y a unas prácticas escolares en las que debe primar la necesidad de aprender en el marco de una cultura escolar de aceptación y respeto por las diferencias9.

Tanto os conceitos expressos aqui como as discussões de qual desses dois sistemas, Educação Especial e Educação Inclusiva, seria o mais apropriado para a escolarização das PNEE, resultam atualmente na proposição da supressão de uma em detrimento a outra, eliminando os espaços que segregam. É preciso saber que, de forma paradoxal, dentro de alguns espaços educativos inclusivos, existe concretamente a exclusão e que esta equação não é de simples resolução.

Posiciono-me, especificamente, no que concerne às crianças surdas, a favor de uma escola especial, adepta da vertente educacional bilíngue, pois acredito que seja a melhor resposta para uma escolarização com resultados positivos e que a escola inclusiva não atenda às necessidades dos surdos, em razão, principalmente, da ausência de uma língua mediadora e da demanda de

9A inclusão não é um fim em si mesma, sobretudo uma atitude e um valor que deve iluminar políticas

e práticas que dão cobertura a um direito tão fundamental quanto esquecido para muitos excluídos do planeta – o direito a uma educação de qualidade –, e a umas práticas escolares que devem priorizar a necessidade de aprender, marcado por uma cultura escolar de aceitação e respeito pelas diferenças. Tradução de Fernanda Eduardo Cavalcante.

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profissionais que possam arcar com as atribuições precisas, para que o sucesso desse feito aconteça.

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