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Birinci Gelişim Bölgesi Kayak Alanının Zamansal Değişim Değerler

UYDU GÖRÜNTÜLERİ GÜNEŞ AÇILARI GEOMETRİK DOĞRULAMA BİLGİLERİ

3. BULGULAR VE TARTIŞMA

3.1. REKREASYONEL KULLANIM ALANLARININ ZAMANSAL DEĞİŞİM DEĞERLERİ

3.1.5. Birinci Gelişim Bölgesi Kayak Alanının Zamansal Değişim Değerler

A primeira edição do livro da professora Zilda Ribeiro (2007) foi publicada em 1998. Naquele ano, a autora mencionava um público de romeiros ao SNA de dois milhões. Conta a autora que os romeiros chegavam de ônibus, carro, trem, motocicleta, independente de classe e condição social, tendo ali, no SNA, marcado presença papas, príncipes e princesas, assim como o mais simples dos cidadãos. Sendo pela primeira vez que visitam, ou mesmo para aqueles que ali já estiveram outras vezes, a professora se refere ao fato de ficarem os visitantes perplexos em face do tamanho do Santuário, bem como ficavam extasiados com a beleza do lugar.

A fé que traz o romeiro a Aparecida leva-o a comportamentos dignos de pincéis famosos, câmaras e versos imortais. Olhos que buscam, vasculham ou que se fecham para ler as mensagens secretas que trazem na alma. Lábios que balbuciam ave-marias, atropeladas pela pressa das muitas intenções. Mãos que seguram as contas do rosário, a vela, o retrato, as flores, o chapéu. Joelhos que se dobram e se arrastam, em altitude de total despojamento. Pés cansados pela procura de suas certezas. Coração nas mãos em forma de oferenda. Na alma, um profundo senso do sagrado. O chão que pisam, a 

15 A origem do espetáculo é a perda da unidade do mundo, e a gigantesca expansão do espetáculo moderno

expressa a totalidade desta perda: a abstração de todo trabalho específico e a abstração geral da totalidade da produção são perfeitamente traduzidos no espetáculo, cujo modo de ser concreto é precisamente abstração. No espetáculo, uma parte do mundo representa ele mesmo o mundo e é superior a ele. O espetáculo é nada mais que uma linguagem comum desta separação. O que liga os espectadores é nada mais que uma relação irreversível sobre o centro a qual mantêm o isolamento deles. O espetáculo reconcilia o separado, mais reconcilia esse em separado (Tradução livre).

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porta que transpõem, as pessoas que aqui residem, tudo tem para eles significado transcendente (RIBEIRO, 2007, p. 86).

O ano de 2010 encerrou a contagem de romeiros no dia 26 de dezembro, atingindo o número recorde de 10.264.354 visitantes. Também em 2010, superou a marca anterior de público em um único dia: 245.023 em 14 de novembro, contra os 231 mil contabilizados em 20 de outubro de 200216. Para o primeiro mês de 2011 a previsão de visitantes girava em torno de 316 mil17; 2011 encerrou com um público de 10.885.578 visitantes18.

Os registros de pessoas que acorriam à Aparecida datam desde o século XIX. Em 1822, o viajante francês Auguste Saint-Hilaire registrou as romarias em seus escritos (AZEVEDO, 2001). Ainda no mesmo período, Von Martius e Spix, viajantes e naturalistas alemães, relataram que “as romarias... significaram a expansão do culto, que rompeu os limites da Província de São Paulo” (AZEVEDO, 2001, p. 94). Até membros da família real brasileira, como a princesa Isabel e seu esposo, o conde d’Eu, peregrinaram à Aparecida em 1868 e ela, novamente, em 1904, quando foi até ao local doar a coroa de ouro para Nossa Senhora Aparecida.

No dia 8 de dezembro, consagrado a Nossa Senhora, os Príncipes [Isabel e conde d’Eu] madrugariam para, em cavalgada, chegarem às seis horas na Capela de Aparecida. Após a missa, a Princesa ofereceu à Virgem um rico manto com brilhantes e, conta a tradição, fez nesse momento uma promessa pedindo para ser mãe, pois o trono ainda não tinha herdeiros.

Em 1884, a Princesa Isabel voltou, de trem, para agradecer a graça do nascimento dos filhos D. Pedro e D. Luiz.[...].

Ainda em agradecimento doou à Santa a coroa de ouro que seria usada pela Virgem Aparecida em sua solene Coroação no ano de 1904... (MAIA, 2007, p. 134).

Desde o final da década de 1960, os números de visitantes do SNA são contabilizados na casa dos milhões. Esses números foram crescendo e variam também dependendo da época



16 Dados apresentados mensalmente no sítio do SNA. Disponível em

http://www.a12.com/noticias/noticia.asp?ntc=santuario_nacional_encerra_o_ano_de_2010_com_movimento_de _mais_de_10_milhoes_de_visitantes___.html, acesso em 17 jan. 2011.

17 Final de semana de 15 e 16 janeiro: expectativa de 120mil; 22 e 23 janeiro: expectativa de 108 mil; 29 e 30 de

janeiro: expectativa de 90 mil. Disponível em http://www.a12.com/santuario/servicos/servicos.asp?srv=srv_estimativa_de_movimento.html, acesso em 17 jan

2011.

18 Conforme consta do sítio eletrônico

http://www.a12.com/santuario/servicos/servicos.asp?srv=srv_estimativa_de_movimento.html, acesso em 8 fev. 2012.

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do ano. No início das peregrinações, quando ainda a estátua da Aparecida ficava resguardada na Basílica Velha, o número de visitantes era bem menor19.

Vários fatores, portanto, fizeram o incremento dessas romarias, especialmente o avanço dos meios de transporte, bem como o desenvolvimento da rodovia principal que leva ao município, a rodovia BR 116, conhecida como Dutra.

Tabela 5 Localização de Aparecida e distâncias. Santuário, s.d., p. 16.

Distâncias entre a cidade de Aparecida e outras localidades:

Aparecida – São Paulo: 160 km Aparecida – Campos do Jordão: 92 km

Aparecida – Cachoeira Paulista (Canção Nova): 50 km Aparecida – Rio de Janeiro: 250 km

Ao longo desses anos, os meios de transporte foram mudando: de carros-de-boi para automóveis e caminhões, trens, os quais durante décadas foram o principal meio de transporte para chegar até Aparecida. Brustoloni (2004) explica que o trem para Aparecida reinou soberano como meio de transporte até, mais ou menos, a década de 1920. Nesse tempo, ele conta que, nas primeiras décadas do século XX, a Central do Brasil, na capital Rio de Janeiro, fornecia várias opções de horários que passassem ou parassem em Aparecida.

Todavia, já na década de 1930 tanto a Central como o número de vagões se mostravam insuficientes para dar conta da demanda crescente. Em 31 de maio de 1931, ônibus começaram então a entrar em circulação. Quando Nossa Senhora Aparecida foi proclamada padroeira do Brasil, um dos ônibus a deslocou até o Rio de Janeiro.

Ainda nos anos de 1920, os primeiros automóveis começaram a rodar. A primeira romaria de automóveis ao SNA foi mencionada pelo padre Brustoloni. Segundo o religioso, esta se deu em 20 de novembro de 1923, vinda de Jundiaí/SP.

Após a inauguração, em 1927, da Estrada de Rodagem Washington Luís, ligando São Paulo ao Rio de Janeiro, e as cidades do Vale entre si. É daquele ano, a formação da primeira companhia de auto-ônibus com a linha regular entre Taubaté e Aparecida, chamada Empresa de Auto-ônibus de Nossa Senhora Aparecida.[...].



19 No ano de 1968 o número de visitantes foi de 903.050; em 1969, o número subiu para 1.009.995. Em 1979

foram 3.041.000 visitantes; em 1989, 4.875.100; em 1997, 6.201.000 (BRUSTOLONI, 2004, P. 377-378). Em 2009, o total chegou a 9.554.485 em o ano de 2010 fechou com um total superior a 10 milhões (SANTUÁRIO, s.d.).

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Um ano depois, em novembro de 1935, nascia a Empresa de Ônibus Pássaro Marrom, que ainda hoje é a líder no transporte de peregrinos para Aparecida (BRUSTOLONI, 2004, p. 90).

Hoje há outra grande empresa de viação, a Cometa, que concorre com a Pássaro Marrom no trajeto São Paulo-Aparecida. Atualmente o SNA tem vagas para 2 mil ônibus e 3 mil carros20. Mas muitos desses são de outras regiões e estados brasileiros e pertencem a outras empresas de viação que não as mencionadas acima, as quais são lembradas principalmente por ligarem Aparecida à capital paulista.

Como vimos Brustoloni (2004) menciona as grandes romarias que ocorreram na virada do século XIX para o século XX. De acordo com o autor, foi a partir desse período que se começou a programação de romarias, ou seja, as pessoas comunicavam anteriormente suas visitas ao SNA. Ainda hoje as pessoas avisam antecipadamente a chegada de uma romaria e há um setor no Santuário responsável somente pela recepção de romeiros, atendendo inclusive aos motoristas que conduzem, às vezes por dias seguidos, os ônibus que trazem esses peregrinos.

Em 1900, o Papa Leão XIII proclamou o ano da redenção, celebrando o Jubileu da Redenção. Este fato motivou o episcopado brasileiro a incentivar peregrinações para locais santos e santuários no país. Houve uma grande romaria vinda de São Paulo, “a 8 de setembro de 1900, com cerca de 1.500 peregrinos” (BRUSTOLONI, 2004, p. 300). Outra romaria registrada pelo autor é a que veio da capital brasileira na época, o Rio de Janeiro.

...um missionário revestido de roquete e estola recebia as romarias na estação local, ou então em frente à igreja de São Benedito, acompanhando-os até o Santuário e animando-os com ânticos e preces. Após a recepção, anunciavam-se os horários de missas e confissões, refeições, descanso e bênção dos devocionários. Antes da partida havia reza com bênção do Santíssimo, precedida de procissão ao redor da igreja e da praça. Os padres alemães foram incansáveis em promover esses atos. [...].

A grande romaria da capital paulista retornaria ao Santuário em 1904, para a festa da Coroação da Imagem, e, sem interrupção, continuaria até o ano de 1950, quando cessaram por diversas razões. O dia 8 de setembro, festa do Patrocínio de Maria, foi sempre o grande dia das romarias ao Santuário. Esse teria sido o dia mais indicado para se fazer a festa da Padroeira e não em outubro, festa que já era tradicional desde a solenidade da coroação em 1904 (BRUSTOLONI, 2004, p. 302-303).

Houve, portanto, uma alteração no período das grandes romarias ao longo do século XX, de 8 de setembro, dia do Patrocínio, para o 12 de outubro, dia da padroeira nacional. Isso 

20 Disponível em http://www.a12.com/santuario/servicos/servicos.asp?srv=srv_estacionamento.html, acesso em

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alterou o calendário das romarias, que atualmente se concentram fortemente nos meses de outubro, bem com em maio, mês de Maria para o calendário católico.

Maia (2007, p. 133) traz uma descrição de romarias que saíam da região do vale do rio Paraíba, especialmente de Guaratinguetá, no início do século XX:

A família de Nhô João Jerônimo visitava, pelo menos duas vezes ao ano, a Capela de Nossa Senhora Aparecida. Esta romaria era aguardada como uma festa. As mulheres e crianças iam de trolley alugado, os homens a cavalo, transportes depois substituídos no século vinte pelos bondes, hoje desativados. Naquele tempo, a saída era – escreve Hercília Rangel de Camargo:

-“com o raiar do sol, pois a missa era às 7 horas. O bom mesmo, para as crianças, era a merenda: frango assado com farofa, coxinhas de frango, envolvidas em papel de seda repicado, bolo em fatias, balas caseiras. O refresco ia em garrafas, tudo dentro de uma grande cesta, coberta com toalha xadrez”.

Era saboreado no pátio, à frente da Capela, em redor da toalha. Depois, o tentador passeio pelo comércio que já começava a se desenvolver. Como lembranças, medalhas e novidades, sempre coisas muito simples, mas inesquecíveis para as crianças. Inesquecível, entretanto, foi a grande festa da Coroação de Nossa Senhora, em 1904, quando Guaratinguetá inteira se fez presente no então bairro da Capela.

A autora traz um relato, reproduzido por Hercília Rangel de Camargo, mulher de origem nobre e de posses em Guaratinguetá. Hercília, bem como a própria autora do livro, Thereza Maia, são descendentes de irmãos e irmãs do primeiro santo brasileiro, frei Galvão21. Muitas vezes, as histórias de frei Galvão se cruzaram com as histórias da Aparecida, até porque Aparecida e Guaratinguetá são localidades muito próximas. Como já mencionado, até 1904, Aparecida ainda era um bairro de Guaratinguetá.

Atualmente, as romarias ocorrem diariamente e são acompanhadas por um grupo de pessoas que as recepcionam desde a chegada. Há uma secretaria de pastoral específica para receber os coordenadores e dar-lhes as dicas e orientações devidas. Alguns dos serviços que a secretaria promove são: cadastramento do coordenador e registro da romaria; anúncio da romaria, durante a missa; agendamento de romarias tradicionais; marcação de missas comunitárias; emissão de certificado do caminho da fé (para registrar as romarias que vão, a pé, até o SNA); recebimento de doações e agendamento de casamentos e outros eventos22.



21 Antonio Galvão de França (1739-1822) foi canonizado em 11 de maio de 2007, pelo papa Bento XVI, em

evento no campo de Marte, na capital paulista.

22 Informações sobre as romarias e como os coordenadores das mesmas devem proceder ficam disponibilizadas

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As romarias também possuem suas peculiaridades: as pessoas fazem camisetas, identificando seus grupos. É comum encontrar romeiros com as mesmas camisetas: nelas, geralmente, são identificados o local de origem ou uma paróquia a qual pertençam.

Tais viagens podem ser feitas de diversas formas: a grande maioria é composta de grupos que vêm à Aparecida de ônibus, fretados ou não. No entanto, há grupos que se organizam para fazer o trajeto, todo ou em parte, a pé, bem como há alguns grupos, ao longo do ano, que visitam o Santuário a cavalo (as chamadas cavalgadas), de motocicletas, romarias de caminhoneiros. Entretanto, há que se lembrar que as mais corriqueiras são as romarias organizadas por cidades e paróquias, vindas de veículos (ônibus e automóveis).

Também dependendo da celebração católica pode aumentar o número de romarias específicas: por exemplo, próximo da festa de são Cristóvão, no mês de julho, aumenta o número de romeiros que vêm de caminhões e automóveis, pois o santo em questão é reconhecido pelo culto católico como protetor dos condutores e motoristas. Algumas datas comemorativas do calendário católico são consideradas pela direção do SNA, pois é sabido que o movimento de romarias tende a se intensificar, devido à motivação dada por uma festa católica (celebrações de Nossa Senhora, celebrações de santos populares são algumas datas que intensificam o fluxo de romarias e visitantes).

No dia 15 de dezembro de 2010 houve uma romaria de Ramelândia/PR: os romeiros vestiam camisetas que identificam o grupo. Nesse dia, entrevistei alguns desses romeiros, que me relataram as graças que vieram agradecer/pedir à santa. Alguns desses trechos são reproduzidos a seguir e nos mostra outro viés da devoção e do fervor dos romeiros, o lado subjetivo e pessoal:

Mulher, Ramelândia/PR, 69 anos.

Pra Nossa Senhora Aparecida abençoar meu genro, que ele tem um sítio lá, e trabalham demais, ele e a família, tão quase se matando de tanto trabalhar, mas tão vencendo a batalha na graça de Deus, né...

B: Esse é o genro da senhora?

É, ele e a família dele, e aí tá meu neto, que fez a primeira comunhão, ó o padre aí.

Homem, Ramelândia/PR, 68 anos

A fé de uma filha, e uma nora e um neto e uma neta minha que sofreram um “pobrema” sério, sabe, e a ajuda de Deus, conseguiram melhorar, e mandaram essas orações pra mim entregar aqui, né.

B.: Nossa, isso tudo é oração?

É...fizeram 1000.

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É...e mandaram entregar, eu vou entregar, é lá de perto de Foz do Iguaçu, dá 18 horas de ônibus. O menino tinha leucemia...e a menina tinha ...comprida, e não se alimentava, e oração, e ajuda do padre, e hoje tá uma mocinha...Ela pediu pra levar, eu levo de bom gosto, né?23



Figura 15 Homem de Ramelândia/PR, que trouxe as 1000 orações escritas. Dez. 2010.

Mulher, Ramelândia/PR, 67 anos.

Era minha vontade construir uma casa, minha mesmo própria, e não tinha como...e aí eu ganhei, foi Nossa Senhora que me deu. Aí eu tinha vontade de vim aqui na Aparecida e não tinha como, aí eu tinha ganhado dinheiro pra “mor” de vim, aí, a gente ia mudar, meu marido pegou e comprou a casa com o dinheiro da Aparecida, aí eu fiquei nervosa...Ele disse, “não Maria, tu ganha outra”, quando foi com 15 dias eu ganhei outra passagem, e ele pegou e vendeu minha casa. Aí eu falei, se Nossa Senhora me desse outra casa, eu trazia uma casinha pra Nossa Senhora, risos...



Figura 16 Mulher de Ramelândia, com a casinha prometida à N. Sra. Aparecida. Dez. 2010.

As romarias são planejadas antes de seu início: são preparadas pelos organizadores, seja pelos adereços que trazem consigo, como camisetas e bandeiras, ou pelos suportes que necessitam, como foi o caso dos peregrinos acima citados. Foi necessário pensar em pouso, alimentação, quem carregasse as bagagens. Participar de uma romaria, especialmente como essa, feita a pé, implica em preparativos, em planejamento. O objetivo delas é o mesmo: 

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chegar à Aparecida. Mas para que lá cheguem, os romeiros enfrentam romarias, de todos os jeitos possíveis, e nela reconhecem uma superação, um exercício de fé e de dedicação a Nossa Senhora Aparecida.