3.ULUSLARARASI GÜVENLİK VE İŞ BİRLİĞİ KURULUŞLAR
3.1. BİRLEŞMİŞ MİLLETLER (BM)
Como introdução ao tópico, verifica-se que em termos de saúde, a poluição do ar pode ser considerada das mais graves, senão a mais grave entre outras possíveis, dada a quantidade de doenças respiratórias e alérgicas que provoca.
Brandão et al (1995, p. 93), destaca que indústrias e veículos representam uma das principais fontes de emissão de poluentes do ar na cidade do Rio de Janeiro, conforme constata em sua pesquisa. Outros autores relacionam poluição do ar a casos de pneumonia em crianças, infecções respiratórias, irritações na pele, câncer no pulmão, rinites, conjuntivites, enfisemas, silicoses e fibrose difusa.
Pela sua magnitude, em regra geral, os principais causadores da poluição aérea são os veículos de transporte e indústrias, gerando, em casos mais gritantes, a necessidade de
redirecionamento de fluxo veicular em determinadas regiões urbanas, por determinado período, com o objetivo de atenuar os impactos ambientais gerados pelo alto volume de emissão de gases. No caso das indústrias, quando levantado o nível de prejuízos causados por suas emissões de gases no processo de fabricação, o poder público não consegue trabalhar com tanta autonomia. As adequações dispendiosas à fábrica são logo esquecidas sob ameaça de fechamento de postos de trabalho.
Por ser um tema repleto de literatura de boa qualidade, a questão do desenvolvimento que rodeia a qualidade do ar, pode ser discutida com demasiada abrangência nos tempos atuais, a exemplo da contribuição de Williamson (1975) com sua obra “Population, Environment, and the Life”, bem como outro tantos autores e tendências.
No espaço urbano, a influência dos poluentes sobre a atmosfera depende especialmente das fontes emissoras a que está sujeito e da forma como está organizado o espaço da região em questão. Resta evidente a necessidade de se verificar se essas fontes de emissão são naturais, como queima de floresta, erosão de solos, vulcões, etc. Ou se são antropogênicas (com ação do homem), englobando a agricultura, a indústria, os meios de transporte, as formas de produção energética e outras.
Os efeitos da poluição atmosférica urbano-industrial atingem milhões de pessoas em todo o mundo. Segundo COHEN et AL. (1986) o impacto da poluição atmosférica atinge aproximadamente 50% das pessoas nos EUA; e custa mais de 200 milhões de dólares por ano. Os efeitos negativos sobre a saúde incluem irritações e infecções do trato respiratório; cefaléia, vômitos; redução da função pulmonar; câncer de pulmão; doenças cardiovasculares e disfunção nervosa. (CASTRO, 2000, p. 15).
Sendo os principais poluentes à saúde humana o material particulado (lançado no ar em etapas da produção), o dióxido de enxofre, monóxido e dióxido de carbono, óxidos de nitrogênio, ozônio, fluoreto de hidrogênio, sulfureto de hidrogênio, acido sulfúrico; além das chuvas ácidas, conforme ensina o autor citado.
Em sua substância, o ar é composto por um grande número de sustâncias gasosas, líquidas e sólidas; que quando combinadas caracterizam química e fisicamente a atmosfera e suas diferentes camadas.
Ou seja, se o homem não consegue permanecer sequer poucos minutos sem uma inalação adequada, sendo fisiologicamente dependente do ar para sobreviver; mais que outras conseqüências da poluição, uma porção de ar impuro, reflete de forma drástica numa baixa
qualidade de vida e alta taxa de mortalidade e morbidade, por doenças que se relacionem com a qualidade do ar inalado.
No aspecto climatológico, dentro de sua complexidade e variedade de classificação, torna-se importante citar que nos termos do que apresenta Pitton, há duas abordagens essenciais:
Uma leva em conta somente os elementos meteorológicos, considerando principalmente os elementos temperatura e precipitação. A outra utiliza os fatores que determinam o clima, ou seja, o controle climático, enfatizando especialmente a circulação atmosférica (massas de ar e correntes perturbadas). (PITTON, 1985,p. 16).
Na mesma linha que classifica o clima destacando a circulação atmosférica, funda-se o princípio do Sistema de Classificação Climática de Strahler, que a título de exemplo, baseia- se nas regiões de origem das massas de ar, na sua natureza e movimento, nas frentes e tempestades ciclônicas.
Sendo pelo autor estabelecidos três grupos (I, II e III) conforme mostra a figura, representando a origem das massas de ar e a sua localização no globo.
O Grupo I demonstrando a região de origem da massa de ar Topical Marítima e Equatorial, sendo que os climas susceptíveis a estas massas são determinados pela alta pressão subtropical, mormente denominados climas de Latitudes baixas.
O Grupo II cercando climas de Latitudes Médias, localizados na zona de interação entre as massas de ar Tropical e as massas de ar Polar, que se alternam e criam oscilações climáticas próprias destas mudanças.
Por fim, o Grupo III, limitando os climas de Latitudes Altas, influenciados pela massa de ar Polar, ao norte, Ártica; e ao sul, Antártica.
Comprovando, de forma científica, que se as características variáveis desses tipos climáticos apresentados estão ligadas às massas de ar controladoras; e que se estas por sua vez, relacionam-se entre si e entre as condições geográficas regionais; forma-se um grande Sistema Global a ser apreciado, chamado Planeta Terra, que pela imensidão e didática é estudado separadamente, mas como um produto de diferentes políticas deve jamais esquecer sua unidade.
Figura 2 - Diagrama Global dos Grandes Grupos Climáticos
Fonte: STRAHLER, A. N. Introduction to physical Geography. 3. ed. New York: Wiley Internacional Edition, 1973.
Neste contexto, analisando a Classificação Climática de Köppen, verifica-se nova interação entre diferentes elementos no clima, dado que o autor se utiliza de limites térmicos para o estabelecimento dos grupos climáticos, com exceção do clima seco, estabelecido pelo grau de aridez. (STRAHLER, 1973).
Detalhadamente, o uso de limites permite que a classificação do autor seja de fácil compreensão cartográfica, o que explica sua adoção mundo afora. A combinação de diferentes símbolos – fórmula climática – proposta, permite à ciência observar as especificidades dos tipos climáticos, visto que cada letra representa uma característica, hídrica ou térmica; revestindo o sistema de uma aparente inteligibilidade e ao mesmo tempo, colocando-o num patamar de alta satisfatoriedade e difusão, também por conta de seu pioneirismo.
Isto posto, até como importância histórica, verifica-se a relevância deste outro método de classificação climática, que tem sua coesão nesta pesquisa como outro justificador da interação generalizada entre clima, ar e água; bem como seus influenciadores antropogênicos e naturais.
Verificada a qualidade de vida e destacando-se o indicador saúde, importante se faz a justificativa da escolha da questão do ar como objeto de estudo junto à soberania dos Estados e suas relações na comunidade internacional.
Há uma diferença fundamental entre as massas de ar que pode ser descrita, graças às diferenças em sua origem geográfica e às latitudes a que estão sujeitas, desdobrando um pouco a classificação climática pura citada de Strahler, e direcionando propriamente para o movimento dessas massas de ar e sua interação.
Tomando por base o ar polar, originado nas latitudes altas, vê-se que se movem sobre uma superfície que vai aquecendo ao norte (polar Antártica) ou ao sul (polar Ártica), demonstrando uma relação inversamente proporcional em relação à altitude a que está sujeita, sendo que sua temperatura se eleva consideravelmente na terra, com exceção de seus níveis superiores.
Como conseqüência imediata, haverá a produção de nuvens e seus desdobramentos:
La nube puede crecer lo suficiente como para dar chaparrones, y en ciertos casos tormentas de truenos; los vientos serán borrascosos y en las condiciones de vuelo habrá pozos de aire. El aumento de la temperatura de la superficie causará una disminución de la humedad relativa, y esto es desfavorable para el crecimiento de los núcleos de condensación atmosférica. (BRUNT, 1948, p. 208.).
No exemplo do ar polar de origem continental, este apresentará as características do clima continental, mantendo-se demasiadamente frio no inverno e relativamente quente no verão; acrescido o fato de ser relativamente seco e composto por uma formação menos definida de nuvens que o ar polar de origem marítima, raramente produzindo grande instabilidade.
Por outro lado, o ar tropical, originado em latitudes baixas, ao se mover no hemisfério norte, sobre uma superfície cada vez mais fria, passa por um esfriamento desde baixo, gradualmente diminuindo a níveis baixos gerando estabilidade no ar.
Desta forma, constata-se que a movimentação e variação de temperatura das massas de ar são acompanhadas por um aumento ou diminuição da umidade relativa do ar, que por sua vez produzem o aumento ou diminuição dos núcleos de condensação atmosférica, produzindo um empoeiramento da visibilidade, que freqüentemente resultaria em névoa.
No exemplo da corrente de ar tropical, ao soprar sobre o deserto levanta poeira de sua superfície empoeirando sua visibilidade; sendo assim, o ar tropical de origem continental será menos úmido que o de origem marítima.
Isto posto, ao considerar as características de uma massa de ar, e até que ponto influenciam o tempo, faz-se preliminar saber não somente a origem geográfica desta, senão também seu movimento e em especial a influência deste movimento sobre a graduação de estabilidade ou instabilidade, considerando inclusive as influências antropogênicas nestes resultados.
Como comprovação da interação dos ventos e logo, das relações internacionais indiretas por eles gerados, por meio do contato natural das características do ar que circula pelos membros da comunidade internacional, a circulação dos ventos, que poderia ser deduzida pela distribuição da pressão atmosférica, quando verificada em relação aos ventos do sul no hemisfério norte, portanto quentes, possuem ao lado Leste uma zona de baixa pressão e ao lado Oeste uma zona de alta pressão. Inversamente, os ventos do norte, frios, no lado Oeste encontram uma zona de baixa pressão e a Leste uma zona de alta pressão.
Figura 3 - Ventos de Superfície que Predominam em Janeiro
Fonte: STRAHLER, A. N. Introduction to physical Geography. 3. ed. New York: Wiley Internacional Edition, 1973. p. 61.
Com as figuras e as explicações técnicas, vê-se, no primeiro mapa, que a interação entre os ventos que predominam em janeiro é explícita e que pelas indicações, são capazes de levar consigo, nas variadas direções, as características da sua região de origem, bem como das regiões por onde passar; ultrapassando limites criados pela conveniência político- administrativa humana, para transportar reflexos positivos ou negativos, omissivos ou comissivos, da gestão pública no que tange à qualidade do ar.
Figura 4 - Ventos de Superfície que Predominam em Julho
Fonte: STRAHLER, A. N. Introduction to physical Geography. 3. ed. New York: Wiley Internacional Edition, 1973.
Haja vista o que trazem as duas figuras sobre os ventos de superfície, faz-se importante destacar que a distribuição geográfica da ozônio estratosférico está relacionada com a Circulação Superior Estratosférica e a Circulação Geral Atmosférica Troposférica; sendo que suas variações anuais, sazonais e diárias estão relacionadas com a latitude a que estão submetidas, nos termos do que propõe Nocentini André.
Ainda pela autora:
Segundo CHEDE (1974), a circulação superior estratosférica de oeste se origina nas baixas e médias latitudes; o retorno do ar equatorial para os pólos, em altitude possui movimento espiral ao redor de cada hemisfério [...]. Sabe-se que a formação do gás ozônio acontece através da absorção de energia solar; sendo assim, era de supor que as maiores concentrações ficariam sobre a região equatorial. Entretanto, sua distribuição é feita por esta circulação que dissemina o excedente por todo planeta, ficando a maior concentração nas altas latitudes e as menores sobre as baixas latitudes.” (ANDRÉ, 2001. p. 49).
Figura 5 – Circulação atmosférica superior
Observando a trajetória exposta, o processo de circulação superior ocorre devido a atração gravitacional que incide sobre a própria atmosfera, gerando o dito movimento de rotação as massas. Quando o ar estratosférico é transportado das baixas latitudes em direção aos pólos, vê-se que caminha de oeste para leste; assim, conforme ocorrência de diminuição do raio de rotação terrestre, o ar terá sua velocidade aumentada em relação à terra, deixando de permanecer em repouso sobre a superfície. (CHEDE, 2001, p. 50).
Elucidando mais ainda o proposto, segue uma figura que demonstra a circulação Geral Atmosférica Troposférica, comprovando a contínua movimentação do ar e por conseguinte, de suas propriedades inerentes ou adquiridas.
Figura 6 - circulação atmosférica superior e circulação geral atmosférica troposférica
Vistas as origens das massas e mesmo que preliminarmente, destacados alguns de seus fluxos mais importantes; bem assim, expostas figuras ilustrativas dos ventos de superfície, circulação atmosférica superior e circulação geral atmosférica troposférica; fazendo o papel de transporte de diferentes características aéreas, faz-se importante entender o ciclo do carbono, que usará essa circulação interativa.
The carbon cycle is critically important to climate because it regulates the amount of two important greenhouse gases in the atmosphere: CO2 and CH4.
Carbon, like water, continuosly cycles between various ‘reservoirs’ or temporary holding areas, but this cycling is considerably more complicated for CO2 than for water. Furthermore, whereas the amount of water vapour in
the atmosphere is directly and instantly driven by changes in the climate, the CO2 concentration in the atmosphere responds to change in climate on time
scales ranging from a few months to thousands of years. (HARVEY, 2000, p. 16).
Ou seja, nos termos do que entende o autor, trata-se de um ciclo altamente importante para a questão do clima, pois considera, regula e equaciona dois importantes gases na atmosfera: o CO2 e o CH4.
Em caráter explicativo, sendo o primeiro, CO2, o dióxido de carbono, gás inodoro, incolor, sufocante, não inflamável e mais pesado que o ar; já existente na atmosfera, porém em quantidades aceitáveis, que se ultrapassadas o tornam asfixiante. Como principais formas
de produção, têm-se vulcões, certas cavernas, algumas fontes de água mineral e incineração de qualquer material combustível. Por fim, em seu estado gasoso é utilizado para o preparo de soluções carbônicas, a exemplo dos extintores de incêndio e algumas bebidas efervescentes.
O segundo gás, CH4 ou metano, também se caracteriza por ser inodoro, incolor e pouco solúvel na água; sendo componente integrante de quase todos os gases naturais, que se conjugado ao ar, se transforma em mistura de alto teor explosivo. Dentre as variadas fontes de que emana a maior delas são os depósitos geológicos conhecidos como campos de gás natural, mesmo que demais fontes, as relacionadas com os hidratos de gás submarinos e as abaixo das geleiras sejam muito maiores, ou ainda as formadas por decaimento anaeróbico da matéria orgânica sejam mais freqüentes.
Continuamente, o ciclo do carbono, assim como o da água, o faz transitar por várias áreas ou reservatórios, contudo não se comparando ao da água pela complexidade que possui; afinal, sua vaporização a leva diretamente à atmosfera, pura ou com as impurezas que carrega, gerando mudanças automáticas ao clima; enquanto o CO2, apesar de também produzir
alterações climáticas, o faz numa escala de tempo que pode durar alguns meses ou alguns milhares de anos.
A título ilustrativo segue-se um esquema aproximado do que venha a ser o ciclo do carbono.
Analisando a Figura 7, enquanto números ao lado de setas entre as caixas são as taxas anuais de carbono transferido, em GtC; M é o fluxo de metano, R é o fluxo nas águas de partículas de carbono e B o fluxo no subsolo, em linhas gerais.
Sendo o número nas caixas ou reservatórios uma estimativa aproximada de carbono que elas possuem em unidades de gigatons (bilhões de toneladas). Ocorre que o carbono na atmosfera, primariamente, CO2 e mais limitadamente CH4, são gases que possuem formas não
naturais de emissão, o que justifica a complexidade mencionada por Harvey.
Verifica-se na ilustração acima a inter-relação entre a atmosfera; a biota; os oceanos, superficial e profundo; bem como óleos e detritos; num sentido formatado de relação ambiental, de grande importância didática para que se visualize a contribuição separada (reservatórios) das emissões de CO2, mas que sem dúvida precisa ser enriquecida com o
quadro participativo recente dos demais gases emitidos, os setores responsáveis por sua produção e a atividade geradora de suas emissões, conforme Figura 8.
Energy-relatede and industrial processes
64,7% Carbon dioxide 77%
Industry and mining 34,3%
Land use change 18,2% Agriculture 13,5% Waste 3,6% Buildings 15,3% Transport 13,8% Deforestation 18,3% Agriculture na livestock 14,9%
Landfills and other waste disposal 3,6%
Methane 14%
Nitrous oxide 8%
Fluorenated gases 1%
Nestes termos, segundo a análise setorial, a participação do processo industrial corresponde hoje a 64,7%, destacando-se como a maior fonte de emissões de gases nocivos à atmosfera; em segundo lugar vêm às mudanças no uso do solo, da terra, com 18,2%, decorrentes das formas de ocupação adotadas; em terceiro lugar, com 13,5% da responsabilidade pelas emissões desses gases vem a agricultura, que tem adotado as mais variadas técnicas de manejo e uso do solo; e por último, com 3,6% da participação global, têm-se o setor de resíduos como malfeitor emitente de gases poluentes.
Segundo a análise por uso e atividade, aumenta-se a pulverização dos contribuintes, inicialmente e novamente começando com a atividade industrial somada à extrativista, com 34,3% das emissões; depois, com 15,3%, o setor de construção e edificação, atividade das que mais crescem principalmente nos chamados países emergentes; em terceiro lugar vem o setor de transporte, com 13,8% das emissões globais, dando-se destaque aos países influenciados pelo modelo de consumo norte-americano, em que o veículo individual se sobressai em relação ao coletivo ou aos demais meios de transporte “não nocivos” (bicicleta e outros), sendo todas estas atividades ligadas ao setor industrial e que aos serem somadas, dão a medida estatística de sua participação.
Em relação à atividade de desmatamento, com 18,3% das emissões medidas, vincula- se às alterações de uso do solo e da terra, traduzidas nas formas de ocupação frenética do globo, que se desdobram no ecossistema ecologicamente desequilibrado em detrimento do naturalmente preservado.
No setor agrícola, as atividades proeminentes que correspondem com aproximados 14,9% das emissões, são o próprio cultivo agrícola somado à atividade pecuária, em especial bastante intensa nos países do ocidente.
No tocante ao desperdício ou ao passivo ambiental, verifica-se como grande gerador desses gases os aterros e outras formas de eliminação de resíduos, contribuindo com 3,6% da emissão.
Por fim, somados os setores e as atividades ou usos poluentes, verificam-se quatro principais gases produzidos, que contribuem com o efeito estufa. Esmagadoramente, com 77% de participação na atmosfera, tem-se o já estudado dióxido de carbono; com 14% constata-se o metano; com 8% o óxido nitroso; e em último, com 1% de participação, os gases fluorados.
Com foco nas informações apresentadas em relatórios da NASA e destacando a importância do percentual acima trazido pelo CO2, vê-se então que este gás, considerada sua circulação, possui concentrações mais acentuadas de acordo com o espaço geográfico referenciado no globo, nos termos do que demonstra a figura.
Figura 9 – Concentração de Dióxido de carbono Fonte: HTTP://www-airs.jpl.nasa.gov/
Em termos objetivos, visualiza-se que os países com maior índice de consumo e industrialização destacam-se nas emissões, produzindo um passivo que ultrapassa os limites de sua própria soberania, uma vez que, reduzem acentuadamente a qualidade do ar, acarretando vários reflexos de impacto global.
Atualmente, esses números são um dos grandes problemas da sociedade moderna, graças à queima de combustíveis fósseis em excesso, aumentando a concentração destes gases na atmosfera. Por sua vez, além de reflexos imediatos na saúde do indivíduo, geram efeitos de maior proporção, mediatos, como o próprio Efeito Estufa; ou seja, considerando-se que uma de suas propriedades é reter calor; quanto mais gás, mais retenção de calor; logo, tem-se o aquecimento da atmosfera ou como preferem os noticiários, o tão conhecido aquecimento global.
Não há dúvida que a diminuição do ozônio estratosférico na Antártida provoca alterações na concentração desse gás nas altas e médias latitudes do Hemisfério Sul, especialmente na América do Sul. [...] A camada de ozônio