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İLGİLİ ALAN YAZIN

2.1. Okuduğunu Anlama

2.2.4. Bağlantı Öğeleri Üzerine Yabancı Alan Yazın Çalışmaları

separados, predominando um certo afastamento entre os dois. Do lado nascente, entre a área privada das habitações em banda e os arruamentos, existe um conjunto de espaços que fazem a transição entre o privado e o público, são espaços ajardinados e pavimentados que vencem as diferenças de cotas entre a via e o espaço exterior da habitação e funcionam quase como filtros entre as duas realidades. Este conjunto de espaços faz com que a ligação dos espaços exteriores e cobertos das habitações seja muito mais reservada e íntima. Do lado poente, as habitações também com um espaço exterior confortável, rompem qualquer relação com as vias. Além disso, na maioria dos casos a diferença de cotas é bastante significativa não permitindo por isso, qualquer tipo de diálogo entre ambas as realidades possibilitam, por esta razão, um espaço exterior resguardado e isolado da zona pública,

…à o tara à o à duasà par elasà deà terre oà privadoà u aà àfre te … àpara o deàseàa reàaàsalaàeàaàportaàdeàe trada,àoutraà asàtraseirasà … àparaào deà dão todos os quartos de cama.

Teremos assim uma ligação íntima entre a casa e o terreno, ligação que é muito mais agradável se atendermos ao isolamento e independência deste. Cadaàha itaç oà o pree der ,à o à reaà o erta,àdes o ertaàeàa e osà … à que são tratados como um todo único. Intencionalmente a composição compreenderá um único volume em que ´terreno descoberto constituirá parte integrante da casa funcionando, num lado, como ante camara, no outro agradável pátio interior, sossegado e abrigado.

Foram três os motivos que me conduziram a esta solução: a ligação do homem com a natureza; a defesa dos elementos atmosféricos num clima castigador; e a associação de pequenas unidades para a constituição dum volume de certa importância na composição do conjunto. (Carvalho, 1954, p. 6)

Assim, permite maior densidade populacional para a associação deste cluster, por isso mais suscetíveis a correlações entre a mesma escala de associação, ou seja, entre vizinhos.

A casa deve refletir uma dualidade de direções e de tolerância de planeamento, para dentro à família e para fora à sociedade. A casa deve revelar pequenos aditivos para a vida física e espiritual (à expressão plástica da comunidade que a identifica). Neste sentido a rua é uma extensão da casa, o espaço fora da casa (fora da família) onde famílias mantêm contacto com outras famílias, a rua é meio de comunicação e comunhão, onde se formam amizades, como se fossem uma família alargada, a rua deve ser um lugar, onde existam serviços, escola, padaria, talho, correios., etc.. Os autores procuram uma reinterpretação do conceito de rua definindo faixas de habitação articuladas por uma rede de circulação de peões, independente da rede viária, que por vezes se fundia com os edifícios.

Assim, a distribuição das áreas habitacionais é realizada, através de um planeamento de escalas de associação presente na implantação das construções e suas relações com os arruamentos e o próprio bairro, - cluster. Esta conexão definida entre habitação e arruamento recusa uma organização por quarteirões, assim como um sistema de lotes ou casas ordenadas de forma a delimitarem concretamente a frente de rua, não submetendo por isso o seu desenho ao traçado da mesma.

Deste modo, pretende-se recuperar a tradição dos pátios e das praças interiores, nas áreas residenciais, os Centros Comunitários que permitiam a existência de espaços públicos relacionados com a escala da vida familiar e a sua utilização por crianças e idosos. Nesta escala de intervenção o urbanismo relacionava-se com a arquitetura numa dinâmica integradora de desenho e apropriação.

Entre a escala da casa e da cidade, a rua e o bairro estabelecem novas relações entre arquitetura e urbanismo, a hierarquia de escalas valorizava através da imagem de territorialidade as inter - relações humanas com o espaço, a noção de lugar, de elementos configuradores de conjuntos (os centros comunitários).

Neste sentido, a casa era a primeira unidade de associação, a segunda não era a malha, mas a rua ou o espaço entre as formas construídas que organiza uma 2ª escala de vida urbana, a partir das relações entre os moradores e o espaço, sendo a 3ª escala de aproximação o bairro, logo a rua como organizadora do espaço essencial do espaço urbano colocava o usuário em primeiro plano como agente fundamental, no processo de estruturação da cidade. Desta forma, entre a escala de cada caso e a cidade, a rua e o bairro estabeleciam novas relações entre arquitetura e urbanismo, valorizam-se as inter-relações humanas com o espaço, assim como o reforço da identidade da mesma comunidade e do sentido de pertença. Portanto, são aqui apresentadas as ruturas com os CIAM ortodoxos, ao enfatizar a determinação de uma nova relação entre arquitetura e urbanismo, baseada em referências à cidade atual, ao terreno e aos aspetos culturais e especificidades do lugar.

Assim é clara a perceção da inter-relação das habitações, dos espaços exteriores privados e públicos das mesmas e a relação que estes têm na sua utilização, com o arruamento e com o bairro, ou seja, com os vizinhos, nas possíveis abordagens e relações entre ambos. Quer-se que seja óbvia esta relação pretendida para este programa pelo arquiteto.

No planeamento por escalas de associação, a principal base para a coerência é a facilidade de comunicação e relações entre ambos - a criação de espaços não arbitrários para grupos é a principal função do arquiteto, a relação vital entre a casa e a rua sobrevive, as crianças correm, a rua é relativamente calma, e as pessoas passam e falam: Também nos quintais há hortas, galinheiros, próximo a estas existem as lojas, mercearia, escola, talho, estão ao virar da esquina, há uma inter- relação entre vizinhança, todos se conhecem, pois quando o utilizador não está em sua casa está na sua rua.

Tudo era de tal forma pensado e estruturado que o percurso casa - escola que as crianças faziam contemplava a passagem apenas pelo bairro, e pelos vizinhos. Os percursos e os seus sucessivos acontecimentos eram pensados para as pessoas segundo, uma educação ideal em que os laços familiares e os valores de cidadania eram valorizados. Dentro deste percurso, as crianças não andavam mais de 250m a pé e não tinham de passar por nenhum cruzamento viário perigoso proporcionando às crianças nesta deslocações, relações sociais e afetivas com toda a comunidade, do mesmo cluster, relacionando-se entre elas e com os vizinhos, que ao mesmo tempo o vizinho vigiava a criança do outro vizinho ou conhecido.

Assim, pretendia-se que homem pudesse estabelecer a sua identidade com a renovação da relação entre casa e a rua.

Estes estudos de caso para esta sociedade atuante e em movimento, devia-se criar uma geometria de circulação e acessos, a fim de facilitar as atividades para que o

ambiente reflita a nova situação (a sua identidade) e para isso são reintroduzidos os conceitos de rua e bairro. Só desta forma os padrões de associação e identidade poderão formar-se, mantendo os padrões de associação e fortalecendo a identidade da comunidade.

Barrocal do Douro

Cardal do Douro