4. GÖVDE ŞASİ BAĞLANTI BÖLGESİNDEKİ KIRILMA PROBLEMİ
5.4 Temas Bölgelerinin Olu şturulması
Por ocasião do sacramento do Batismo foi infundida em nós a graça santificante, que nos habilita a nos relacionarmos com a Santíssima Trindade e nos orienta na maneira cristã de agir, fomentando as virtudes morais/cardiais. O Espírito Santo se torna presente em nós, fundamentando estas, que são em número de três: Fé, Esperança e Caridade. Conforme o ponto #1266 do CIC:
# 1266. A Santíssima Trindade confere ao baptizado a graça santificante, a graça da justificação, que:
– o torna capaz de crer em Deus, esperar n'Ele e O amar, pelas virtudes teologais;
– lhe dá o poder de viver e agir sob a moção do Espírito Santo e pelos dons do Espírito Santo;
– lhe permite crescer no bem, pelas virtudes morais. Assim, todo o organismo da vida sobrenatural do cristão tem a sua raiz no santo Baptismo.
A Fé: Através da fé acreditamos em Deus, Uno e Trino, no Pai Criador, no Filho Salvador, e no Espírito Santo Santificador:
# 1814. A fé é a virtude teologal pela qual cremos em Deus e em tudo o que Ele nos disse e revelou e que a santa Igreja nos propõe para acreditarmos, porque Ele é a própria verdade. Pela fé, «o homem entrega-se total e livremente a Deus»58. E por isso, o crente procura
conhecer e fazer a vontade de Deus. «O justo viverá pela fé» (Rm 1, 17). A fé viva «actua pela caridade» (Gl 5, 6).
Exercemos constantemente a fé (em diversos níveis...) no nosso dia-a-dia – e não só para questões religiosas -, temos fé em pessoas que conhecemos, normalmente de nosso círculo familiar ou de amizade próxima, mas, além disso, frequentemente temos fé em pessoas que não conhecemos; por exemplo: não podemos testemunhar nosso próprio nascimento, entretanto, temos fé em nossos pais, que
nos contam detalhes desse evento, bem como, confiamos no cartório que fez o registro e que nos faz acreditar na data e no local do nosso nascimento. Do mesmo modo, quando entramos em um ônibus, num táxi ou num avião, acreditamos que o motorista ou o piloto são habilitados para nos transportar e nós nem os conhecemos, mas acreditamos neles.
A Esperança: É a virtude que nos ajuda a desejar e a esperar tempos melhores em nossa vida aqui na terra e a ter a certeza de que conquistaremos a visão de Deus – visão Beatífica - que será a nossa felicidade:
# 1818. A virtude da esperança corresponde ao desejo de felicidade que Deus colocou no coração de todo o homem; assume as esperanças que inspiram as actividades dos homens, purifica-as e ordena-as para o Reino dos céus; protege contra o desânimo; sustenta no abatimento; dilata o coração na expectativa da bem-aventurança eterna. O ânimo que a esperança dá preserva do egoísmo e conduz à felicidade da caridade.
Também aqui há níveis: da Esperança certeza da salvação, correspondendo ao dom de Deus, às esperanças em diversos setores da vida. É relativamente comum passarmos por momentos difíceis e desanimarmos diante das dificuldades que encontramos em nossas vidas. De fato, o mundo é muito violento e cheio de catástrofes. Frequentemente assistimos ou temos notícia de cenas de agressões, violência, quando não, ações de corrupção oriundas de pessoas das quais esperávamos bons exemplos. E assistimos também a tragédias provocadas por desastres da natureza.
Vale lembrar do dito de Rui Barbosa:
"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto."
Precisamos refletir sobre tudo o que está acontecendo, encontrar onde está a falha e buscar uma solução. Sozinhos, não somos nada, mas, com Deus, tudo podemos. A esperança nos leva a tentar vencer os obstáculos.
# 1820. A esperança cristã manifesta-se, desde o princípio da pregação de Jesus, no anúncio das bem-aventuranças. As bem- aventuranças elevam a nossa esperança para o céu, como nova tema prometida e traçam-lhe o caminho através das provações que aguardam os discípulos de Jesus. Mas, pelos méritos do mesmo Jesus Cristo e da sua paixão, Deus guarda-nos na «esperança que não engana» (Rm 5, 5). A esperança é «a âncora da alma, inabalável e segura» que penetra [...]«onde entrou Jesus como nosso precursor» (Heb 6, 19-20). É também uma arma que nos protege no combate da salvação: «Revistamo-nos com a couraça da fé e da caridade, com o capacete da esperança da salvação» (1 Ts 5, 8). Proporciona-nos alegria, mesmo no meio da provação: «alegres na esperança, pacientes na tribulação» (Rm 12, 12). Exprime-se e nutre-se na oração, particularmente na oração do Pai-Nosso, resumo de tudo o que a esperança nos faz desejar.
A Caridade: É amor. Primeira e principalmente amar a Deus. E por Ele ao próximo. A Caridade não é somente prover bens materiais a quem está necessitado. É conhecer a dor da pessoa que vive perto de nós, quer seja na nossa família, na comunidade ou mais distante. Conhecer a sua dor e procurar com ela resolver o seu problema é empatia e compaixão:
# 1823. Jesus faz da caridade o mandamento novo59. Amando os seus
«até ao fim» (Jo 13, 1), manifesta o amor do Pai, que Ele próprio recebe. E os discípulos, amando-se uns aos outros, imitam o amor de Jesus, amor que eles recebem também em si. É por isso que Jesus diz: «Assim como o Pai Me amou, também Eu vos amei. Permanecei no meu amor» (Jo 15, 9). E ainda: «É este o meu mandamento: que vos ameis uns aos outros, como Eu vos amei» (Jo 15, 12).
59 Cf. Jo 13. 34.