• Sonuç bulunamadı

2.4. Türkiye Enerji Sektöründe Komşu Ülkelerle İlişkileri

2.4.1. Azerbaycan

ADORNO, Teodor W. Dialética negativa. Trad. Marco Antonio Casanova. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2009.

ANSELL-PEARSON, Keith. Nietzsche Como Pensador Político. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1997.

AGOSTINHO, Santo. De Magistro. Trad. Ângelo Ricci. São Paulo: Nova cultural, 1973. (Coleção Os Pensadores).

AGOSTINHO, Santo. De Magistro. In: ______. Confissões; De Magistro. Trad. A. Ricci. São Paulo. Nova Cultural, 1987.

AQUINO, São Tomás de. Sobre o Ensino (De Magistro); Os Sete Pecados Capitais. São Paulo, Martins Fontes, 2001.

ANDREAS, Lou Salomé. Nietzsche em suas obras. Tradução José C. M. Barbosa. São Paulo: Brasiliense, 1992.

ARENDT, Hannah. Sobre a Revolução. Lisboa: Relógio D’Água, 2001.

BARBOZA, Jair. A metafísica do belo de Arthur Schopenhauer. São Paulo: Humanitas, 2001.

______. Modo de conhecimento estético e mundo em Schopenhauer. Trans/Form/Ação, São Paulo, 29(2): 33-42, 2006.

BARROS, Márcio Benchimol. Música como aia da vontade: ensaio sobre a leitura wagneriana de Schopenhauer. Kriterion. vol.53, n.125, p. 179-193. 2012.

BEETHOVEN, Ludwig van. Symphony Nº 6 in F major, Op. 68 “Pastorale”.Dover Publications, INC. Mineola, New York. SD.

BIESTA, Gert. Bildung and Modernity: The Future of Bildung in a World of Difference. Studies in Philosophy and Education. Vol. 21, n. 4-5 (2002), p. 343-351.

BOLLE, Willi. A ideia de formação na modernidade. In: GHIRARDELLI, JR., Paulo. (Org.) Infância, Escola e Modernidade, Curitiba: Editora da Universidade Federal do Paraná; 1997.

BOMBASSARO, Luiz Carlos (Org.); PAVIANI, J. (Org.); DAL RI JUNIOR, A. (Org.). As interfaces do humanismo latino. Vol. 1. Porto Alegre: Edipucrs, 2004.

BOMBASSARO, Luiz Carlos; PAVIANI, J. ; ZUGNO, P. L.. As fontes do humanismo latino. Vol. 1. Porto Alegre: Edipucrs, 2003.

BOEHNER, Philotheus. ETIENNE, Gilson. História da Filosofia Cristã. Petrópolis, RJ. Ed. Vozes, RJ, 1970.

______. História da Filosofia Cristã: das origens a Nicolau de Cusa. Petrópolis, Vozes, 1988.

BORNHEIM, Gerd. Páginas de filosofia da arte. Rio de Janeiro: Uapê, 1998.

______. Filosofia do romantismo. In: GUINSBURG, J. (Org.). O Romantismo. São Paulo: Perspectiva, 2005. p. 75-111.

BURNETT, Henry. Cinco prefácios para cinco livros escritos. Belo Horizonte: Tessitura, 2008.

______. A recriação do mundo: a dimensão redentora da música na filosofia de Nietzsche. Campinas, SP: [s.n.], 2004.

______. Nietzsche; Adorno e um pouquinho de Brasil, Editora Unifesp, 2011.

BRAGA, José Carlos de Souza. Alemanha: império, barbárie e capitalismo avançado. In: FIORI, José Luís (Org.). Estados e moedas no desenvolvimento das nações. Petrópolis, RJ: Ed. Vozes, 1999.

BUTLER, E. M. The tiranny of Greece over Germany. Cambridge: University Press, 1935.

CAMBI, Franco. História da Pedagogia. São Paulo, Editora UNESP, 1999.

CAVALCANTI, Anna Hartmann. Símbolo e Alegoria: a gênese da concepção de linguagem em Nietzsche. São Paulo: Annablume, 2005.

CASSIRER, Ernest. O mito do Estado. Trad. Álvaro Cabral. São Paulo: Códex, 2003.

COLLI, Giorgio. Después de Nietzsche. Barcelona: Anagrama, 1978.

COLOMER, Eusebi. El pensamiento alemán de Kant a Heidegger . vol. III. Barcelona: Herder, 1990.

BATTEUX, Charles. As belas-artes reduzidas a um mesmo princípio. Trad. Natalia Maruyama. São Paulo: Humanitas & Imprensa Oficial, 2009.

DAHLHAUS, Carl. Estética Musical. Trad. A. Morão. Lisboa: Edições 70, 1991.

______. La idea de la música absoluta. Barcelona: Idea Books, 1999.

______; EGGEBRECHT, Hans H. Que é a música? Lisboa: Texto & Grafia, 2009.

______; DEATHRIDGE. Wagner – Série The New Grove. Trad. Marija Bezerra. Porto Alegre: L&PM, 1988.

DALBOSCO, Claudio A. Princípios filosóficos e pedagógicos da educação natural em Rousseau: uma investigação sobre o segundo livro do Émile. Educação e Sociedade. vol.33, n.121, p. 1117-1131, 2012.

DELEUZE, Gilles. Nietzsche a e filosofia. Trad. Ruth Joffily e Edmundo Fernandes Dias. Rio de Janeiro: Editora Rio, 1976.

______. Nietzsche. Tradução de Alberto Campos. Lisboa: Edições 70,1994.

DIAS, Rosa Maria. A influência de Schopenhauer na filosofia da arte de Nietzsche em O nascimento da tragédia. cadernos Nietzsche 3, p. 07-21, 1997.

______. Nietzsche e a música. Rio de Janeiro: Imago, 1994.

ECKHART, Mestre. Sobre o desprendimento e outros textos. Trad. Alfred J. Keller. São Paulo: Martins Fontes, 2004. (Col. Breves Encontros).

______. Sermões Alemães, Vol. 1. Trad. Ênio Giachini. Petrópolis: Vozes, 2006.

FICHTE, Johann Gottlieb. “Discursos à Nação Alemã (Segundo Discurso)”. In: VINCENTI, Luc. Educação e Liberdade: Kant e Fichte. Tradução de Élcio Fernandes. São Paulo: Editora da Universidade Estadual Paulista, 1994.

FICHTE, J.G. Por uma universidade orgânica: plano dedutivo de uma instituição de ensino superior a ser edificada em Berlim, que esteja estreitamente associada a uma Academia de Ciências. Rio de Janeiro: EDUERJ, 1999.

______. Contribuições para a retificação do juízo público sobre a Revolução Francesa. Revista Opinião Filosófica. n. 02, v. 01, p. 178-189, Jul/Dez. 2011.

______. Por uma Universidade Orgânica. Tradução de Johannes Kretschmer. Rio de Janeiro: EDUERJ, 1999.

FINK, Eugen. A filosofia de Nietzsche. Lisboa: Editorial Presença, 1988.

FLICKINGER, Hans-Georg. A caminho de uma pedagogia hermenêutica. Campinas: Autores Associados, 2010.

______. O Estado Liberal e a Educação Superior. In: ULLMANN, Reinholdo Aloysio (Org.). Consecratio mundi: consagração do mundo. Porto Alegre: EDIPUCRS, 1998.

FUBINI, Enrico. Estética da música. Trad. Sandra Escobar Bologna: Lisboa: Ediçoes 70, 2008.

______. La estética musical desde la antigüedade hasta el siglo XX. Madrid: Alianza Musical, 1994.

GADAMER, Hans-Georg. Verdade e método: traços fundamentais de uma hermenêutica filosófica. Petrópolis: Vozes, 2007.

GARDINER, Patrick. Teorias da História. Lisboa, Calouste Gulbenkian, 1984.

GERHARDT, Volker. A ideia de Humboldt: sobre a atualidade do programa de Wilhelm von Humboldt. In: ROHDEN, Valério (Org.). Ideia de universidade. Canoas: Editora da ULBRA, 2002. p. 13-34.

GIACÓIA JÚNIOR, Oswaldo. Nietzsche. São Paulo: Publifolha, 2000.

______. Nietzsche e a Modernidade segundo Habermas. Ideias. Campinas, jul./dez., p.5-38, n.2, 1994.

GIACOIA JUNIOR, Oswaldo. Labirintos da alma. Campinas: Editora da Unicamp, 1997.

GOERGEN, Pedro L. Sociedades complexas e formação de professores. Campinas-SP: Mimeo, pg. 1 – 17, 2009.

GOETHE, Johann Wolfgang von. Os Anos de Aprendizado de Wilhelm Meister. (posfácio de Georg Lukács). São Paulo: Editora 34, 2006.

______. Goethe e Schiller: Companheiros de Viagem. Trad. Claudia Cavalcanti. São Paulo: Nova Alexandria, 1993.

______. Viagem à Itália. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.

GUERIZOLI, Rodrigo. A condenação de Mestre Eckhart – apresentação e tradução da bula papal In agro dominicio. Síntese – Rev. de Filosofia. Vol. 27. n. 89. 2000. p. 387 – 403.

GUEROULT, M. Fichte et la Révolution Française. In: Éstudes sur Fichte. Paris: Aubier- Montaigne, 1974.

GRANIER, Jean. Nietzsche. Trad. Denise Bottmann. Porto Alegre, RS: L&PM, 2009.

HAAR, Michel. Nietzsche and Metaphysics. Translated: Michael Gendre. Albany: State University of New York Press, 1996.

HALÉVY, Daniel. Nietzsche: uma biografia. Trad. Roberto Cortes de Lacerda. Rio de Janeiro: Campus, 1989.

HANSLICK, Eduard. Do Belo Musical. Trad. N. Simone Neto. Campinas: Editora da Unicamp, 1992.

HAYMAN, Ronald. Nietzsche. Trad. Scarlett Marton. São Paulo: UNESO, 2000.

HERDER, Johann Gottfried von. Ideias para uma filosofia da história da humanidade. In: Patrick Gardner. Teorias da História. Lisboa, Calouste Gulbenkian, 1984.

HERDER, Johann Gottfried von. Ensaio sobre a origem da linguagem. Lisboa: Antígona, 1987.

HEIDEGGER, Martin. Ser e Tempo. Pt 1 & Pt 2. 4 ed. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 1993.

______. A Determinação Histórico-Ontológica do Niilismo. In: Nietzsche. vol. II. Trad. Marcos Antônio Casanova. Ed. Forense Universitária. 2007: Rio de Janeiro.

______. A essência do Niilismo. In: Nietzsche – Metafísica e Niilismo. Trad. Marcos Antônio Casanova. Ed. Relume-Dumará. 2000: Rio de Janeiro.

______. A Palavra de Nietzsche: “Deus está morto”. Trad. Marcos Antônio Casanova.

Natureza Humana. Vol. 5(2): 471-526. jul-dez. 2003: São Paulo.

______. O Eterno Retorno do Mesmo. In: Nietzsche. vol. I. Trad. Marcos Antônio Casanova. Ed. Forense Universitária. 2007: Rio de Janeiro.

______. O Niilismo Europeu. In: Nietzsche. vol. II. Trad. Marcos Antônio Casanova. Ed. Forense Universitária. 2007: Rio de Janeiro.

HERMANN, Nadja. Ética e estética: a relação quase esquecida. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2005.

______. Auto criação e horizonte comum: ensaios sobre educação ético-estética. Ijuí: Ed. Unijuí, 2010.

______. À procura de vestígios da formação. In: CENCI, A. V.; DALBOSCO, C. A.; MÜHL, E. H. Sobre filosofia e educação (Org.) Passo Fundo: Editora UPF, 2009.

HUMBOLDT, Wilhelm von. Ideias sobre a Constituição, influenciadas pela nova Constituição Francesa. Revista Opinião Filosófica. n. 02, v. 01, p. 126-135, Jan/Jul. 2011.

______. Sobre a organização interna e externa das instituições científicas superiores em Berlim. In: CASPER, Gerhard. Um mundo sem universidades?. Trad. Johannes Kretschmer e João Cezar de Castro e Rocha. Rio de Janeiro: EdUERJ, 1997a, p. 79-100.

______. Os limites da ação do Estado (trad. Jesualdo Correia). Rio de Janeiro: Topbooks, 2004.

______. Sobre a natureza da língua em geral (Trad. Paulo Oliveira). In: HEIDERMANN, Werner; WEININGER, Markus J. (Orgs.), 2006. p. 2-19.

______. Werke in fünf Bänden. Herausgegeben von Andreas Flitner und Klaus Giel. 3. Auflage. Darmstadt: Wissenschaftliche Buchgesellschaft, 1980. In: MÖLLMANN, Andrea Dorothee Stephan. O legado da Bildung. Porto Alegre, 2010. Tese (doutorado) – Programa de Pós-Graduação em Educação, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. 2010.

HUSZAR, George de. Nietzsche's Theory of Decadence and the Transvaluation of all Values

Journal of the History of Ideas. Vol. 6, No. 3 (Jun., 1945), pp. 259-272

IRIARTE, Rita (Org.). Música e literatura no romantismo alemão. Lisboa: Apaginastantas, 1987.

JAEGER, Werner. Paidéia: A formação do homem grego. São Paulo: Martins Fontes, 1995.

JAEGER, Werner. Cristianismo Primitivo e Paideia Grega. Lisboa. Portugal: Edições 70, 1991.

JASPERS, Karl. Nietzsche. Introducción a la comprensión de su filosofar. Trad. Emilio Estiú. Buenos Aires: Sudamericana, 1963.

JANZ, Curt Paul. Friedrich Nietzsche 2. Los diez años de Basilea 1869/1879. Trad. Jacobo Muñoz e Isidoro Reguera. Madrid, Alianza Universidad, 1987.

KANT, I. Resposta à pergunta: que é “esclarecimento”? (Aufklärung). In: Textos seletos. 3ª ed. Petrópolis, RJ. Vozes, 2005.

______. El conflicto de las facultades. Buenos Aires: Editorial Losada, 1963.

KAUFMANN, Walter. Nietzsche: philosopher, psychologist, antichrist. New Jersey: Princenton University Press, 1974.

KIEFER, Bruno. O romantismo na música. In: GUINSBURG, J. (org.) O Romantismo. São Paulo: Perspectiva, 2005. p. 209-237.

KOLLER, Hans-Christoph. Bildung and Radical Plurality: towards a redefinition of Bildung with reference to J.F. Lyotard. Educational Philosophy and Theory, vol. 35, n. 2, p. 155-65, 2003.

LACOUE-LABARTHE. Philippe. A imitação dos modernos. Ensaios sobre arte e filosofia. Trad. Virginia Figueiredo e João Camillo Penna. São Paulo: Paz e Terra, 2000.

LUTERO, Martinho. À Nobreza Cristã de Nação Alemã, acerca do Melhoramento do Estado Cristão. In: Pelo Evangelho de Cristo. Porto Alegre/São Leopoldo: Concórdia Editora Ltda./ Editora Sinodal, 1984, p. 75-152.

LÉBRUN, Gérard. O avesso da dialética: Hegel à luz de Nietzsche. São Paulo, Cia das Letras, 1988.

LISARDO, Roger. Richard Wagner e a música como ideal romântico. São Paulo: Ed.Unesp, 2009.

MAIA, Muriel. A outra face do nada: sobre o conhecimento metafísico na Estética de Arthur Schopenhauer. Petrópolis: Vozes, 1991.

MACEDO, Iracema. Nietzsche, Wagner e a época trágica dos gregos. São Paulo: Annablume, 2006.

MACHADO, Roberto. O Nascimento do Trágico. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2006,

MAIA-FLICKINGER, Muriel. Wagner – Schopenhauer; a metafísica de “O anel dos nibelungos”. Veritas. v. 41, nº 164. Porto Alegre, 1996. p. 691-714.

MARTON, Scarlett. Nietzsche – a transvaloração dos valores. Editora Moderna, 3ª ed. São

Paulo, 1993.

______. Nietzsche. Das forças cósmicas aos valores humanos. São Paulo, Brasiliense, 1990.

MASSIN, Jean; MASSIN, Brigitte. História da música ocidental. Trad. Maria T. R. Costa, Carlos Sussekind, Angela R. Viana. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997.

MATTHEW, Rampley. Nietzsche, Aesthetics and Modernity. Cambridge University Press, 2000.

MILLINGTON, B. (Org.) Wagner: um compêndio. Trad. Luiz Paulo Sampaio e Eduardo Francisco Alves. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1995.

MONTINARI, Mazzino. Ler Nietzsche: o crepúsculo dos ídolos. Trad. Ernani Chaves. In: Cadernos Nietzsche 1. São Paulo: GEN, 1987.

MÖLLMANN, Andrea Dorothee Stephan. O legado da Bildung. Porto Alegre, 2010. Tese (doutorado) – Programa de Pós-Graduação em Educação, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. 2010.

MORUJÃO, Carlos. et. al. A filosofia alemã e a Revolução Francesa. Lisboa, Universidade Católica Editora, 2011.

MOREY, Miguel. Friedrich Nietzsche, uma biografia. Trad. Beatriz Marocco. São Leopoldo: Editora Unisinos, 2005.

MULLER-LAUTER, Wolfgang. A doutrina da vontade de poder em Nietzsche. Trad. de Oswaldo Giacoia Junior. São Paulo: ANNABLUME, 1997.

NETO, Jonas Batista. História da Baixa Idade Média (1066-1453). São Paulo, Ática, 1989.

NUNES, Benedito. O Nietzsche de Heidegger. Rio de Janeiro: pazulin, 2000.

PAVIANI, Jaime. Platão e a educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2008.

______. A paideia grega e a educação atual. In: CENCI, A. V.; DALBOSCO, C. A.; MÜHL, E. H. Sobre filosofia e educação (Org.) Passo Fundo: Editora UPF, 2009.

PIERRARD, Pierre. História da Igreja. São Paulo: Paulus, 1983.

PLATÃO. As leis, ou da legislação e epinomis. 2ª ed. Trad. Edson Bini. Bauru, São Paulo: EDIPRO, 2010.

______. A República. Tradução de J. Guinsburg. São Paulo: Perspectiva, 2006.

______. Górgias. Lisboa: ed. 70, 1992.

______. Teeteto. Belém: EDUFPA, 2001.

______. Ião. In.: Diálogos (I). Trad. Carlos Alberto Nunes. Pará: UFPA, 1973.

______. O Banquete – Apologia de Sócrates. Trad. Carlos Alberto Nunes. Belém: EDUFPA, 2001.

REICHENBACH, ROLAND. Beyond Sovereignty: The twofold subversion of Bildung. Educational Philosophy and Theory, vol. 35, n. 2, p. 201-9, 2003.

ROHDEN, L. Sobre a atualidade da paideia grega. In: CENCI, A. V.; DALBOSCO, C. A.; MÜHL, E. H. Sobre filosofia e educação (Org.) Passo Fundo: Editora UPF, 2009.

ROUSSEAU, Jean-Jacques. Discurso sobre as ciências e as artes. In:___Os pensadores. Tradução de Louders Santos Machado. São Paulo: Nova Cultural, 1987-88.

SORKIN, David. Wilhelm Von Humboldt: The Theory and Practice of Self-Formation (Bildung), 1791-1810. In: Jounal of the History of Ideas, Jan.-March/1983.

SUAREZ, Rosana. Nota sobre o conceito de Bildung (formação cultural). Kriterion [online]. 2005, vol.46, n.112, pp. 191-198.

SCHILLER, Friedrich. A educação estética do homem numa série de cartas. 3ª ed. São Paulo: Iluminuras, 1995.

______. Poesia ingênua e sentimental. Trad. Márcio Suzuki. São Paulo: Iluminuras, 1991.

SCHOPENHAUER, Arthur. O mundo como vontade e representação. Trad. Jair Barboza. São Paulo: Editora UNESP, 2005.

______. O Mundo como Vontade e Representação. Trad. Wolfgang Leo Maar. São Paulo: Abril Cultural, 1974. (Coleção: Os Pensadores).

SÊNECA, L. A. Cartas a Lucílio. Trad. de Segurado e Campos, G. A. Calouste Gulbenkian, Lisboa, 2004.

SPINELLI, Miguel. Os preceitos estóicos e a crítica de Clemente de Alexandria aos filósofos. In: SPINELLI, M. Helenização e recriação de sentidos. A Filosofia na época da expansão do Cristianismo - Séculos, II, III e IV. Porto Alegre: Edipucrs, 2002, p. 63-78.

TANNER, Michael. Schopenhauer: metafísica e arte. Trad. Jair Barbosa. São Paulo: Editora UNESP, 2001.

VARKØY, Øivind. The Concept of “Bildung”. Philosophy of Music Education Review. Vol. 18, No. 1 (2010), p. 85-96.

VATTIMO, G. Introdução a Nietzsche. Lisboa: Editorial Presença, 1985.

VOLPI, Franco. O Niilismo. Trad. Aldo Vannucchi. 1999: São Paulo. Ed. Loyola.

VIDEIRA, Mário. O romantismo e o belo musical. São Paulo: Ed. UNESP, 2006.

WAGNER, Richard. Beethoven. Trad: Anna Hartmann Cavalcanti. Rio de Janeiro: Zahar, 2010.

______. A arte e a revolução. Trad. José M. Justo. 2 ed. Lisboa: Antigona, 2000.

______. Tristano e Isolta: opera in 3 atti. Milano: Ricordi, 1888.

WEBER, José Fernandes. Formação (Bildung), educação e experimentação em Nietzsche. Londrina: Eduel, 2011.

WILLAMOWITZ-MÖLLENDORF, U. von. Zukunftsphilologie! (1872). Filologia do futuro! In: MACHADO, R. (Org.). Nietzsche e a polêmica sobre O Nascimento da Tragédia. Tradução e notas de Pedro Süssekind. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005. p. 55-78.

WINCHESTER, James. Nietzsche’s Aesthetic Turn. Nova York, State University of New York Press, 1994.