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6. Turizmde eğitim yalnızca işletmelerde çalışan personel için değil, aynı zamanda turizm alanında planlama ve politika konularında karar vereci olacak kişiler ve

1.4. Dünyada Mesleki Turizm Eğitimi

1.4.1. Avrupa Birliği Ülkelerinde Mesleki Turizm Eğitimi

N‹o h‡ formas e indicadores certos e/ou errados na abordagem a redes sociais, depende dos objetivos da an‡lise e caracter’sticas topol—gicas e de din‰mica da rede que se pretendem enfatizar. Da mir’ade de ferramentas anal’ticas dispon’veis na literatura de ARS (WASSERMAN e FAUST, 1994; HANNEMAN, 2001), foram selecionadas algumas a serem utilizadas na aplica•‹o pr‡tica de ARSI em organiza•›es apresentada no cap’tulo 8. ÔApresenta•‹o e discuss‹o de resultados da ARSI na Cidade NovaÕ. Nesta se•‹o procede-se ˆ apresenta•‹o e defini•‹o das ferramentas anal’ticas selecionadas para, por um lado, endere•ar os papeis e as posi•›es dos atores nas redes e, por outro, explorar a estrutura das redes estudadas.

As medidas ou ferramentas anal’ticas propostas para a abordagem aos papeis e posi•›es dos atores na rede s‹o a densidade de rede, a centralidade de grau (degree centrality), centralidade de proximidade (closeness centrality) e centralidade de intermedia•‹o (betweeness centrality).

7.4.1.DENSIDADE DE REDE

ÒChamamos densidade de um grafo ˆ raz‹o entre as rela•›es existentes e as rela•›es poss’veisÓ (LEMIEUX e OUIMET, 2004, p.20). A densidade de rede pode ser expressa em densidade de canais, , ou densidade de rela•›es, . A densidade de canais Ž o quociente

entre o nœmero de canais existentes (C) e nœmero total poss’vel de canais nessa rede, que Ž dado pela express‹o = = , onde N Ž o nœmero de atores. A densidade de

rela•›es Ž o quociente entre o nœmero de rela•›es existentes (R) e nœmero poss’vel total de rela•›es nessa rede, que Ž dado pela express‹o = , isto Ž, a propor•‹o de todas as

rela•›es que poderia logicamente estar presente (WASSERMAN e FAUST, 1994, p.101; HANNEMAN, 2001, p.41).

7.4.2.CENTRALIDADE DE GRAU (DEGREE CENTRALITY)

ÒA centralidade de grau Ž uma medida que reflete a atividade relacional direta de um atorÓ (LEMIEUX e OUIMET, 2004, p.26) ou, de outra forma, pode dizer-se que Òuma forma de definir a centralidade de um ator Ž pensa-la em termos de ÔatividadeÕ de um ator, isto Ž, a quantidade de v’nculos que ele possui, sendo o ator mais ativo aquele que possui o maior numero de v’nculos comparado com os demaisÓ (GUARNIERI, 2008a). A centralidade de grau Ž o nœmero de v’nculos ou rela•›es que um ator tem com outros atores e representa o poder do ator na rede. OutDegree (OD) Ž o nœmero de rela•›es ou fluxos ÔsaintesÕ e significa a influ•ncia do ator e o InDegree (ID) Ž o nœmero de rela•›es ou fluxos ÔentrantesÕ, significa prestigio. Quantas mais rela•›es um ator tem, maior o poder desse ator e o nœmero de rela•›es que um ator t•m, afeta qu‹o r‡pido, e se, a informa•‹o lhe chega. Quanto maior o nœmero de rela•›es maior a hip—tese de ouvir sobre alguma coisa. De notar que isto nem sempre Ž positivo: se o que flui atravŽs da rede Ž uma doen•a contagiosa, quanto mais rela•›es um ator tem maior a probabilidade de ser contaminado (WASSERMAN e FAUST, 1994, p.178; HANNEMAN, 2001, p.63).

Em termos de nota•‹o matem‡tica o grau do n— , d( ), Ž o numero de vŽrtices conectados

ao n— n; o grau de centralidade Ž ( ) = d( ) = = , sendo o valor da cŽlula

ij da matriz quadrada de adjac•ncia. ( ) = , onde g Ž o numero total de n—s da rede, Ž

a centralidade de grau normalizada (ODN e IDN) (WASSERMAN & FAUST, 1994, p.178).

7.4.3.CENTRALIDADE DE PROXIMIDADE (CLOSENESS CENTRALITY)

ÒA centralidade de proximidade Ž uma medida que assenta na dist‰ncia geodŽsica, ou seja, no comprimento do caminho mais curto que liga dois atores [e permite] medir a capacidade de autonomia ou de independ•ncia dos atoresÓ (LEMIEUX e OUIMET, 2004, p.27). ƒ a distancia de um ator em rela•‹o a todos os outros na rede com base na dist‰ncia geodŽsica (mais curta). InCloseness Ž a proximidade para ser alcan•ado e o OutCloseness Ž a proximidade para alcan•ar. Esta medida representa a independ•ncia do ator por significar a possibilidade de comunica•‹o com os demais, com um nœmero m’nimo de intermedi‡rios,

levando em conta os la•os diretos e indiretos de cada ator (WASSERMAN e FAUST, 1994, p. 183; HANNEMAN, 2001, p.65).

Seja d( , ), o numero de arcos do caminho geodŽsico entre os atores i e j; a distancia total

de i a de todos os demais atores Ž , para todos os n—s j$i. A centralidade de

proximidade Ž ( ) = e a centralidade de proximidade normalizada

(OCN e ICN) Ž dada pela express‹o ( )= =(g-1) ( ).

(WASSERMAN & FAUST, 1994, p.184).

7.4.4.CENTRALIDADE DE INTERMEDIA‚ÌO (BETWEENESS CENTRALITY)

ÒA centralidade de intermediariedade [ou intermedia•‹o] Ž uma medida da import‰ncia da posi•‹o intermedi‡ria ocupada pelos atores de um grafo [e denota a] capacidade que os atores de um grafo t•m de assegurar um papel de coordena•‹o e controloÓ (LEMIEUX e OUIMET, 2004, p.28). Centralidade de um ator que adv•m do fato deste se situar nos caminhos geodŽsicos entre outros atores, por isso esta centralidade considera um ator como meio para alcan•ar outros atores. ƒ uma medida de intermedia•‹o de informa•‹o ou fluxo que corre na rede, caracterizando o poder de controlar as informa•›es e o trajeto que elas percorrem (WASSERMAN e FAUST, 1994, p.188; HANNEMAN, 2001, p.66).

Para proceder ao calculo desta medida, primeiro apura-se o numero de caminhos geodŽsicos entre os n—s j e k, notado como . Em seguida, se todos esses caminhos geodŽsicos s‹o

igualmente prov‡veis, a probabilidade da comunica•‹o usando qualquer um deles Ž .

Considera-se tambŽm a probabilidade de um ator distinto, i, estar ÔenvolvidoÕ na comunica•‹o entre os dois atores, sendo a express‹o o numero de caminhos geodŽsicos entre os

dois atores j e k que contŽm o ator i. A probabilidade de que uma comunica•‹o entre j e k, atravŽs de um caminho geodŽsico, inclua o ator i Ž dada pela express‹o . A

centralidade de intermedia•‹o de Ž simplesmente a soma destas probabilidades estimadas

para todos os pares de atores que n‹o incluam o ator i: ( ) = , para i

diferente de j e k. A medida depende do numero de n—s da rede pelo que a centralidade de intermedia•‹o normalizada Ž dada pela express‹o ( ) = ,

onde Ž o numero de pares de atores que n‹o incluem (WASSERMAN &

FAUST, 1994, p.190).

Descreveram-se as medidas propostas para estudar os papeis e posi•›es que cada ator ocupa nas redes e procurar compreender a import‰ncia e influ•ncia desses atores na din‰mica dos fluxos de informa•‹o. Adicionalmente, Ž tambŽm objeto da aplica•‹o pr‡tica de ARSI em organiza•›es (cap’tulo 8) a topologia das redes por onde flui a informa•‹o e para isso as ferramentas anal’ticas propostas para a abordagem ˆ estrutura de rede s‹o os cliques, o conjunto lambda (!) e a for•a dos la•os fracos de Granovetter.

7.4.5.CLIQUE

Um grupo pode ser pensado como uma cole•‹o de indiv’duos que interage, compartilha valores e tem alguma identidade comum. De acordo com Guarnieri (2008b), Òesse coletivo possui uma ordem interna e atribui papŽis para seus membros, contando com um sistema de san•›es aprovado e aceito por todosÓ. ƒ poss’vel distinguir entre, por um lado, grupos prim‡rios, como a fam’lia por exemplo, onde a intera•‹o se d‡ face a face e por per’odos longos e, por outro lado, os grupos secund‡rios como a escola, o trabalho e os clubes, onde a intera•‹o se d‡ de modo mais impessoal e tempor‡rio. A ARS fornece elementos para uma defini•‹o mais formal de grupos, permitindo traduzir alguns elementos do conceito sociol—gico para a linguagem de redes, como por exemplo, o conceito de intera•‹o que se relaciona com a presen•a de v’nculos entre todos os elementos do grupo, o conceito de coes‹o que equivalente ao de proximidade e est‡ relacionado com o di‰metro da rede, e o conceito de identidade comum que tem paralelos com a ideia de isolamento em rela•‹o a outros grupos.

Os cliques s‹o importantes subgrupos da rede na medida em que t•m, por defini•‹o, grande proximidade entre os seus membros, aumentando a velocidade das trocas, para alŽm de

promoverem comportamentos homog•neos dos seus membros. ÒAssim, informa•›es dirigidas a um clique s‹o rapidamente absorvidas pelos seus membros, que tendem a percebe-las de forma semelhanteÓ (GUARNIERI, 2008b). Genericamente, um clique Ž um subconjunto de uma rede no qual os atores est‹o mais de perto e intensamente ligados uns aos outros do que com o demais membros da rede. Utilizamos a mais forte defini•‹o de clique, isto Ž, um subconjunto da rede em que os seus atores t•m entre eles todas as rela•›es poss’veis. Os cliques, ou pequenos grupos, s‹o uma forma tipicamente eficaz de difus‹o da informa•‹o e do conhecimento nas redes. ƒ uma abordagem a atores chave na estrutura da rede (WASSERMAN e FAUST, 1994, p.254; HANNEMAN, 2001, p.79).

7.4.6.CONJUNTO LAMBDA (!)

Este conceito permite estabelece o ranking das rela•›es da rede avaliando quanto dos fluxos entre atores na rede passa por cada uma dessas rela•›es. Com isso, Ž poss’vel identificar as ÔpontesÕ, que s‹o as rela•›es que, se retiradas, podem provocar importantes disrup•›es ou desconex‹o na rede. ƒ uma abordagem a rela•›es chave na estrutura da rede (WASSERMAN e FAUST, 1994, p.269; HANNEMAN, 2001, p.87). O valor ! (i,j,k) representa o numero de canais de comunica•‹o que deve ser removido por forma a que deixem de existir caminhos entre os n—s i, j e k, e na sua formaliza•‹o matem‡tica um conjunto ! Ž um subconjunto de n—s, NS ! N, de tal forma que para os n—s i, j, k " NS, e l " N - NS, ! (i,j) > ! (k,l) (WASSERMAN e FAUST, 1994, p.269, 270).

7.4.7.A FOR‚A DOS LA‚OS FRACOS

Aqueles a quem estamos fracamente ligados s‹o mais propensos a mover-se em c’rculos diferentes dos nossos e assim ter acesso a informa•‹o diferente daquela que n—s temos. Por outro lado, os la•os fortes promovem a coes‹o local na rede. Nas palavras do pr—prio soci—logo norte-americano, Òa for•a de uma liga•‹o Ž uma combina•‹o da quantidade de tempo, da intensidade emocional, da intimidade (confid•ncias mœtuas), e dos servi•os rec’procos que caracterizam o v’nculoÓ (GRANOVETTER, 1973, p.1361 Ð tradu•‹o livre do autor).

N‹o existe uma defini•‹o e nota•‹o matem‡tica un’voca para o calculo desta medida, devendo a mesma ser calculada a partir da interpreta•‹o de elementos qualificativos das rela•›es entre

os atores da rede. Procurando construir uma medida que descreva o tipo de reciprocidade e intensidade da rela•‹o, na ARSI em organiza•›es apresentada no cap’tulo 8, utiliza-se uma combina•‹o da frequ•ncia e da proximidade das rela•›es para qualificar a for•a das mesmas.