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1.6. Mikro – ITIES’ de Difüzyon Türleri

1.6.2. Asimetrik difüzyon

Foram identificadas duas importantes mudanças em relação à demanda por financiamento para a ABC, que impulsionaram o aumento na liberação de crédito no último ano safra. Uma delas está relacionada à questão da maior disseminação, conforme descrito no capítulo de estratégias, e a outra está relacionada aos procedimentos operacionais adotados pelos agentes financeiros. O BB simplificou alguns procedimentos internos e deu parâmetros para alguns itens do Programa, o que facilitou a oferta da linha pelos agentes, passando, então, a ser mais utilizada. Seria desejável que esses parâmetros fossem compartilhados e pudessem ser adotados também por outras instituições financeiras, especialmente dos bancos públicos, e também para o público externo para que possam monitorar o cumprimento do objetivo final do Programa.

Outro entrave identificado foi o recorrente pedido de financiamento de máquinas agrícolas, além do financiamento que seria enquadrado ao Programa ABC. Por exemplo, um produtor contrata um financiamento do Programa ABC e deseja também financiar um trator, ambos na mesma propriedade. Nesse caso o produtor deveria solicitar dois financiamentos diferentes e independentes. Ou seja, são disparados dois processos que, muitas vezes, requerem a apresentação de documentos semelhantes. Isso aumenta não só a burocracia, mas também o tempo necessário para a liberação de recurso. A partir deste ano, o Programa ABC permitiu que esses financiamentos fossem enquadrados como um só processo, agilizando e incrementando a liberação de recursos.

É importante que o governo federal, em conjunto com as instituições financeiras operadoras do Programa ABC, analisem que outros itens financiáveis podem ser incorporados na mesma linha de financiamento, a exemplo das máquinas agrícolas, para que possa haver maior simplificação dos processos de liberação de crédito, sem desconsiderar o real objetivo do programa, a redução das emissões de GEE, garantindo seu cumprimento.

Por fim, mas não menos importante, está a vinculação da apresentação da documentação requerida e do licenciamento ambiental ao processo de liberação do crédito. Esse ainda é considerado um entrave para muitas instituições financeiras. Todas as instituições, como repassadoras do BNDES ou que utilizam com recursos próprios, devem seguir a legislação ambiental vigente. Portanto, reconhecendo a relevância dessa questão, e por ser uma condicionante do financiamento, seu equacionamento deve ser prioridade máxima do governo federal, para melhorar a eficácia, a qualidade e a articulação entre os diferentes órgãos ambientais do Brasil como um todo. Só com melhorias nesse processo a questão da documentação deixará de ser um entrave para o Programa ABC.

Conclusões e perspectivas futuras

Ao revisitar o fluxograma do estudo anterior (GVces 2012) observamos que alguns dos entraves apontados já tiveram algum encaminhamento e já estão contribuindo com o avanço da agricultura de baixo carbono no Brasil. Verificamos que as ações realizadas pelo Banco do Brasil e pelo governo favoreceram algumas etapas específicas do processo de desembolso de recursos, relacionadas à Regulamentação, Articulação e mobilização, Desenvolvimento institucional e Disseminação, conforme ilustra a figura abaixo:

Fluxograma I – Como avançar no financiamento da Agricultura de Baixo Carbono (ABC) no Brasil

Este estudo permitiu entender o novo o cenário acerca do financiamento da agricultura de baixo carbono no Brasil, que apresentou um aumento do fluxo dos recursos, e analisar a validade das recomendações propostas no estudo anterior. O aprofundamento dos temas aqui apresentados permitirá superar os entraves ainda existentes no processo de liberação de crédito, contribuindo com o avanço da agricultura de baixo carbono. Vale ressaltar que os agentes transformadores apontados, isto é, aqueles com mais condições de liderar as iniciativas que contribuam com o equacionamento deste tema, devem continuar envidando esforços para que o avanço continue.

Foram investigadas as razões que propiciaram a evolução do volume de recursos liberado para a agricultura de baixo carbono, com destaque para a atuação do Banco do Brasil e o salto obtido nos desembolsos para ABC, que deve aumentar ainda mais na próxima safra. Esse avanço deveu-se, principalmente, às mudanças na estratégia da instituição, que incluem a incorporação de metas internas, ao enquadramento de operações, à disseminação, capacitação, articulação e mobilização em torno desse tema, além de questões processuais relevantes, como a utilização de fontes de recursos alternativas e a simplificação de processos internos.

O estudo também destaca um conjunto de recomendações adicionais que vão desde as mais simples, como dar continuidade a um trabalho integrado de divulgação, mobilização e capacitação até as mais complexas relacionadas ao enquadramento de operações, simplificação de processos internos, decisões orçamentárias e escolha de fonte de recursos para operar, monitoramento do plano, pesquisa e desenvolvimento para garantir a aplicação de novas tecnologias no campo, bem como medir seus resultados, e dessa forma criar novos mercados que possibilitem o aumento de renda do produtor, por meio de uma nova forma de produzir.

Destacamos três conclusões importantes, que devem ser refletidas pela sociedade e pelos responsáveis pelas políticas públicas do País. A primeira está relacionada à distribuição dos recursos do Programa ABC. Será o BNDES, pelas suas características, e considerando as características da demanda (pulverização, volumes das operações e número de operações) a instituição mais adequada para distribuir os recursos do Programa ABC? Que características deveria ter a instituição para que os recursos fluam de maneira mais eficiente? Que lições podemos tirar com o aumento do volume de recursos, observado a partir da atuação do Banco do Brasil? Caso não houvesse equalização dos recursos advindos da poupança rural, a agricultura de baixo carbono estaria sendo financiada? A segunda grande conclusão se refere ao enquadramento dos projetos. Avaliar o objetivo do financiamento e suas partes, sistemicamente, como um projeto único que tem inter- relações e não apenas como itens isolados. Isso requer uma mudança cultural. É preciso deixar mais claras as regras de enquadramento de operações ao Programa ABC, por meio da elaboração de protocolos que explicitem o que deve ou não ser financiado. É necessário encontrar um ponto ótimo/equilíbrio entre compreender e aceitar a subjetividade inerente ao processo de enquadramento de uma operação ao Programa ABC, ao mesmo tempo em que se garante o cumprimento do objetivo final do programa.

Por último, uma conclusão que origina uma demanda futura importante é: como vamos mensurar o sucesso do Plano ABC, ou seja, de que forma vamos monitorar a redução das emissões e remoção de CO2 da atmosfera? É preciso investir em pesquisa e mapear esse

carbono, além de calcular seu custo. É preciso desenvolver uma metodologia para cada uma das seis práticas do plano, que irão depender também da localização geográfica da prática.

Precisam ser desenvolvidos protocolos técnicos, específicos para realizar o monitoramento. Apenas deste modo poderá ser garantida e comprovada a adicionalidade socioambiental desse produto financeiro.

É importante também ressaltar que o Programa ABC é um programa federal recente e inovador e, como todo novo programa, passa por um período de aprendizado e adaptação, que requer trabalho intenso, até que possa amadurecer e deslanchar. Além disso, cabe ressaltar e refletir sobre a capacidade / dever que o Programa ABC tem, isoladamente, de solucionar todos os problemas do campo relativos às mudanças climáticas. Como traduzido no posicionamento do governo federal, o Programa ABC servirá como um catalizador desta mudança, porém, para garantir uma mudança de paradigma, muitas ações ainda precisam ocorrer.

Referências

Banco Central do Brasil. Disponível em: <www.bcb.gov.br>. Acesso em maio de 2012. Banco da Amazônia. Disponível em: <www.bancoamazonia.com.br>. Acesso em maio de 2012.

Banco do Brasil. Disponível em: <www.bb.com.br>. Acesso em maio de 2012.

Banco do Brasil. Banco do Brasil e o Agronegócio, fevereiro 2012. Disponível em: <www.bb.com.br>. Acesso em maio de 2012.

Banco do Nordeste. Disponível em: <www.bnb.gov.br> . Acesso em maio de 2012.

Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. Disponível em <www.bndes.gov.br>. Acesso em maio de 2012.

Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. Circular SUP/Agris N° 15/2012- BNDES. Disponível em <www.bndes.gov.br>. Acesso em maio de 2012.

CNA. Guia de Financiamento da Agricultura de Baixo Carbono. Disponível em:. http://agriculturabaixocarbono.wordpress.com.Acesso em maio de 2012.

Fundação Getulio Vargas. Como avançar no financiamento da economia de baixo carbono no Brasil: Análise dos Entraves e Oportunidades na alocação de recursos financeiros para o setor de agropecuária- Disponível em: <www.fgv.br/ces>.

Instituto Socioambiental. Financiamento Agroambiental no Brasil: Subsídio para desenvolvimento de Políticas de Crédito de Apoio a regularização ambiental de

http://<www.socioambiental.org/banco_imagens/pdfs/10396.pdf. Acesso em maio de 2012.

Mapa. Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento. Disponível em: <www.agricultura.gov.br>. Acesso em maio de 2012.

Mapa. Sudeste lidera desembolsos regionais para o Programa ABC. Disponível em: <http://agriculturabaixocarbono.wordpress.com/2012/05/30/sudeste-lidera-

desembolsos-regionais-para-o-programa-abc/. Acesso em maio de 2012>. PAP. Plano Agrícola e Pecuário 2011/2012. Brasília: Governo Federal, 2011.

PLANO ABC. Plano Setorial de Mitigação e de Adaptação às Mudanças Climáticas para a Consolidação de uma Economia de Baixa Emissão de Carbono na Agricultura. Brasília: Governo Federal, 2011.

Portal do agronegócio. Banco do Brasil libera R$ 690,1 mi até maio para Programa ABC. Disponível em: <http://www.midianews.com.br/conteudo.php?sid=2&cid=120459>. Acesso em maio de 2012.

Anexos

Anexo 1 Roteiro para as entrevistas

Os roteiros foram elaborados com o objetivo de:

1. Mapear as estratégias e práticas para ampliar o financiamento para o Programa ABC 2. Mapear os processos para liberar crédito para agricultura de baixo carbono e sua

efetividade

Para cada um desses objetivos, sugere-se um conjunto específico de perguntas, de acordo com o entrevistado.

Roteiro 1. Banco do Brasil

Objetivo 1: Mapear as estratégias e práticas para ampliar o financiamento para o Programa ABC

a) Como está sendo abordado o tema ABC dentro do Banco do Brasil? b) Desde quando o tema ABC é abordado?

c) Quais as áreas que estão envolvidas no tema de ABC? d) Qual a interface entre o banco e o Plano ABC?

e) Qual a interface entre banco e o Plano ABC estadual?

f) Como o Banco do Brasil influencia nas operações internas do Plano ABC nos estados? g) Há alguma interface do Banco do Brasil com órgãos de assistência técnica?

h) Até que ponto o banco tem contribuído na implementação do Plano ABC? Em articulação, mobilização, disseminação, capacitação?

Objetivo 2: Mapear os processos para liberar crédito para agricultura de baixo carbono e sua efetividade

a) Como funciona o passo a passo da aprovação do crédito até a implementação do projeto?

c) Foram feitos treinamentos com público interno a respeito do tema? Se sim, para quais públicos?

d) Há meta de venda dessa linha de ABC? Se sim, para quais públicos?

e) Como o Banco do Brasil tem atuado para ajudar a destravar o financiamento?

f) Como o Banco do Brasil está monitorando este financiamento? Como monitorava antes da criação da linha ABC? Ou não havia monitoramento?

g) Quem tem conseguido implantar a agricultura de baixo carbono? Quais as características do produtor que passou por tudo e conseguiu o financiamento? h) O Banco do Brasil está conseguindo estender crédito aos pequenos agricultores? i) O Banco do Brasil tem algum procedimento para auxiliar os pequenos agricultores a

terem acesso a essa linha ABC?

j) Existe alguma diferença no processo de liberação de crédito da linha ABC do BB versus o processo do BNDES? Se sim, quais são?

k) O que o Banco do Brasil identificou como gargalo do Programa ABC do BNDES? Que medidas o banco tomou para melhorar esse entrave?

l) Como o BNDES pode modificar sua estrutura? m) Será esse um caminho alternativo a seguir? n) Esse modelo é replicável para outros bancos?

o) De que modo esta nova metodologia impacta o processo dos outros bancos? Ele inviabiliza outros bancos a competirem por esse business?

p) Existe alguma diferença do tipo de produtor que tem conseguido acessar o

financiamento para a agricultura de baixo carbono a partir do novo método do Banco do Brasil? Grandes, apenas, ou também os pequenos e médios?

Roteiro 2. BNDES

Objetivo 1: Mapear as estratégias e práticas para ampliar o financiamento para o Programa ABC

b) Como você avalia interface entre o Banco do Brasil e o Plano ABC?

c) Como você avalia a interface entre o Banco do Brasil e o Plano ABC estadual?

d) Como você avalia a influência do Banco do Brasil nas operações internas do Plano ABC nos estados?

e) Como você avalia a interface do Banco do Brasil com órgãos de assistência técnica? f) Até que ponto o Banco do Brasil tem contribuído na implementação do Plano ABC?

Objetivo 2: Mapear os processos para liberar crédito para agricultura de baixo carbono e sua efetividade

a) Como você avalia o passo a passo da aprovação do crédito até a implementação do projeto feita pelo Banco do Brasil?

b) Como você avalia o Banco do Brasil no papel de auxiliar a destravar o financiamento? c) Como você avalia o monitoramento deste financiamento feito pelo Banco do Brasil? d) Você tem conhecimento de quem tem conseguido implantar a agricultura de baixo

carbono? Quais as características do produtor que conseguiu o financiamento? e) Você sabe se o Banco do Brasil está conseguindo estender crédito aos pequenos

também?

f) Você sabe se o Banco do Brasil tem algum procedimento para auxiliar os pequenos agricultores a terem acesso a essa linha ABC?

g) Como funciona o processo de liberação de crédito do Programa ABC, sendo BNDES o repassador? Quais os passos?

h) Quem tem conseguido acessar o Programa ABC? Grande, médios ou pequenos produtores?

i) O BNDES planeja alguma mudança de sua estrutura para facilitar a liberação de crédito?

Roteiro 3. Agentes financeiros (exceto BB e BNDES)

Objetivo 1: Mapear as estratégias e práticas para ampliar o financiamento para o Programa ABC

a) Como você avalia a abordagem do tema ABC dentro do Banco do Brasil? b) Como você avalia interface entre o Banco do Brasil e o Plano ABC?

c) Como você avalia a interface entre o Banco do Brasil e o Plano ABC estadual?

d) Como você avalia a influência do Banco do Brasil nas operações internas do Plano ABC nos estados?

e) Como você avalia a interface do Banco do Brasil com órgãos de assistência técnica? f) Até que ponto o Banco do Brasil tem contribuído na implementação do Plano ABC?

Objetivo 2: Mapear os processos para liberar crédito para agricultura de baixo carbono e sua efetividade

a) Como você avalia o passo a passo da aprovação do crédito até a implementação do projeto feita pelo Banco do Brasil?

b) Como você avalia o Banco do Brasil no papel de auxiliar a destravar o financiamento? c) Como você avalia o monitoramento deste financiamento feito pelo Banco do Brasil? d) Você tem conhecimento de quem tem conseguido implantar a agricultura de baixo

carbono? Quais as características do produtor que conseguiu o financiamento? e) Você sabe se o Banco do Brasil está conseguindo estender crédito aos pequenos

também?

f) Você sabe se o Banco do Brasil tem algum procedimento para auxiliar os pequenos agricultores a terem acesso a essa linha ABC?

g) Como funciona o processo de liberação de crédito em sua instituição financeira? h) Existe alguma diferença no processo de liberação de crédito da linha ABC do BB versus

o processo do BNDES? Se sim, quais são? Isso pode impactar o processo das demais instituições financeiras?

j) O processo utilizado pelo Banco do Brasil seria replicável a sua instituição? k) Você tem conhecimento se existe alguma diferença do tipo de produtor que tem

conseguido acessar o financiamento para a agricultura de baixo carbono a partir do novo método do Banco do Brasil? Grandes, apenas, ou também os pequenos e médios?

Roteiro 4. Setor produtivo

Objetivo 1: Mapear as estratégias e práticas para ampliar o financiamento para o Programa ABC

a) Como você avalia a abordagem do tema ABC dentro do Banco do Brasil? b) Como você avalia interface entre o Banco do Brasil e o Plano ABC?

c) Como você avalia a interface entre o Banco do Brasil e o Plano ABC estadual?

d) Como você avalia a influência do Banco do Brasil nas operações internas do Plano ABC nos estados?

e) Como você avalia a interface do Banco do Brasil com órgãos de assistência técnica? f) Até que ponto o Banco do Brasil tem contribuído na implementação do Plano ABC? g) Há alguma prática que o Banco do Brasil realiza de forma diferente dos demais bancos?

Essa prática auxilia o acesso ao crédito?

Objetivo 2: Mapear os processos para liberar crédito para agricultura de baixo carbono e sua efetividade

a) Como você avalia o passo a passo da aprovação do crédito até a implementação do projeto feita pelo Banco do Brasil?

b) Como você avalia o Banco do Brasil no papel de auxiliar a destravar o financiamento? c) Como você avalia o monitoramento deste financiamento feito pelo Banco do Brasil? d) Você tem conhecimento de quem tem conseguido implantar a agricultura de baixo

carbono? Quais as características do produtor que conseguiu o financiamento? e) Você sabe se o Banco do Brasil está conseguindo estender crédito aos pequenos

f) Você sabe se o Banco do Brasil tem algum procedimento para auxiliar os pequenos agricultores a terem acesso a essa linha ABC?

g) Você já tentou acessar a linha ABC do Banco do Brasil ou do Programa ABC?

h) Existem diferenças nos processos do Banco do Brasil e do BNDES? Se sim, como você avalia os processos?

i) Como a metodologia do Banco do Brasil tem auxiliado na liberação efetiva do crédito? j) Como você avalia que o BNDES possa modificar sua estrutura?

k) O processo utilizado pelo Banco do Brasil seria replicável por outras instituições? l) De que modo este processo do Banco do Brasil impacta no processo dos demais

bancos?

m) Você sabe se existe alguma diferença do tipo de produtor que tem conseguido acessar o financiamento para a agricultura de baixo carbono a partir do novo método do Banco do Brasil? Grandes, apenas, ou também os pequenos e médios?

Roteiro 5. Governo

Objetivo 1: Mapear as estratégias e práticas para ampliar o financiamento para o Programa ABC

a) Como você avalia a abordagem do tema ABC dentro do Banco do Brasil? b) Como você avalia interface entre o Banco do Brasil e o Plano ABC?

c) Como você avalia a interface entre o Banco do Brasil e o Plano ABC estadual?

d) Como você avalia a influência do Banco do Brasil nas operações internas do Plano ABC nos estados?

e) Como você avalia a interface do Banco do Brasil com órgãos de assistência técnica? f) Até que ponto o Banco do Brasil tem contribuído na implementação do Plano ABC? g) Há alguma prática que o Banco do Brasil realiza de diferente dos demais bancos? Essa

Objetivo 2: Mapear os processos para liberar crédito para agricultura de baixo carbono e sua efetividade

a) Como você avalia o passo a passo da aprovação do crédito até a implementação do projeto feita pelo Banco do Brasil?

b) Como você avalia o Banco do Brasil no papel de auxiliar a destravar o financiamento? c) Como você avalia o monitoramento deste financiamento feito pelo Banco do Brasil? d) Você tem conhecimento de quem tem conseguido implantar a agricultura de baixo

carbono? Quais as características do produtor que conseguiu o financiamento? e) Você sabe se o Banco do Brasil está conseguindo estender crédito aos pequenos

também?

f) Você sabe se o Banco do Brasil tem algum procedimento para auxiliar os pequenos agricultores a terem acesso a essa linha ABC?

g) Existem diferenças nos processos do Banco do Brasil e do BNDES? Se sim, como você avalia os processos?

h) Como o processo do Banco do Brasil tem auxiliado na liberação efetiva do crédito? i) Como você avalia que o BNDES possa modificar sua estrutura?

j) O processo utilizado pelo Banco do Brasil seria replicável por outras instituições? k) De que modo este processo do Banco do Brasil impacta no processo dos demais

bancos?

l) Você tem conhecimento se existe alguma diferença do tipo de produtor que tem