1.2. Ekonomik Gelişme Sürecinde Vergilendirme ve Ar-Ge Faaliyetleri
1.2.1. Arge Faaliyetleri Vergi Reformları ve Ekonomik Kalkınma
O objetivo deste estudo foi investigar a influência da cultura organização no ciclo de gestão do conhecimento. O Competing Value Model (Quinn e Cameron, 2006) demonstrou ser um valioso instrumento de avaliação de cultura organizacional, assim como o ciclo de gestão do conhecimento formado pela combinação das dimensões de conhecimento (criação, captura, organização, armazenagem, disseminação e aplicação de conhecimento), proporcionado pelo KMAI (LAWSON, 2002).
A tipologia cultural caracteriza a organização estudada, pois diversos atributos são condizentes com estratégias de inovação, como sugere o modelo de avaliação de GC de Alvesson e Karreman (2001). Dessa forma, infere-se que os atributos de uma cultura inovativa, quando combinados, são poderosos valores para inovação, crescimento e criação de vantagem competitiva.
A cultura organizacional influencia diretamente o ciclo de gestão do conhecimento, que é o objetivo central dessa investigação. Reconhecer o conhecimento como valor e tê-lo como crença e princípio favorece o sucesso de um modelo de gestão baseado em conhecimento.
Por fim, conclui-se que é necessário explorar cada vez mais a conexão entre cultura e gestão do conhecimento. A GC ainda é um campo novo que apenas está nascendo, há muito a se descobrir para auxiliar o sucesso das organizações.
Nossas considerações finais apontam para recomendação de pesquisas futuras no campo da GC – uma reside na exploração da conexão entre gestão do conhecimento e cultura organizacional; e a outra na relação da GC e a estrutura organizacional.
No campo da GC e da cultura organizacional (CO), pode-se se pensar em pesquisas voltadas a encontrar evidências de atributos culturais comuns a quaisquer organizações que queiram implantar a gestão do conhecimento. Entretanto, julga-se plausível fazer uma ressalva de que talvez a GC apenas se aplique a organizações inseridas na economia do conhecimento, ou seja, que tenham seus negócios baseados e intensivos em conhecimento.
Pode-se, ainda, abordar quantitativamente a relação da influência da CO na gestão do conhecimento, desmembrando cada tipo cultural como fator de influência da gestão do conhecimento; e o papel da cultura para a contribuição da GC nos indicadores de eficácia.
Outro aspecto que ficou evidente é a formalização da GC na estrutura organizacional como uma diretoria executiva, o que sugere uma excelente forma de apoio da alta gestão, destacando-se que, em países da Europa, isso possa ser mais comum. Assim, recomenda-se a investigação da gestão do conhecimento e sua conexão ou formalização na estrutura organizacional.
Pode-se dizer que uma das limitações desta pesquisa é o estudo de caso singular, pois este possui pouca validade externa e possibilita pouca generalização das evidências encontradas. Entretanto, observar o comportamento entre os constructos relacionados foi valioso para a criação de um novo modelo de pesquisa mais robusto e com possibilidade de maior quantidade de dados enfatizando conclusões com base estatística e maior possibilidade de generalização.
Assim, pressupõe-se que o modelo de pesquisa pode considerar a cultura organizacional (tipo grupal, inovativa, racional e hierárquica) como uma variável independente; a gestão do conhecimento (dimensão da criação, da captura, da organização, do armazenamento, da disseminação e da aplicação de conhecimento) como variável dependente; e os indicadores de eficácia organizacional (inovação, crescimento e vantagem competitiva) como uma variável causal. Dessa forma, aplicados a um modelo de equações estruturais, é possível obter resultados inovadores do ponto de vista metodológico para a área de humanas.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
AKHTER, S. H. Strategic planning, hyper competition, and knowledge management. Business Horizons. Vol. 46, nº 1, January–February, 2003, pp. 19–24. Disponível em doi:10.1016/S0007-6813(02)00275-6. Acesso em 20 de janeiro de 2015.
AL-ALAW, ADEL ISMAIL et al. Organizational culture and knowledge sharing: critical success factors.
Journal of Knowledge Management. Vol. 11, nº 2, 2007, pp. 22-42. Disponível em
http://www.emeraldinsight.com/doi/abs/10.1108/13673270710738898. Acesso em 14 de agosto de 2013. ALLAMEH, SAYYED MOHSEN et al. The Relationship between Organizational Culture and Knowledge Management Processes. A Case Study: The Roads and Urban Development Organization of Chaharmahal and Bakhtiari Province. International Journal of Academic Research in Progressive Education and
Development. Vol. 2, nº 2, April, 2013. Disponível em http://hrmars.com/admin/pics/1917.pdf. Acesso em 15
de novembro de 2014.
ALVARENGA NETO, R. C. D.; BARBOSA, R. R.; PEREIRA, H. J.. Gestão do conhecimento ou gestão de organizações da era do conhecimento?: um ensaio teórico-prático a partir de intervenções na realidade brasileira.
Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 12, n. 1, p. 5-24, jan./abr. 2007.
ALVARENGA NETO, Rivadávia Correa Drummond de. Gestão do Conhecimento em Organizações:
proposta de mapeamento cultural integrativo. 1.ed. São Paulo: Saraiva, 2008
ALVESSON, M. Knowledge Work and Knowledge-Intensive Firms, New York. Oxford University Press, 2004.
ALVESSON, M. Organization theory and technocratic consciousness: Rationality, ideology and quality of
work. Nova York: Walter de Gruyter, 1987.
ALVESSON, M.; KERRAMAN, D. Odd Couple: Making Sense of the Curious Concept of Knowledge Management. Journal of Management Studies. Vol. 38, nº 7. November 2001, pp. 965-1018. Disponível em http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/1467-6486.00269/abstract. Acesso em 20 de novembro de 2013. ARGOTE, L.; DARR, E. D.; EPPLE, D. The Acquisition, Transfer, and Depreciation of Knowledge in Service Organizations: Productivity in Franchises. Management Science. Vol. 41, nº 11, November, 2003, pp. 1750- 1762. Disponível em http://pubsonline.informs.org/doi/pdf/10.1287/mnsc.41.11.1750. Acesso em 1 de maio de 2015.
AUERNHAMMER, J.; HALL, H. Organizational culture in knowledge creation, creativity and innovation: Towards the Freiraum model. Journal of Information Science. Vol. 40, nº 2, 2014, pp. 154-166. Disponível em http://dl.acm.org/citation.cfm?id=2592257. Acesso em 12 de outubro de 2014.
BAUM, J. A. C.; INGRAM, P. Survival-Enhancing Learning in the Manhattan Hotel Industry, 1898–1980.
Management Science. Vol. 44, nº 7, July 1998, pp. 996-1016. Disponível em
http://pubsonline.informs.org/doi/abs/10.1287/mnsc.44.7.996. Acesso em 1 de maio de 2015.
BECKMAN, T. J. The current state of knowledge management. In Knowledge Management Handbook, J. Liebowitz, (Org.) Boca Raton, CRC Press, 1999.
BECKSTEAD, D. VINODRAI, T. Dimensions of occupational changes in Canada’s knowledge economy.
1971-1996. Minister of Industry, 2003.
BERTERO, C. Tipologia e Teoria Organizacional. Revista de Administração de Empresas. Rio de Janeiro, Vol. 21, nº 1, jan-mar, 1981.
BELL, D. The Coming of Post-Industrial Society: A Venture in Social Forecasting. Basic Books, New York, 1973.
BORGATTI, S. P.; CROSS, R. A Relational View of Information Seeking and Learning in Social Networks.
Management Science. Vol. 49, nº 4, Special Issue on Managing Knowledge in Organizations: Creating,
Retaining, and Transferring Knowledge. April, 2003, pp. 432-445. Disponível em http://www.jstor.org/stable/4133949?seq=1#page_scan_tab_contents. Acesso em 1 de maio de 2015.
CAMERON, K. A process for changing organizational culture. California: Sage Publications, 2008. Disponível em http://competingvalues.com/competingvalues.com/wp-content/uploads/2009/07/A-Process-for- Changing-Organizational - Culture.pdf. Acesso em: 24 de fevereiro de 2013.
CARVALHO, F. C.A. Gestão do Conhecimento. 1a Ed. São Paulo: Person, 2012.
CHEUNG, S. O.; WONG, P. S. P.; WU, A. W. Y. Towards an organizational culture framework in construction.
International Journal of Project Management. Vol. 29, nº 1, January, 2011, pp. 33-44. Disponível em
http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0263786310000165. Acesso em 15 de setembro de 2014. CHI, H.; LAN, C.; DORJGOTOV, B. The Influences of Organizational Culture and Human Resource Development on R&D organizational Effectiveness: The Mediating Effect of Knowledge Management. Journal
of Internacional Management Studies. Vol. 6, nº 1, February 2011. Disponível em
http://www.jimsjournal.org/19%20Battogtokh%20Dorjgotov.pdf . Acesso em 6 de outubro de 2014.
CHIN-LOY, C.; MUJTABA, B. G. The Influence Of Organizational Culture On The Success Of Knowledge Management Practices With North American Companies. International Business & Economics Research
Journal. Vol. 6, nº 3, March, 2007. Disponível em
http://www.cluteinstitute.com/ojs/index.php/IBER/article/view/3350. Acesso em 12 de agosto de 2014.
COHEN, W. M.; LEVINTHAL, D. Absorptive Capacity: A New Perspective on Learning and Innovation.
Administrative Science Quarterly. Vol. 35, nº 1, January, 1990, p. 128-152. Disponível em
http://ssrn.com/abstract=1504447. Acesso em 15 de dezembro de 2014.
CUMMINGS, T. G.; WORLEY, C.G. Organization Transformation. Organization Development and Change. Ohio, South-Western College Publishing, 1997.
CURIVILLIER, R. Intellectual workers and their work in social theory and practice. International Labor
Review. Vol. 109. nº 4, p. 291-317. April, 1974.
DAVENPORT, T. H.; DELONG, D. W.; BEERS, M. C. Successful knowledge management projects. Sloan
Management Review. Vol. 39, nº 2, January, 1998, pp. 43-57. Disponível em
http://sloanreview.mit.edu/article/successful-knowledge-management-projects/. Acesso em 19 de maio de 2015. DAVENPORT, T. H.; PRUSAK, L. Conhecimento Empresarial: Como as Organizações Gerenciam seu
Capital Intelectual. 18ª Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.
DAVID, P. A;. FORAY, D. An introduction to the economy of the knowledge society. International Social
Science Journal, Vol. 54, nº 171, p. 9–23. March, 2002.
DEAL, T. E.; KENNEDY, A. A. Corporate cultures: The rites and rituals of corporate life. New York: Perseus Books Group, 2000.
DENISON, D. et al. A Força da Cultura Organizacional nas Empresas Globais. 1ª Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.
DETIENNE, K. B.; JACKSON, L. J. Knowledge Management: Understanding Theory and Developing Strategy.
Competitiveness Review: An International Business Journal. Vol. 11, nº 1, pp.1 - 11. Disponível em
http://dx.doi.org/10.1108/eb046415. Acesso em 12 de novembro de 2015.
DIAS, Reinaldo. Cultura Organizacional: Construção, Consolidação e Mudanças. 1ª Ed. São Paulo: Atlas, 2013.
DIXON, N. M. Comom Knowledge: How Companies Thrive by Sharing What They Know. 1ª Ed. Boston: Harvard Business School Press, 2010.
DIXON, N. M. The Three Eras of Knowledge Management. August of 2012. Disponível em http://www.nancydixonblog.com/2012/08/the-three-eras-of-knowledge-management.html. Acesso em 10 de janeiro de 2015.
DOWBOR, L. Democracia Econômica: Alternativas de Gestão Social. 2ª Ed. Petrópolis: Vozes, 2013. DRUCKER, P.F. The Age of Discontinuity: Guidelines to Our Changing Society. Heinemann, London, 1969. EDV1NSSON, L.; MALONE, M. S. Capital intelectual: Descobrindo o valor real de sua empresa pela
identificação de seus valores internos. Sao Paulo: Makron Books, 1998.
EISENHARDT, K. M.; SANTOS, F. M. Knowledge-Based View: A New Theory of Strategy? Handbook of Strategy and Management. SAGE Publications, 2000.
FIGUEIREDO, S.P. Gestão do Conhecimento: Estratégias Competitivas para Criação e Mobilização do
Conhecimento na Empresa. 1a Ed. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2005.
FIRESTONE, J. M.; MCELROY, M. W. Key Issues in the New Knowledge Management. Burlington: Elsevier Science, 2003.
FLEURY, M. T. L.; FISCHER, R. M. Cultura e poder nas organizações. 1ª Ed. São Paulo: Atlas, 1989. FRAPPAOLO, Carl. Knowledge Management. Atrium: Wiley, 2006.
FREITAS, M. E. Cultura Organizacional: Evolução e Crítica. 1ª Ed. São Paulo: Cengage, 2007. FREITAS, M. E. Cultura Organizacional: identidade, sedução e carisma?. Rio de Janeiro: FGV, 1999. GICK, M. L.; HOLYOAK, K. J. Schema induction and analogical transfer. Cognitive Psychology. Vol. 15, nº 1, January 1983, pp. 1-38. Disponível em http://hdl.handle.net/2027.42/25331. Acesso em 1 de maio de 2015. GORE, C.; GORE, E. Knowledge Management: The Way Forward. Total Quality Management. Vol. 10, nº 4- 5, 1999, pp. 554-560. Disponível em http://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/0954412997523 . Acesso em 20 de janeiro de 2015.
GROVER, V.; DAVENPORT, T. H. General perspectives on knowledge management: fostering a research agenda. Journal of Management of Information Systems. Vol. 18, nº 1, January 2001. pp. 5-21. Disponível em http://dl.acm.org/citation.cfm?id=1289681&CFID=675847484&CFTOKEN=92973684. Acesso em 19 de maio de 2015.
GUPTA, B.; IYER, L. S.; ARONSON, J. E. Knowledge management: practices and challenge. Industrial
Management & Data Systems. Vol. 100, nº 1, 2000, pp.17 - 21. Disponível em
http://dx.doi.org/10.1108/02635570010273018. Acesso em 20 de janeiro de 2015.
HANSEN, M. T.; NOHRIA, N.; TIERNEY, T. J. What’s Your Strategy for Managing Knowledge? Harvard
Business Review. March-April, 1999.
HARRIS, G.R. The Knowledge-based economy: intellectual origins and new economic perspectives.
International Journal of Management Reviews. Malden. Vol.4, nº 1, p.21-40, March, 2001.
HOFSTEDE, G. National Cultures in Four Dimensions: A research-based theory of cultural differences among nations. Studies of Man. & Org., Vol.XIII, No1-2, p.46-74. M.E. Sharpe, Inc., 1983.
HSU, Shu-Hung. Effects of Organization Culture, Organizational Learning and IT Strategy on Knowledge Management and Performance. Journal of Internacional Management Studies. Vol. 9, nº 1, February 2014. Disponível em http://www.jimsjournal.org/5%20%20Shu-Hung%20Hsu.pdf. Acesso em 3 de março de 2015. Ka o, E. K. 2002). A estrutura de capital e o risco das empresas tangível e intangível-intensivas: uma contribui- ção ao estudo da valoração de empresas. Tese de outorado, aculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo, SP, BR.
KOTTER, J. P.; HESKETT, J. L. A cultura corporativa e o desempenho empresarial. São Paulo: Makron Books, 1994.
KOULOPOULOS, T. M.; FRAPPAOLO, C. Smart things to know about knowledge management. Oxford: Capstone Publishing Limited, 2000.
KREINER, K.; SCHULTZ, M. Informal Collaboration in R & D. The formation of Networks Across Organizations. Organization Studies. March, 1993, 14: 189-209. Disponível em http://dx.doi.org/doi:10.1177/017084069301400202.
KROGH, G. V.; ICHIJO, K.; NONAKA, I. Enabling Knowledge Creation: How to Unlock the Mystery of
Tacit Knowledge and Release the Power of Innovation. 1º Ed. New York: Oxford University Press, 2000.
KRUTSCH, João Pedro Neto. Gestão do Conhecimento Empresarial: contextualização macroeconômica da
gestão do conhecimento na perspectiva da cultura organizacional e do compartilhamento do conhecimento em grandes empresas. Dissertação de Mestrado em Engenharia e Gestão do Conhecimento.
Universidade Federal de Santa Catarina. Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento, 2008.
KUCZMARSKI, T, D. Firms mustn't ignore innovation as they strive to survive. Chicago Sun-Times. Sun- Times News Group, 2003. Disponível em http://www.highbeam.com/doc/1P2-1484311.html. Acesso em 12 novembro de 2014.
LARAIA, Roque de Barros. Cultura: Um conceito antropológico. 14a Ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.
LAWSON, S. Examining The Relationship Between Organizational Culture and Knowledge Management. Tese de Doutoramento em Administração. H. Wayne Huizenga School of Business and Entrepreneurship Nova Southeastern University, 2003.
LAWSON, S. Knowledge Management Instrument. Nova Southeastern University, 2002.
LEONARD, D. A.; SENSIPER, S. The Role of Tacit Knowledge in Group Innovation. California Management
Review. Vol. 40, nº 3, Spring 1998, pp. 112–132. Disponível em
http://www.hbs.edu/faculty/Pages/item.aspx?num=2185. Acesso em 30 abril de 2015.
LIANG, D.; MORELAND, R.; ARGOTE, L. Group versus individual training and group performance: The mediating effects of transactive memory. Personality Social Psych Bull. Vol. 21, nº 4, pp. 384–393, 1995. Disponível em http://psp.sagepub.com/content/21/4/384.abstract. Acesso em 1 de maio de 2015.
LIST, F. The National System of Political Economy. London: Longman, 1904. LUNA, S. V. Planejamento de Pesquisa: Introdução. 2ª Ed. São Paulo: Educ, 2011.
L KE, M.; AN R , M. E. D. A. Pesquisa em Educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986. MALHOTRA, N. K. Pesquisa de Marketing: uma orientação aplicada. 6ª Ed. Porto Alegre: Bookman, 2012. MARTIN, J.; FROST, P. Jogos de guerra da cultura organizacional: a luta pelo domínio intelectual. In:
CLEGG, S. et al. Handbook de estudos organizacionais. São Paulo: Atlas, 2012, v2. (Org. brasileira:
CALDAS, M. et al.)
MARTIN, J. Cultures in organizations: three perspectives. Oxford: Oxford University Press, 1992.
Machlup, F. Knowledge and Knowledge Production, Knowledge: Its Creation, Distribution, and Economic
Significance. 1ª Ed. Princeton University Press, Princeton, 1980.
Machlup, F. The Production and Distribution of Knowledge in the United States. Princeton University Press, Princeton, 1962.
MCDERMOTT, R. Why Information Technology Inspired But Cannot Deliver Knowledge Management.
California Management Review. Vol. 41, nº 4, Summer 1999, pp. 103-117. Disponível em
http://www.moderntimesworkplace.com/good_reading/GRKnowledgeWork/IT_Knowledge_Management.McDe rmott.1999.pdf. Acesso em 30 de abril de 2015.
MCINERNEY, C.; LEFEVRE, D. Knowledge Managers: History and challenge. In Pritchard, C. et al. (Orgs). Managing Knowledge. Basingstoke: Macmillan, 2000.
MENON, T.; PFEFFER, J. Valuing Internal vs. External Knowledge: Explaining the Preference for Outsiders. Management Science. Vol. 49, nº 4, Special Issue on Managing Knowledge in Organizations: Creating,
Retaining, and Transferring Knowledge. April, 2003, pp. 497-513. Disponível
http://www.jstor.org/stable/4133953?seq=1#page_scan_tab_contents. Acesso em 1 de maio de 2015.
MOTTA, F. P. Organizações: vínculo e imagem. Revista de Administração de Empresas, FGV, Vol.31, nº 3, jul.set/1991. p. 5-11.
MORGAN, Gareth. Imagens da Organização. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2002
NADLER, J.; THOMPSON, L.; BOVEN, L. V. Learning Negotiation Skills: Four Models of Knowledge Creation and Transfer. Management Science. Vol. 49, nº 4, Special Issue on Managing Knowledge in Organizations: Creating, Retaining, and Transferring Knowledge, pp. 529-540, April, 2003. Disponível em http://www.jstor.org/stable/4133955?seq=1#page_scan_tab_contents. Acesso em 1 de maio de 2015.
NOGUEIRA, A. J. F. M. Teoria Geral da Administração para o Século XXI. São Paulo: Ática, 2007.
NONAKA, I.; TAKEUCHI, H. Criação de Conhecimento na Empresa. 4a Ed. Rio de Janeiro: Campus, 1995. NONAKA, I.; TAKEUCHI, H. Gestão do Conhecimento. 1a Ed. São Paulo: Bookman, 2008.
NONAKA, I.; TOYAMA, R. HIRATA, T. Managing Flow: Teoria e Casos de Empresas Baseadas no
Conhecimento. 1a Ed. Porto Alegre: 2011.
ORDÓÑEZ DE PABLOS, P. Intellectual capital reporting in Spain: a comparative view. Journal of Intellectual Capital. Vol. 4, nº 1, January, 2003, pp.61 - 81. Disponível em http://dx.doi.org/10.1108/14691930310455397. Acesso em 12 de novembro de 2014.
OUCHI, W. Teoria Z: Como as empresas podem enfrentar o desafio japonês. 10ª Ed. São Paulo: Nobel, 1986.
PAG S, M. O poder das organizações: a dominação das multinacionais sobre os indivíduos. São Paulo: Atlas, 1987.
PASCALE, T.R.; ATHOS, G. A. The Art of Japonese Management. Nova Iorque: Simon & Schuster, 1981. PARIKH, Mihir. Knowledge Management Framework for High-Tech Research and Development. Engineering
Management Journal. Vol. 13, nº 3, July, 2001, pp. 27-34. Disponível em
http://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/10429247.2001.11415124. Acesso em 20 de maio de 2015. PEREIRA, H. J. et al. Gestão do Conhecimento como Modelo Empresarial. In SANTOS, A. R. et al. Gestão do
Conhecimento: Uma Experiência para o Sucesso Empresarial. Curitiba: Champagnat, 2001.
PETERS, T.; WATWERMAN, R. In search of excellence: lessons from America’s bestrewn companies.
New York: Haper & Row, 1982.
POLANY, M. Personal Knowledge. 2ª Ed. Chicago: The University of Chicago Press, 1962. POLANY, M. The Tacit Dimension. 1ª Ed. New York: Doubleday & Company Inc., 1966.
POWELL, W. W.; SNELLMAN, K. The Knowledge Economy. Annu. Rev. Sociol. 2004. 30:199–220.
PROBST, G.; RAUB, S.; ROMHARDT, K. Gestão do conhecimento: os elementos construtivos do sucesso. Porto Alegre: Bookman, 2002.
PYÖRIÄ, P. The concept of knowledge work revisited. Journal of Knowledge Management, Vol. 4, nº 9, p.116-127. March, 2005.
QUINN, J. B. Intelligent Enterprise: a knowledge and service based paradigm for industry. New York: The Free Press, 1992.
QUINN, R. E.; ROHRBAUGH, J. A competing value approach to organizational effectiveness. Public
Productivity Review, nº 5, p. 122-140, 1981.
QUINN, R. E.; ROHRBAUGH, J. (1983). A spatial model of effectiveness criteria: Towards a competing values approach to organizational analysis. Management Science, nº 29, 363–377, 983
QUINN, R. E; CAMERON, K. S. Diagnosing and Changing Organizational Culture: Based on the
Competing Values Framework. 3a Ed. San Francisco: Jossey-Bass: 2006.
REZENDE, D. A.; ABREU, A. F. de; PEREIRA, R. O. Modelos de Sistemas deInformação para auxiliar os processos decisórios empresariais através deinformações oportunas ou conhecimento. Revista Ciência e
Cultura – UniversidadeTuiuti, Curitiba/PR, outubro, 2000.
RULKE, D. L.; GALASKIEWICZ, J. Distribution of Knowledge, Group Network Structure, and Group Performance. Journal Management Science. Vol. 46 Issue 5, May 2000, pp. 612-625. Disponível em http://dl.acm.org/citation.cfm?id=970260. Acesso em 1 de maio de 2015.
RUMIZEN, M. C. The Complete Idiot’s Guide to Knowledge Management. Indianapolis: Penguin Group, 2002.
RYLE, Gilbert. The Concept of Mind. 60th Anniversary Edition. Anbgdon: Routledge, 2009.
SAITO, A. Educating Knowledge Managers: A Competence-Based Approach. Tese de Doutorado em Filosofia. School of Knowledge Science. Japan Advanced Institute of Science and Technology, 2007.
SANTOS, Neusa Maria Bastos Fernandes dos. Cultura Organizacional e desempenho: pesquisa, teoria e aplicação. 1a Ed. Lorena, 2000.
SATHE, V. Culture and related corporate realities : text, cases, and readings on organizational entry,
establishment, and change. Illinois : Richard S. Irwin, 1985.
SCHEIN, E. et al. Competing Values Leadership: Creating Value in Organizations. 1a Ed. London: MPG
Books, 2003.
SCHEIN, E.H. Cultura organizacional e liderança. 1a Ed. São Paulo: Atlas, 2009.
SHAIKH, S. The Study on the Relationship between Organizational Culture and Knowledge Management.
Journal of Money, Investment and Banking. Issue 19, 2011. Disponível em
http://www.eurojournals.com/JMIB.htm. Acesso em 10 de outubro de 2013.
SIMPSON, B. M. The knowledge needs of innovating organizations. Singapore Management Review. Vol. 24, nº 3, October, 2007, pp. 51-60. Disponível em http://strathprints.strath.ac.uk/4417/1/strathprints004417.pdf. Acesso em 12 de novembro de 2014.
SINE, W. D.; SHANE, S.; DI GREGORIO, D. The Halo Effect and Technology Licensing: The Influence of Institutional Prestige on the Licensing of University Inventions. Management Sci. Vol. 49, nº 4, Special Issue on Managing Knowledge in Organizations: Creating, Retaining, and Transferring Knowledge. April, 2003, pp. 478-496. Disponível em http://www.jstor.org/stable/4133952?seq=1#page_scan_tab_contents. Acesso em 1 de maio de 2015.
SMIRCICH, L. Concepts of culture and organizational analysis. Administrative Science Quarterly. [S.I.], Vol. 28, nº 3, p. 339-358, 1983. Disponível em http://www.jstor.org/pss/2392246. Acesso em 20 de fevereiro de 2015.
SONG, J.; ALMEIDA, P.; WU, G. Learning-by-Hiring: When Is Mobility More Likely to Facilitate Interfirm Knowledge Transfer? Management Science. Vol. 49, nº 4, Special Issue on Managing Knowledge in Organizations: Creating, Retaining, and Transferring Knowledge. April, 2003, pp. 351-365. Disponível em http://www.jstor.org/stable/4133944?seq=1#page_scan_tab_contents. Acesso em 1 de maio de 2015.
STASSER, G.; TITUS, W. Pooling of unshared information in group decision making: Biased information sampling during discussion. Journal of Personality and Social Psychology, Vol. 48, nº 6, Jun 1985, 1467- 1478. Disponível em http://psycnet.apa.org/?&fa=main.doiLanding&doi=10.1037/0022-3514.48.6.1467. Acesso em 1 de maio de 2015.
STEWART, Thomas A. Capital Intelectual: A nova vantagem competitiva das empresas. 18a Ed. Rio de
Janeiro: Campus, 1998.
SVEIBY, K. A Nova Riqueza das Organizações. Rio de Janeiro: Campus, 1998.
SVEIBY, K. The New Organizational Wealth - Managing and Measuring Knowledge-Based Assets. Berrett-Koehler 1997. Disponível em http://www.sveiby.com/articles/knowledgeworkers.htm#_Toc347548299. Acesso em 21 de abril de 2014.
SVEIBY, K. The New Organizational Wealth - Managing and Measuring Knowledge-Based Assets.