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Guião de entrevista semiestruturada

Responsável RH da empresa

Antes de mais, agradeço pela sua disponibilidade em conceder-me esta entrevista. Recordo-lhe que este estudo surge no âmbito da elaboração do projeto final de curso que visa a obtenção do grau de mestre em Gestão strat gica de ecursos umanos, da scola Superior de i ncias mpresariais do nstituto Polit cnico de Set bal, que tem como tema “Práticas de conciliação trabalho-família no quadro da gestão estratégica de recursos humanos” em que o objetivo geral consiste em analisar as práticas de conciliação trabalho-família adotadas pelas empresas em Portugal.

Agradeço a sua permissão para gravar a entrevista em áudio, por forma a assegurar a sua transcrição de forma fidedigna.

1.Caraterização da empresa

1.1.Breve história

(quando começou a atividade; tipo de empresa) 1.2. Estrutura da empresa

. . aracterização dos recursos humanos

(% de homens/mulheres; escal es et rios n veis de habilitaç es m dia tempo na empresa; categorias profissionais)

1.4.Como caracteriza a empresa relativamente a cultura, valores e objetivos? Estão formalizados?

2. DRH (Departamento de Recursos Humanos)

2.1.Hierarquicamente, a quem está subordinado o departamento ou direção de recursos

humanos?

2.2. Qual é o grande objetivo da função recursos humanos na empresa? Que competências lhe são atribuídas? Qual é o posicionamento da GRH na estrutura? A quem responde? 2.3.Como está composto o departamento de recursos humanos da empresa?

(quantos trabalhadores; habilitações/qualificações; formação de base; funções) 2.4.Que funções tem atribuídas? Há quanto tempo existe? Quem é que compõe o DRH? 2.5.Qual é a sua área de formação? Há quantos anos está na empresa? Que funções desempenhava quando entrou na empresa? Há quanto tempo é responsável pelo departamento de recursos humanos da empresa?

3.Práticas organizacionais

3.1.Pode falar-me das práticas de gestão de recursos humanos da empresa?

-recrutamento e seleção; acolhimento e integração; formação profissional; avaliação desempenho; remuneração; gestão de carreiras.

3.2.Tipo de horários praticados (turnos; horário flexível; tempo inteiro; part time; se existe diferenças de horário entre homens e mulheres).

3.3.Organização do trabalho: individual ou por equipas? Qual é o processo de constituição das equipas de trabalho? Como é o processo de atribuição de tarefas ou

estabelecimentos de objetivos (é feito pelos membros da equipa ou pela hierarquia)? 3.4. Quais são os mecanismo de participação e comunicação que existem na empresa?

3.5.Que benefícios e/ou apoios sociais a empresa tem facultado aos trabalhadores? A empresa tem promovido ações de formação profissional para os trabalhadores? (quem frequenta mais; quem não frequenta) Porquê?

3.6.Que práticas de gestão de recursos humanos destacaria como mais importantes? Na sua opinião, em quais práticas despendem mais tempo? Qual é a prática com maior “worload” ou que exige mais e porquê?

3.7.Em relação ao absentismo, quem falta mais: homens ou mulheres? Quais são as razões apresentadas?

4.Políticas e práticas de conciliação trabalho-família

4.1.A empresa tem implementado políticas e práticas de conciliação trabalho-família? Quais são as práticas de conciliação trabalho-família adotadas pela empresa?

4.2.Quando é que a empresa incorporou estas práticas de conciliação nas suas políticas de gestão de recursos humanos?

4.3.Na sua opinião, qual é a importância das práticas que promovem a conciliação entre a vida profissional, familiar e pessoal para a empresa e para os trabalhadores?

4.4.No vosso modelo de gestão de recursos humanos, que práticas ou medidas considera que contribuem para a conciliação trabalho-família?

4.5.Como foram desenhadas estas práticas ou medidas? Foram desenhadas pelo departa- mento de recursos humanos ou outro departamento da empresa? Qual é o grau de participação dos outros departamentos na definição destas práticas? Elas destinam-se a todos trabalhadores? Ou foram pensadas para algum grupo em particular?

4.6.Porquê decidiram implementar estas práticas? (surgiram da identificação de algum pro- blema? Fazem parte da estratégia da empresa? Foram adoptadas em cumprimento de uma obrigação legal? Que objetivos pretendem alcançar com a implementação dessas práticas?

4.7.Relativamente a utilização e aceitação das práticas pelos trabalhadores: todos usufruem ou abdicam? E neste caso, o que alegam os trabalhadores? Pode indicar alguma prá-

tica em particular? Quantos trabalhadores estudantes tem a empresa? Recorrem ao estatuto de trabalhador estudante?

. . ual a posição das “chefias” face s medidas de conciliação? ual o grau de aceitação dessas práticas de conciliação por parte das chefias? Também as utilizam? 4.9.Sempre que alguém usufrui destas práticas, existe alguma resistência, por exemplo, por parte das chefias ou dos colegas?

. 0.Por vezes, “as boas pr ticas” nem sempre produzem o efeito desejado. Considera que as práticas de conciliação correspondem ao que esperavam? Porquê?

4.11.Na sua opinião, quais são as grandes dificuldades sentidas pelos gestores ou chefias e, em particular, os responsáveis de recursos humanos na implementação de práticas de conciliação trabalho-família na empresa?

4.12.As práticas de conciliação trabalho-família implementadas pela empresa, têm sido atualizada ao longo do tempo?

4.13. O que sugeria em termos de melhoria nas práticas organizacionais em matéria de conciliação trabalho-família e vida pessoal?

5.Importância do contexto na adopção de práticas de conciliação

5.1.Na sua opinião, que fatores externos ou internos à empresa, poderão ter facilitado a

implementação de práticas de conciliação trabalho-família?

6.Percepções sobre NGP e RH no contexto público

6.1. Na sua opinião, qual é a realidade da Nova Gestão Pública hoje?

6.2. Qual é o seu parecer sobre a gestão de recursos humanos em Portugal? 6.3. Qual é a sua opinião sobre a gestão de recursos humanos no setor público? Para além das questões anteriores, existe algum aspecto sobre a qual não tenhámos falado, e que, julga pertinente referir?

Da minha parte dou por concluída a entrevista.

Benzer Belgeler