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5.2. Öneriler

5.2.2. Araştırmacılara Yönelik Öneriler

O padrão original DICOM publicado em 1993, define oito classes de serviços: 1. Verificação

2. Armazenamento 3. Query/Retrieve

4. Study Content Notification 5. Gerenciamento de Paciente 6. Gerenciamento de Estudo 7. Gerenciamento de Resultados 8. Gerenciamento de Impressão

Tabela 8 - Tabela do Resumo das partes do padrão DICOM 3.0.

Parte 1 : Overview Apresentação do padrão, com uma descrição dos princípios de desenvolvimento utilizados, definição da terminologia e descrição das demais partes do padrão.

Parte 2 : Conformance Define os termos de conformidade com o padrão, indicando como os fabricantes devem descrever sem ambigüidade como seus produtos estão em conformidade com o padrão. Parte 3: Information Objects Descreve como os IOs são definidos e especifica as diversas

classes de IO usadas no padrão. Muitos IODs possuíam grupos de atributos comuns ou similares, de forma que estes foram reunidos para criar módulos comuns que podem ser usados por mais de um IOD. Assim foram criados IODs compostos e IODs normalizados.

Part 1 : Overview Part 2 : Conformance Part 3: Information Objects Part 4: Service Class Specifications Part 11: Media Storage Aplication Profiles Part 5 : Data Structures and Semantics

Part 6 : Data Dictionary

Part 7 : Message Exchange (Network Operations)

Part 8: Network Support TCP/IP & OSI

Part 9: Point

to Point

Part 10: Media Storage & File Format

Part X Part Y Part Z

Specific Media Formats

& Physical Media

Parte 4: Service Class

Specifications

Contém as especificações das classes de serviço, que são:

Certification Service Class Storage Service Class Query/Retrieve Service Class

Study Content Notification Service Class Patient Management Service Class Study Management Service Class Results Management Service Class Print Management Service Class

Parte 5: Data Structure and

Semantincs

Define como um conjunto de informações provenientes de objetos de informação e de classes de serviços devem ser codificadas para formar parte de uma mensagem.

Parte 6 : Data Dictionary Fornece uma lista de todos os elementos de dados, ou atributos, que compõem todos os IOs. Para cada elemento de dado é fornecido o seu código numérico, o seu nome, a sua representação (texto, número em ponto-flutuante, etc), a multiplicidade e o domínio de valores permitidos.

Parte 7: Message Exchange

(Network Operations)

Esta parte descreve a dinâmica de comunicação, indicando o que é necessário para uma aplicação interagir no padrão de comunicação do DICOM. Também define como são construídas as seqüências de comandos, da mesma forma que a parte 5 define como são construídas as seqüências de dados.

Parte 8: Network Support

TCP/IP & OSI

Define o suporte de rede necessário para a troca de mensagens do DICOM. Atualmente o protocolo TCP/IP e qualquer outro que satisfaça o modelo de camadas ISO-OSI são suportados, mas a estrutura do padrão permite que novos protocolos sejam incorporados no futuro.

Parte 9: Point to Point Para manter compatibilidade com as versões anteriores do padrão, que usavam interfaces paralelas de dados de alta

velocidade, o protocolo de comunicação ponto-a-ponto foi mantido.

Além dessas partes acima listadas que são as principais, ainda existem as seguintes partes: • Parte 10: Mídia de Armazenamento e Formato de Arquivo;

• Parte 11: Perfil da Aplicação e Mídia de Armazenamento, • Parte 12: Mídia de Formatos e Mídia Física e;

• Parte 13 – Gerenciamento ponto a ponto.

B.2.4. Suporte para rede DICOM

O padrão original ACR-NEMA definia uma simples interface paralela de “50 pinos”, como meio de troca de mensagem. Isto limitava o padrão para operações ponto a ponto, com uma rede conectando pontos externos.

A última versão DICOM 3.0 está voltada para comunicação entre equipamentos, seja através de redes ou por ligações ponto a ponto. O propósito é que cada equipamento utilize seus próprios padrões e formatos para armazenar e gerenciar seus dados, mas quando for necessária a comunicação com outros equipamentos de diferentes fabricantes, é fundamental a existência de uma linguagem comum para que equipamentos de diversos fabricantes sejam capazes de se entender.

Uma outra implementação do DICOM permite que as informações possam ser armazenadas em meios físicos removíveis para que ela possa ser transportada, essa necessidade surgiu devido a alguns especialistas terem a necessidade de trabalhar com essas imagens externamente, por exemplo, imagens cardíacas que podem ser expostas em forma de cinema [Freire_1997].

Um passo para atender esta necessidade foi a criação da Parte 10, que faz descrições genéricas de estruturas de arquivos e diretórios para meios removíveis, além de serviços básicos para gerenciamento dos arquivos. Para especificar completamente o armazenamento em meios removíveis, foram elaboradas as Partes 11 e 12. A Parte 11 exerce uma função semelhante à Parte 4 e à Parte 12, ela especifica os detalhes de armazenamento em cada tipo de meio físico escolhido para fazer parte do padrão, como por exemplo: disquetes, CD-R, fitas, etc.

B.2.5. Vantagens do padrão DICOM

O padrão DICOM diferencia-se dos outros formatos de imagens tais como (JPEG, TIFF, GIF e outros) por permitir que as informações dos pacientes sejam armazenadas, de forma estruturada, juntamente com a imagem, isto é, elas são armazenadas contendo ponteiros, conhecidos como tags que identificam e limitam as informações. A imagem propriamente dita no padrão DICOM é baseada no formato JPEG com ou sem compressão, dependendo do equipamento que a gerou, pois cada companhia de tecnologia em imagem, pode implementar de uma forma, deste que obedeça a adaptação do padrão.

A grande vantagem dessa estrutura é permitir fazer a leitura do arquivo e extrairmos as informações necessárias para uma comunicação direta, ou seja, gerenciar as imagens e informações dos pacientes de forma coerente, mantendo a integridade; outra vantagem é que ele possibilitou melhorar a performance e auxilia no desenvolvimento de sistemas PACS [Kimura_1998].

Outra vantagem descrita por [Kuzmak_1998], é que o uso do padrão DICOM reduz custos, por permitir soluções para abrir sistemas consistindo de programas in-house e comerciais. Com o DICOM e conseqüência de anos de trabalho, o US Department Veterans Affairs, onde a idéia do formato surgiu, possui uma variedade de diferentes opções para sistemas de imagens radiológicas.