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AraĢtırmada Kullanılan Ölçekler Ve Demografik Faktörlerle

2.7. PERFORMANS DEĞERLENDĠRMEDE YAPILAN HATALAR

3.1.11. AraĢtırmada Kullanılan Ölçekler Ve Demografik Faktörlerle

E pensar não é somente “raciocinar” ou “calcular” ou “argumentar”, como nos tem sido ensinado algumas vezes, mas é, sobretudo, dar sentido ao que somos e ao que nos acontece. E isto, o sentido ou o sem- sentido, é algo que tem a ver com as palavras. (BONDÍA, 2002, p. 21)

48It goes without saying that, as is the case in motor acts, the activation of mirror neurons is not the only means we have to understand the intentions inherent in the actions of others. Every day we ascribe to others, more or less explicitly, beliefs, desires, expectations, intentions, etc.; our social behaviour depends mostly on our capacity to comprehend what others have in mind and on the conduct we decide to adopt in consequence. At present there is no neural mechanism that explains these mind-reading processes; it might be that they are evolutionarily linked to the mirror system. What counts here, however, is that the mirror neuron mechanism captures the intentional dimension of actions, common to both the agent and the observer.

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Os experimentos relatados na seção anterior deste capítulo demonstram que o tempo em que discutíamos filosoficamente sobre uma possível dicotomia entre mente e corpo está superado. E, por isso mesmo, sistematizar essas descobertas e mobilizá-las para que contribuam com as pesquisas na área dos estudos da linguagem tem sido uma tarefa árdua, porém inevitável. Alguns cientistas já consideram os neurônios-espelho uma das descobertas mais importantes da neurociência das últimas décadas. Ramachandran (2000), por exemplo, defende a hipótese de que os neurônios-espelho têm um papel muito importante na imitação e na aquisição da linguagem.

Aqui no Brasil, Miranda e Salomão (2009) chama a atenção para as possíveis contribuições empíricas advindas dos estudos que envolvem os sistemas neurais.

A noção de simulação neural/mental está no coração da pesquisa mais recente em neurociências (vide Deacon, 1997; Ramachadran; Blakeslee, 1988); também desfruta de lugar importante na chamada ‘neurofilosofia’ (Churchland, 2000). O conceito é crítico para os praticantes da Gramática das Construções Incorporada e da Teoria Neural da Linguagem, os quais sustentam que o ‘entendimento é baseado em simulações mentais/neurais, não necessariamente mediadas pela linguagem’; a descoberta dos sistemas neurais ‘em espelho’, ativados quando se executa uma ação ou quando se assiste a ela (Rizzolatti; Fogassi; Gallese, 2001), oferece importante suporte empírico a essa ideia. (MIRANDA; SALOMÃO, 2009, p. 74).

Já o conjunto de estudos que ficou conhecido como Teoria Neural da Linguagem defende

[...] que à medida que nosso conjunto de circuitos neurais vai sendo formatado pela experiência, emergem tipos básicos desses circuitos. Assim, há circuitos neurais específicos caracterizando frames, esquemas imagéticos, metáforas conceptuais, itens lexicais ou construções gramaticais. (PIRES, 2008, p. 32 apud DUQUE; COSTA, no prelo).

Bergen (2010), por sua vez, advoga que há uma relação direta entre as experiências corporificadas e os processos de compreensão. Além disso, postula que enquanto processamos a linguagem, ativamos imagens motoras utilizando as estruturas neurais dedicadas ao controle motor.

Sendo coerente com esse pensamento, Bergen (2010) acredita que há interação entre informação especificamente linguística e processos de domínios gerais através da

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simulação. De acordo com essa hipótese, a linguagem exploraria muitas das mesmas redes neurais acionadas na ação, percepção, imaginação, memória e outros processos neuralmente fundamentados. Nesse sentido, as estruturas linguísticas definiriam parâmetros para as simulações que, por sua vez, recorreriam às estruturas de base corporificada. Portanto, os defensores da hipótese da simulação percebem uma nítida relação entre as estruturas linguísticas - ou seja, as construções - e outros processos cognitivos e sensório-motores.

Duque (no prelo), sugere que a simulação mental faz uso dos conhecimentos prévios, principalmente os mais recorrentes, para ‘prever’ e produzir entendimentos que sejam adequados às situações de interação experienciadas. Ainda nessa direção, o autor cita Bergen e Wheeler (2005) para defender a hipótese de que somos capazes de reproduzir a experiência de ver alguma coisa ou ouvir um som (ou ruído) sem que o estímulo esteja sendo captado pelo nosso campo visual/auditivo. Ainda segundo Duque,

[...] da mesma forma que as outras funções cognitivas, a linguagem depende dessas simulações mentais. Enquanto ouvimos (ou lemos) frases, simulamos já que mentalmente a visão de cenas e a realização das ações estão sendo descritas. (DUQUE, no prelo).

Logo, as pessoas compreendem as sentenças que descrevem ações físicas realizando simulações motoras das ações descritas e usando os sistemas cerebrais responsáveis por coordenar e executar ações reais. Essa noção se harmoniza com Barsalou (2008), segundo o qual o processo de simulação envolve a reconstituição de aspectos perceptuais e motores, além de estados introspectivos adquiridos durante a interação com a palavra, o corpo e a mente. Nessa mesma direção, Pereira da Silva (2011a) defende que os estudos sobre simulação mental poderão possibilitar o melhor entendimento dos processos de compreensão de construções linguísticas, exatamente em função da íntima relação existente entre simulação mental e compreensão.

Sendo assim, compreender não é extrair das palavras um sentido prévio. É ativar os significados construídos em nossa memória através das experiências corpóreas, perceptuais e afetivas vivenciadas no mundo e evocadas pelas palavras – que funcionam como pistas linguísticas – através das simulações mentais e, nesse sentido, não temos uma linguagem puramente simbólica, mas sim de base corporificada.

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4.3 SIMULAÇÃO MENTAL

Porque aprender-a-viver é que é o viver, mesmo. O sertão me produz, depois me engoliu, depois me cuspiu do quente da boca... O senhor crê minha narração? (ROSA, 2001, p. 601)

No que diz respeito aos processos de simulação mental, Zwan (2009, tradução nossa) chama a atenção para o fato de que as simulações sensório-motoras são necessárias para a compreensão49. Nesse sentido, acreditamos que a “simulação” seja a chave que nos permitirá entender os processos de compreensão exatamente pelo fato de estar intimamente ligada a eles.

Sendo coerentes com essa perspectiva, postulamos também que quando um indivíduo lança mão de uma construção proverbial como, por exemplo, “passarinho que se debruça, o vôo já está pronto!” e espera que seus interlocutores a compreendam satisfatoriamente, parte do princípio de que eles já vivenciaram experiências (sensório- motoras, afetivas e/ou sociais) que lhes permitem não só atribuir um sentido pertinente à construção, como também inferir o seu contexto de uso mais adequado. E esse mecanismo de compreensão parece ser sem dúvida o resultado de processamentos neurais complexos. Desse modo, advogamos que não há como conceber linguagem sem pensamento, pensamento sem processos neurais e processos neurais sem corporalidade.

Em outras palavras, acreditamos que as pessoas compreendem enunciados por realizarem simulações mentais, uma vez que, de acordo com Duque (no prelo), elas acionam sistemas perceptuais e motores para criar experiências internas semelhantes às experiências vivenciadas de fato, o que significa que a simulação mental nada mais é do que o acionamento interno de sistemas cerebrais para criar (ou recriar) experiências não presentes.

Estudos recentes desenvolvidos por Rizzolatti e Sinigaglia (2008) comprovam a íntima e imbricada relação entre pensamento, ação e corporalidade ao revelar, por exemplo, que as mesmas áreas do cérebro são ativadas quando pensamos ou agimos sobre algo. Assim, se corremos ou assistimos a alguém correndo, ativamos as mesmas áreas neurais.

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Essa descoberta corrobora não só a hipótese de Bergen (2010) de que há uma relação direta entre as experiências corporificadas e os processos de compreensão, como também a ideia de que enquanto processamos a linguagem, ativamos imagens motoras utilizando as estruturas neurais dedicadas ao controle motor. Duque e Costa (no prelo) afirmam que resultados convergentes de várias pesquisas sugerem um papel concreto para as experiências sensório-motoras corporificadas na compreensão da linguagem.

E assumir uma perspectiva de linguagem de base corporificada exige uma série de encaminhamentos analítico-metodológicos que possibilitem a resolução de problemas linguísticos a partir desse enquadre. Um desses encaminhamentos diz respeito à utilização de determinados conceitos caros à Linguística Cognitiva. Por exemplo, os estudos realizados sobre metáfora (GIBBS, 2006; GRADY, 1997; KÖVECSES, 2000; 2005; LAKOFF, 1987; LAKOFF; JOHNSON, 1999; LAKOFF; TURNER, 1989; SANTOS, 2011) e expressões idiomáticas (FILLMORE; KAY; O’CONNOR, 1988 e PEREIRA DA SILVA, 2011a, 2011b, 2011c) têm proporcionado um avanço importante de conceitos como o de Padrão Discursivo e Construções.

Linguagem, cognição e corporalidade, portanto, agem concomitantemente nos processos de construção de sentido e, por isso mesmo, devem compor a agenda dos estudos linguísticos. Além disso, a Linguística enquanto ciência da linguagem deve considerar não apenas os aspectos culturais e pragmáticos envolvidos no discurso, mas também os avanços tecnológicos que dão ainda mais dinamicidade às engrenagens que movimentam as pesquisas sobre linguagem. E, nesse sentido, a descoberta dos neurônios-espelho trouxe contribuições relevantes aos estudos sobre linguagem e cognição, sobretudo os que envolvem simulação mental.

75 5 ESTADO DA ARTE

Após empreendermos algumas buscas preliminares com o objetivo de encontrar pesquisas – especialmente teses e dissertações – a respeito de provérbios, apresentamos neste capítulo algumas delas que, sob enfoques distintos, investigaram as construções proverbiais. Pretendemos, desse modo, construir uma breve trajetória dos estudos sobre provérbios aqui no Brasil.

Começaremos nossa caminhada apresentando a dissertação desenvolvida por Martins (2008) que procura investigar o papel exercido pelas sentenças proverbiais na construção poética de Tutaméia: Terceiras Estórias, sob o prisma da Literatura e da Crítica Literária. E, nesse sentido, define os provérbios da seguinte forma:

Os provérbios apresentam-se como uma maneira de organizar o mundo de acordo com as experiências vividas. Organização materializada nas relações específicas entre as palavras, sintaxe, ritmos e metáforas empregadas no corpo de um provérbio. Experiências, portanto, formalmente organizadas e isoladas em uma estrutura própria e facilmente reconhecível. (MARTINS, 2008, p. 15).

Em segundo lugar, apresentamos Mota (2010), que investiga os provérbios sob um enfoque eminentemente literário e, como admite o próprio autor, parte de conceitos centrais desenvolvidos pelo chamado Círculo de Bakhtin, como dialogismo, gêneros discursivos, cronotopo e polifonia, para pensar a tessitura verbal do romance em toda a sua complexidade. Sua hipótese é a de que a poesia do Cântico dos Cânticos e a sintaxe enrijecida da lei empregada nos Provérbios ressoam na arquitetura do romance Lavoura Arcaica, de Raduan Nassar.

Agora, deixaremos as paisagens analíticas de cunho literário e visualizaremos um ambiente pautado numa abordagem sintática com bases enunciativas. Referimo-nos a Lacerda (2009, p. 6), que ancora sua pesquisa nos estudos da estrutura gramatical da linguagem e pretende, segundo suas palavras, explicar a configuração sintática e semântica das sentenças proverbiais a partir da perspectiva teórica de uma sintaxe de bases enunciativas [...], que, por sua vez, filia-se a uma semântica da enunciação. Nessa direção, conclui que as sentenças proverbiais possuem um conjunto de traços semântico-enunciativos característicos, quais sejam: genericidade, onitemporalidade, indicialidade e estruturação implicativa.

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Por fim, trazemos à cena a única pesquisa – pelo menos dentre as que encontramos – que pôs as construções proverbiais no centro da discussão a partir de uma perspectiva cognitiva da linguagem, a saber, a desenvolvida por Jesus (2009). A principal diferença entre nossas propostas, no entanto, é que, enquanto a referida autora elege como objetos de análise provérbios utilizados e cristalizados pela sociedade em suas relações intersubjetivas através de um trajeto histórico situado sócio-culturalmente (Quem semeia vento colhe tempestade, por exemplo), nós nos propomos a analisar os provérbios criados por Guimarães Rosa, em especial, para a composição do romance Grande Sertão: Veredas.

Diferentemente de Jesus (2009), investigamos o Padrão Discursivo Provérbio em um contexto mais específico e delimitado, fato que nos deu a possibilidade de, ao mesmo tempo, controlar o seu contexto de uso e abarcar a totalidade de ocorrências – o que seria praticamente impossível de ser feito se optássemos pela análise de provérbios utilizados no dia a dia.

Outra importante distinção existente entre nossas pesquisas diz respeito a algumas escolhas teórico-analíticas. Para ilustrarmos essa afirmação, vejamos o que diz Jesus (2009) no fragmento abaixo:

A mente humana é peculiarmente hábil para operar redes de mapeamentos, de integração entre domínios, o que resulta em uma infinidade de significações. Tal capacidade projetiva caracteriza um processamento cognitivo denominado blending/mesclagem. A mesclagem (blending) pode ser conceituada como uma operação cognitiva que se caracteriza pela ocorrência de múltiplas projeções pela integração de diferentes domínios. (JESUS, 2009, p. 265).

Como acabamos de ver, Jesus (2009) analisou as construções proverbiais a partir do conceito de mesclagem, enquanto nós optamos por analisá-las a partir das noções de construção gramatical, padrão discursivo e idiomatismos. Essa opção de análise gerou, a nosso ver, uma mudança considerável não só no que diz respeito às categorias analíticas empregadas, como também, aos resultados alcançados.

77 6 METODOLOGIA

Motivados pelo objetivo de investigar que mecanismos cognitivos nos levam a categorizar determinadas construções gramaticais como sendo proverbiais, apresentamos neste capítulo a metodologia utilizada na análise dos fenômenos linguísticos, desde a coleta dos dados até a apresentação dos corpora. O tipo de pesquisa aqui desenvolvido é de natureza qualitativa com suporte quantitativo e experimental. Nosso objetivo, ao optarmos pela utilização de métodos experimentais, é o de promover uma análise o mais isenta possível de subjetivações, verificando a validação (ou não) de nossas predições. Os resultados nos forneceram respostas e questionamentos bastante produtivos, os quais demonstraremos no capítulo 7 desta dissertação em que descrevemos e analisamos os testes aplicados.

6.1 PRESSUPOSTOS METODOLÓGICOS

Apesar de acharmos indispensável o uso da introspecção – principalmente no que se refere à elaboração de hipóteses e à analise de dados –, resolvemos adotar a pesquisa quali-quantitaviva e semi-experimental50 com o objetivo de suprirmos as nossas intuições sobre a categorização das expressões proverbiais.

Em face disso, acreditamos que não só o uso de informantes tornou mais eficaz a compreensão dos processos de categorização das expressões proverbiais, como também o uso de experimentos facilitou a percepção das estratégias cognitivas envolvidas nesse processo.

No intuito de obtermos êxito em nosso empreendimento investigativo, decidimos aplicar uma sequência de procedimentos metodológicos pertinentes ao tipo de investigação que estamos desenvolvendo, quais sejam:

(a) Formulação de questões claras e concisas.

50 Preferimos chamar esta pesquisa de semi-experimental por não haver grupo de controle, nem

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Variáveis independentes: categorização de expressões como sendo‘proverbiais’e‘não proverbiais’ e influência da estrutura prototípica de um provérbio convencional.

Variáveis dependentes: influência do acionamento de esquemas e influência do acionamento de frames;

(b) Identificação dos testes mais adequados à investigação; (c) Identificação das predições e dos resultados quantitativos; (d) Execução de um estudo piloto;

(e) Execução de testes controlados; (f) Apresentação dos resultados; (g) Discussão dos resultados.

6.2 RECURSOS EMPREGADOS

Os recursos empregados constam basicamente da aplicação de testes e da realização de uma entrevista coletiva51 que foi conduzida da seguinte forma: após responderem, por escrito, às perguntas feitas nos testes, os informantes foram questionados sobre as motivações de suas escolhas. Nesse momento, tiveram a oportunidade de expor oralmente os fatores que deram suporte às suas respostas. Em seguida, gravamos as respostas e depois as transcrevemos com o objetivo de auxiliar a nossa análise.

É importante destacar que todos os testes aplicados são de caráter indireto, ou seja, exigem que os informantes executem certas tarefas com a intenção de viabilizar a observação de outras. Por exemplo, quando pedimos que os informantes relacionassem provérbios e figuras, estávamos interessados em observar o acionamento de esquemas e não o escore propriamente dito de erros ou acertos.

Nesse sentido, elaboramos um conjunto de figuras prototípicas que, a nosso ver, parecem estar relacionadas a esquemas imagéticos específicos. Vejamos abaixo:

51 A entrevista foi feita por amostragem, ou seja, apesar de as perguntas terem sido direcionadas à

totalidade dos informantes e de todos eles terem se posicionado em algum momento, para cada pergunta feita, foram consideradas, em média, 20% das respostas.

79 Figura 12 – caminho Figura 13 – bueiro Figura 14 – alianças Figura 15 – quebra-cabeças Figura 16 – alvo

Origem – Caminho – Meta

Container

Ligação

Parte - Todo

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Além disso, elencamos as expressões linguísticas empregadas nos testes segundo os critérios adotados abaixo:

a) prototípicas – as expressões extraídas de Rosa (2001) que compartilham estruturas proverbiais mais recorrentes;

b) atípicas – as expressões linguísticas, extraídas de Rosa (2001) com baixo índice de compartilhamento de estruturas proverbiais recorrentes;

c) não proverbiais – as expressões diversas que parecem não se encaixar no perfil dos idiomatismos.

6.3 INFORMANTES

A quantidade de informantes por teste aplicado sofreu variações. Dessa forma, os testes apresentaram o seguinte escore:

a) Teste piloto – contou com a participação de 12 informantes – todos participantes do GT Linguagem, Cognição e Corporalidade, durante o XIII Simpósio Nacional de Letras e Linguística e III Simpósio Internacional de Letras e Linguística, 2011, Uberlândia/MG. Os informantes, em sua totalidade, foram selecionados obedecendo a critérios de acessibilidade.

b) Testes de julgamento de expressões – contou com a participação de 30 informantes (alunos dos cursos de graduação em letras, da UFRN).

c) Testes de protocolo de recuperação de esquemas e frames – contou com a participação de 29 informantes (alunos dos cursos de graduação em letras, da UFRN).

d) Testes cloze adaptado - contou com a participação de 28 informantes (alunos dos cursos de graduação em letras, da UFRN).

Todos os informantes foram voluntários e autorizaram o uso das informações e dos dados coletados nesta pesquisa.

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Benzer Belgeler